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quarta-feira, 25 de julho de 2018

Brasil: Estudo do Ibope mostra que rejeição a Neymar dobrou durante Copa.

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Na véspera da estreia do Brasil, diante da Suíça, Neymar tinha 28% de citações negativas nas mídias sociais.

Estudo do Ibope mostra que rejeição a Neymar dobrou durante Copa

A popularidade de Neymar como influenciador digital sofreu um forte abalo na Copa do Mundo. Pesquisa global realizada pela Kantar Sports, representada pelo Ibope Repucom no Brasil, mostra que o atacante da seleção brasileira foi assunto em mais de 25 milhões de postagens nas redes sociais, somando Facebook, Twitter, Instagram e YouTube, superando Messi (20 milhões) e Cristiano Ronaldo (17 milhões).
A maioria do conteúdo, porém, tinha teor negativo. O estudo analisou publicações entre 1º de junho, duas semanas antes da abertura da Copa da Rússia, e 18 de julho, três dias após a final.
Na véspera da estreia do Brasil, diante da Suíça, Neymar tinha 28% de citações negativas nas mídias sociais, mas o índice mais que dobrou a partir do primeiro jogo (61%) e chegou ao ápice (68%) até o dia seguinte à eliminação no torneio, para a Bélgica, nas quartas de final.
Até entrar em campo, o camisa 10 da seleção recebia mais comentários neutros (51%) do que depreciativos. Os elogios, antes englobados em 21% das postagens, despencaram para 1% no período de medição.
De modo geral, a cada cem comentários sobre Neymar nas redes sociais após a derrota para os belgas, apenas um era positivo.
Em artigo vinculado à pesquisa, publicada nesta terça-feira (24), o diretor do Ibope Repucom, José Colagrossi, explica que, "em média, mais de 90% deste volume total de comentários negativos são piadas e memes, e foram classificados como negativos pela possibilidade de impacto em sua imagem devido à sua conduta em campo (tema discutido em todos os países analisados) e não por sua qualidade técnica".
As redes sociais, então, foram o reflexo da antipatia que Neymar gerou entre fãs e opinião pública por conta das reações exageradas em campo diante da marcação dos adversários.
Ídolos do futebol, como o alemão Lothar Matthaus, o inglês Gary Lineker e o francês Eric Cantona, engrossaram o coro no rótulo de cai-cai que impregnou no astro do Paris Saint-Germain durante e após a Copa.
A frustração com a campanha da seleção, que buscava o sexto título mundial na Rússia, também ajuda a potencializar as críticas.
Na Copa, Neymar foi bastante presente no ataque, mas pouco efetivo. Anotou dois gols na competição, contra Costa Rica e México.
Coincidência ou não, Neymar não ficou entre os dez selecionados para disputar o The Best, premiação da Fifa ao melhor jogador da temporada - a entidade divulgou os nomes dos concorrentes nesta terça.
O levantamento listou os dez países em que Neymar mais recebeu citações negativas. O Brasil lidera, seguido de Estados Unidos, México, França, Reino Unido, Espanha, Portugal, Argentina, Colômbia e Chile.
Aqui cabem duas observações. Os franceses formam o principal mercado do jogador, contratado há um ano pelo Paris Saint-Germain por 222 milhões de euros (cerca de R$ 970 milhões na cotação atual).
Em sua primeira temporada no país, Neymar sofreu lesão, ficou três meses sem jogar e teve atritos com o atacante Cavani e o técnico Unai Emery, mas foi eleito o melhor jogador do Campeonato Francês.
Com os mexicanos, os ânimos se acirraram no confronto pelas oitavas de final da Copa, em que Neymar se envolveu em episódio com Layun, que pisou na perna do brasileiro fora de campo, mas a arbitragem nada marcou. No entanto, a reação do atacante ao lance passou a impressão de exagero e até de simulação.
Celebridade digital Neymar é uma das poucas personalidades que conseguem alcance global por meio das redes sociais. Ainda que tenha recebido uma avalanche de comentários negativos, a Copa do Mundo o ajudou a ganhar mais 6,8 milhões de seguidores.
Atualmente, mais de 200 milhões de pessoas acompanham as postagens nos perfis do atacante nas quatro principais mídias - Facebook, Instagram, Twitter e Youtube. Somente no Instagram, única rede administrada pelo próprio jogador, ele é o único brasileiro a ultrapassar a marca de 100 milhões de seguidores.
fonte: noticiasaominuto

Senegal: Cerimônia de lançamento em Dakar do "Projeto para a difusão de filmes e séries de televisão chineses na África francófona".

