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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Angola: Aposta na exportação - um desafio de África.

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Fotografia: António Escrivão | ANGOP

Os caminhos para uma efectiva integração regional capaz de proporcionar desenvolvimento, estabilidade, segurança e bem-estar da região austral do continente são traçados desde ontem, em Victoria Falls, Zimbabwe, pelos Chefes de Estado e de Governo da SADC.

O Vice-Presidente da República, Manuel Vicente, participa nos trabalhos da Cimeira, em representação do Presidente José Eduardo dos Santos. 
Ontem, na abertura dos trabalhos, a secretária executiva da SADC, Lawrence Tax, destacou os significativos avanços que a região conseguiu nos últimos anos no plano de desenvolvimento, segurança e democracia. Por isso, congratulou-se com o modo ordeiro e pacífico das recentes eleições em Madagáscar, África do Sul, Malawi e Swazilândia. Desde a última Cimeira, foram dados passos importantes em matéria de estabilidade, paz e segurança.
Embora a integração regional esteja ainda a sofrer algum revés na sua concretização, disse, o processo está a ganhar um novo ímpeto, assim como a adesão à Zona de Comércio Livre. Lawrence Tax defendeu que os Estados membros olhem com profundidade para a questão da transformação económica da região. Sublinhou que tudo isso passa pelo desenvolvimento da agricultura e pela criação de infra-estruturas e falou da grande transformação económica por que passaram os chamados “tigres asiáticos\", referindo-se à possibilidade que o continente tem para catapultar o seu nível económico.
As Ilhas Seychelles juntaram-se ao protocolo de Comércio. Na frente económica, a região registou um crescimento no PIB de 4,7 por cento em 2013 e a taxa de inflação manteve-se em 7,1 por cento em média. Registaram-se poupanças nacionais de 17,7 por cento e em relação ao investimento a região teve um crescimento de sete por cento. “A SADC tem registado progressos a nível de negócios e competitividade em geral, factores importantes para a nossa integração económica\", referiu Lawrence Tax.
A presidente da Comissão da União Africana, Nkosazana Dlamini-Zuma, chamada a intervir, disse guardar grandes esperanças no futuro do continente e referiu que África deve ser vista como o próximo pólo de desenvolvimento do mundo, pois é o “continente das oportunidades infinitas\".
Tal como a SADC sustenta, Dlamini-Zuma defendeu que o continente, principalmente a organização regional, mude de paradigma na forma de fazer negócios com o exterior, sendo necessário agregar valor aos produtos feitos e não exportá-los como meras matérias-primas. “É necessário apostar na exportação com mais-valias, valor acrescentado e beneficiação. África é dotada de minérios raros, hoje usados nas tecnologias aplicadas\", notou Dlamini-Zuma, acrescentando que, com todas estas riquezas, África tem condições para estar ao nível dos “tigres asiáticos\".
 Dlamini-Zuma sugeriu a criação de estruturas para o ensino virtual e a criação da universidade electrónica, principalmente para beneficiar e potenciar as mulheres. “Quando as mulheres são potenciadas, todos ganham\", salientou, referindo que é fundamental olhar para o engrandecimento da mulher e a redução da pobreza, através de uma agricultura vista na perspectiva de “agro-negócio\" e não de simples subsistência.

