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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Há poucos dias, foi em Menaka que foi visto ao lado de notáveis ​​tu...

quinta-feira, 8 de março de 2012

Notícia cheia de curiosidade - leia você também.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Tania Robertson viu a cena ao chegar para trabalhar.
Réptil ficou preso na teia da aranha e acabou virando refeição.


Uma recepcionista de uma companhia sul-africana ficou apavorada ao flagrar uma aranha devorando uma cobra. Tania Robertson se deparou com a cena assustadora quando chegou para trabalhar, segundo o site "News South Africa".





 Tania, que trabalha na empresa de energia elétrica Bloemfontein, contou que a cena podia ser vista de sua mesa. Segundo ela, o réptil ficou preso na teia da aranha e acabou virando refeição.
 As fotos foram tiradas em 2004, mas foram divulgadas nesta semana. Segundo o especialista Leon Lotz, a aranha é da espécie viúva-marrom, que não chega a ser tão venenosa quanto a viúva-negra.

fonte: G1 em São Paulo

As portas do Reino Unido de fechamento para enfermeiras africanas.

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Frazer Potani, AfricaNews repórter em Lilongwe, Malawi.

Malawi: Enfermeiras  Africanas que pretendem emigrar para o Reino Unido (UK) para garantir postos de trabalho com melhores condições de trabalho do que em seus países correm o risco de ser discriminado e não garantir o emprego. De acordo com uma pesquisa recente, tem havido um declínio acentuado no número de enfermeiros de países pobres em desenvolvimento, incluindo o Malawi e alguns países da África com migração para o Reino Unido amplamente atribuída ao  Departamento de Imigração Reino Unido, controles mais rígidos sobre a imigração de enfermeiros estrangeiros.

Enfermeira

No entanto, alguns pesquisadores revelam que os enfermeiros estrangeiros estão se distanciando do Reino Unido, devido a algumas formas de discriminação contra enfermeiros estrangeiros.

"Está mais difícil para os médicos do Malawi emigrarem para o Reino Unido agora, como as regras de imigração mudaram há alguns anos atrás," Kate Mandeville de Caridade Medica para Medicos no Reino Unido, disse à BBC recentemente, especificamente comentando sobre o Malawi, que por muitos anos tem vindo a exportar enfermeiros para a sua antiga colónia.

Ela acrescentou: "Mas informalmente alguns estão migrando para outros países africanos como
Botswana e Lesotho, que oferecem salários mais altos. "

Mandeville explicou ainda que, felizmente, no Malawi a Faculdade de Medicina está fazendo um trabalho fantástico.

"A Faculdade de Medicina está produzindo muitos médicos mais do que antes, por isso espero que a situação vai melhorar no futuro", disse ela.

O estudo descobriu que houve um declínio significativo no número de enfermeiros formados internacionalmente e que imigraram para o Reino Unido na última década.

Antes de 2005, 10.000 a 16.000 enfermeiras estavam imigrando para o Reino Unido a cada ano a partir de países estrangeiros, mas seguindo as mudanças em 2005 esse número caiu para 2000-2500 enfermeiros estrangeiros que chegam no Reino Unido a cada ano.

No entanto, os resultados de alguns pesquisadores para o Reino Unido apresentaram pedidos de Imigração que "Algumas enfermeiras sentiram-se lesadas com o fechamento de portas no Reino Unido, que haviam sido abertas para elas, mas que já foram fechadas", acrescentando que os enfermeiros estrangeiros perceberam o reforço da regulamentação do Reino Unido como "discriminatório".

No Malawi, a qualquer custo, pacientes e responsáveis ​​esperam que os enfermeiros e profissionais de saúde em geral possam tratar e cuidar dos doentes com empatia antes de prepararem para começar a cuidar dos doentes, e que primeiro devem fazer votos comprometendo-se a respeitar a dignidade de cada paciente e em geral o serviço da humanidade.

O Diretor Executivo de Organização Nacional de Enfermeiras e Parteiras em Malawi (NONM) [também um lider de sindicato para enfermeiros, parteiras e profissionais de saúde em Malawi] Dorothy Ngoma, disse no entanto, que os enfermeiros não são sobrenaturais.

De acordo com Ngoma assim como todos os seres humanos, enfermeiros e profissionais de saúde em geral precisam de tempo para fazer o seu trabalho (atendimento a pacientes), mas também descansar, viver confortavelmente com dignidade se se eles têm para sustentar suas vidas e fazer o seu trabalho profissional e com ética.

