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terça-feira, 3 de abril de 2018

África está se dividindo em duas partes?

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02.04.2018 | Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
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África está se dividindo em duas partes?

No continente africano apareceu uma enorme rachadura de 15 metros de profundidade e 20 metros de largura. Segundo avisam cientistas, o continente africano está se separando em dois.
Além disso, quando o fenômeno surgiu, provocou muitos danos, isto é: destruiu estradas, linhas elétricas e edifícios residenciais.
Neste contexto, a especialista em geologia Lucía Pérez Díaz explicou ao The Conversation quais são as possíveis causas do acidente geográfico.
A especialista observou que a Terra sempre sofre várias alterações, sem que notemos. As placas tectônicas são um bom exemplo desse processo. Elas não permanecem estáticas, e seu movimento permite supor que o continente africano está se partindo em dois.Às vezes, o movimento das placas tectônicas resulta em seu rompimento.
Um exemplo deste tipo de fenômeno seria o Rifte Africano Oriental - uma rachadura de mais de 3.000 quilômetros de extensão.
Provavelmente é este rifte que provocará a divisão do continente em duas partes.
Não obstante, o aumento das fissuras é um processo muito lento. Por exemplo, o movimento das placas nessa região ocorre com velocidade de 2,5 a 5 centímetros por ano.
Ou seja, devem passar milhões de anos antes que a rachadura se torne tão grande que a água do oceano a inundará por completo.
Levará milhões de anos, mas África finalmente se separará em duas partes desiguais e um novo mar se formará entre elas.
O recente surgimento da rachadura no Quênia contribui para a divisão do continente. Os especialistas destacam que fenômenos parecidos frequentemente resultam de atividade sísmica ou vulcânica.
fonte: pravda.ru

«PA MARA DALLÁ» MINISTRO DAS FINANÇAS GUINEENSE AFIRMA QUE DESAFIOS SÃO ENORMES E 2018 VAI SER DIFÍCIL.

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«PA MARA DALLÁ» MINISTRO DAS FINANÇAS GUINEENSE AFIRMA QUE DESAFIOS SÃO ENORMES E 2018 VAI SER DIFÍCIL

O ministro das Finanças da Guiné-Bissau, João Fadia, afirmou hoje que o país enfrenta desafios enormes e que 2018 vai ser um ano difícil, devendo continuar o esforço financeiro e a gestão prudente.



João Fadia falava depois de o Fundo Monetário Internacional (FMI) ter anunciado que o défice orçamental da Guiné-Bissau baixou de 4,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2016 para 1,5% em 2017 e que o crescimento económico deverá situar-se nos 5,9%.

"Não estamos eufóricos, nem vamos estar com esta declaração, porque os desafios são enormes",disse o ministro.

Conosaba/Lusa

GUINÉ-BISSAU: FMI AFIRMA QUE METAS INDICATIVAS DA QUINTA AVALIAÇÃO FORAM CUMPRIDAS.

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O Chefe da Missão do Fundo Monetário Internacional (FMI), Tobias Rasmussen, afirmou esta segunda-feira, 02 de Abril 2018, que a implementação do programa de Facilidade de Crédito Alargado (FCA) foi satisfatória na medida em que todos os critérios quantitativos de desempenho e metas indicativas para a quinta avaliação foram cumpridas.
Tobias Rasmussen falava no final dos trabalhos da quinta avaliação do programa apoiado pelo FMI na Guiné-Bissau, ao abrigo da Facilidade de Crédito Alargado, realizado no ministério das finanças. Na ocasião, Tobias Rasmussen revelou que  a instituição financeira internacional chegou a um acordo com as autoridades guineenses sobre as políticas económicas necessárias para concluir a quinta avaliação, ao abrigo do Facilidade de Crédito Alargado (FCA) e a prorrogação por mais um ano do programa. Justifica, no entanto, que a prorrogação do programa tem como objetivo apoiar a continuidade em face do iminente período eleitoral e preencher um diferencial emergente na balança de pagamentos.
“Acordo ao nível do corpo técnico está sujeito à aprovação do Conselho de Administração do FMI que no início de junho deste ano deverá considerar o relatório sobre a quinta avaliação da Facilidade de Crédito Alargado (FCA) e prorrogação do programa. Mediante tal aprovação será disponibilizado para Guiné-Bissau cerca de 4,4 milhões de dólares americanos”, informou Tobias Rasmussen.