Passagem de testemunho


O Chefe de Estado do Malawi, Arthur Mutharika, passou ontem a presidência da SADC ao seu homólogo do Zimbabwe, Robert Mugabe. No seu primeiro discurso como presidente da organização regional, Mugabe falou da necessidade de se partir para uma verdadeira consolidação da Integração Regional e para a questão da Zona de Comércio Livre, mas advertiu que é fundamental que os países trabalhem no amadurecimento das suas indústrias.  “Juntos podemos assegurar que a região siga os seus objectivos, mas não podemos perder de vista a nossa agenda de integração\", notou, alertando que a região não pode conceber programas que não consiga financiar com os seus próprios recursos.
O também Presidente anfitrião criticou o facto de, actualmente, 60 por cento dos projectos concebidos na região estarem a ser financiados por entidades exteriores ao continente.  Robert Mugabe disse que é preciso repensar o modo como África procede em matéria de negócios ou relações comerciais, tendo defendido que está na hora de parar com as exportações das matérias-primas sem valor agregado. “Devemos parar de exportar matérias-primas. Temos de exportar produtos acabados. Os nossos recursos podem jogar um papel fundamental no crescimento económico e na nossa posição no mundo\", salientou.
Sobre a Zona de Comércio Livre disse notar e estar preocupado com os sérios desequilíbrios existentes entre os países da região. E relativamente à paz e segurança, referiu que a SADC continua a ser uma das zonas mais estáveis.
“Nunca devemos desistir quando se trata de buscar a paz, seja onde for\", defendeu, ao fazer alusão ao actual estado de paz e estabilidade de Madagáscar, que voltou à Cimeira cinco anos depois.
Robert Mugabe felicitou o sucesso das eleições na África do Sul, Malawi e Madagáscar e condenou a situação de tensão e conflito na Faixa de Gaza.
Durante a cerimónia de abertura da Cimeira, foi lançado o Anuário de Estatística da SADC, que reúne dados dos anos que vão de 1980 até 2012. Robert Mugabe, ao proceder ao lançamento do Anuário, considerou-o um instrumento de mais-valia, pois vai acompanhar as tendências da região, e por ser um instrumento de consulta para académicos e também políticos.
A Cimeira, que encerra hoje, decorre sob o lema “A estratégia da SADC para a transformação económica: mobilizando os recursos diversos da região para o desenvolvimento social e económico sustentável através da beneficiação e o acréscimo de valor”. A delegação angolana é integrada pelos ministros da Agricultura, Afonso Pedro Canga, e do Comércio, Rosa Pacavira, assim como pelos secretários de Estado das Relações Exteriores e dos Transportes para a Avião Civil, Manuel Augusto e Mário Dominguês, respectivamente.
# jornaldeangola.sapo.ao

Papa Francisco propõe diálogo fraterno a países como China e Vietnã.

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Sem citar em nenhum momento os nomes da China ou Vietnã, o bispo de Roma estendeu a mão a esses e outros países asiáticos que não têm relações diplomáticas.

De la Vaissiere Haemi - O Papa Francisco convidou neste domingo, na Coreia do Sul, os países asiáticos, como China e Vietnã, a aceitar um diálogo respeitoso entre culturas e estabelecer relações plenas com o Vaticano.

Dirigindo-se aos bispos da Ásia na cidade sul-coreana de Haemi, cerca de 100 km ao sul de Seul, o santo padre convidou a Igreja a "ser diversificada e criativa" para o diálogo com as culturas desta vasta região.
'Eu não estou falando apenas de um diálogo político, mas do diálogo fraterno', pediuo papa (VINCENZO PINTO/AFP)
"Eu não estou falando apenas de um diálogo político, mas do diálogo fraterno", pediu o papa.

Mais tarde, ao celebrar uma missa como parte da Jornada da Juventude Asiática, o pontífice pediu aos jovens católicos do continente que "despertem" e defendam, mesmo arriscando suas vidas, como os mártires da Coreia, os valores do Evangelho na sociedade contemporânea.

Sem citar em nenhum momento os nomes da China ou Vietnã, o bispo de Roma estendeu a mão a esses e outros países asiáticos que não têm relações diplomáticas com a Santa Sé, como a Coreia do Norte, Afeganistão, Butão, Brunei, Laos ou Mianmar.

"Neste espírito de abertura para com o outro, espero fortemente que os países do continente com os quais a Santa Sé não tem uma relação plena não hesitem em promover o diálogo para o benefício de todos", lançou.

"Eu não estou falando apenas de um diálogo político, mas do diálogo fraterno". Estes países devem perceber que "os cristãos não chegam como conquistadores", acrescentou.

