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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Angola: Oposição boicota visita de Teodoro Obiang ao Parlamento moçambicano.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

RENAMO e MDM criticaram a visita do Presidente da Guiné Equatorial a Moçambique. Questão da abolição da pena de morte no país de Obiang voltou a ser levantada. Os dois países assinaram três acordos de cooperação.
Mosambik Kooperationsabkommen mit Äquatorial-Guinea (DW/L. Matias)
Teodoro Obiang, Presidente da Guiné Equatorial (esq.) e Filipe Nyusi, Presidente de Moçambique
A oposição parlamentar em Moçambique boicotou, esta quinta-feira (06.04), a visita do Presidente da Guine Equatorial, Teodoro Obiang, àquele órgão legislativo. Como fizeram saber, os partidos da oposição não irão marcar presença em qualquer ato oficial enquadrado na visita de três dias que Obriang está a efetuar a Moçambique, desde quarta-feira, e a convite do seu homólogo, Filipe Nyusi. 
Mosambik Kooperationsabkommen mit Äquatorial-Guinea (DW/L. Matias)
Reunião entre as delegações dos dois países (Maputo-06.04)
RENAMO e MDM criticam
Ivone Soares, chefe da Bancada da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), explicou que a bancada parlamentar do seu partido "não se compactua” com países ou personalidades que vêm na pena de morte” ou no "golpe de Estado uma solução”.
Também José de Sousa, deputado do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), abordou a questão da pena de morte. O responsável afirma ser "estranho” convidar-se para uma visita a Moçambique, um "indivíduo que defende aquilo que a nossa Constituição não permite, por exemplo, a pena de morte”. "A pergunta que não se quer calar é esta: o que é que o nosso país quer aprender ou partilhar com este Senhor, um autêntico ditador a moda antiga?”, interroga.
Já a Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) considerou que a visita é bem vinda. Margarida Talapa, chefe da bancada do partido no poder, dá conta que o Presidente da Guiné Equatorial "vem com uma agenda bem definida para troca de experiências”. "Todas as áreas que ouvimos aqui estão na mesa de negociações”, acrescenta.
Mosambik Kooperationsabkommen mit Äquatorial-Guinea (DW/L. Matias)
Chefes das diplomacias de Moçambique e Guiné Equatorial assinam acordos de cooperação, em Maputo
Moçambique é um dos países que se bateu pela adesão da Guiné Equatorial como membro da Comunidade de Estados de Língua Portuguesa (CPLP), concretizada em 2014. "Fizémo-lo para valorizar e eternizar a história comum de irmandade que nutre a unidade dos nossos povos e países”, explicou o Presidente Filipe Nyusi.
Por seu turno, o Presidente Teodoro Obiang, defendeu o divórcio de África das potências estrangeiras, sublinhando que o desenvolvimento do continente está nas próprias mãos dos africanos e no intercâmbio entre si. Para o presidente da Guiné-Equatorial, esta "é a única maneira de salvaguardar a nossa independência política, a soberania dos nossos Estados e o desenvolvimento genuíno das nossas sociedades”.
Assinatura de acordos
Mosambik Kooperationsabkommen mit Äquatorial-Guinea (DW/L. Matias)
Chefes das diplomacias da Guiné Equatorial e de Moçambique: Domingo Mituy (esq.) e Oldemiro Baloi
No quadro da visita, os chefes das diplomacias de Moçambique e da Guiné Equatorial, Oldemiro Baloi e Domingo Mituy, respetivamente, assinaram um acordo geral de cooperação económica, cultural, científica e técnica, um acordo para o estabelecimento de uma comissão conjunta de cooperação e um memorando sobre consultas políticas e diplomáticas.
Enfoque particular será dado à exploração de hidrocarbonetos, tendo a Guiné Equatorial manifestado abertura para cooperar em diferentes fases - "desde a contratação, passando pela exploração até à comercialização, incluindo os cuidados que se deve ter na negociação dos preços de venda, de modo a garantir maiores benefícios ao país produtor”, disse Oldemiro Baloi.
Teodoro Obiang visitou, esta quinta-feira, o porto de Maputo, depositou uma coroa de flores na Praça dos Heróis e recebeu a chave da cidade de Maputo, no Conselho Municipal.
Vontade em abolir a pena de morte?
A abolição da pena de morte foi um dos compromissos assumidos pela Guiné Equatorial para aderir à CPLP. Um governante daquele país recordou, recentemente, que a organização comprometeu-se em dar o seu apoio nesse sentido, durante a última cimeira da CPLP, em Brasilia.
Quisemos saber, junto do analista Fernando Gonçalves, até que ponto pode Moçambique ajudar a Guiné Equatorial neste domínio. Gonçalves recordou que quando, em 1990, Moçambique adotou a nova constituição, abrindo espaço ao multipartidarismo, os "parlamentares decidiram que a pena de morte não devia fazer mais parte do ordenamento jurídico-constitucional do país”. 
Assim, "se há vontade extrema de se abolir a pena de morte na Guiné Equatorial é possível que isso aconteça sem a intervenção de qualquer outro país. Não precisa de muita experiência para abolir a pena de morte”, concluiu.

