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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Os melhores e maiores do mundo em 2013.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Confira a seleção de algumas das reportagens publicadas este ano 

sobre pessoas e coisas que chamaram a atenção por serem as 

maiores do planeta.


SÃO PAULO - O ano de 2013 revelou ao mundo uma extensa lista de maiores e melhores do mundo em diferentes áreas.A modelo Gisele Bundchen brilhou pela sétima vez na lista das modelos mais bem pagas do mundo. Aos 33 anos, a brasileira faturou US$ 42 milhões em 12 meses.
O fundador da Microsoft Bil Gates voltou a ser o mais rico do mundo, enquanto o brasileiro Eike Batista foi considerado o maior perdedor do mundo.
Na construção, alguns grandes edifícios chamaram a atenção, como o mais alto já erguido e o maior prédio torcido do mundo. Também foi anunciado o prédio construído mais rapidamente do mundo.
O maior navio do mundo começou a navegar, assim como o maior barco solar já construído, que atravessou o Atlântico. A lista abaixo tem outras curiosidades, como a maior escultura de Lego do mundo, a lista dos carros mais vendidos no mundo e a frota policial mais rápida do mundo. Confira a seleção dos melhores maiores do mundo do ano:
A modelo mais bem paga do mundo:
 
A modelo Gisele Bündchen encabeça a lista da revista Forbes das modelos mais bem pagas do mundo pela sétima vez consecutiva. Gisele, de 33 anos, faturou nada menos do que US$ 42 milhões. A brasileira, mãe de dois filhos, ganhou seis vezes mais que a segunda colocada.
O homem mais rico do mundo
 
O maior caloteiro do mundo
O maior vendedor de carros do mundo

O maior prédio do mundo
O maior prédio torcido do mundo
O maior barco solar do mundo
 O maior navio do mundo

O predio construído mais rápido do mundo
A polícia mais rápida do mundo
 
A maior fritadeira do mundo

A maior escultura de Lego do mundo

O esporte mais perigoso do mundo
O melhor acordo de merchandising do mundo
 
O carro mais vendido do mundo
O maior sanduíche do mundo

# ESTADÃO

Rússia: Mandela - Os elogios dos sem vergonha.

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O ex-presidente sul-africano Nelson Mandela posa com a Taça Fifa em visita em sua casa

O ex-presidente sul-africano Nelson Mandela posa com a Taça Fifa em visita em sua casa. Debbie Yazbek/Fundação Nelson Mandela/Divulgação - 6/5/2010.

# ESTADAO.


Caros amigos e camaradas:

Lenine dizia que a maneira com que a burguesia consegue sujar os grandes revolucionários consiste em incensá-los a título póstumo depois de os ter perseguido durante toda a sua vida. É o que acontece hoje.
A burguesia mundial incensa Mandela depois de o te aprisionado durante 27 anos. Ela quer esconder que os grandes estados capitalistas, França inclusive, se desinteressaram de Mandela durante décadas. Sem vergonha, o grande patronato do nosso país importava os diamantes e as laranjas sul-africanos manchados com o sangue do apartheid.

Eis porque, não dispondo senão de dois minutos, recordarei três verdades censuradas por aqueles que não vêem em Mandela senão o grande conciliador que, a seus olhos, teria impedido a transição democrática na África do Sul de voltar-se para o que a burguesia mundial mais temia: uma África do Sul socialista. Esta está infelizmente por realizar, para reduzir as enormes desigualdades que subsistem hoje entre a burguesia branca ou negra de Pretória e o proletariado miserável de Soweto.
Chris Hani. Primeira verdade censurada: a luta anti-apartheid foi conduzida de A a Z pelo Partido Comunista da África do Sul e pelo sindicato de classe COSATU. Mandela foi membro do PC sul-africano que, pela primeira vez, levantou a bandeira da revolta negra e anti-colonial. Honra a Mandela, mas honra também a Chris Hani , dirigente negro do PC sul-africano, assassinado pelo regime racista no princípio dos anos 90. Quando haverá uma praça Chris Hani em Lens e nas cidades dos arredores?

Segunda verdade: o regime do apartheid e todos os regimes gorilas que o cercavam, o colonialismo dos fascistas portugueses em Angola e Moçambique, países reduzidos ao estado de ghettos na Rodésia e na Namíbia, nunca teria caído, dado o apoio que recebia de Reagan, de Thatcher e de Israel, se Fidel Castro não houvesse enviado à África um contingente militar internacionalista. Foi em Cuito Cuanavale , em Angola, que o exército cubano esmagou o exército do apartheid e foi só a partir desta data que a parte menos bárbara do regime racista aceitou tirar Mandela da sua prisão. O objectivo era sacrificar o apartheid para salvar a propriedade capitalista dos meios de produção, que continua hoje sempre em vigor, apesar de certos progressos democráticos evidentes mas frágeis. Honra a Cuba socialista cujo presidente era hoje o dirigente mais autorizado a prestar a Mandela uma homenagem sincera.

