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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Portugal: Trump ameaça destruir a Coreia do Norte e o Kim Rocket Man.

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Primeiro discurso do Presidente dos EUA na Assembleia-Geral da ONU marcado por fortes ameaças ao Irão e à Coreia do Norte e por uma defesa do "patriotismo e orgulho" de cada nação.

Presidente dos EUA ameaçou rasgar acordo com o Irão

Depois de um primeiro dia de aquecimento nos corredores da sede das Nações Unidas, passado a distribuir amáveis agradecimentos e incentivos, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursou esta terça-feira pela primeira vez perante os líderes de todos os países e milhões de pessoas em todo o mundo. E a mensagem não podia ter sido mais clara e forte, e em linha com as promessas que o fizeram chegar à Casa Branca: a sua América está em primeiro lugar e não está interessada em exportar a democracia; em vez disso, Trump defende que a paz só pode triunfar num mundo que respeita vários sistemas políticos e em que o denominador comum é o patriotismo. 

O programa dos discursos de abertura da primeira Assembleia-Geral das Nações Unidas sob a liderança de António Guterres previa – como é hábito – que cada líder falasse apenas 15 minutos, mas Donald Trump esteve no pódio cerca de 45 minutos. 

As primeiras palavras foram de circunstância, como já era esperado, mas ainda havia dúvidas sobre o conteúdo e o tom do discurso do Presidente norte-americano. Seria um pouco mais moderado do que é habitual, agora que está cara a cara com os líderes mundiais, e não num comício para a sua base de apoio? Quem se arriscou a apostar num sim, perdeu de forma gritante – na primeira vez que falou ao mundo, o Presidente dos Estados Unidos enviou a mesma mensagem que costuma enviar aos seus apoiantes, em comícios um pouco por todo o país. Nem sequer faltaram os auto-elogios à sua Administração, porque "o desemprego está em grande queda, há mais empregos e as empresas estão a regressar" aos Estados Unidos.Num discurso desenhado pelo conselheiro Stephen Miller (apontado pelos seus críticos como um simpatizante de ideias nacionalistas), o Presidente norte-americano apresentou a imagem de um mundo que está perante uma encruzilhada – por um lado, há "grandes avanços na ciência, na tecnologia e na medicina, que estão a curar doenças e a resolver problemas que as velhas gerações julgavam ser impossível de resolver"; por outro lado, "terroristas e extremistas uniram forças e espalharam-se por todas as regiões do planeta, com o apoio de "regimes desonestos presentes nesta sala, que não só apoiam o terrorismo como também ameaçam outras nações e os seus próprios povos com as mais destrutivas armas que a humanidade conhece". 

Para salvar o mundo de um futuro marcado pela violência e pela guerra, a visão de Donald Trump não passa pela política que tem sido seguida pelos Estados Unidos nas últimas décadas, desde o fim da Segunda Guerra Mundial – não disse que os Estados Unidos querem ver mais democracias no mundo; apenas disse que devem promover a prosperidade dos seus povos e a paz fora de portas, numa defesa da ideia de nações soberanas e fortes. 

"Nações soberanas e fortes permitem que países diversos, com valores diferentes e sonhos diferentes, não se limitem a coexistir mas também a trabalharem lado a lado com base no respeito mútuo. Nações soberanas e fortes permitem que os seus povos sejam donos do seu futuro e que controlem o seu próprio destino. E nações soberanas e fortes permitem que os indivíduos floresçam na plenitude da vida tal como ela foi planeada por Deus. Na América não queremos impor o nosso modo de vida a ninguém, preferimos brilhar como um exemplo para que todos possam ver", disse Donald Trump. Em resumo, "o sucesso da ONU depende da força independente dos seus membros", disse o Presidente norte-americano, citando o antigo Presidente Truman.

fonte: publico.pt

Trump ameaçou “destruir a Coreia do Norte”.

