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segunda-feira, 10 de abril de 2017

DE VEZ EM QUANDO OS BONS TAMBÉM QUEBRAM O SILÊNCIO.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


O papa Francisco nomeou o cardeal-patriarca de Lisboa, Manuel Clemente, como seu enviado especial ao I Congresso Eucarístico Nacional de Angola, que decorre de 12 a 18 de Junho, na cidade de Huambo, e que vai ter como lema “Reconheceram-no ao partir do Pão” (Lc 24, 31).

Por Orlando Castro
Este evento, organizado pela Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST), visa assinalar as comemorações dos 150 anos da segunda fase da evangelização de Angola.
Segundo uma nota da diocese de Huambo, o I Congresso Eucarístico do país tem como objectivos ” agradecer a Deus o dom da Eucaristia celebrada há 150 anos, pedir perdão pelos pecados, sacrilégios e outros ultrajes cometidos, ajudar Angola a prosseguir o caminho da reconciliação e pedir (a Deus) que abençoe Angola neste momento importante do seu desenvolvimento”.
Espera-se que Manuel Clemente consiga dizer em Angola o que, muitas vezes, disse em Portugal. No início de 2012, ainda como bispo do Porto, alertou para uma “tremenda tragédia civilizacional” caso a instituição familiar venha a sofrer retrocessos devido à crise e apelou à planificação da sociedade e do trabalho em torno da família.
Como se vê, trata-se de um alerta que tem total cabimento na sociedade angolana.
Na altura escrevemos que Manuel Clemente estava, obviamente, errado. Bastava que tivesse perguntado aos donos do sistema esclavagista então a vigorar em Portugal, Cavaco Silva e Pedro Passos Coelho, para saber que esse temor não passava de uma manobra da reacção.
“É exactamente porque reconhecemos na família o maior e mais pedagógico sustentáculo da sociedade que todos, por motivos religiosos ou humanitários, devemos dar-lhe o apoio social e a primazia legal que indubitavelmente merece”, disse o bispo do Porto. Esperemos e desejamos que possa dizer o mesmo quando estiver por cá.
Se o disser, os escravos gostarão de ouvir. Continuarão de barriga vazia, mas a alma ficará mais cheia. O problema está em que, na sociedade angolana, a instituição que dá pelo nome de Família é uma miragem ou – na melhor das hipóteses – algo residual e quase em extinção total.
O também Prémio Pessoa 2009 citou a mensagem do Papa Bento XVI para o dia mundial da paz de 2012, com o título “Educar os jovens para a justiça e paz”, lembrando os progressos alcançados ao longo dos séculos, com a dignificação da mulher, dos pais, dos filhos e dos parentes idosos, bem como a “santificação da própria instituição familiar”.
Pena é que, como sumo pontífice do reino angolano, José Eduardo dos Santos e comandita não olhem para o que – neste caso – de bem dizem estes representantes religiosos, um do púlpito da mui nobre, sempre leal e Invicta cidade do Porto e outro do Vaticano.
Aliás, compreende-se que Eduardo dos Santos e sua antropófaga equipa não passem cartão aos escravos angolanos. Como dono da verdade, ao presidente nunca nominalmente eleito e no poder há 38 anos, só interessa que os angolanos vivam sem comer e morram ser fazer muito barulho.
Segundo Manuel Clemente, “voltar atrás em qualquer um destes pontos seria uma tremenda tragédia civilizacional com graves riscos para a solidariedade e a paz que têm geralmente na família a sua primeira e indispensável pedagogia”.
O então bispo do Porto (cidade cujo presidente da Câmara, Rui Moreira, teve a desfaçatez de gozar com a nosso chipala ao condecorar Sindika Dokolo) acrescentou ainda que é que preciso dar às famílias que se constituam “condições materiais e emocionais que as tornem mais sustentáveis e até apetecíveis, planificando a sociedade e o trabalho em função das famílias e da respectiva unidade e não de modo meramente individual e disperso”.
Pois é. Bem pode Manuel Clemente continuar a sua pregação. Para os lados de Portugal, mesmo agora que é cardeal-patriarca de Lisboa, ninguém o ouve, desde logo porque a casta superior só valoriza os que têm toda a liberdade para estarem de acordo com ela. Tal como em Angola.
Manuel Clemente recordou os tempos de crise conjuntural e apelou a que não se deixe que “os mesmos factores individualistas ou economicistas que negativamente provocaram [a crise] prevaleçam agora, ainda que de outra maneira, sobre os factores familiares e personalistas que foram por demais esquecidos”.
O superar da crise só será atingido, segundo disse em 2012 Manuel Clemente, se houver um empenho “ao máximo” nos elementos realçados pelo Papa Bento XVI na sua mensagem, ou seja, na criação de “condições de trabalho, de convivência familiar, de transmissão de convicções”.


