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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Inaugurado novo posto de controlo sanitário no Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira.

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Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira

Foi inaugurado esta sexta-feira o novo posto de controlo sanitário do Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, em Bissau, para deteção de doenças contagiosas, cerimónia que contou com a presença do primeiro-ministro Carlos Correia.

O chefe do executivo prometeu que, da parte do governo, o novo posto «terá todo o apoio para que possa funcionar de forma eficaz para combater algumas epidemias», nomeadamente o vírus do ébola e a cólera.

Já a Ministra da Saúde Publica da Guiné-Bissau, Cadi Seidi, disse que «a saúde é um direito fundamental dos cidadãos, pelo que um dos deveres do estado passa por garantir o bem-estar da população».

#abola.pt

África: OIM cita crescimento "sem precedentes" da população urbana.

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Foto: institutolula.org

Relatório defende que atual população urbana global de 3,9 mil milhões deve crescer para cerca de 6,4 mil milhões até 2050; migração seria motor de "grande parte do aumento na urbanização", a tornar as cidades mais diversas.

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova Iorque.
A Organização Internacional para Migrações, OIM, lançou o Relatório Mundial sobre Migração 2015 intitulado "Migrantes e Cidades: Novas Parcerias para Gerir a Mobilidade".
De acordo com a publicação, mais de 54% das pessoas em todo o mundo viviam em áreas urbanas em 2014. A população urbana atual de 3,9 mil milhões deve crescer para cerca de 6,4 mil milhões, ou 66% da população, até 2050.
Planeamento e Desenvolvimento
O padrão deste crescimento deve variar, mas espera-se que quase 90% ocorra em África e na Ásia.
O documento afirma ainda que a "migração é motor de muito deste aumento na urbanização, tornando as cidades locais muito mais diversos".
Segundo a publicação "a mobilidade urbana contribui para esta transição global e a forma como as cidades e países gerem esta transição é crucial para o seu futuro".
A migração e como ela é governada está, portanto, na linha de frente do planeamento urbano e do desenvolvimento sustentável.
África
Apesar de África não ser a região de urbanização mais rápida do mundo, a sua população urbana "tem crescido em índice histórico sem precedente há décadas".
Em 1960, Joanesburgo era a única cidade na África Subsaariana com uma população de mais de um milhão; em 1970, mais três, Cidade do Cabo, Kinshasa e Lagos.
Já em 2010, segundo o Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos, UN-Habitat, havia 33.
Novos Destinos
Segundo o relatório, "a geografia dos fluxos migratórios está a mudar em conformidade com mudanças na economia global" e enquanto "novos destinos emergem globalmente".
Uma gama muito mais ampla de cidades em todo o mundo tornou-se destino para migrantes.
Além dos fluxos tradicionais do sul global para economias desenvolvidas na Europa e América do Norte, estes, por exemplo, estão cada vez mais atraídos a países com alto crescimento económico no leste da Ásia, Brasil, sul da África e oeste da Índia.
Sul-Sul
De acordo com o documento, movimentos populacionais entre países de rendas média e baixa, conhecido como migração Sul-Sul, ganharam importância. Países em desenvolvimento tornaram-se tanto locais de imigração como emigração.
A China, por exemplo, é um país que recebe imigrantes da Nigéria enquanto, ao mesmo tempo, é uma nação de emigrantes ao Oriente Médio.
Pobreza
Apesar da forte relação entre urbanização e crescimento económico, a maioria dos governos, especialmente em países de rendas média e baixa em África e na Ásia, havia políticas para reduzir a migração de áreas rurais para urbanas.
Estes decisores políticos tendem a assumir que a maioria dos migrantes "transfere" sua pobreza a contextos urbanos.
No entanto, o documento da OIM afirma que isto não reconhece a "complexidade de tais movimentos populacionais".
O relatório destaca ainda que "migrantes não são um grupo homogéneo" e que "há pouca evidência que sugira que a migração aumente a pobreza urbana".

#unmultimedia.org


Moçambique investiga corrupção em empreitada portuguesa.