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Cerimônia de lançamento em Dakar do "Projeto para a difusão de filmes e séries de televisão chineses na África francófona"

A cerimônia de lançamento do "Projeto de Distribuição de Filmes e Séries Televisivas Chinesas na África Francófona" foi realizada em 19 de julho no Radisson Blu Hotel em Dakar. A cerimónia foi realizada na presença do Sr. Zhang Yanbin, Representante Especial do Gabinete de Informação do Conselho de Estado da República Popular da China, Senhora Ma Li, Directora do Departamento Internacional de Administração Estatal. Rádio, Cinema e Televisão da República Popular da China, Sr. Zhang Xun, Embaixador da China no Senegal, Sr. Abdoulaye Balde, Ministro da Comunicação da República do Senegal, Sr. Racine Talla , Director-Geral da Rádio e Televisão Senegalesa, Sr. Zhao Zhongyong, representante do grupo StarTimes.
Durante a cerimônia, os ilustres convidados chineses e senegaleses assistiram juntos ao vídeo publicitário do "Projeto de transmissão de filmes e séries de TV chineses na África francófona". De acordo com o plano do projeto, 26 filmes e 20 séries de televisão chinesas dubladas em francês serão transmitidas no Senegal e em outros países africanos de língua francesa. Fantasia, ação, romance, entretenimento, esses filmes e séries, incluindo "Adeus, Sr. loseur", "Hunting the Monster", "Ode à Alegria", têm uma grande variedade de tópicos. Filmes e séries selecionadas serão divulgadas através de vários canais, entre "autresdans" media senegalês "mainstream", a plataforma do "acesso a TV por satélite a 10.000 aldeias africanas", a TV via satélite canais StarTimes, e filmes de Carnaval e séries de TV chinesas.
Em seu discurso, o Sr. Zhang Yanbing disse que a busca por uma vida feliz era o objetivo e o desejo comum do povo chinês e os povos do Senegal, e o "Projecto de distribuição de filmes e séries de televisão China na África Francófona Abriria uma nova página para intercâmbio e cooperação sino-africana no campo do cinema e da televisão.
Em seguida, os Chineet Media Group Transmissão Televisiva senegalesa, assinado o acordo whereinthe série "A vida feliz do Dr. Jin" vai ser difundido em 21 de julho na televisão nacional senegalesa. Após a assinatura do acordo, o Sr. Zhang Yanbin, Srª. Ma Li, Zhang Xun, Sr. Blade, Talla e StarTimes grupo que representa para todos cortar a fita, marcando o lançamento oficial do "Projeto Divulgação de Filmes chineses e séries de televisão na África francófona ". 
1 Cerimônia de lançamento em Dakar do "Projeto para a difusão de filmes e séries de televisão chineses na África francófona"

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fonte: seneweb.sn

Senegal: Registro rejeitado - para Karim, peritos apelam ao Kuwait.

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O Dr. Yaya Niang, Pesquisador de Direito Eleitoral, fez um apelo gracioso ao Embaixador do Senegal ao Kuwait para o registro de Karim Wade nas listas eleitorais. O Daily, que fornece as informações, especifica que o perito eleitoral contesta a rejeição do registro do ex-Ministro de Estado com base no artigo L45, alínea 3 do Código Eleitoral.

A lei declara: "Todo eleitor inscrito na lista de eleitores pode reivindicar, nas mesmas condições, o registro de um eleitor omitido ou a remoção de um eleitor indevidamente inscrito. O mesmo direito pertence à autoridade competente. "

Dr. Niang, Le Quotidien, pretende apoiar este desafio em todas as fases e em todas as fases do processo. Ele ressaltou que o chefe da representação diplomática senegalesa no Kuwait foi obrigado a responder, e dentro dos prazos estipulados pela lei.

Karim Wade já havia apresentado um recurso na corte distrital de Dakar. Este tribunal declarou-se incompetente. Seus advogados anunciaram que irão ao Supremo Tribunal pelo mesmo motivo.

fonte: seneweb.com



ANGOLA: RIR COM A BARRIGA VAZIA DÁ MAIS FOME AO NOSSO POVO!