ANGOLA: COMO HITLER, MATAR E MENTIR.

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A rapaziada dirigente do MPLA não está a tomar a medicação correcta ou anda a fumar coisas estranhas. Agora preparam a fanfarra, os palhaços e os restantes bobos da corte para inaugurar, antes das eleições, o que chamam de “Memorial sobre a Vitória da Batalha do Cuito Cuanavale, província do Cuando Cubango”, em homenagem – dizem – à bravura dos heróis de 1988.

Por Orlando Castro
Este Memorial, tal como foi concebido e idolatrado, mais não é do que uma (mais uma) enorme mentira do regime de José Eduardo dos Santos e restantes malandros que, assim, continuam a tentar passar um atestado menoridade e "matumbez" a todos nós.
Segundo o insuspeito órgão oficial de propaganda do regime, o Jornal de Angola, “um imponente edifício de aproximadamente 35 metros de altura, sob a forma de pirâmide, erguido de raiz logo à entrada da sede municipal do Cuito Cuanavale, com a denominação de “Monumento Histórico”, é sem margem de dúvidas a maior dádiva do Governo angolano para honrar a memória de todos aqueles que lutaram para defender aquela localidade da ocupação sul-africana”.
Não se sabe, embora eles saibam, onde é que o regime do MPLA (por sinal no poder desde 1975) quis e quer chegar ao construir monumentos que enaltecem o contributo dos angolanos que consideram de primeira (todos os que são do MPLA) e, é claro, amesquinham todos os outros.
Importa, contudo, desmistificar as teses oficiais que não têm suporte histórico, militar, social ou qualquer outro. Apenas têm um objectivo: idolatrar uma mentira na esperança de que ele, um dia, seja vista como verdade.
De acordo com o pasquim, “logo à entrada do pátio do monumento histórico, o visitante tem como cartão de visita uma gigantesca estátua de dois soldados, sendo um combatente das ex-FAPLA e outro cubano, com os punhos erguidos em sinal de vitória no fim dos combates da já conhecida, nos quatro cantos do mundo, “Batalha do Cuito Cuanavale”, que se desenrolou no dia 23 de Março de 1988”.
Não está mal. A (re)conciliação nacional não se solidifica glorificando apenas e só os angolanos de primeira (MPLA/FAPLA) e os seus amigos, os cubanos. Mas, também é verdade, que o regime angolano está-se nas tintas para os angolanos de segunda (afectos à UNITA ou simplesmente distantes do MPLA). Até um dia, como é óbvio.
Diz o Pravda que a batalha do Cuito Cuanavale terminou “com uma retumbante vitória das FAPLA e das FARC (Forças Armadas Revolucionárias de Cuba)”.
Importa por isso, ontem como hoje e amanhã, perceber o que leva o MPLA a comemorar esta batalha.
Visivelmente o regime continua a ter medo da verdade e aposta na criação de focos de tensão na sociedade angolana, eventualmente com o objectivo de levar acabo uma das suas especialidades: massacres gerais (tipo 27 de Maio de 1977) ou selectivos como em Junho de 1994, quando a aviação do regime destruiu a Escola de Waku Kungo (Província do Kwanza Sul), tendo morto mais de 150 crianças e professores, ou quando entre Janeiro de 1993 e Novembro de 1994, bombardeou indiscriminadamente a cidade do Huambo, a Missão Evangélica do Kaluquembe e a Missão Católica do Kuvango, tendo morto mais de 3.000 civis.
Sabendo que a UNITA considera ter vencido essa batalha, comemorá-la como se fosse uma vitória das forças do MPLA, russas e cubanas visa provocar a UNITA.