O responsável da missão do Fundo Monetário Internacional assegurou neste sentido que atividade económica mantém-se dinâmica graças a elevados preços do caju, aumento do investimento e a  gestão económica prudente. Acrescenta ainda que se estima em 5,9 por cento, o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017.  A inflação está na média de 1,1 por cento e um défice externo da conta corrente de 0,5 por cento do PIB.
“As perspectivas económicas são amplamente positivas e o investimento público que deve ajudar a colmatar lacunas nas infra-estruturas essenciais, concluindo no fornecimento de eletricidade. Ao mesmo tempo, os termos das condições de comércio da Guiné-Bissau deterioraram-se com preços mais altos nas importações de petróleo e parecendo as perspectivas para exportações de caju menos favoráveis do que no ano passado”, espelhou Tobias Rasmussen.
Nesse sentido, o chefe da Missão do FMI da quinta avaliação alerta que para ajudar a garantir a continuidade das tendências económicas positivas será importante reforçar o progresso feito na gestão económica rigorosa e aumento de investimento que exigirá uma estreita coordenação entre as entidades envolvidas e uma melhor integração nos processos orçamentais, a manutenção de um setor financeiro sólido a luz do alto nível de crédito mal parado e fortalecimento da supervisão bancária e da aplicação das normas prudenciais.
A missão da quinta avaliação do FMI liderado por Tobias Rasmussen esteve no país de 21 de Março a 3 de Abril do ano em curso. Durante esse período, a delegação reuniu-se com Presidente da Republica, José Mário Vaz, primeiro-ministro, Artur Silva, Ministro das Finanças, João Aladje Fadiá, Diretora Nacional do BCEAO, Helena Nosolini Embaló, Vice-chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Mamadu Turé, e outras entidades como a sociedade civil e do sector privado.

Por: Aguinaldo Ampa
Foto: AA

Israel e ONU acordam reinstalação de migrantes africanos em países ocidentais.