Embora sabendo que isso não enche barriga, gostamos de saber, e de registar, que nem todos os bons estão em silêncio. Como dizia Martin Luther King, “o que mais me preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem carácter, nem dos sem moral” (o governo está cheio deles), mas sim “o silêncio dos bons”.
#fonte: http://jornalf8.net

Ministro alemão dos Negócios Estrangeiros promete ajudar o Mali.

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Na primeira visita ao continente africano como titular da pasta dos Negócios Estrangeiros, Sigmar Gabriel garante que a Alemanha quer apoiar o país em crise, um ponto-chave da política externa de Berlim.
Außenminister Sigmar Gabriel in Mali (picture-alliance/dpa/M. Kappeler)
Foi uma visita relâmpago: o ministro alemão dos Negócios Estrangeiros, Sigmar Gabriel, esteve apenas um dia no Mali. Juntamente com o homólogo francês, Jean-Marie Ayrault, visitou a base da força da ONU no país, a MINUSMA, na cidade de Gao, no norte, onde se encontrou com o contingente alemão e francês. Gabriel classificou a situação na região como "uma das maiores crises”, marcada pelo terrorismo e pela fuga da população.
Os dois ministros seguiram depois para a capital, Bamako, onde foram recebidos pelo Presidente Ibrahim Boubacar Keita.
O Mali está em crise desde a insurgência tuaregue e um golpe militar, há cinco anos. Combatentes extremistas islâmicos ocuparam o norte do país. Com a intervenção das tropas francesas, foram expulsos em 2013. O Governo e vários grupos rebeldes assinaram um acordo de paz e cerca de 11 mil tropas da ONU são responsáveis por garantir a segurança. Mais de 780 destes soldados são alemães.
Ataques todas as semanas
"Todas as semanas há ataques e assaltos a várias instalações”, diz um comandante alemão, descrevendo a situação de violência no norte do Mali, onde os grupos rebeldes, na maioria radicais islâmicos, se recusam a participar no acordo de paz.
Dois dias antes da visita dos chefes da diplomacia alemã e francesa, um soldado francês morreu na região de Douentza, perto da fronteira com o Burkina Faso, num ataque reivindicado por uma nova formação radical islamica que reúne vários grupos do Sahel. Durante a visita, recordaram-se também os diversos ataques contra funcionários da ONU no país.
Ponto-chave da diplomacia alemã
Außenminister Sigmar Gabriel in Mali (picture-alliance/dpa/M. Kappeler)
Jean-Marc Ayrault e Sigmar Gabriel em Gao
O Mali é um país-chave para a Alemanha. Prova disso é a lista das visitas alemãs ao país: no ano passado, incluiu a chanceler Angela Merkel, o antigo ministro dos Negócios Estrangeiros, Frank-Walter Steinmeier e o Presidente alemão, Joachim Gauck.
O Mali é um dos países de trânsito para os refugiados a caminho da Europa. "Queremos e precisamos de ajudar”, afirma Sigmar Gabriel. "O Mali é um país de baixos rendimentos, muitos jovens não vêem oportunidades para ficar aqui.”
Fuga para a Europa, criação de melhores condições em África, estabilização dos estados vulneráveis: são as frases que marcam a actual política alemã para África. O elevado número de refugiados africanos fez estremecer a estratégia de Berlim. A chanceler Angela Merkel declarou África o foco da presidência alemã do G20.
Os membros do Governo alemão têm vindo a propor vários conceitos para o desenvolvimento do continente. O ministro do Desenvolvimento, Gerd Müller tem estado a promover o seu "Plano Marshall para África”. O ministro das Finanças, Wolfgang Schäuble, coordena o "Compact for Africa”, um projeto que visa estimular o investimento privado internacional no continente. A ministra da Defesa, Ursula von der Leyen organizou recentemente uma conferência africana. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Sigmar Gabriel, segue agora o mesmo caminho com a visita ao Mali.
Mais infraestruturas
Außenminister Sigmar Gabriel in Mali (picture-alliance/dpa/M. Kappeler)
Sigmar Gabriel e polícias alemães da MINUSMA
"Para que haja desenvolvimento, é importante a construção de infraestruturas, mas também a garantia da segurança. Não apenas em torno dos acampamentos mas também na chegada rápida a outras localizações. Por isso, temos de expandir as infraestruturas”, disse Gabriel em declarações aos jornalistas, durante a visita.
O seu homólogo francês também prometeu mais apoio ao Mali: ”Gostaria de dizer umas palavras aos nossos cidadãos da Alemanha e França. Os países africanos precisam de ajuda na implementação dos programas de educação e investimento. África tem um enorme potencial de desenvolvimento com a sua juventude”, afirmou Jean-Marie Ayrault.
No Mali, os progressos estão a ser feitos lentamente, diz o ministro alemão dos Negócios Estrangeiros: "Os progresso são pequenos e estão a ser feitos passo a passo. Não podemos esperar que um conflito como este seja resolvido num curto espaço de tempo.”
Negociações com radicais islâmicos fora de questão
Ao lado dos chefes das diplomacias alemã e francesa, o ministro maliano para a diáspora e a migração, Abdramane Sylla, afirmou esta sexta-feira, em Bamako, que seria "absurdo” negociar com os radicais islâmicos que reivindicam ataques contra as forças malianas e internacionais.
Na semana passada, uma conferência de paz no Mali terminou com apelos a conversações com os líderes de dois grupos extremistas. "Num momento em que o povo maliano está a discutir a paz, alguém continua a reivindicar ataques. É absurdo negociuar com estes terroristas, especialmente porque acabam de declarar guerra a 11 países”, disse Sylla.
O ministro francês dos Negócios Estrangeiros concorda: "São terroristas. Como se negoceia com terroristas? Isto é uma luta sem ambiguidade.”