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O ministro da Agricultura de Angola, Marcos Alexandre Nhunga, disse hoje, em Lisboa, que o seu país está empenhado em valorizar a agricultura familiar, nomeadamente através de créditos, da facilitação do escoamento da produção e da promoção da mecanização neste sector. Os 20 milhões de pobres que fazem da mandioca, do farelo, do que aparecer, um manjar não podem rir muito porque rir com a barriga vazia dá mais… fome.

“Temos que realçar que Angola está a fazer um intenso trabalho, principalmente, (…) a estruturar o crédito a nível dos camponeses, aumentar os factores de produção, buscar esquemas de comercialização que facilitam a extracção da produção. Essa é uma produção pequena e muitas vezes têm dificuldades para colocar a sua produção nas grandes superfícies”, afirmou Marcos Alexandre Nhunga.
Para Marcos Alexandre Nhunga (que a 5 de Setembro de 2016 foi, pela primeira vez, nomeado ministro da Agricultura), os governos têm a necessidade de estabelecer mecanismos para que esta produção possa ser extractiva e, no caso de Angola, “é muito importante porque (a agricultura familiar) é responsável pela maior produção do nosso país”.
O ministro da Agricultura e Florestas de Angola falou hoje à agência Lusa após um encontro como o seu homólogo português, Luís Capoulas Santos, ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural.
O responsável angolano esclareceu que o reforço do empenho no apoio à agricultura familiar em Angola está ligado à assinatura da “Carta de Lisboa”.
O representante angolano assinou hoje a “Carta de Lisboa pelo Fortalecimento da Agricultura Familiar”, um documento cuja cerimónia de assinatura teve lugar durante a Reunião de Alto Nível sobre a Agricultura Familiar que decorreu em Lisboa, em Fevereiro, envolvendo todos os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), mas na qual Angola não participou naquela oportunidade.
A “Carta de Lisboa”, que resultou da reunião ministerial da CPLP em Fevereiro, é um conjunto de directrizes políticas para a aplicação prática nos Estados-membros da pequena agricultura familiar.
“Tomado o conhecimento da Carta de Lisboa, volto a afirmar a posição do Executivo angolano e transmitir que, em Angola, a agricultura familiar é a nossa base, que é responsável pela produção de mais de 80% daquilo que se consome em Angola”.
“O que nós vamos fazer é trabalhar no sentido de cumprir com os 17 compromissos assumidos (na Carta). O que estamos a fazer para cumprir estes compromissos? Estamos a fazer mais debates para relevar o papel da agricultura familiar a nível do nosso país e da CPLP”, sublinhou ainda.
Para o ministro Nhunga, a agricultura familiar tem também um papel fundamental na agenda 2030 das Nações Unidas.
“Queremos trabalhar no sentido que, na base deste debate, se possa promover acções que possam criar uma agricultura muito mais sustentável a nível deste grupo importante na produção agrícola”, adiantou o político angolano.
“Angola está muito empenhada nisso, introduzindo também alguma componente forte de mecanização na agricultura, porque não podemos continuar a trabalhar e a pensar nas enxadas. Temos que introduzir a mecanização na agricultura familiar para aliviar o trabalho das mulheres, que são fundamentalmente as que trabalham (neste sector) e maior tempo para cuidar das suas crianças”, indicou ainda o ministro angolano.
O ministro Capoulas Santos referiu que já existem “alguns projectos em fase adiantada de cooperação” neste âmbito entre Portugal e Angola e que “uma cooperação só é produtiva quando funcionam nos dois sentidos”.
“Nós estamos interessados, naturalmente, que empresários portugueses possam instalar-se em Angola, como estamos interessados que empresários angolanos se instalem em Portugal, assim como estamos interessados em estimular o comércio agrícola nos dois sentidos”, disse Capoulas Santos.
Para o ministro português, a curto prazo, Angola será um fornecedor de bens agrícolas para Portugal e os portugueses continuarão a ser fornecedores de Angola que já é um dos principais clientes de Portugal neste sector.
“É uma cooperação que temos vindo a estabelecer e que agora temos condições políticas fantásticas para expandir, porque penso que isso é do interesse dos dois países”, sublinhou Capoulas Santos.

