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domingo, 29 de janeiro de 2012

De Filomeno Pina: KOMBERSSAS.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Caros compatriotas, fala-se em candidato presidencial para o mais alto cargo da Magistratura da Nação, nós perdemos o sono mais uma vez, alguns nunca mais dormem até ao último dia do apito final, o dia de "fumo branco" em que alguém anuncia que temos um presidente visível e identificado com os nossos corações, porque já é tempo de SUFRYDUR PADY FYDALGU, estamos cansados de prematuros ou abortos sem necessidade, se escolhermos bem com inteligência social ou causa nacional chegamos a bom porto, uma sociedade transparente é naturalmente uma sociedade desenvolvida e para lá caminhamos, hoje porque é escolher uma única pessoa, não podemos escolher mal, sem pensarmos o futuro e uma nova página nas nossas vidas, somos muitos e cada um de nós é preciso naquilo que faz, precisamos de uma pessoa visível, com  transparência na sua história de vida, um líder com mãos limpas, alguém que tenha medo de DEUS e, com vontade de acompanhar este novo rumo traçado pela natureza dos nossos destinos, mas alguém "novo" na postura e mentalidade, que ninguém tenha dúvidas do seu perfil como pessoa de bem e capaz de estar à frente dos destinos do Povo.

Temos muitos kms a percorrer em poucos segundos, num abrir e fechar de olhos, já aqui estamos, próximos do tempo que ainda não mudou, do luto nacional por um filho sonhador Malam Bacai Sanha, que deixou por acabar a sua tarefa preferida em nome da paz, justiça e solidariedade, ainda com tudo muito fresco e a leste do "paraíso" partiu para não voltar, mas por enquanto temos um lugar vago, onde parece reconhecermos uma sombra do desejo do seu sucessor colada a cadeira do "Presidente", quem será ele ou ela, aquém se dará o apito de árbitro da Nação, quem será o Pai para esta causa, com perfil identificado no tempo em que vivemos com olhos postos no futuro, com caminhos traçados para um desenvolvimento sustentado, com maturidade social e material do nosso Povo, pergunta-se que perfil imaginamos para a terapêutica da magistratura e gestão da Casa-Grande (famílias guineenses)?

Quem será o Pai para um povo que espera e desespera há décadas por um ambiente de paz duradoiro, com gente de bem, humanamente credíveis ou sem telhados de vidro, sem monstros nos bastidores do outro mundo a pedirem "justiça" ou a pedirem para não escolhermos o mesmo pano cheio de nódoas, porque todos eles no outro mundo estão arrependidos do que fizeram de mal aos próprios irmãos, já prestaram contas no céu, hoje querem ver irmãos felizes e com paz e justiça, o mais justo possível, por isso não nos desejam mais escolhas com as mesmas nódoas, há que mudar e não perdermos o rumo, queremos todos PANU-DY-PYNTY estendido no chão, com honra reconhecida e humildade de um bom filho da Guiné-Bissau a pisar firmemente num futuro próximo como Presidente.
Mas quem será este filho da terra TU OU EU, meus amigos assim vai o aparelho mental desta escolha neste momento na nô Tchôm. Atrevo-me a dar um palpite, vejo um Presidente, um 1º Ministro e logo a seguir uma "SOMBRA" (e isso é mau), ou uma nova escolha que possivelmente temos de fazer, este sinal é uma necessidade de se ter de acertar à primeira, e uma vez conseguida é abençoada uma escolha do Povo, será?
Mas seja o que for vamos tendo um presidente de cada vez meus irmãos, até ser possível a escolha certa ou acertada, vamos indo e vamos vendo outros países avançar, é tempo de escolher bem, a mulher ou o homem, um presidente, uma história de vida como espelho da nação, só.