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O Governo israelita anunciou que alcançou um acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) que implica o cancelamento do controverso plano para deportar milhares de imigrantes africanos.
fonte: DW África
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Migrantes africanos protestam em Jerusalém contra a expulsão
Israel anunciou esta segunda-feira (02.04) que chegou a um acordo com as Nações Unidas para enviar migrantes africanos para alguns países ocidentais e que anula o projeto para a sua expulsão.
Segundo um comunicado do gabinete do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, o "entendimento sem precedentes" conseguido com a agência de refugiados da ONU prevê que mais de 16.000 migrantes africanos sejam enviados por Israel para vários países ocidentais dispostos a recebê-los.
Um controverso plano governamental israelita previa que mais de 30 mil migrantes - em particular eritreus e sudaneses - que não têm em curso um processo de pedido de asilo deviam regressar ao país de origem ou viajar para outro país, caso contrário seriam detidos por tempo indeterminado.
"O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados e Israel chegaram a um acordo que permitirá a partida de pelo menos 16.250 migrantes africanos para países ocidentais, enquanto Israel resolverá o estatuto dos que vão ficar no país", indica o comunicado.  Israel disse ainda que o novo acordo será aplicado durante cinco anos.
Destinos: Canadá, Alemanha e Itália
Israel Pemierminister Benjamin Netanjahu PK in Jerusalem
Benjamin Netanyahu na conferência de imprensa desta segunda-feira (02.04)
Benjamin Netanyahu afirmou que o acordo vai permitir transferir migrantes africanos atualmente em Israel para "países desenvolvidos como o Canadá, a Alemanha e a Itália".
"O acordo assinado com o ACNUR permite a anulação imediata da expulsão para um país terceiro como previsto no plano anterior", precisou o comunicado do gabinete do primeiro-ministro.
Netanyahu disse ainda que o acordo "estipula que por cada migrante que deixe o país" Israel "compromete-se a dar o estatuto de residente temporário a um outro".
O Governo israelita anunciou também um plano de reabilitação para o sul de Telavive, onde está concentrada a maioria dos imigrantes, e comprometeu-se a fazer "uma distribuição geográfica mais equilibrada das populações que permanecerão em Israel, com orientação trabalhista, formação profissional, adaptação de postos de trabalho, etc".
O plano de deportação afetava 32 mil imigrantes africanos, na maioria procedentes da Eritreia e do Sudão e foi vetado em meados de março pelo Supremo Tribunal de Israel, que ordenou o impedimento da expulsão de qualquer pessoa que não quisesse ir embora de maneira voluntária a um terceiro país africano.
Os migrantes africanos em causa chegaram na sua maioria depois de 2007, infiltrando-se no país através do Sinai egípcio, e instalaram-se sobretudo nos bairros pobres de Telavive.
Itália "longe” de aceitar migrantes
afrikanische Migranten in Israel protestieren gegen Abschiebung
Migrantes africanos em Israel
Entretanto, o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Itália afirmou esta segunda-feira que o país não assinou nenhum acordo para colher imigrantes africanos beneficiados pelo pacto entre Israel e o ACNUR.
As declarações de Netanyahu foram fortemente criticadas pela coligação de direita liderada pela Forza Itália e pela Liga Norte. Um dos vice-presidentes do Senado, Roberto Calderoli, da Liga Norte, disse que a Itália não aceitará mais imigrantes ilegais e trabalhará para os enviar de volta para casa.
"Estamos longe de dar boas-vindas aos expulsos de Israel", disse.
O senador Maurizio Gasparri, do Forza Itália, afirmou que o país se tornou o "paraíso dos imigrantes ilegais" e não quer acolher mais pessoas.
A coligação de direita liderada pelos dois partidos venceu as eleições legislativas do último dia 4 de março. Uma das principais promessas de campanha era a deportação de 600 mil imigrantes ilegais do país.

Winnie, uma "referência de luta", diz PR cabo-verdiano.

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Jorge Carlos Fonseca consternado com a morte
Jorge Carlos Fonseca consternado com a morte

Fonseca exalta luta contra o "apartheid"
O Presidente cabo-verdiano Jorge Carlos Fonseca classificou a activista sul-africana Winnie Mandela de uma "referência na luta" contra o regime do apartheid na África do Sul.
A reacção de Fonseca foi manifestada nesta segunda-feira, 2, horas depois da morte de Winnie.
"Lamentamos porque Mandela é um rosto, uma referência da luta contra o 'apartheid' na África do Sul, é uma referência da luta dos povos pela sua autodeterminação e autonomia e, para nós, isso é motivo de consternação", sublinhou Fonseca, lembrando que Cabo Verde mantém laços com a história da luta do povo sul-africano contra o 'apartheid' e pela sua libertação do colonialismo.
Winnie Mandela morreu num hospital de Joanesburgo após "doença prolongada”.
Conhecida como "mãe da nação", a segunda esposa de Nelson Mandela desempenhou um papel importante na luta anti-apartheid.
Mais tarde, esteve envolvida em várias controvérsias que acabaram em algumas condenações.
Casada com Nelson Mandela durante 38 anos, Winnie foi importante na luta para manter a viva a imagem do líder histórico durante os seus longos anos de prisão e foi também ela própria uma dirigente da luta anti apartheid.
    fonte: VOA

    ÁFRICA DO SUL: MORREU, AOS 81 ANOS, WINNIE MANDELA.