As enxadas do ministro Nhunga

“Hoje não podemos continuar a trabalhar e a pensar nas enxadas”, diz o ministro Marcos Alexandre Nhunga. No dia 11 de Maio do ano passado, este mesmo ministro dizia que o trabalho manual das terras agrícolas, com recurso a enxadas, ainda é utilizado em 98% dos terrenos em Angola, em contraponto com o reduzido recurso à mecanização nos cerca de cinco milhões de hectares de cultivo. E acrescentava que apenas 2% dos hectares de cultivo do país são preparados com “recurso a mecanização e tracção animal”.
“A actividade de produção agrícola no país debate-se com o problema do baixo uso de mecanização na preparação de terras”, admitiu. E, pelos vistos, pelo menos desde então nada foi feito para in verter a situação. Razões? As que conhecemos desde 1975: incompetência do partido que desde então esteve sempre no governo, o MPLA.
Provavelmente esta realidade enquadra-se, como tanto gosta o regime que (des)comanda o país desde 1975, no facto de Angola viver desde finais de 2014 uma profunda crise económica, financeira e cambial devido à queda do preço do barril de petróleo no mercado internacional, com o ministro angolano a admitir consequências negativas no sector, como a falta de meios de apoio à produção agrícola.
“Com a retracção da actividade económica, vários meios e equipamentos de trabalho detidos pelas empresas de construção civil, tais como tractores, camiões e outros, incluindo a mão-de-obra, ficaram praticamente inactivos. Estando muitos deles parqueados nos estaleiros”, observou em Maio de 2017 o ministro. E antes disso, no período das vacas gordas?
Marcos Alexandre Nhunga referiu ainda (2017) que apesar de Angola dispor de “solos de elevada aptidão agrária, abundantes recursos hídricos e uma expressiva faixa da população dedicada às actividades do campo”, actualmente “a produção interna ainda, em muitas culturas, não satisfaz as necessidades de consumo”.
“A realização plena do potencial do sector agrário nacional, como motor da segurança alimentar e promotor do desenvolvimento socioeconómico do país, depende, em grande medida, da eficiência e eficácia com que decorrem as actividades produtivas dentro de cada um dos seus subsectores”, concluiu.

Descoberta da pólvora (para fins agrícolas)

Recorde-se que o ministro Marcos Nhunga descobriu a pólvora que, por sua vez, fora inventada pelo seu antecessor, Afonso Pedro Canga.
Então, como grande novidade, Marcos Nhunga, apela à participação activa dos intervenientes no sector agrário para o processo de diversificação da economia, tendo em vista melhorar as condições de vida da população.
Originalidade não falta. O ministro da Agricultura diz que pelo facto de o país estar a atravessar um momento de crise financeira, precisa de buscar força e inteligência para concretizar os objectivos que o país se propõe, a criação das melhores condições de vida. Quem diria?
De acordo o governante, deve-se prestar atenção especial a todos os quadros desta área e moralizá-los, de modo a trabalhar mais para o cumprimento dos objectivos traçados.
Marcos Nhunga diz que deve haver maior motivação a nível dos quadros do Ministério, um diálogo interno e permanente nos órgãos internos, assim como com os empresários, para que todos se revejam nos programas deste sector.
Marcos Nhunga, refere ainda que o sector da agricultura é chamado para arranjar soluções. Apelou aos membros do Ministério a não se aproveitar das respectivas funções para a resolução dos problemas pessoais. Boa!
“Vamos pautar por uma gestão rigorosa e transparente para que os poucos e parcos recursos que forem arrecadados possam ser aplicados para o alcance dos objectivos traçados”, disse Marcos Nhunga, acrescentando que deve haver união entre todos os que trabalham para a mesma causa.