"Por exemplo, quatro ou cinco enfermeiras cuidando de, digamos 200 ou 300 pacientes muito doentes por 24 horas por dia sem descanso e ter muito pouco apoio, que em si é uma forma de abuso aos enfermeiros", disse Ngoma acrescentando que a prática do mesmo compromete a qualidade do tratamento prestado aos pacientes.

"Abusar de enfermeiros não é apenas bater ou falar abusivamente a eles como alguns pacientes e responsáveis ​​têm vindo a fazer neste país, mas também sublinhando-as com pressão de trabalho ilimitado sem lhes dar tempo para descansar", disse Ngoma.

Coordenador Nacional Martha Kwataine da Rede Patrimonial de Saúde (MEHN)  disse que sua organização encomendou uma pesquisa que revelou que entre outras coisas, os trabalhadores de saúde, incluindo enfermeiros e parteiras do país começam a receber  os maus-tratos psicologicamente, fisicamente e de outras formas, incluindo excesso de trabalho sem descanso, especialmente em hospitais públicos.

"Em contrapartida, a qualidade dos serviços de saúde prestados por enfermeiras e trabalhadores da saúde em geral no país está comprometida e, em alguns casos, até mesmo coloca os pacientes e clientes em perigo", disse Kwataine.

Médico clínico Edgar Lungu disse que alguns enfermeiros responderam de forma responsável de que os pacientes ou clientes são tratados mal devido ao excesso de trabalho.

"As enfermeiras explicam o tratamento lamentável para os pacientes e clientes é resultado da pressão de muito trabalho e impaciência dos pacientes e clientes", disse Lungu.

Ela revelou que a escassez de pessoal nos hospitais públicos é uma questão crítica porque em vez da relação ideal enfermeiro e paciente de 1 para 10, praticamente cada enfermeiro nas enfermarias de admissão sentem-se superlotadas pelo número de pacientes em hospitais públicos do Malawi.

"Isto implica que uma enfermeira trabalha cinco vezes mais", disse Lungu.

A Escola de Enfermagem (KCN) em Kamuzu Endereço principal que Malata afirma que Malawi tem apenas cerca de 9.000 enfermeiros, e não pode dar ao luxo de perder nenhum deles.

"O país já tem número insuficiente de enfermeiros, portanto, sobrecarregados pela demanda de serviços necessários ao Malawi em hospitais públicos", disse ela, acrescentando que, portanto, "há uma necessidade urgente para nós como um país para recrutar mais enfermeiros, retornar aqueles que tinham deixado o sistema público de saúde para outros pastos mais verdes e motivá-los no trabalho para melhorar a entrega do país de serviços de saúde. "