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    ÁFRICA DO SUL. Winnie Mandela, ex-mulher do antigo presidente sul-africano Nelson Mandela, morreu hoje com 81 anos num hospital de Joanesburgo, após “doença prolongada”, anunciou o seu porta-voz.
    “É com grande tristeza que informamos o público de que a senhora Winnie Madikizela Mandela morreu no hospital de Milkpark de Joanesburgo segunda-feira 2 de Abril”, anunciou Victor Dlamini num comunicado.
    “Morreu após uma longa doença, pela qual foi hospitalizada várias vezes desde o princípio do ano. Morreu pacificamente às primeiras horas da tarde de segunda-feira, rodeada da família e dos entes queridos”, acrescentou o porta-voz.
    “Lutou corajosamente contra o ‘apartheid’ e sacrificou a sua vida pela liberdade do país. Manteve viva a memória do marido, Nelson Mandela, enquanto esteve preso em Robben Island e ajudou a dar à luta pela justiça na África do Sul uma das suas faces mais reconhecíveis”, afirmou.
    Nomzamo Winifred Zanyiwe Madizikela, conhecida como Winnie, foi uma das figuras destacadas do ativismo anti-apartheid após a prisão do então marido Nelson Madela, mas caiu em desgraça após o fim do regime, com acusações de tortura e um processo por fraude.
    O percurso de Winnie é indissociável do de Nelson Mandela, com quem esteve casada 38 anos, entre os quais os 27 que ele passou na prisão.
    A imagem dos dois, caminhando de mãos dadas no dia da libertação do herói sul-africano em 1990, correu mundo, mas o casal não voltou a estar junto e acabou por se divorciar em 1996, no final de um longo processo de revelação de infidelidades de Winnie.
    Nascida a 26 de Setembro de 1936 na província do Cabo Oriental (sul), obteve aos 19 anos um diploma como assistente social, uma excepção para uma mulher negra na altura.
    Casou-se com Nelson Mandela em Junho de 1958, ela com 21 anos, ele um divorciado e pai de família com quase 40.
    Com a prisão do marido, assume a liderança da luta ao apartheid e do Congresso Nacional Africano (ANC), mas divide pelo estilo autoritário, com membros do partido a acusarem-na de tortura e incitamento ao ódio.
    Em 1991 é julgada e condenada a seis anos de prisão, posteriormente comutados numa multa, pelo rapto de um jovem militante, Stompie Seipei.


    Em 1998, a Comissão de Verdade e Reconciliação, encarregada de julgar os crimes políticos no apartheid, considerou Winnie “politicamente e moralmente culpada de enormes violações dos direitos humanos”.
    fonte: jornalf8.net

    África do Sul: Morreu a ativista anti-apartheid Winnie Mandela.