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media

O presidente norte-americano, Donald Trump, voltou a ameaçar directamente o regime norte-coreano ao discursar hoje na Assembleia Geral das Nações Unidas. “Os Estados Unidos têm grande poder e paciência também. Mas se forem obrigados a se defender ou aos seus aliados não teremos outra alternativa a não ser destruir a Coreia do Norte”, afirmou.



presidente norte-americano, Donald Trump, disse que a única solução será “destruir a Coreia do Norte” caso o regime de Piongyang continue a ameaçar os Estados Unidos e os seus aliados.
“Os Estados Unidos têm grande poder e paciência também. Mas se forem obrigados a se defender ou aos seus aliados não teremos outra alternativa a não ser destruir a Coreia do Norte. O homem-míssil implicou-se numa missão suicida para si próprio e para o seu regime”, declarou Donald Trump em referência ao líder norte-coreano Kim Jong-un.
Esta foi a primeira intervenção do presidente norte-americano perante a Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas, que começou hoje na sede da organização, em Nova Iorque.
Trump disse que os testes nucleares e de mísseis balísticos da Coreia do Norte “ameaçam o mundo inteiro”.
Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos da América
fonte: RFI

Ex-Presidente Lula se torna réu por corrupção passiva.

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Justiça em Brasília aceita nova denúncia contra ex-presidente, que já responde a outras seis ações penais. Procuradoria acusa Lula de ter editado medida provisória em 2009 para beneficiar montadoras em troca de propina.
fonte: DW ÁFRICA
Brasilien Korruption Luiz Inacio Lula (picture alliance/AP Images/D.Ferreira)
Em nota, defesa de Lula critica denúncia: "Não tem materialidade"
A Justiça Federal em Brasília aceitou nesta terça-feira (19/09) uma denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no âmbito da Operação Zelotes, tornando-o réu mais uma vez. Ele vai responder pelo crime de corrupção passiva, em caso que envolve venda de uma medida provisória.
Além do petista, outras seis pessoas foram para o banco dos réus, incluindo Gilberto Carvalho, ex-ministro e ex-chefe de gabinete de Lula, o advogado Mauro Marcondes, o lobista Alexandre Paes dos Santos e os executivos Carlos Alberto de Oliveira Andrade e Paulo Arantes Ferraz.
Segundo a denúncia, apresentada na semana passada pelo Ministério Público Federal (MPF) do Distrito Federal, Lula e Carvalho aceitaram uma promessa de vantagem indevida de 6 milhões de reais para beneficiar as montadoras MMC e Caoa na edição de uma medida provisória.
O dinheiro, segundo a acusação, seria destinado a campanhas eleitorais do PT. O esquema ocorreu em novembro de 2009, quando Lula ainda ocupava a Presidência.
De acordo com os procuradores, a negociação foi intermediada por Marcondes e Paes dos Santos, que teriam formado com outras pessoas uma associação criminosa para corromper agentes públicos e beneficiar as duas montadoras.
O caso trata especificamente da Medida Provisória (MP) 471, que prorrogou por cinco anos benefícios tributários destinados a empresas do setor automobilístico.
"Diante de tal promessa, os agentes públicos, infringindo dever funcional, favoreceram às montadoras de veículo MMC e Caoa ao editarem, em celeridade e procedimento atípicos, a Medida Provisória n° 471, em 23/11/2009, exatamente nos termos encomendados, franqueando aos corruptores, inclusive, conhecimento do texto dela antes de ser publicada e sequer numerada, depois de feitos os ajustes encomendados", afirma a denúncia do MPF.
Assim como o ex-presidente, Carvalho também foi denunciado por corrupção passiva, enquanto os demais réus responderão por corrupção ativa.
Defesa da Lula
Em nota, o advogado de Lula, Cristiano Zanin, disse que o petista  jamais "solicitou, aceitou ou recebeu qualquer valor em contrapartida a atos de ofício que ele praticou ou deixou de praticar no cargo". "A inocência do ex-presidente Lula deverá ser reconhecida também neste processo, porque ele não praticou qualquer ilícito", afirma.
"A denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal não tem materialidade e deve ser compreendida no contexto de lawfare que vem sendo praticado contra Lula, usando de processos e procedimentos jurídicos para fins de perseguição política", completa a nota.
O ex-presidente é réu em outras seis ações penais. No Distrito Federal, responde por obstrução de Justiça por ter supostamente tentado comprar o silêncio de Nestor Cerveró; por tráfico de influência no BNDES para favorecer a Odebrecht; e por tráfico de influência na compra de caças suecos.
Já no Paraná, ele é réu por suspeita de aceitar propina da Odebrecht na compra de um terreno para o Instituto Lula; e responde pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro envolvendo um sítio em Atibaia (SP). Ainda foi condenado, mas recorre em liberdade, em caso de corrupção envolvendo um apartamento no Guarujá, no litoral paulista.
EK/abr/ots