A Constituição deve ser respeitada, não é adaptável em circunstancia nenhuma às cores partidárias ou outros limites de interesses quaisquer, até porque o maior partido na Guiné-Bissau é o seu Povo, este nunca se corrompeu, nunca se alienou, nunca cometeu crimes, nunca vende a "mãe", honra as suas tradições, usos e costumes, tem amor próprio, é solidário, reconhece o sentimento de gratidão, detesta a malvadez, a ganância, a mentira, o roubo, a farsa, não se vende e não compra tudo pelo preço e a dinheiro, é um povo com carácter, com história, um povo humilde e lutador de grandes causas na sua história, não podemos ignorar que temos vindo a distanciarmos do verdadeiro carácter do guineense, nunca fomos um povo com os braços constantemente estendidos e com as mãos abertas a pedir, não somos assim tão frágeis que não conseguimos produzir o suficiente para as nossas necessidades, não podemos esperar sempre o perdão da dívida e, quando acontece nunca mais reavaliamos todo o investimento supostamente executados a partir da módica quantia então perdoada, quem gastou mal, quem desviou da boca do Povo o pão que tem o direito de saber tudo sobre o seu trajecto, mesmo com a dívida perdoada há necessidade de colocarmos ponto nos I's. Até quando continuamos a adiar o ajuste de contas nesta matéria, a teimar não-ver como se fosse uma cegueira propositada ou simplesmente um adiamento constante em tirarmos a prova dos nove a umas contas velhas e carecas de tanto esperar sem ver um sinal de esperança a unir os guineenses no que é denominador comum nosso, honestidade, competência, seriedade, paz, solidariedade, justiça, igualdade de direitos e de deveres entre os cidadãos guineense e não só.

Desta vez vamos escolher bem com certeza, que Deus abençoe as nossas escolhas, objectivos e caminhos, a hora é do filho da terra, mesmo que tenha mais de "quarenta nacionalidades" isto é, usadas como ferramentas para transpor barreiras e obstáculos na Diáspora, SOMOS TODOS GUINEENSES, convém percebermos de uma vez por todas que não podemos continuar as escolhas baseados em pré-conceitos ou outras formas de disfarçar inúmeros complexos que no fundo só justificam um estado de espírito de má fé e outros, o momento é de reunir experiências, sabedoria e conhecimentos para arrancar de uma vez por todas com as nossas potencialidades e certezas rumo ao desenvolvimento sustentado, alicerçados por braços com ligação afectiva a terra mãe que continua a "apodrecer" longe de Casa.

Este momento de luto e crise nos bastidores da politica, é também e ao mesmo tempo um momento especial a ter em conta para grandes mudanças no País, no fundo estamos perante a possibilidade de ultrapassarmos a nós próprios, atingir o estado ideal do nossos desejos, de sermos criativos, inventar soluções com maior credibilidade do que até então conseguimos, por isso há que fazer, o melhor é fazer porque sem fazer não chegamos a saber se seguimos o melhor caminho, nunca. Acredito que vamos superar toda esta crise e continuar de vento em popa até a vitória final, unidos e sem complexos de separação entre irmãos.

Vamos ver como correm as coisas na hora da verdade, estamos juntos e um longo abraço guineense para todos.
Djarama.
Filomeno Pina.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

 Caro Eleitor,
Estão aqui as personalidades (candidatos) que disputaram cegamente à última eleição e ganhou aquele que há poucos dias estava entre nós, mas quisera o destino levá-lo para bem longe, o Reino de Deus, reservando-lhe um descanso merecido.  Os desafios são grandes, porém a confiança do povo em sonhar por dias melhores persiste. O povo guineense não desiste e aprende com os erros do passado.  Uma nova aventura se avizinha forçando os candidatos a uma corrida desenfreada, por caminhos tortuosos, cheios de armadilhas onde os precipitados podem até já convencer uma boa parte da população que sairão vitoriosos. Os dias vão-se subtraindo para o dia “D” e você deve tomar notas de tudo que cada um promete, quer falando pela rádio, televisão, publicando notas em jornais ou revistas, para criar você mesmo um arquivo histórico. Você não precisa ser historiador para fazer isso, mas sua contribuição com informações para compor histórias que circundam o nosso histórico político é indispensável – as REDES SOCIAIS também contribuem para isso.
Caro leitor, sua memória é rapidamente ativada quando olha por estás fotos.  Quem foi ele enquanto candidato e o que ele fez mesmo perdendo eleição e ocupando um cargo público.