Fertilizantes “made in Marrocos”

Relembremos que o Governo do MPLA negociou com Marrocos apoio no domínio da produção de fertilizantes, um sector em que o país, apesar das potencialidades agrícolas, continua a ser largamente deficitário devido à “monocultura” criminosa da incompetência que há 42 anos tomou conta, entre outras, da nossa economia.
Para o efeito, de acordo com informação governamental, o ministro da Agricultura, Marcos Alexandre Nhunga, realizou uma visita de trabalho a Marrocos, visando o “reforço da cooperação” entre os dois países, no domínio agrícola.
A visita pretendeu “analisar e discutir” com as autoridades competentes da Agricultura de Marrocos e o Grupo Marroquino de Fosfatos (OCP) “as modalidades práticas de fornecimento de fertilizantes compostos” a Angola, tendo em conta a implementação da Estratégia para o Aumento da Oferta de Fertilizantes no país, aprovada na reunião conjunta das comissões Económica e para a Economia Real, de 23 de Ferreiro de 2017.
Para justificar esta, repita-se, criminosa incompetência, o Governo traz à liça a profunda crise financeira, económica e cambial decorrente da quebra nas receitas com a exportação de petróleo.
Há muito tempo que os governos do MPLA avançam com programas de diversificação da economia, apostando nomeadamente na agricultura. Apostas que não passam disso mesmo porque, mais uma vez, o Governo quer colher sem semear.
Nada disto era previsível, dirá com certeza qualquer especialista do regime. Tudo isto era previsível, dirão os especialistas que teimam em pensar pela própria cabeça. A verdade é que ninguém imaginava que o petróleo tivesse a coragem (ou lata) para contrariar as ordens do MPLA. Mas teve e baixou a sua cotação, pondo os pobres ainda mais pobres e os ricos ainda mais ricos.
Em Angola, depois do milho o arroz é o segundo cereal mais consumido, mas a sua produção interna, apesar dos esforços para o seu incremento, ainda não satisfaz as necessidades, obrigando a reforçar a sua importação.
Há muito que se sabe que quando o petróleo espirra Angola entra em estado de coma. Mesmo assim, os peritos dos peritos do regime olham sempre para o lado, e nunca serão contaminados com essa epidemia da diversificação da economia.

No tempo colonial

Por mera curiosidade registe-se que, enquanto província ultramarina de Portugal, até 1973, Angola era auto-suficiente, face à diversificação da economia.
Era o segundo produtor mundial de café Arábico; primeiro produtor mundial de bananas, através da província de Benguela, nos municípios da Ganda, Cubal, Cavaco e Tchongoroy. Só nesta região produzia-se tanta banana que alimentou, designadamente a Bélgica, Espanha e a Metrópole (Portugal) para além das colónias da época Cabo-Verde, Moçambique, Guiné-Bissau e Sã Tomé e Príncipe.
Era igualmente o primeiro produtor africano de arroz através das regiões do (Luso) Moxico, Cacolo Manaquimbundo na Lunda Sul, Kanzar no Nordeste Lunda Norte e Bié.
Ainda no Leste, nas localidades de Luaco, Malude e Kossa, a “Diamang” (Companhia de Diamantes de Angola) tinha mais 80 mil cabeças de gado, desde bovino, suíno, lanígero e caprino, com uma abundante produção de ovos, leite, queijo e manteiga.
Na região da Baixa de Kassangue, havia a maior zona de produção de algodão, com a fábrica da Cotonang, que transformava o algodão, para além de produzir, óleo de soja, sabão e bagaço.


Na região de Moçâmedes, nas localidades do Tombwa, Lucira e Bentiaba, havia grandes extensões de salga de peixe onde se produzia, também enormes quantidades de “farinha de peixe”, exportada para a China e o Japão.
fonte: folha8

Imagens mostram rastro de destruição em incêndios na Grécia.

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Série de incêndios florestais consomem o leste de Atenas.

Imagens mostram rastro de destruição em incêndios na Grécia

Ao menos 74 pessoas morreram em uma série de incêndios florestais que consomem o leste de Atenas, na Grécia, nas últimas horas. O balanço foi divulgado nesta terça-feira (24) pelo prefeito de Rafina, Evangelos Bournous.
Os feridos passam de 178, alguns em situação grave, relataram fontes do governo. "Eu vi cadáveres, carros queimados. Me sinto sortuda por estar viva. Mati não existe mais", contou uma mulher sobrevivente do incêndio, referindo-se à cidade turística costeira da região de Rafina, a cerca de 40km de Atenas. (Ansa).

Incêndios na Grécia: novo balanço aponta 74 mortos e 178 feridos

Mulheres foram encontradas carbonizadas com os filhos, diz TV.