Hostil ao proselitismo, Francisco citou sobre o seu antecessor Bento XVI: "A Igreja não converte por proselitismo, mas por atração".

Com Hanoi, o Vaticano parece estar prestes a estabelecer relações diplomáticas, graças a um diálogo perseverante. Em Pequim, no entanto, a abordagem parece em ponto morto, devido a consagração de bispos sem a aprovação da Santa Sé.

Um continente promissor

Para a primeira viagem à Ásia desde que João Paulo II visitou a Índia em 1999, Francisco escolheu a Coreia do Sul, onde os cristãos são mais numerosos do que os budistas. Os católicos representam mais de 10% da população e 100.000 batismos são celebrados anualmente.

A Igreja Católica está crescendo na Ásia, mas por enquanto representa apenas 3,2% da população.

E, enquanto alguns países envelhecem, como no caso do Japão, oferecendo poucas chances de evangelização, outros países emergentes da Ásia são verdadeiras terras de missão.

Francisco pediu às delegações de 22 países, incluindo a China, a afirmar o "claro sentido da identidade" cristã, e preservar recorrendo à mensagem do Evangelho.

Crítica ao relativismo

O Papa escolheu, para o seu primeiro grande discurso sobre a Ásia, o santuário do mártir desconhecido de Haemi, que professa reverência aos mártires que fortaleceram o cristianismo na região.

O cardeal de Manila, Luis Antonio Tagle, um dos principais bispos da Ásia, saudou esta escolha.

"Com a beatificação (de 124 mártires coreanos), emocionei-me em ver que tivemos tantos antepassados que aceitaram pagar o preço de ser cristãos, chegando a dar sua vida. É uma inspiração para todos nós", disse o cardeal.

Durante sua visita à Coreia do Sul, o sucessor de Pedro não deixou de invocar as origens do cristianismo, advertindo que a fé está sendo ameaçada pelo materialismo e o relativismo.

Há "um relativismo prático, diário, que de forma quase imperceptível enfraquece toda a identidade". E, como disse na sexta-feira, a fé em Cristo é o "antídoto" contra "o câncer da desesperança" que leva muitos jovens asiáticos ao suicídio.

France Presse

Ebola: 29 vítimas fugem do centro de isolamento na Libéria • 3 nigerianos internados no hospital indiano • 5 apresentam sintomas em Nasarawa • Reino Unido varsities colocado em alerta.

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Um centro de quarentena para pacientes suspeitos de Ebola na capital da Libéria, Monróvia, foi atacada e saqueada por manifestantes,  disseram autoridades policiais. 

O incidente aconteceu no município densamente povoado a Leste, no sábado à noite.

Pelo menos 29 pacientes que estão sendo monitorados por sinais de doença fugiram do centro, com o resultado da invasão. 

As Autoridades disseram que cama manchada de sangue que foi roubada do centro representava um risco de infecção grave. 

De acordo com o ministro da Saúde assistente, Tolbert Nyenswah, os manifestantes estavam descontentes com os pacientes que estavam sendo trazidos de outras partes da capital. 

Outros relatos sugerem que os manifestantes acham que Ebola era uma brincadeira e queriam forçar o fechamento do centro de quarentena. 

Nyenswah disse que o centro foi criado para absorver pacientes suspeitos de Ebola e, em seguida, transferí-los para um centro principal de tratamento, se o teste deles for positivo. 

Não foi confirmado, no entanto, se os que estão no centro foram infectados com o vírus, embora um relatório sugeriu que esses pacientes são de sintomas positivos. 

Uma testemunha ocular, Rebecca Wesseh, disse que "os homens armados arrombaram as portas e saquearam o lugar." 

Sua posição foi reiterada pelo presidente da Associação dos Trabalhadores da Saúde da Libéria, George Williams. 

Enquanto isso, três nigerianos, que chegaram da Índia na manhã de sábado, foram admitidos no Hospital Ram Manohar Lohia  para exames e tratamento, se necessário. 