fonte: Africa News

NÃO ME CALO ATÉ QUE A VOZ ME DOA…

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Caros amigos, no dia 07/03/2012 na página do site Guiné-Bissau contributo - secção de comentários: Nô Djunta Mon - deparei com o texto em anexo da autoria de Dina Tavarez, (não sei se é o nome ou pseudónimo) residente em França, que mereceu resposta da minha parte como podem ler no conteúdo em anexo. Quero aqui tornar público mais uma vez o meu interesse pedagógico de com a minha modesta contribuição como Guineense que sou, cidadão estrangeiro neste País de acolhimento, com o Cartão de Residência Permanente Nº: 010633 (SEF), e mesmo que não fosse este o meu estatuto oficial em território português, há nada que me impeça de dizer ou que escreva o que penso, sou o único responsável por todos os meus artigos de opinião tornados público aqui e em qualquer outro espaço do género.
Qualquer interpretação  tendenciosa ficará com certeza a cargo do próprio, alimentar o seu ego como bem quiser e entender. A quem interessar deve então neste site reunir todos os meus artigos de opinião e reler para comparar com o sentido e intenção acusatória da Dina Tavarez ao pretender conotar uma reflexão lúcida, independente, séria e pedagógica com laços de parentesco citados com requinte de malvadez, NÃO, geração espontânea aqui não existe, há ideias e não um combate físico, penso pela minha cabeça, nunca fui militante de nenhuma organização partidária ou política na Guiné-Bissau, considero-me independente, se fui cunhado do Ex-Presidente Nino Vieira não é menos verdade que tudo isso nunca me afectou positiva ou negativamente, devo acrescentar que igualmente no governo actual na Guiné-Bissau, também tenho um familiar, posto isto, significa tão somente que não misturo as coisas como pretendem insinuar, e ainda, neste site - www.didinho.org - que todos conhecem e bem, aqui neste mesmo espaço muitas vezes leram criticas dirigidas a Nino Vieira, logo é fácil entender a mentalidade subjacente de quem escolhe o mesmo meio de comunicação como ferramenta para fazer chegar a sua mensagem aos nossos conterrâneos e não só, por isso minha senhora está equivocada,  e muito Dina.
Por estas e outras razões entendi que deveria então trazer este assunto para minha página do facebook, e deixar claro mais uma vez o carácter das minhas intervenções que nunca estiveram a venda, só.
Desejo a todos uma boa leitura.
"...07.03.2012 10:50, DINA TAVAREZ from França E-Mail:
NO "TEMPO" DO SEU CUNHADO, DR. FILOMENO PINA, HAVIA JUSTIçA, TANTO RESPEITO PELOS VALORES PATRIOTICOS, EQUILIBRIO NA GESTAO DOS BENS PUBLICOS E TANTAS OUTRAS "COISAS" QUE O SENHOR DR. INVOCA AGORA? O SR. DR. VIVIA, NA ALTURA, NOUTRO PLANETA? VAMOS DEIXAR DE DEMAGOGIAS E DE "FRASES" TIRADAS DOS LIVROS FILOSOFICOS, PORQUE ESSAS "FRASES BONITAS" NAO SIGNIFICAM, ABSOLUTAMENTE NADA, PARA AQUELA MAIORIA DOS GUINEENSES QUE SOFREU DURANTE ANOS A DOR DA INJUSTISA, DA PERDA DE UM ENTE QUERIDO EM SITUASOES OBSCURAS E SEM SABER SEQUER ONDE ESTAO ENTERRADOS. "ESSES TRAIDORES DA PATRIA" NOMES COMO ERAM CHAMADOS, NAO TINHAM FILHOS, NAO TINHAM MULHERES, NAO TINHAM FAMILIA? VAMOS DEIXAR DE BRINCAR COM ESSE POBRE POVO, SR. DR. FILOMENO PINA!. VAMOS SER COORENTES, POR FAVOR! MANTENHAS..."
______________________________________________________________________
07.03.2012 19:38, Filomeno Pina. from Portugal :
Caros compatriotas e amigos.
Dina Tavarez, deve saber pouco acerca de quem se refere no seu texto e em resposta aos seus artigos de opinião em voz própria, porque Eu, Filomeno de Lourenço Gomes de Pina (não tenho pseudónimo), venho de um "tempo" muito mais atrás do que este que acabou de referir e deturpando quanto pôde, em resume, fui académico no meu país, atleta nacional de mérito, cantor de intervenção, fui professor durante cinco anos consecutivos (ensino primário, escola de formação de professores e do liceu nacional), em 1981, deixei o nosso país para concluir os estudos universitários, já concluídos, fiz a especialização em saúde mental na Universidade de Coimbra, desde então exerço a vinte e três anos a profissão de psicólogo clínico.
Mas, indo ao encontro das suas preocupações, compreendo mas não aceito as suas insinuações, considero-me pessoa de bem, não tenho rabo-de-palha, nunca dei "graxa" a ninguém e muito menos as personalidades dos vários governos do nosso país, não, sempre procurei coerência no que faço ou dou a conhecer aos outros.