       ?

 
Certamente outros tantos e novatos vão engrossar a fileira, mas só um vai estar aqui neste espaço como vencedor das eleições de 2012.


Para isso meu caro compatriota, não se iluda, vá a fundo à busca de informações do candidato ou dos candidatos que concorrem à eleição que se avizinha. Não se esqueça que nessas horas o candidato que se passa por figura de gente, nele “há sempre um lobo vestido de pele de cordeiro”.  Para caçar o seu voto ele vai impressionar, vai pisar nos lamaçais, vai-se identificar com os bairros de lata, vai se abaixar para entrar nas casas humildes, vai sentar-se na  “turpessa” sem se fazer de rogado, pois, nessas horas casa de pobre também é casa de gente. Às vezes a experiência do passado nos faz conhecer-lhe melhor do que ele pensa que conhece a gente.  Por isso sua simplicidade vai fazer a diferença na hora de decidir.  
Não se esqueça que por trás de sua atitude existe o “renovar” da esperança que o nosso povo persegue há décadas.  Seu voto não se vende e nem se dá em troca de algum benefício. Ele bem sucedido engrossa um conjunto de melhorias em áreas de grande carência como: saúde, educação, novas habitações, empregos, capacitações, etc., etc.
2012 é um ano par! Se não me falha memória todas as outras eleições decorreram em anos ímpares (2005 e 2009). Será que por ser diferente (ano par) vai nos levar ao caminho de sucesso? Por trás desse sonho existe algo mais importante que se articula com formação e preparo do candidato que vai assumir. Governar não é tarefa fácil – lembra-nos essa frase de um velho livro português(de capa dura!) da década 60, 70 utilizado por grande maioria das escolas particulares dos bairros da Guiné e dos famosos professores Armando N´doha (Bairro de Sintra) e do Professor Barrão (Bairro de Reno) além de outras tantas escolas espalhadas pela capital.
 Caro leitor, estou voltando aqui neste espaço para fortalecer o meu e o seu sonho – uma Guiné melhor para os seus filhos! Você que teve a sorte de estudar mais entre os vários elementos de sua família, você que estudou fora, que conheceu outras culturas, outros sistemas políticos e principalmente o DEMOCRÁTICO, deve jogar a essas horas um papel importante junto de sua família para mostrar-lhes os frutos da DEMOCRACIA. Senegal, o nosso vizinho é em dos poucos países em África que consolidou o SISTEMA DEMOCRÀTICO. Temos o Gana, Cabo Verde uns exemplos a seguir na implementação do processo DEMORÀTICO. Países hoje com um Governo coeso e uma população que usufrui de grandes melhorias em várias áreas essenciais: educação, saúde e progressos econômicos.

Um grande abraço a todos!

Samuel 

SAI, A ÚLTIMA FEIJOADA.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!..


Ser candidato natural de um Partido pode ter várias interpretações, e pode até significar também que NÃO O É OBJECTIVAMENTE, por circunstâncias subjectivas ou objectivas que possam não ser favorável a intenção ou desejo em se candidatar a um cargo público. Parece-me importante admitirmos que não podemos antecipar quadros em jeito de conclusão quando a procissão ainda vai no Adro. Ser candidato natural até a apresentação normal de uma candidatura, faz muita diferença e esta é distância entre duas estrelas, por isso aguentemos os cavalos de corrida até ao momento da partida, aí sim havemos de reconhecer as personalidades do País que se apresentam para a prova mais bonita e ao mesmo tempo mais difícil desse dia, o primeiro dia de suas vidas como CANDIDATOS NORMAIS ou CANDIDATO NORMAL e não natural ou espontâneo ao cargo.