Os nigerianos, com idades entre 79, 37 e quatro, teviram febres e os testes estavam sendo feitos no Centro Nacional de Controle de Doenças (NCDC), em Deli, disse um comunicado oficial. 

Além disso, um índio de 32 anos de idade, de Durg em Chhattisgarh, que voltou da Nigéria, tinha sido internado em um hospital em Bhilai.

 Suas amostras também foram testadas no NCDC, que disse que foram liberados. 

Entretanto, os temores de um surto do vírus Ebola foi relatado no Estado de Nasarawa. 

O Comissário de Estado da Saúde, Emmanuel Akabe, confirmou o desenvolvimento. 

Akabe, no entanto, disse que o governo do estado estava em cima da situação, apesar de não afirmar categoricamente se o surto foi resultado de Ebola. 

O surto foi relatado em Taka-Lafia, uma comunidade em Karshi, que faz fronteira com o Território da Capital Federal. 

Um relatório fornecido no momento a imprensa disse que cinco pessoas foram levadas para um hospital não revelado, enquanto série de testes estavam sendo realizados para determinar a causa exata da doença. 

Num outro centro de desenvolvimento, as universidades do Reino Unido (UK) foram colocadas em alerta sobre um surto potencial do vírus Ebola, quando o novo prazo começa em setembro. 

Universities UK, o corpo diretivo que representa vice-reitores, escreveu a todas as universidades, dando orientações detalhadas sobre como lidar com um surto. 

A decisão foi tomada para enviar a orientação, porque as universidades estão esperando milhares de novos alunos que vão chegar da África Ocidental. 

Enquanto os três países, de onde foi revelado o maior número de casos de Ebola - Libéria, Guiné e Serra Leoa - ainda não tem praticamente todos os estudantes matriculados em universidades do Reino Unido, Nigéria, que teve casos confirmados, é o quarto maior fornecedor de estudantes internacionais para universidades do Reino Unido . 

Um porta-voz da Universidade do Reino Unido disse que "a questão é muito mais sobre os radares das universidades. Nós circulamos nas universidades às orientações publicamente disponíveis sobre o tema ". 

De acordo com a orientação, aqueles que tiverem quaisquer contactos com o paciente devem tomar precauções cuidadosas de higiene das mãos, uso de luvas duplas e uma viseira descartável. 

Fashola garante residentes de Lagos 
governador de Estado de Lagos, Sr. Babatunde Fashola, disse no domingo, que os moradores têm certeza do estado da determinação de seu governo para conter a propagação do vírus Ebola. 

Em uma transmissão em todo o estado, o governador Fashola disse que a determinação foi baseada na coragem até agora demonstrada pelo primeiro conjunto de profissionais de saúde nos níveis estadual e federal, bem como a liderança dos ministérios federais e estaduais de Saúde, com a apoio de parceiros internacionais. 

Ele disse que a decisão também foi reforçada pelos relatos encorajadores das enfermarias de isolamento sobre aqueles que estão recebendo tratamento e aqueles sob vigilância, apontando que, enquanto 61 pessoas que estavam sob observação nos últimos 21 dias haviam recebido alta, havia um relatório que uma vítima confirmada da doença se recuperou completamente. 

Desmascarando as alegações de que as vítimas estavam sendo negligenciadas ou que uma droga útil ou a vacina estava sendo rejeitado como falsa, Fashola disse que "o que é verdade é que talvez não devêssemos nunca estar nessa situação, mas agora estamos na mesma. O que é verdade é que o vírus Ebola não saiu na Nigéria. Ele foi importado para a Nigéria ". 

O governador disse que a resposta do Estado para o desafio de repente tornou-se muito melhor do que quando a notícia foi divulgada pela primeira vez, enquanto a capacidade de lidar com ela foi aumentando diariamente, acrescentando que, apesar de algumas vidas, infelizmente, terem sido perdidas, o Estado não estava ainda preparado para fase epidêmica da doença e que o governo está determinado a fazer tudo para não chegar a essa fase.

# tribune.com.ng



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