Incêndios na Grécia: novo balanço aponta 74 mortos e 178 feridos

Os incêndios florestais que consomem o leste de Atenas, na Grécia, provocaram a morte de pelo menos 74 pessoas e deixaram mais de 178 feridos, alguns em estado crítico, segundo um novo balanço das autoridades divulgados pela Reuters na tarde desta terça-feira(24).
No antigo levantamento, repassado pelo prefeito de Rafina, Evangelos Bournous, falava-se de 60 pessoas mortas e 170 feridos desde o início dos incêndios, na última segunda-feira(23).
"Eu vi cadáveres, carros queimados. Me sinto sortuda por estar viva. Mati não existe mais", contou uma mulher sobrevivente do incêndio, referindo-se à cidade turística costeira da região de Rafina, a cerca de 40km de Atenas.   
De acordo com a emissora grega Skai, as imagens de Mati "relembram o cenário macabro" da erupção do vulcão Vesúvio em Pompeia, na Itália, pois foram encontrados corpos carbonizados de duas mulheres que morreram abraçadas com seus filhos. A Grécia decretou estado de emergência e solicitou ajuda internacional para o leste e nordeste de Atenas, onde dezenas de casas foram destruídas pelas chamas e milhares de cidadãos e turistas tentam correr para as praias para seres retirados da região em embarcações.   
"Os nossos pensamentos vão para a Grécia e para as vítimas desses incêndios terríveis. A França e a Europa são solidárias e fornecem ajuda", escreveu no Twitter o presidente francês, Emmanuel Macron.    A Turquia também entrou em contato com o governo grego para prestar ajuda. "Estamos prontos a ajudar", disse o ministro das Relações Exteriores de Ancara, Mevlut Cavusoglu. Os dois países, marcados por uma divisão histórica de rivalidade e protagonistas de tensões políticas recentes, já colaboraram no passado em casos de desastres naturais, na considerada "diplomacia dos terremotos" de 1999, na Turquia.   
Israel, por sua vez, ofereceu ajuda médica às vítimas dos incêndios e apoio aéreo ao governo. O primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, disse estar "profundamente abalado com a morte de tantas pessoas nos incêndios na Grécia". "A Itália se coloca ao lado da população grega e já está deixando à disposição dois Canadair [avião de combate a incêndios]", anunciou. (ANSA)
fonte: noticiasaominuto

NÃO. A CULPA NÃO É DO MPLA. É DA LAGARTA DA “OPOSIÇÃO”.

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Ao contrário do que o Folha 8 tem escrito, a culpa de Angola ser um dos países mais corruptos do mundo, ter elevados índices de mortalidade infantil e 20 milhões de pobres, não é do MPLA, partido que nos (des)governa desde 1975. Está cientificamente (com)provado que a culpa é da lagarta do funil do milho. Nem mais.