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    Winnie Mandela morreu esta segunda-feira (02.04), aos 81 anos, num hospital de Joanesburgo, após "doença prolongada", anunciou o seu porta-voz.
    fonte: DW África
    Südafrika Winnie Mandela (Imago/Gallo Images)
    A política e ativista Winnie Madikizela-Mandela, figura de referência da luta contra o regime do apartheid, morreu esta esta segunda-feira (02.04), com 81 anos, num hospital de Joanesburgo, após "doença prolongada", anunciou o seu porta-voz.
    "É com grande tristeza que informamos o público de que a senhora Winnie Madikizela Mandela morreu no hospital de Milkpark de Joanesburgo segunda-feira 2 de abril", anunciou Victor Dlamini num comunicado.
    "Lutou corajosamente contra o 'apartheid' e sacrificou a sua vida pela liberdade do país. Manteve viva a memória do marido, Nelson Mandela, enquanto esteve preso em Robben Island e ajudou a dar à luta pela justiça na África do Sul uma das suas faces mais reconhecíveis", afirmou.  
    Winnie Mandela foi casada com o antigo Presidente sul-africano Nelson Mandela durante 38 anos. Separaram-se em 1992, dois anos depois da saída de "Madiba" da prisão, após 27 anos detido, e dois anos antes de se tornar o primeiro presidente negro da África do Sul.
    Também Winnie Mandela passou várias vezes pela prisão devido às suas atividades anti-apartheid, chegando a ser torturada pelas forças de segurança do Governo.
    Em 1994, após as primeiras eleições democráticas, Winnie foi eleita deputada e nomeada vice-ministra de Arte e Cultura.
    Winnie continuava a ser uma figura de referência dentro do Congresso Nacional Africano (ANC), partido que governa a África do Sul desde o fim do "apartheid". 
    Nelson und Winnie Mandela (Getty Images/AFP)
    Figura controversa
    O percurso de Winnie é indissociável do de Nelson Mandela. A imagem dos dois, caminhando de mãos dadas no dia da libertação do herói sul-africano em 1990, correu mundo.
    Nascida a 26 de setembro de 1936 na província do Cabo Oriental (sul), obteve aos 19 anos um diploma como assistente social, uma exceção para uma mulher negra na altura. Casou-se com Nelson Mandela em junho de 1958, ela com 21 anos, ele um divorciado e pai de família com quase 40. 
    Com a prisão do marido, assume a liderança da luta ao 'apartheid' e do Congresso Nacional Africano (ANC), mas divide pelo estilo autoritário, com membros do partido a acusarem-na de tortura e incitamento ao ódio. 
    Em 1991 é julgada e condenada a seis anos de prisão, posteriormente comutados numa multa, pelo rapto de um jovem militante, Stompie Seipei. 
    Em 1998, a Comissão de Verdade e Reconciliação, encarregada de julgar os crimes políticos no 'apartheid', considerou Winnie "politicamente e moralmente culpada de enormes violações dos direitos humanos". 
    O arcebispo Desmond Tutu, que liderou a comissão, reagiu à notícia da morte da ativista lembrando-a como uma "inspiração" e "um símbolo maior" da luta contra o 'apartheid'.
      

    ANGOLA: NA NOVA FARSA, PEDREIROS OCUPAM LUGAR DOS “15+2”.

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    Os cinco cidadãos angolanos acusados inicialmente e sem qualquer prova concludente de tentativa de homicídio contra o vice-presidente da República, Bornito de Sousa, foram provisoriamente soltos sob a medida de coacção de Termo de Identidade e Residência (TIR). Advogado Sebastião Assureira fala do assunto como sendo uma reedição do famoso caso dos “15+2”.