Além disso começa a ser hábito do MPLA, tentar adaptar a História às suas necessidades. Se alterar a História resultou parcialmente no passado, com a globalização e os trabalhos científicos que vão surgindo não funciona. O regime ainda não aprendeu. Continua a seguir a máxima nazi de que se insistir mil vezes numa mentira ela pode ser vista como uma verdade. Mas não funciona.
A batalha do Cuito Cuanavale começou em Setembro de 1987, com uma ofensiva das forças coligadas FAPLA/russos/cubanos tentando chegar à Jamba. Um exército poderosamente armado, com centenas de blindados e tanques pesados, artilharia auto-transportada e outra, apoiado por helicópteros e aviões avançaram a partir de Menongue.
Depois da batalha, o General França Ndalu, veio dizer a um jornalista que o objectivo não era esse, mas sim cortar o apoio logístico à UNITA. O que é visivelmente uma desculpa, porque o apoio logístico era feito de sul e do leste para a Jamba e nunca entre o Cuito Canavale e o rio Lomba.
Pela frente a coligação comunista encontrou a artilharia e a infantaria da UNITA (FALA), organizada em batalhões regulares e de guerrilha, apoiados por artilharia pesada das forças sul-africanas. Com o avolumar da ofensiva, a África do Sul colocpu na batalha mais infantaria, blindados e helicópteros.
A batalha durou mais ou menos seis meses. As forças FAPLA/russos/cubanos, com dezenas de milhares de homens na ofensiva, não conseguiram passar do Cuito Cuanavale.
Segundo os analistas imparciais, as perdas dos dois lados foram as seguintes:
Do lado UNITA/África do Sul – 230 militares da UNITA, 31 sul-africanos, 3 tanques, 5 veículos, 3 aviões de observação.
Do lado FAPLA/russos/cubanos – 4.600 homens (dos quais não se sabe quantos foram russos, cubanos ou soldados das FAPLA, mas segundo os arquivos russos, já consultáveis, as perdas russas nesta batalha poderão ultrapassar a centena), 94 tanques, 100 veículos e 9 Migs.
A batalha acabou em Março de 1988 com a retirada das forças FAPLA/russos/cubanos para Menongue.
As consequências foram diversas. O exército cubano aceita retirar-se de Angola. A África do Sul aceita que a Namíbia ascenda à independência, desde que os seus interesses económicos não sejam tocados, que a Namíbia continue dentro da união aduaneira que tem com a RAS e que o porto de Walbis Bay (o único da Namíbia) continue a ser administrado pela RAS.
O MPLA aceita finalmente entrar em negociações com a UNITA (o que viria a acontecer em Portugal), aceita o pluripartidarismo, aceita as eleições.
E a UNITA, o que teve de ceder? Nada. Os seus bastiões continuaram intocados, nenhuma linha logística foi tocada, o seu exército não teve perdas em homens e material significativas.
Mais ou menos um ano mais tarde, e já na mesa das negociações, o MPLA tentará uma segunda ofensiva, de novo com milhares de homens, tanques, veículos, helicópteros e aviões. Foi a chamada operação “Ultimo Assalto”, e mais uma vez foi derrotado, desta vez sem os sul-africanos estarem presentes.
Em resumo, se houve vencedores, não foram as forças do MPLA e os seus aliados. Então o que comemora o MPLA? Nada a não ser o que a sua propaganda inventa.
#http://jornalf8.net


"NÃO HÁ CRISE POLÍTICA NA GUINÉ-BISSAU", A OPINIÃO É DO MINISTRO GUINEENSE, DR. FLORENTINO MENDES PEREIRA.