Contrariamente ao que escreveu no seu texto minha senhora, tenho familiares do lado da minha mãe que tombaram, derramando o seu sangue pela causa comum como Combatentes da Liberdade da Pátria, hoje infelizmente muitos aproveitam para fins pessoais sem o mínimo de consideração pelo Povo. Mas não Eu Dina Tavares, Nunca pedi ou beneficiei de nada das mãos de quem se refere, nenhum favor sequer do meu ex-cunhado que Deus tem, mas acredite se quiser, nunca pedi favor nenhum ao falecido João Bernardo Vieira até ao dia da separação deste mundo por morte, ao contrário de muitos que até hoje vão saltando de poleiro e lá continuam, muitos que com ele privaram, hoje são os mesmos ao lado de quem está, percebeu, nunca lhe pedi favor nenhum que o levasse à infelicidade que possa ser-lhe imputado hoje.
Quanto às "frases filosóficas retiradas dos livros", o que diz é falso e a frase é sua, mas também digo que você não disse uma frase sua e porquê, diga quais são aquelas que referiu, sei que transcrevi alguns ditados popular reconhecidas da grande maioria, todas trazem "aspas" como deve ser, não faço cópias e muito menos plágio Dina, se as frases lhe parecem bonitas como diz fique a saber que os textos dos artigos de opinião são da minha autoria, tenho o cuidado de escrever para o grande público numa linguagem terra-a-terra, não numa linguagem mais cuidada, então faço ideia o que diria se fosse outra, aqui tratamos de um léxico simples e objectivo, só.
Quem brinca ou brincou aqui pelos vistos foi você, permita-me que lhe diga uma coisa, olhe bem o que diz e pare para pensar um pouco mais antes de escrever, mas escreva sff., não fique calada, um mal não justifica outro, e Eu não participei em nenhum deles até hoje por conseguinte não me calo até que a voz me doa Dina.
Mais, fiquei com a impressão de que esta sua intervenção foi para tentar mandar calar, pois temos que nos habituar a liberdade de expressão, há quem emita muitas vozes e não tem voz própria, aqui não é o caso, penso que não feri susceptibilidades, antes pelo contrário, há quase um ano a esta parte tenho disponibilizado parte do meu tempo para dedicar-me a expor algumas ideias ou pensamentos sobre o nosso País.
Quando acontece em tom de crítica normalmente ela é construtiva, aliás é o meu perfil como profissional na área de saúde mental, pauto as minhas intervenções no sentido de ajuda, aconselhar ou esclarecer quando entendo oportuna alguma consideração a fazer, tenho sido feliz sabe, a esmagadora maioria dos meus leitores reconhecem o que acabo de afirmar e tenho recebido elogios pelo estilo dos meus artigos, a contrastar com a maioria dentro e fora da nossa terra, nunca fui e jamais serei um crítico bota-a-baixo, não, se reparar quando critico deixo sempre uma análise à volta do objecto da dificuldade que me refiro, dou a minha opinião e respeito a dos outros, o que me parece muito bem e não o contrário.
Por exemplo vindo da sua parte penso que foi "mázinha" para comigo, mas dou-lhe um desconto, até porque estou coberto de exigências deontológicas, de sigilo profissional o suficiente para não alastrar-me numa análise mais profunda da pessoa que acaba de me tecer intencionalmente considerações e adjectivos menos bons a meu respeito. Deve saber que expôs-se o bastante para merecer mais...
Mas a mim não me ofende quem quer, vamos indo e vamos vendo a Guiné-Bissau é de todos nós, Viva!
Devo acrescentar que o seu texto escrito para mim demonstra uma ausência de objectividade e conhecimento a meu respeito, aqui deixo o meu email: -filompina@hotmail.com-, para que eu possa faculta-lhe todos os artigos de opinião que escrevi há vários meses sobre o nosso País, para que possa analisar e aprofundar as suas contradições deixadas por escrito, eu não me escondo, não tenho pseudónimo, digo o que penso, sempre fui frontal, e já paguei muito caro esta postura, na nossa terra no antigo regime do Presidente Luís Cabral, fui batido nas esquadras de Bissau por três vezes, mas nunca me calaram, por sinal sou a prova viva desta coragem verbal, também sou o primeiro cantor Guineense a cantar DEMOCRACIA na Guiné-Bissau em 1976, como compositor, letrista e interprete no Capa Negra, e nunca entoei a minha voz em nome de nenhum político vivo, apenas e só o nome de Amílcar Cabral em 1976 numa das minhas canções. Como vê sou deste planeta e continuo aqui entre os mortais sDq.
Imagino que muitos de nós como cunhado do antigo Presidente Nino Vieira, teríamos aproveitado muita "coisa", eventualmente lugares públicos etc. mas eu não sou desses, considero-me competente no que faço e não engano, confio no meu pulso e fui educado a respeitar o próximo. Devo dizer que admiro os combatentes da Liberdade da Pátria de Amílcar Cabral, todos e especialmente, João Bernardo Vieira.
Sou católico e espiritualmente formado na mesma linha, respeito a memória dos nossos ente queridos que subiram um degrau acima de todos nós, sabe Deus que não preciso de lições de moral neste aspecto,
Gratos pela atenção dispensada, deixo um abraço Guineense para todos neste "taxo de letras".
Djarama, Filomeno Pina.

.../ Foi esta então a resposta que mereceu anotação nesta pág. obgdo.

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