    Sebastião Assureira disse que as medidas de coacção decretadas vão permitir aos cinco pedreiros aguardar o julgamento em liberdade.
    A decisão tomada pelo Ministério Público, junto da instrução preparatória, surge depois de, em meados Fevereiro, o Serviço de Investigação Criminal (SIC) ter alterado a acusação de tentativa de assalto a Bornito de Sousa para assalto a uma residência no condomínio onde mora o vice-presidente.
    Os cinco cidadãos eram acusados, segundo o seu defensor, de estacionarem a viatura em que seguiam próximo da residência de Bornito de Sousa, no condomínio Jardim de Rosas, município de Belas, e de ter sido encontrada no interior da mesma uma arma de fogo e uma catana.
    Esta acusação que, se comprovada pode resultar numa condenação de até 20 anos de prisão, nunca foi, entretanto, formalizada oficialmente pelo SIC, até ser supostamente abandonada, naquilo que foi interpretado por Sebastião Assureira como sendo uma reedição do famoso caso dos “15+2”.
    A versão da defesa é que os acusados teriam sido agredidos na altura da detenção por efectivos da Unidade da Guarda Presidencial (UGP) e da Polícia Nacional e posteriormente ouvidos, sem a presença de advogados.
    Recordemos a farsa. Mais uma. Cinco pessoas são acusadas de tentativa de homicídio do vice-Presidente de Angola por alegadamente terem “estacionado a sua viatura junto à residência de Bornito de Sousa”, num condomínio de Luanda.
    Os homens (certamente vistos como potenciais criminosos ou mesmo terroristas) foram detidos em flagrante delito quanto transportavam material de construção para obras de reabilitação numa das residências do condomínio Jardim de Rosas.
    Chegaram e estacionaram a viatura próximo a residência do vice-presidente da República. Os guardas que lá se encontravam foram ter com eles e na sequência foram detidos, conduzidos a uma esquadra móvel para serem interrogados, porque haviam estacionado a viatura naquele espaço.
    Como convém num enredo policial de quarta categoria, logo chegou uma outra patrulha que disse ter encontrado uma arma e uma catana na viatura. Duas armas letais para quem queria – segundo o SIC na sua versão inicial e não revista – assassinar Bornito de Sousa.
    Os pobres trabalhadores ficaram espantados e responderam que havia apenas no carro material de construção, porque foram contratados para fazer obras naquele local.
    A UGP e a Polícia Nacional, utilizando os mais evoluídos meios de investigação ao seu dispor, terão segundo o advogado de defesa dos detidos, praticado “agressões e coacções físicas sobre os suspeitos”.
    “Os jovens, segundo relatos na altura de Sebastião Assureira, estavam na esquadra do Talatona e tinham o corpo inchado e hematomas devido à agressão física de que foram alvo durante a detenção”.

    Ficção de muito fraca qualidade

    Na verdade, a ficção à volta de atentados e golpes de Estado faz parte da veia anedótica das autoridades do nosso país. Das de ontem e, infelizmente, também das de hoje. Recordemos, por exemplo, que no dia 25 de Junho de 2015, a Procuradoria-Geral da República informou o país e mundo que o grupo de 15 jovens activistas, detidos na altura em Luanda, estava a preparar um atentado contra o Presidente da República e outros membros dos órgãos de soberania.
    Um comunicado da PGR, emitido nesse dia em Luanda, referia que o Ministério Público validou a detenção dos 15 jovens activistas, pois a conduta dos detidos configurava actos preparatórios para o cometimento do crime de rebelião. Rebelião é o mesmo que atentado?
    O documento adiantava que foi decretada a prisão preventiva “por inconveniência da liberdade provisória”.
    A PGR informava também a sociedade angolana que continuava a instrução preparatória, com vista à conclusão e introdução em juízo, assegurando o Ministério Público a garantia dos direitos fundamentais dos detidos, em conformidade com a Constituição angolana e a lei. Como se alguém acreditasse. Mas a comédia continuava.
    O comunicado detalhava o processo de investigação levado a cabo pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC), que culminou com a detenção de 13 jovens em flagrante delito, e posteriormente de outros dois membros do grupo.
    De acordo com a PGR, o SIC recebeu uma denúncia escrita que dava conta da realização de encontros de um grupo de cidadãos, que se reuniam aos sábados à tarde, desde 16 de Maio desse ano, numa sala adaptada para ministrar aulas numa residência no bairro Vila Alice.
    Os encontros tinham como objectivo a formação de formadores para mobilizar a população de Luanda para uma insurreição e desobediência colectiva, com a colocação de barricadas nas principais artérias da cidade capital e a queima de pneus em locais de maior afluência de cidadãos estrangeiros, nomeadamente o aeroporto internacional 4 de Fevereiro.
    Dando como plausível (não custa entrar na farsa) o etílico cenário criado pelo regime, continuamos sem saber se “insurreição”, “desobediência colectiva”, “barricadas” e “queima de pneus” são sinónimo de atentado. Mas siga a comédia.
    Acrescentava a PGR que confirmados os factos constantes da denúncia pelo SIC e face à sua gravidade, foram emitidos mandados para Buscas, Revistas e Apreensões no local das reuniões, tendo sido encontrado na posse do grupo manuais de instruções e outros documentos, bem como escritos em cadernos com teores comprovativos das suas intenções criminosas.
    Para ter “cadernos com teores comprovativos das suas intenções criminosas” bastava aos jovens ter na sua posse, por exemplo, a profusa literatura guerrilheira do… MPLA.
    Acrescentava a PGR que durante as buscas e revistas, foram apreendidos na posse dos detidos, computadores portáteis, pen-drives, telemóveis, entre outros objectos “com conteúdo suspeito”.
    Não conseguiram, no entanto, encontrar o material bélico – mesmo que antigo – que poderiam consubstanciar um atentado.
    “De realçar que entre os documentos apreendidos consta a composição de todos os Órgãos do Estado que seriam criados pelos insurrectos, desde o Presidente e o Vice-Presidente da República, o Presidente da Assembleia Nacional, os Tribunais Constitucional, Supremo, de Contas e Supremo Militar, entre outras instituições do Estado e os governos provinciais”, lia-se no comunicado.
    Esta constatação revela a veia cómica dos autores da comédia e que, pelos vistos, continuam a escrever anedotas para ilustrar o Executivo de João Lourenço e companhia. Então é crime ter uma relação do que é público, como sejam os titulares dos órgão do Estado? Esta é mesmo digna. Nem o camarada Kim Jong-un se tinha lembrado disso.
    A nota refere ainda que os “insurrectos” pretendiam denominar os novos órgãos do Estado por “Governo de Salvação Nacional”, tendo já a indicação dos nomes de futuros titulares dos cargos públicos, constando igualmente os nomes de alguns cidadãos ora detidos.
    Agora sim. Façam o favor de se rir. Mas tenham cuidado. É que se calhar o rir é sinónimo de tentativa de golpe de Estado, tal como estacionar perto da casa do vice-presidente Bornito de Sousa é sinónimo de tentativa de homicídio. E chorar também. E estar vivo também.
    fonte:jornalf8.net