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Moçambique investiga corrupção em empreitada portuguesa

O Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC) de Moçambique está a investigar “indícios sólidos” de corrupção numa obra que estava a cargo de três empreiteiros portugueses em Maputo, anunciou a entidade.
O porta-voz do GCCC Eduardo Sumana, afirmou, citado pela imprensa moçambicana, que existem “indícios sólidos” de que houve prática de corrupção nas obras de reconstrução da avenida Julius Nyerere, no centro de Maputo.
A obra foi adjudicada pelo Conselho Municipal da Cidade de Maputo a um consórcio formado pelas construtoras portuguesas Britalar, Europa Arlindo e Aurélio Sobreiro, que receberam 10 milhões de dólares (nove milhões de euros) para a reconstrução da rodovia, que não foi concluída e apresentava defeitos.
Devido à má qualidade da empreitada, o Conselho Municipal da Cidade de Maputo anulou o contrato com o consórcio em janeiro deste ano, depois de ter prolongado a adjudicação por duas vezes, na sequência de atrasos nos trabalhos.
O gabinete de trabalho do Presidente de Moçambique e várias embaixadas situam-se na avenida Julius Nyerere.
Num outro caso, as autoridades moçambicanas responsabilizaram a Britalar pela morte de cinco trabalhadores em julho, na queda de andaimes na construção de um edifício de 17 andares, na baixa de Maputo.
(LUSA)


China prevê 50 milhões de habitantes a mais até 2030 após reforma.

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Até 2030, a diferença entre os novos nascimentos e os falecimentos deve totalizar um saldo positivo do tamanho da população atual da Espanha ou da Colômbia
A China informou que vai encerrar a política do filho único
A China informou que vai encerrar a política do filho único(James Pomfret/Reuters) 
A nova autorização para que todos os casais da China possam ter dois filhos fará com que a população do país chegue aos 1,45 bilhão de habitantes em 2030, frente aos 1,39 bilhão projetado pelas Nações Unidas, previram nesta sexta-feira os demógrafos do governo chinês. Segundo o subdiretor da Comissão Nacional de Saúde e Planejamento Familiar, encarregada dos cálculos demográficos, o relaxamento da política do filho único após 35 anos pode fazer com que o número de nascimentos anuais no país chegue a 20 milhões. Até 2030, a diferença entre os novos nascimentos e os falecimentos deve totalizar um saldo positivo de 50 milhões de pessoas - uma população do tamanho da Espanha ou Colômbia. 
A última vez que se chegou a essa taxa anual de nascimentos número foi em 1977, e neste século o país mais populoso do mundo (quase 1,37 bilhão de habitantes atualmente) nunca alcançou os 17 milhões de nascimentos anuais. Calcula-se que entre 90 e 100 milhões de famílias se beneficiarão do fim da política do filho único, que será oficialmente finalizada após ser aprovada pelo Legislativo chinês, algo que deve acontecer ainda neste ano. 
Os especialistas consideram que as zonas rurais, onde vive 60% desses núcleos familiares, serão mais ativos na hora de ter mais filhos do que nas áreas urbanas, onde os altos custos da educação e da saúde podem dissuadir muitos casais nos quais tanto a mãe como o pai costumam trabalhar fora de casa. 
Apesar dos novos números apresentados hoje pelo governo chinês, se mantém a previsão de que a China deixará em breve de ser o país mais populoso do mundo e será superado pela Índia. As Nações Unidas projetam que o número de habitantes na Índia superará os 1,52 bilhão em 2030.
#veja.com.br










ANGOLA: QUEDA NA PRODUÇÃO DE DIAMANTES.

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A produção de diamantes em Angola caiu quase 20% em Setembro, face a 2014, rendendo, em termos brutos, 90 milhões de euros, segundo um relatório do Ministério da Geologia e Minas.

ADe acordo com o documento, durante o mês de Setembro foram produzidos e comercializados por Angola um total de 794.358,49 quilates de diamantes, vendidos a um preço médio de 125 dólares por quilate.
Trata-se de um recuo de 7,68% face a Setembro de 2014, em termos de quantidade, e uma quebra de 18,61% no valor global, que se ficou nos 99,5 milhões de dólares (90,6 milhões de euros).
Comparativamente com o mês de Agosto anterior registou-se um aumento no volume e no valor, de 19,19% e 24,51%, respectivamente.
O Ministério da Geologia e Minas justifica estes aumentos com a “qualidade e o volume em pedras especiais do Luó e das produções aluvionares no Cuango e em Chitotolo”, no interior norte.
“Outro factor que contribuiu para esse registo foi o aumento da produção da Sociedade Mineira de Catoca, em 15,18%, e a acumulação da comercialização dos diamantes da classe dos finos que normalmente ocorre de dois em dois meses”, explica o mesmo relatório.
As vendas de diamantes por Angola aumentaram até Setembro, face a igual período de 2014, ultrapassando os 866 milhões de dólares (789 milhões de euros) e 6,5 milhões de quilates.
Angola arrecadou em 2014 cerca de 10 mil milhões de kwanzas (68 milhões de euros) só com impostos sobre a venda, no total, de 8,6 milhões de quilates, por 1.274 milhões de dólares (1,1 mil milhões de euros).
Depois do petróleo, os diamantes são o principal produto de exportação de Angola, país que está entre os cinco principais produtores mundiais.
#http://jornalf8.net/

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