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O Ministro Guineense de Estado, da Energia e Industria afastou a ideia de que a Guiné-Bissau vive uma crise política.

De visita a Cabo Verde, Florentino Mendes Pereira, foi recebido pelo presidente república, a quem entregou uma mensagem do seu homólogo José Mário Vaz.

Aos jornalistas, recusou-se a avançar o teor da missiva, e fez apenas saber que com Jorge Carlos Fonseca, trocou impressões sobre o quadro político no território guineense, que assegura ser de estabilidade, ao contrário do que tem sido divulgado.

Conosaba/rdpafrica/

GUINÉ-BISSAU: TURISMO: GOVERNO PATROCINA VINDA DE UM AERONAVE DE TRANSPORTE DE TURISTAS PARA ÀS ILHAS.

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Bissau,06 Abr 17(ANG) – O ministro do Turismo afirmou hoje em entrevista exclusiva à ANG que o seu pelouro, em parceria com o de Transportes e Comunicações, estão a apoiar a vinda de um aeronave para assegurar voos regulares de Bissau para Bubaque.

Imagem do referido aeronave
Fernando Vaz sublinhou que, para o efeito, já foi criada uma firma denominada de “Bijagós Air wais” que pertence aos dois empresários portugueses.
“O avião já foi comprado e está apenas à espera do licenciamento da parte do Ministério dos Transportes guineense para puder chegar ao país e começar a  ajudar no transporte de turistas que querem viajar para as ilhas através de um meio aéreo”, explicou.
O governante disse que nesta primeira fase a empres Bijagós Air Wais vai trazer uma aeronave com capacidade para oito lugares e posteriormente adquirir um modelo ATR-62 que irá assegurar o transporte de pessoas para as ilhas e sub-região.
O titular da pasta do turismo informou ainda que o governo, em parceria com uma empresa privada espanhola denominada “Consulmar”, e que opera na área de transporte marítimos hà mais de cem anos, vão trazer para o país duas embarcações.
Imagem do novo barco de passageiro
“Com essa medida, nós entendemos que era urgente viabilizarmos a vinda dos dois navios. Um será de transporte de passageiros com uma lotação de 400 lugares, contendo uma zona vip, uma normal, e a outra será de transporte de cargas -  viaturas, cimentos e outros materiais de construção”, informou.
Fernando Vaz disse que os dois barcos irão fomentar as construções de empreendimentos turísticos nas ilhas conforme estipulado no Plano de Desenvolvimento do Turismo.
Perguntado sobre quanto é que o executivo investiu na aquisição das duas embarcações, o governante respondeu que não investiram nada, explicando que o seu pelouro em parceria com o de Transportes e Comunicações serviram apenas de facilitadores.
“Ou seja, era preciso pagar uma soma no valor de cerca de 12 milhões de francos CFA para o embandeiramento dos navios e o executivo isentou a empresa do pagamento dessa verba”, explicou.
Imagem do navio cargueiro
Perguntado sobre se as duas embarcações ficarão a cargo da empresa Sociedade de Transportes Marítimos da Guiné-Bissau, o ministro do Turismo respondeu que não, porque terão uma gestão privada.
“Caso de eventual avaria dos barcos, a Consulmar fará questão de dentro de 48 horas enviar navios substitutos, uma vez que a empresa opera igualmente noutros países da sub-região”, disse.
Disse que a empresa Consulmar irá investir igualmente na construção de terminais de espera de passageiros em todos os portos onde irá fazer a carreira.  
ANG/ÂC/SG