    Israel suspende acordo com a ONU sobre imigrantes horas depois de o ter fechado.

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    Imigrantes protestam

    Benjamin Netanyahu anunciou a suspensão no Facebook
    O Governo de Israel anunciou nesta segunda-feira, 2, ter chegado a um acordo com a ONU para realojar cerca de 16 mil migrantes de países africanos que vivem no país em nações ocidentais, mas Telaviv suspendeu a sua aplicação horas mais tarde.
    Benjamin Netanyahu revelou que eles seriam enviados a países como Canadá, Alemanha e Itália.
    Com esse acordo, Israel cancelava o plano de deportação de imigrantes em situação ilegal que havia dado início no começo de Fevereiro.
    De acordo com a agência Associated Press, cerca de 35 mil imigrantes africanos vivem no país.
    Entretanto, horas mais tarde, o próprio Netanyahu anunciou a suspensão unilateral do acordo.
    "Decidi suspender a aplicação deste acordo e voltar a rever os termos", afirmou Netanyahu na sua página no Facebook.
    Antes, ele tinha dito que era um “um bom acordo, que nos permite resolver esse problema de uma maneira que serve, protege os interesses do Estado de Israel e dá uma solução aos moradores do sul de Tel Aviv e outras vizinhanças, e também às pessoas que vieram a Israel".
    Os imigantes que moram em Israel são, na sua grande maioria, provenientes da Eritreia e Sudão.
    Antes, o Governo de Israel começou a aplicar um plano de deportação dos imigrantes para países do continente, a troco de uma passagem e 3.500 dólares.
    Entretanto, após os primeiros casos, houve vários protestos e alguns desses imigrantes começaram uma greve de fome em protesto.
    Os imigrantes começaram a chegar em Israel em 2005, depois que o Egipto reprimiu violentamente uma manifestação de refugiados e após surgirem notícias sobre segurança e oportunidades de emprego de Israel.
    fonte: VOA

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