FAO anuncia ajuda de 60 milhões de euros para o nordeste da Nigéria.

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Agricultores vítimas do grupo radical Boko Haram, no nordeste da Nigéria, pediram ajuda para combater a crise alimentar durante uma visita do responsável da ONU para Agricultura e Alimentação.
Nigeria Unruhen und Landwirtschaft (AFP/Getty Images)
O diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, esteve na Nigéria durante 24 horas e anunciou uma ajuda de 62 milhões de dólares (58,5 milhões de euros) para um período de três anos para ajudar a combater a crise humanitária no nordeste do país, onde cerca de dez milhões de pessoas precisam de ajuda alimentar e vivem abaixo do limiar da pobreza, segundo a ONU.
A FAO pretende ajudar 1,9 milhões de agricultores nos três estados do nordeste mais afetados pela violência - Borno, Adamawa e Yobe - para facilitar o acesso às sementes, fertilizantes e pesticidas para a temporada de plantio que começa dentro de três semanas.
A organização já angariou fundos sucificientes para ajudar metade dos agricultores contemplados, mas vai ser difícil encontrar os fundos restantes, de acordo com José Graziano da Silva.
Reverter os prejuízos
Jose Graziano Da Silva Direktor FAO (Getty Images/AFP/S. Kambou)
José Graziano da Silva, diretor da FAO
"Se nos puderem ajudar com poços, sementes, fertilizantes, pesticidas e dinheiro vamos produzir alimentos suficientes para nos alimentarmos", pediu na sexta-feira (7.04) Ali Kawu, um produtor de legumes, ao diretor-geral da FAO.
"Acreditamos que, se aumentar a produção, teremos maior rendimento e melhores preços", disse o agricultor durante a visita do diretor geral da FAO aos campos de Gongolon, nos arredores de Maiduguri, capital do estado Borno, epicentro da violência desde o início do conflito com os radicais islâmicos do Boko Haram, em 2009.
Os agricultores perderam três épocas sucessivas de colheitas devido ao conflito que já fez mais de 20 mil mortos e cerca de 2,6 milhões de deslocados.
"Com o apoio adequado, em dois anos, temos a capacidade de reverter os prejuízos sofridos durante os últimos três anos", assegurou Habib Bukar, um produtor de tomate. "Temos a terra e o trabalho para cultivá-la”.
Segundo a FAO, 3,6 milhões de pessoas serão afetadas pela crise alimentar no estado de Borno até ao mês de agosto, quase o dobro do ano passado.

«OPINIÃO I» SOMATÓRIOS DE CRISES POLÍTICAS E INSTITUCIONAIS NA GUINÉ-BISSAU – JUSTINO SANCHES CORREIA - BOLAMENSE.

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(…) O ministro de estado da energia e indústria da Guiné-Bissau, efetuara uma viagem a Cabo Verde (Praia), com o fito de entregar uma mensagem ao Presidente Jorge Carlos Fonseca do seu homologo o Presidente José Mário Vaz.

Após audiência, foi interpelado pelo jornalista na sua “opinião”; disse: publicamente, que não havia crise política na Guiné-Bissau.
Em que ficou?!...

Pois!… bem!... é óbvio: de então para cá, são somatórios de crises políticas e institucionais na Guiné-Bissau.

