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quarta-feira, 15 de maio de 2013

O orgulho guineense: Na voz de quem entende das coisas.

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Visão do guineense Carlos Lopes sobre o papel da Nova Tecnolgia nos PALOPs. Acesse o Link e veja.


Fonte: RTPÁfrica

Morreu ex-Presidente guineense Henrique Rosa.

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Henrique Pereira Rosa, antigo presidente de transição da Guiné-Bissau, morreu esta quarta-feira (15.05) vítima de doença prolongada. Rosa estava há várias semanas internado no Hospital de São João, no Porto.
Presidente interino da Guiné-Bissau entre 2003 e 2005, Henrique Rosa, que nasceu em Bafatá em 1946, era um homem discreto e fervoroso católico. Um assumido “patriota amante da paz”, Rosa foi empresário ligado às áreas dos seguros marítimos, comércio internacional e agropecuária. Foi dirigente desportivo e cônsul honorário da Costa do Marfim no seu país, tendo-se revelado "hábil" na gestão das várias crises políticas que atingiram a Guiné-Bissau.
Henrique Rosa candidatou-se também às eleições de 2012 na Guiné-Bissau
Henrique Rosa foi a personalidade escolhida para o cargo de Presidente de transição na sequência do golpe de Estado de 14 de setembro de 2003, que derrubou Kumba Ialá e, em seguida, levou o país às eleições legislativas de 2004.
No termo do seu mandato como Presidente de transição, Henrique Rosa deixava claro que queria ser um chefe de Estado verdadeiramente eleito da Guiné-Bissau. "Estamos independentes há 40 anos e nesses 40 anos temos vindo a renovar os votos de confiança em pessoas ligadas ao sistema, ou seja ao partido principal que é o PAIGC", disse.
"Paz e tranquilidade"
Em julho de 2005, o candidato Henrique Rosa disputou juntamente com outros nove políticos as eleições presidenciais de março de 2005, tendo ficado no terceiro lugar com 84 mil votos, correspondente a 23% dos votos, num escrutínio ganho por João Bernardo “Nino” Vieira.
Nas eleições presidenciais antecipadas de 2009, Henrique Rosa apresentou-se novamente como candidato e voltou a concorrer em 2012. O último pleito eleitoral só contou com a primeira volta, devido a mais um golpe de Estado que ocorreu a 12 de abril desse ano.
Na altura, apesar de muitas sugestões e pressões dos amigos e apoiantes para que ele criasse um partido político, Henrique Rosa defendeu que estava mais aberto à criação de um espaço de reflexão em torno da sociedade civil, onde pudesse continuar a defender o seu projeto político para a Guiné-Bissau, que se resumia em mudar a imagem do país com “paz e tranquilidade para os guineenses”.
Nas palavras do político, "a mudança terá que ser feita com alguém que nunca fez parte do sistema. Alguém independente em relação à política que foi feita até hoje."
Apoiantes de Henrique Rosa na campanha eleitoral de 2012
"Mudar a Guiné-Bissau"
Essas iniciativas dos amigos e apoiantes de Rosa baseavam-se na forma muito elogiada pela comunidade internacional como o Presidente cessante tinha liderado a Guiné-Bissau no difícil período de transição. Aliás, o ex-Presidente da transição reafirmou sempre a sua vontade de mudar para melhor os destinos do seu país.
"A minha campanha foi sempre para mudar a Guiné-Bissau. Se um dia chegar à Presidência será para mudar o país", disse Rosa em março de 2012.
Henrique Rosa morreu esta quarta-feira (15.05) de madrugada aos 67 anos. Os restos mortais do antigo dirigente guineense deverão chegar à capital da Guiné-Bissau no próximo fim de semana, onde serão realizadas as cerimónias fúnebres.
(Notícia em atualização)

FONTE: DW.DE

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