Moçambique: Propostas para penalizar transportadores de passageiros.

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Os acidentes de viação continuam a ser das maiores preocupações do Governo moçambicano. Anualmente registam-se em todo o país cerca de três mil acidentes de viação, causando mais de mil e oitocentas mortes.
fonte: DW ÁFRICA
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Autocarro de uma empresa transportadora de passageiros na EN1
Em Moçambique morrem por dia uma média de cinco pessoas vítimas de acidentes rodoviários.
Dados do INATER, Instituto Nacional de Transportes Terrestres, indicam que no primeiro semestre de 2017 morreram mais de quinhentas pessoas e mais de mil contraíram ferimentos, entre graves e ligeiros.
Os acidentes envolvem mais os transportes de passageiros de longo curso. As causas são excesso de velocidade, condução em estado de embriaguez, degradação das vias entre outras, segundo a instituição.
O presidente da FEMATRO, Federação dos Transportes Rodoviários, Castigo Nhamane, acusa os motoristas de terem muita pressa a fim de fazer dinheiro extra para os seus bolsos.
E para por fim a isso a instituição tem algo em mente como conta Nhamane: "Nós vamos propor aos Ministérios dos Transportes e do Interior para retirarem as cartas de condução aos motoristas por excesso de velocidade para eles sentirem-se na obrigação de cumprir os limites de velocidade.”
Mosambik Starßenverkehr
Estrada Nacional Número Um (EN1), Moçambique
Os transportadores lamentam o fato de muitas estradas moçambicanas estarem degradadas. Um deles diz que "a EN1 (Estrada Nacional Número Um) na zona entre o rio Save e Pambara, [província de Sofala, centro de Moçambique] está muito degradada. Naquela estrada um pneu só dá para ir e voltar depois trocar. E se não troca pode rebentar"  e por isso critica: "Portanto, essas estradas se fossem concessionadas não podiam ter aquele tipo de buracos.”
Redução de carga horária seria uma solução
Para evitar mais acidentes, o presidente da AMOTRANS, Associação Moçambicana dos Transportadores, Vasco Flor, propõe a redução das horas de trabalho e não só: "Como a viagem é longa vamos ter que avançar para dois motoristas por autocarro. É isso que temos que pensar.”
As falhas mecânicas, por causa do uso de peças pirateadas, também levantam outros problemas: o local da aquisição dos autocarros e a garantia da assistência técnica.
Um dos responsáveis pelos motoristas de longo curso, Vitorino Xadreque, entende que a aquisição de autocarros deve respeitar a política de marcas para facilitar a sua assistência.
Justificando que "na medida em que não se pode ter um parque automóvel com várias marcas porque vai dificultar a assistência" e acrescenta: "A outra questão é a rede de assistência que deve ser proporcional à frota e a mesma deve ser garantida pelo fornecedor, incluindo os treino dos mecânicos.”
Os motoristas são muitas vezes acusados de sobrelotar os autocarros. Mas estes entendem que tal fato resulta da necessidade de ter mais dinheiro para superar os custos de operação.
E Xadreque finaliza: "Porque na atual situação qualquer sensibilidade que existe na estrutura do custo o operador vê a tarifa como socorro para fazer face aos custos de exploração.”

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