INSPECÇÃO-GERAL DO COMÉRCIO APREENDE CASTANHAS DE CAJU COMPRADA A MENOS DE 500 FRANCOS CFA

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INSPECÇÃO-GERAL DO COMÉRCIO APREENDE CASTANHAS DE CAJU COMPRADA A MENOS DE 500 FRANCOS CFA
Radio Sol Mansi, 06 Abril 2017  - O Inspector-geral do comércio afirma esta quinta-feira (06 de Abril) que seu pelouro apreendeu na região de Biombo alguns sacos de castanha de caju comprado no preço de 350 francos CFA.
Carlos Manuel Biaguê que falava a Rádio Sol Mansi disse que foram apreendidos igualmente as castanhas dos comerciantes que não tiveram documentos legais. “ As medidas já estão a ser aplicadas. Ainda ontem recebi informações de que a delegacia da região de Biombo apreendeu alguns sacos com castanha de caju onde os compradores não tinham documentos legais para tal e outros que compravam a preço de 350 francos CFA”, diz.
O inspector deixou claro também que ao trocar um quilograma de arroz com o de castanha de caju, o comerciante deve devolver o troco de 150 francos, tendo adiantado que colocaram inspectores em todo o território nacional para fazer cumprir o preço oficial.
«Pedimos as populações que denunciem os comerciantes que têm intensão de comprar castanha a preço de 350 francos. Também aproveitamos para informar as populações de que ao trocar um quilograma de castanha por um quilograma de arroz, que peçam troco de 150 porque um quilograma de arroz é 350 não 500 francos».
Entretanto, anunciou que para a campanha deste e ano não vão recrutar fiscais para trabalhar no terreno e justificou o porquê. “ Passamos por uma situação no ano passado onde os fiscais venderem castanha de caju de um comerciante em Bubaque e não os podemos responsabilizar porque não eram funcionários de Estado”, tendo adiantado que os inspetores que estão no terreno são melhores conhecedores dos trabalhos de inspeção e poderão ser responsabilizados se tiverem algum problema no terreno.
De referir que sobre compra de castanha no preço de 350 francos, a Rádio Sol Mansi tentou falar com o presidente da Associação Nacional dos Agricultores da Guiné mas sem sucesso.
Por: Nautaran Marcos Có

ATRIZ FEZ SEXO ORAL A 700 HOMENS EM TRÊS MESES.

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Atriz fez sexo oral a 700 homens em três meses
Jovem de 27 anos afirma que "conseguiria muito mais" se tivesse ajuda, mas diz-se "orgulhosa".
 
Após três meses da sua polémica turné de sexo oral, Paola Saulino, de 27 anos, afirma que realizou o ato em 700 homens. A atriz e modelo italiana não chegou à meta de 1000 homens que tinha prometido, uma vez que diz ter tido problemas na organização do evento, que queria ‘premiar’ os homens que votaram ‘não’ ao referendo constitucional em Itália.
 
Paola confessa que a sua "missão de amor" foi "muito cansativa" e chegou a queixar-se de fortes dores no maxilar, depois de ter percorrido mais de 20 localidades italianas para agradecer aos homens que votaram ‘não’ ao referendo. A polémica jovem, que diz ser uma "mulher de palavra", ficou desiludida por não ter conseguido atingir a meta a que se comprometeu, mas sente-se "orgulhosa" do feito.
 
"Conseguia fazer muito mais se alguém me ajudasse. Fiz sexo oral a 700 homens. A minha ideia era fazer b******, não organizar tudo. É muito difícil tratar de todos os pormenores. Eu quero fazer b******, não organização de eventos", atira Paola em entrevista ao Daily Star.
 
No entanto, a italiana não desiste e já está a preparar-se para levar a sua turné de sexo oral a outros pontos da Europa. Paola Saulino, que vive entre Roma e Los Angeles, já disse que pretende ir ao Reino Unido fazer sexo oral aos italianos que escolheram o ‘não’ e até que quer ter um encontro escaldante com o homem que tem um pénis biónico.
 
Fonte: cm

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