Esse governante (guineense); está a faltar verdades ao Povo Cabo-verdiano e a comunidade Internacional das suas próprias incoerências e de um enorme infantilismo.

O Estado de Cabo Verde, é um órgão de soberania que funciona na sua plenitude; sem subterfugio, com transparência e rigor, nem imiscuir na competência de esfera de governação e vice-versa.

O País considerado pela comunidade internacional credível, instituições fortes e de desenvolvimento sustentado, classificado do país do rendimento médio.

Fazendo aquelas declarações irresponsáveis, ficaram em bicos dos pés.

O ministro … não vem dizer na Praia, não há “crise política na Guiné-Bissau”. Então!...  Explica o que há?....

Como o povo guineense está habituado, a algumas inverdades dos seus ilegítimos governantes, assim, vai o nosso País, “sem rei nem roque”.

Por exemplo: demissões dos sucessivos e ilegítimos 1º ministros para eles são atos normais e além de outras situações anómalas. Os deputados da - assembleia nacional popular-, na ausência do presidente da assembleia nacional popular [ANP], um saltou do seu galho como (…) pulou para o lugar do referido presidente. 

Acha que isso é normal?... Têm haver com falta de ética. Apreendem: meus caros amigos, são escrutinados internamente e externamente. Não ficou bem e nem para o prestígio da Instituição.
Instituições públicas não funcionam; somente a partir de presidência da república e má.

Sucessivas manifestações da “marcha dos cidadãos conscientes e inconformados associados com algumas organizações da sociedade civil na rua de Bissau, para exigir a renúncia do presidente José Mário Vaz no poder, que se demitisse das suas funções”.

Será que está tudo normal?... como fez crer?!...

Intervenções da comunidade internacional através do seu ex-Secretário Geral da ONU; do seu representante acreditado em Bissau e de várias personalidades públicas a tentar mediar o conflito político e institucionais por último a figura do Presidente da República Alpha Condé da Guiné-Conakry, todas essas diligências ficaram infrutíferas.

 Em que Ficamos?...

Será que está em conformidade?....

Este é meu contributo a minha «opinião», espero que não se olvide, de pensar, antes de articular uma palavra.

Por: JUSTINO SANCHES CORREIA
               (BOLAMENSE

    Portugal, 7 de Abril de 2017

PGR TRAVA EXTRADIÇÃO DE MANUEL VICENTE.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Lisboa - A Procuradora-Geral da República de Portugal questionou esta sexta-feira as autoridades de Luanda se podiam extraditar o vice-presidente de Angola, Manuel Domingos Vicente suspeito de ter corrompido um antigo procurador em Portugal. Num documento a que a SIC teve acesso, o Procurador-Geral angolano, general João Maria de Sousa rejeitou a possibilidade de entregar Manuel Vicente, mas admitiu pensar na hipótese de continuar o processo em Angola. 

Fonte: SIC, in http://www.club-k.net

João Maria de Sousa em defesa do vice-presidente 

A Operação Fizz colocou o antigo procurador  Orlando Figueira na mira das autoridades, por suspeitas de ter recebido dinheiro para arquivar processos.

Do português Orlando Figueira, as suspeitas chegaram até Angola, mais concretamente ao vice-presidente Manuel Vicente, num caso que mereceu críticas, nomeadamente via Jornal de Angola, à justiça portuguesa.


A SIC revela esta sexta-feira que teve acesso à missiva que a Procuradoria-Geral da República enviou para Angola e a resposta a cada alínea por parte de João Maria de Sousa, homólogo angolano da procuradora Joana Marques Vidal.

Os investigadores portugueses optaram por acionar os mecanismos de cooperação jurídica que permitiriam a constituição de arguido de Manuel Vicente e subsequente interrogatório. Angola respondeu negativamente ao pedido de extradição para interrogatório de Manuel Vicente.

João Maria de Sousa defendeu que as suspeitas de corrupção não diziam respeito a o exercício de funções Manuel Vicente enquanto ‘vice’ angolano e que, tendo em conta o cargo que tem, Manuel Vicente não poderia ser extradito, o facto de viver e exercer funções em Angola.

O procurador angolano rejeitou assim entregar Manuel Vicente às autoridades portuguesas mas admitiu ponderar a possibilidade de o processo judicial continuar, mas em Angola.


Leia também: Manuel Vicente reage as acusações de corrupção contra si: “Este é um assunto de Estado”

Lisboa - O vice-presidente angolano, suspeito de ter subornado um antigo procurador português, condena a condução que está a ser feita deste processo.

Fonte: Lusa, in http://www.club-k.net

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