Desde que apareceu a lagarta do funil do milho tem provocado prejuízos económicos consideráveis nas culturas em alguns países da região e ameaça agora a segurança alimentar no continente.
A lagarta do funil do milho, comum nos países da América do Sul, foi diagnosticada no continente africano em 2016. A Nigéria foi o primeiro país da África Ocidental a detectar a praga, seguindo-se a África Central e a África Austral nos finais de 2017, com Moçambique e Angola a serem fortemente fustigados.
A União Africana tem estado a realizar várias iniciativas com vista à consciencialização dos países e controlo desta ameaça, alertou em declarações à RFI, Josefa Sacko, comissária da União Africana para a Economia Rural e Agricultura.
Dois anos após uma seca intensa provocada pelo El Niño que afectou mais de 40 milhões de pessoas e causou um défice de cereais de 9 milhões de toneladas, a região austral de África depara-se com uma nova praga que ameaça devastar as culturas dos agricultores da região.
Trata-se de uma espécie de lagarta invasora (talvez ao estilo dos velhos colonizadores europeus) comum nos países da América do Sul que foi diagnosticada recentemente no continente africano.
Depois de ter sido detectada em países como Zâmbia, Zimbabwe, África do Sul, Malawi, Botswana, Swazilândia e Tanzânia, foi confirmada a sua presença em Moçambique nas províncias de Maputo, Gaza, Manica, Tete, Niassa e Zambézia.
O milho, que é a cultura alimentar mais importante na região, é a mais afectada por ser a principal cultura hospedeira comprometendo assim a segurança alimentar das famílias mas, esta também pode afectar um grande número de culturas incluindo a mapira (sorgo) e o trigo.
A fim de conter a propagação desta praga a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) disponibilizou fundos para apoiar no rastreio da praga nas zonas suspeitas.
A nível regional e internacional, estão a ser realizadas reuniões técnicas entre as autoridades nacionais de controlo de pragas e doenças transfronteiriças e as instituições técnicas internacionais com vista a desenhar-se uma estratégia global de intervenção e a identificação das necessidades de apoio dos países.
Paralelamente, a FAO tem estado a apoiar os países na avaliação da situação actual destinada a compreender a extensão e a intensidade da ameaça da lagarta do funil do milho, bem como na identificação de soluções sustentáveis para o controlo da propagação da praga.
Para a técnica de responsável pela área Produção e Protecção de Plantas dos escritórios regionais da FAO em Harare – Zimbabwe, Joyce MulilaMitti, “nenhum país está a salvo, todos os países estão em risco e é importante que estejam preparados e tenham uma resposta imediata e, a constante monitoria é fundamental para se manter a praga controlada”.
MulilaMitti disse ainda que para além destas acções a FAO prevê:
– Apoiar a realização de avaliações em cada país sobre o impacto da praga (distribuição/mapeamento, níveis de infestação, danos, perda de rendimento, necessidades da população);
– Reforçar a coordenação regional através de sistemas de alerta precoce;
– Criação e/ou reforço de sistemas nacionais de vigilância com o envolvimento de parceiros através da prestação de assistência técnica e de aconselhamento;
– Distribuição aos países de guias técnicos com protocolos para auxiliar nas medidas de identificação e controle.
A Zâmbia, por exemplo, registou a maior área afectada na região da África Austral, com cerca de 223 000 hectares afectados, dos quais 90 000 de campos de milho, o que levou os agricultores a replantar as suas culturas e, no Zimbabwe, foram afectados cerca de 130 000 hectares.
Recorde-se que em 1974, no período colonial português, as exportações dos 15 principais produtos não petrolíferos representaram cerca de 44% do total das exportações angolanas. Somaram, à data, 554,1 milhões de dólares, o que “representaria hoje 27 vezes o total das exportações em 2016”, que foram de 142 milhões de dólares (retirando petróleo e diamantes).
Em Angola, depois do milho o arroz é o segundo cereal mais consumido, mas a sua produção interna, apesar dos esforços para o seu incremento, ainda não satisfaz as necessidades, obrigando a reforçar a sua importação.
fonte: folha8

ANGOLA: 56 MESES SEM SALÁRIOS

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Os trabalhadores da Empresa Nacional de Pontes (ENP) de Angola, sem salários há 56 meses, realizam sábado, em Luanda, uma marcha de protesto para “exigir o pagamento” dos seus ordenados, anunciou hoje fonte sindical, falando em “má-fé das autoridades”. Por onde anda o actual Governo? Estará desaparecido ou de férias num qualquer… paraíso?