Conto uma pequena história: uma vez num pequeno restaurante alguém é identificado como o cliente neurótico da feijoada, havendo na ementa este petisco está pedido o prato e sem palavras, a clientela já sabe disso e ele próprio habituado a identificar-se como o rei da feijoada, ele adora. Mas só que um dia ao entrar na sua "tasquinha" preferida, senta-se e fica a saber que já não há feijoada, a última dose está a passar-lhe a frente dos olhos para um cliente ao lado, ele não gostou e então levanta-se, dá um murro na mesa e reivindica a última  dose a poisar na sua mesa, e porquê, uma interrogação que ficou no ambiente do restaurante, ele então diz, porque eu sou o cliente-primeiro da feijoada, por isso é "natural" que me seja servido a última feijoada. 
Esta reacção causou perplexidade e desconfiança entre os clientes que estavam todos a deliciar o que cada um pediu, até porque havia muito por onde  escolher e sentar para comer, murmurava-se; não vale a pena esticar-se tanto porque a cama é curta, ainda por cima há lugares para se sentar para todos e venham mais que há-de chegar. 
Nisto a feijoada fez uma contra-curva e aterrou-se em cima do balcão à espera da segunda ordem de voo, não vá a clientela habitual ficar coçada da desconsideração latente no comportamento do cliente-primeiro. 
Meus caros amigos acreditem que a feijoada ainda continua encima do balcão do restaurante à aguardar um sinal definitivo, no sentido de se saber se vai ser leiloada ou se se atira a moeda ao ar, eis a situação complicada em que se encontra o Sr. Perícia, actual dono do restaurante, em saber se dedica a inesperada feijoada ao cliente-primeiro ou se deve ouvir os restantes do ambiente da tasquinha e decidir o que fazer a esta dose mais desejada na culinária "masculina", todos eles não resistem ao charme e apresentação desta delícia, temos aqui o melhor exemplo disso.
Mas o Sr. Perícia como muito inteligente que é, conhecedor das taras e manias da sua clientela, deve tirar uma solução da manga. E que saiba bem a esmagadora maioria, para sossegar as pupilas gustativas a encher a auto-estima de alguns, facto esse que nos faz adivinhar os próximos capítulos ou cenas eventualmente surpresas a justificar mudanças de estado de espírito e de carácter de alguém visado no meio disto tudo. Vamos ver!  

Por uma questão de bom senso a feijoada devia seguir o seu primeiro destino (mesa ao lado) e, não poisar na mesa do cliente-primeiro, pela mística atrás da orelha, talvez evitasse uma prenda "envenenada", talvez se evitasse o mau "olhado", talvez modificasse o seu comportamento perante os olhos dos "amigos", passar a ser admirado pela tolerância, respeito ao próximo na igualdade de circunstâncias e de condições, porque como cliente ocupado, trabalhador nos projectos iniciados, não vá deixá-los por causa da inesperada e última feijoada a ser servido, deve então comer o que tem entre as mãos, tirar o proveito de uma boa digestão, do que "lutar" por  um inesperado e último prato a ser servido a alguém, vale a pena pensar nisto!

Devemos evitar a angústia de separação entre irmãos por causa da "comida", a comer com as mãos ninguém mete a colher, é mal visto, deve-se dançar como os outros para não levantar suspeitas, não provocar a tranquilidade dos demais do grupo, deve-se respeitar o desejo dos outros e perceber se é desejado primeiro, antes de se intitular ao mais amado, pode estar enganado, pode custar caro, ainda mais caro do que todo o feijão possível e imaginário na cabeça de alguém...

Devemos todos unir esforços e fazer uma corrente de pensamento positivo centrados nesta CAUSA NACIONAL, essa energia magnética dirigida através do magnetismo pessoal, se chegar chegará bem com certeza levando até o que ninguém diz em voz alta, porque o silêncio também é comunicação e exerce função terapêutica, basta sermos intensos no desejo, por vezes resulta meus amigos, tudo de bom e pensamento positivo até o dia da vitória final. Que os camaradas (políticos) que trazem os destinos da Nação na ponta do lapis, tracem com firmeza e transparência os destinos do Povo e, que Deus ilumine e abençoe os objectivos.

Djarama

Filomeno Pina

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