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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Educação - Moçambique: “Não faz sentido que haja crianças no curso nocturno e adultos de dia”.

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Augusto Jone
Afirmar o vice-ministro da Educação.
Augusto Jone, vice-ministro da Educação, lamenta a situação e responsabiliza as escolas e as respectivas direcções provinciais por este problema.
O vice-ministro da Educação, Augusto Jone, diz que há um  contra-senso em algumas escolas da cidade de Maputo, porque, no seu entender, não faz sentido que haja crianças com 12 a 13 anos de idades a estudar no curso nocturno, quando, em contrapartida, há adultos a estudar de dia.
Augusto Jone diz não perceber como é que as escolas admitem que crianças com essas idades (12 a 14 anos) estudem de noite, quando, no curso diurno, há ainda vagas ocupadas por pessoas  adultas que podem, sem problemas, suportar o curso nocturno.
As matrículas são regidas por um regulamento que obedece a um princípio de idades, e é  obrigatório que as escolas observem esse princípio.
 “As escolas são obrigadas a observar o princípio de idades. Acredito que, por causa da pressão, algumas podem fugir desse princípio, porque há muita pressão”, explica, acrescentando, porém,            que mesmo assim não se pode admitir que pessoas crescidas estudem de dia, havendo crianças no curso nocturno.
“O que não podemos aceitar é ter indivíduos de 16 a 17 anos de idade a estudar de dia, quando, em contrapartida, há crianças de 13 anos no período nocturno. É uma situação anómala, tem que ser corrigida”, afirmou o vice-ministro da Educação.
Entretanto, Jone deixa claro que estas situações não devem ser dirigidas ao governo central, ou seja, no caso concreto, ao Ministério da Educação, mas, sim, às próprias escolas e/ou às direcções provinciais. Isso, porque, aos seus olhos, estes assuntos têm que ver com a organização de cada escola.

 fonte: OPAIS

Verónica Macamo explica por que AR não agendou pacote anti-corrupção.

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Verónica Macamo aos  partidos extra-parlamentares.
É a primeira vez que a presidente do parlamento se pronuncia sobre a matéria. 
“Não foi decidido que a lei não podia ir a debate. 
mas não podemos agendar 
uma lei para, ao longo do debate, interrompermos 
porque ainda há questões 
que não estão claras”, disse Macamo.
Apresidente da Assembleia da República, Verónica Macamo, diz que não existe nenhuma razão especial para o adiamento da discussão do pacote anti-corrupção. Apenas tratou-se de um procedimento normal, que visa o melhoramento da própria proposta de lei, negando, assim, rumores da existência da mão do partido Frelimo para que não se agendesse a matéria, alegadamente por falta de interesse do debate da lei.
Este posicionamento foi dado, esta quinta-feira, aos representantes dos partidos políticos extra-parlamentares, que se denominam a si mesmos de oposição civil.
Preocupados, os partidos teriam se dirigido ontem ao parlamento em busca de explicação sobre as razões que teriam adiado o debate da referida lei pela segunda vez depois de a mesma ter sido preterida na última sessão.
“A Assembleia não apresentou nenhuma vontade de repulsa. Não houve nenhuma decisão de que a lei não podia ir a debate. O que aconteceu foi que se notou que precisávamos de mais tempo para, minuciosamente, analisarmos a lei, e foi isso que fizemos”, explicou.

fonte: OPAIS

Moçambique: Sequestro termina com morte de duas crianças na Beira.

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Os supostos autores deste crime macabro já estão a contas com a polícia.
Duas crianças foram mortas, ontem, por sequestradores, na cidade da Beira. Os supostos autores deste crime macabro já estão a contas com a polícia. O mentor principal, por sinal uma pessoa próxima da família de uma das crianças ora finadas, atraiu as mesmas na tarde da quarta-feira para a sua residência onde lhes ofereceu um lanche. Já na noite do mesmo dia, entrou em contacto com os parentes das suas vítimas informando que elas estavam bem e que no dia seguinte voltaria a entrar em contacto com as famílias. A mãe de uma das vítimas é elemento das Forças de Intervenção Rápida na Beira.
 As menores foram encontradas debaixo de uma cova com cerca de meio metro de profundidade, no interior de uma casa, ainda em construção, onde o suposto líder do grupo vivia. Os supostos assassinos colocaram pedras, areia e deitaram água por cima do “túmulo”. As perícias no local mostraram que as crianças foram golpeadas com objectos contundentes na cabeça, os quais teriam causado a morte das mesmas.
Nelson Gentil, um dos detidos, confirma o crime e conta que a ideia não foi dele, mas de um amigo que chegara recentemente de Inhambane. “Ele prometeu-me 100 mil meticais caso eu conseguisse sequestrar uma criança. Mas eu consegui duas. Saí várias vezes para controlar o exterior da casa e o regresso da minha esposa. quando regressei duma dessas minhas saídas, encontrei as crianças mortas e enterradas. Não fui eu quem as matou”.
Os outros dois indiciados juram de pés juntos que nada têm que ver com o crime. Juvêncio Alexandre, vizinho de Nelson Gentil, contou que vira as crianças na tarde do fatídico dia a brincarem com o seu vizinho. 

fonte: OPAIS

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