“Cinquenta e seis meses sem salários é muito tempo, são quase cinco anos e isso até é desumano. Daí que vamos realizar no sábado, 28 de Julho, uma marcha pacífica para manifestar o nosso desagrado e pedir às autoridades que olhem para a nossa situação”, disse o primeiro secretário da comissão sindical da empresa, Mateus Alberto Muanza.
Segundo o sindicalista, a marcha da manhã de sábado tem um carácter “pacífico” e é organizada pela Central Geral de Sindicatos Independentes e Livres de Angola (CGSILA), que se manifesta solidária com os cerca de 400 trabalhadores nesta situação.
Fazem bem em realçar que se trata de uma marcha pacífica. Mesmo assim, até porque o significado de pacífico varia consoante quem dá as ordens superiores, a Polícia estará com certeza presente, não vão os manifestantes pensar que estão num Estado de Direito.
A marcha, acrescentou, destina-se a protestar junto do Governo e mostrar à sociedade a “grave situação” em que se encontram os trabalhadores, situação que afecta também as famílias e, sobretudo, os filhos.
“Os nossos filhos já não estudam e correm sérios riscos de se tornarem bandidos, porque há cinco anos que o pai não tem salário”, lamentou.
“A preparação da marcha está já bem encaminhada e a segurança está garantida, porque o documento que remetemos à Polícia está bem oficializado. Por isso, os trabalhadores podem aparecer com as respectivas famílias e sugerimos que todos apareçam trajados de preto”, adiantou.
“O preto é para simbolizar o nosso luto, a nossa tristeza, o nosso clamor, porque neste momento estamos de luto mesmo. Cinco anos sem salários numa empresa do Estado não é normal, é grave e sentimo-nos completamente abandonados pelas autoridades”, acrescentou.
No dia 16 de Maio que a Direcção da empresa estatal angolana (que certamente não está há 56 meses sem salários) suspendeu 82 trabalhadores, mais de 70 em idade de reforma, e toda a comissão sindical, conforme denunciou o sindicato.
Mateus Alberto Muanza considerou na altura “inaceitável, desumana e ilegal” a medida tomada pela Direcção da empresa e defendeu o pagamento dos salários em atraso.
Agora, para o sindicalista, a nova medida da Direcção em proibir a presença dos trabalhadores suspensos nas instalações da empresa de pontes, no município do Cazenga, arredores de Luanda, é igualmente “ilegal e antidemocrática”.
Importa, contudo, que os trabalhadores percebam que – como acontece com a palavra “pacífica” – democracia não é a mesma coisa em todos os sítios, tal com existem diferentes tipos de angolanos, os de primeira e os outros.
Segundo Mateus Alberto Muanza, essa proibição ainda prossegue, salientando que essa é outra das razões que levaram à realização da marcha de protesto de sábado.
Por seu lado, em declarações recentes à imprensa, o director-geral da Empresa Nacional de Pontes, José Henriques, confirmou a suspensão dos 82 trabalhadores, justificando a necessidade de rentabilizar a empresa, fruto de uma parceria com o consórcio formado por três empresas de Angola e da China.
“É um processo que tem o aval do Ministério da Construção e Obras Públicas e corre o seu curso normal”, explicou.
Em Outubro de 2017, o novo ministro da Construção e Obras Públicas, Manuel Tavares de Almeida, visitou as instalações da Empresa Nacional de Pontes de Angola, em Luanda, tendo assumido analisar a situação, apelando por isso o diálogo entre sindicato e administração.
É claro que de Outubro até agora o ministro ainda não teve tempo para resolver o assunto. É compreensível. Se o MPLA ainda não teve tempo, ao fim de quase 43 anos, para perceber que não é uma solução para os nossos problemas mas, antes, um problema para as soluções…
“Temos algumas perspectivas no nosso plano orçamental e isso pode ajudar a resolver já os problemas candentes e equacionar o problema dos atrasados”, disse na ocasião o governante, tendo ainda assegurado que seriam elaborados programas “para alavancar” a empresa.
Promessas que, segundo Mateus Muanza Alberto, não se concretizaram na prática: “De facto foram muitas promessas, mas continuamos na mesma situação. Tanto que ainda ontem voltamos a solicitar uma audiência com o senhor ministro, para abordar a situação”.
“Vamos propor muitas situações internas e externas, porque apesar de a direcção não conseguir aprofundar as questões, esse silêncio afecta-nos. Há até solicitações para a empresa adjudicar obras, mas a direcção tarda em elaborar contratos”, adiantou.
“Se a empresa deve aos trabalhadores, esta suspensão de trabalhadores vai-se basear em quê? Ao menos que paguem os salários em atraso, indemnizem. Porque não acreditamos que os trabalhadores suspensos possam ser reenquadrados”, argumentou.
As dívidas para com os trabalhadores datam desde 2011, situação que deixa Maria Alexandrina, há 20 anos na empresa, “triste e agastada”, sem forma de sustentar os sete filhos.
“Por isso estou a pedir às entidades superiores que nos ajudem, que façam qualquer coisa. Os nossos filhos estão fora do sistema escolar, como é que a gente vai acabar”, questionou.
João Lourenço prometeu “Melhorar o que está bem e corrigir o que está mal”. A primeira parte está a ser cumprida. Os poucos que têm milhões estão a ver melhoradas as condições. Têm cada vez mais milhões. Os outros, os milhões que têm pouco, ou nada, continuam a ter cada vez menos.
Falta só saber se João Lourenço vai exonerar as pontes ou os 400 trabalhadores que, por não compreenderem a filosofia do novo governo, teimam em julgar que têm direito a receber salários…
Folha 8 com Lusa

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