Terceira verdade: em França foram os comunistas, a começar por Georges Marchais, que apoiaram a luta anti-apartheid enquanto outros não se interessavam senão pelo anti-comunista Walesa ou apresentavam os talibans, atacando o regime laico de Cabul, como "combatentes da liberdade".

Termino dizendo, com Marwan Bargouti, dirigente do Fatah aprisionado em Israel, que a vitória de Mandela permanecerá incompleta enquanto o povo palestino, com o qual Nelson era solidário, for oprimido. A luta anti-apartheid não terá sido vitoria senão no dia em que, na África do Sul, a polícia do regime actual cessar de atirar sobre os mineiros negros em greve e quando, em França, o poder instituído cessar de derramar lágrimas de crocodilo enquanto expulsa crianças sem documentos à saída das escolas com o único objectivo de fazer esquecer a renúncia a mudar a sociedade.
Mandela, Chris Hani, vosso combate é mais vital do que nunca em vossa pátria, mas também, infelizmente, na nossa!
Por: Georges Gastaud [*]

CIA foi decisiva para a prisão de Mandela em 1962

CIA foi decisiva para a prisão de Mandela em 1962. 19362.jpeg
Esquerda.Net
Foto: Arquivo

Agente infiltrado no Congresso Nacional Africano (CNA) deu todas as informações à polícia sul-africana, segundo o The New York Times.

O The New York Times revelou em 1990 que a CIA desempenhou um importante papel na prisão de Mandela em 1962. A agência, usando um agente infiltrado no Congresso Nacional Africano (CNA), deu à polícia sul-africana informações precisas sobre as atividades de Mandela. Segundo o diário norte-americano, um agente da CIA relatou: "Entregamos Mandela à segurança da África do Sul. Demos-lhes todos os detalhes, a roupa que ele estaria a usar, o horário, o exato local onde ele estaria".
Nos Estados Unidos, a opinião sobre Mandela não era diferente: o presidente Ronald Reagan inscreveu o CNA na lista de organizações terroristas. Em 1981, Reagan disse que o regime sul-africano - o regime do apartheid - era "essencial para o mundo livre". Reagan explicou à rede de TV CBS que o seu apoio ao governo sul-africano se devia a que "é um país que nos apoiou em todas as guerras em que entrámos, um país que, estrategicamente, é essencial ao mundo livre na sua produção de minerais."

Mandela precisava de autorização especial para entrar nos EUA

Em 1987, quando o então primeiro-ministro Cavaco Silva alinhou Portugal à Grã-Bretanha e aos Estados Unidos num voto contra o fim do apartheid e a libertação de Nelson Mandela, a então primeira-ministra britânica Margaret Thatcher dizia: "O CNA - Congresso Nacional Africano, partido de Mandela - é uma típica organização terrorista... Qualquer um que pense que ele vá governar a África do Sul está a viver na terra do faz de conta".

Reagan dizia que apartheid era essencial para o mundo livre
Nos Estados Unidos, a opinião sobre Mandela não era diferente: o presidente Ronald Reagan inscreveu o CNA na lista de organizações terroristas. Em 1981, Reagan disse que o regime sul-africano - o regime do apartheid - era "essencial para o mundo livre". Reagan explicou à rede de TV CBS que o seu apoio ao governo sul-africano se devia a que "é um país que nos apoiou em todas as guerras em que entrámos, um país que, estrategicamente, é essencial ao mundo livre na sua produção de minerais."

Mandela precisava de autorização especial para entrar nos EUA
Só em 2008, Mandela e o CNA deixaram a lista americana de organizações e terroristas em observação. Até então, Mandela precisava de uma permissão especial para viajar para os EUA.

Outro país que se manteve ligado ao regime segregacionista sul-africano foi Israel. Durante muitos anos, o governo israelita manteve laços económicos e relações estratégicas com o regime do apartheid. Nesta sexta-feira, o governo israelita lamentou a morte de Mandela afirmando que o "mundo perdeu um grande líder que mudou o curso da história" e que ele foi um "apaixonado  defensor da democracia".

"Eu também era um terrorista ontem"

Em entrevista ao jornalista Larry King em 2000, o próprio Mandela falou sobre esta mudança de tratamento. "É verdade. Ontem, chamavam-me terrorista, mas quando saí da cadeia, muitas pessoas me abraçaram, incluindo os meus inimigos, e é isso que digo habitualmente às outras pessoas que dizem que os que lutam pela libertação dos seus países são terroristas. Digo-lhes que eu também era um terrorista ontem, mas, hoje, sou admirado pelas mesmas pessoas que me chamavam terrorista".
Carta Maior
# pravda.ru

OMUNGA questiona Brasil sobre venda de gás lacrimogéneo a Angola.

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ONG angolana pede explicações à Presidente brasileira, Dilma Rousseff

A organização não governamental angolana enviou uma carta aberta à Presidente brasileira sobre a alegada venda de “bombas com efeito redobrado de gás lacrimogéneo para serem utilizadas em repressão contra manifestações.”

A OMUNGA endereçou uma carta aberta à Presidente brasileira, Dilma Rousseff, sobre a alegada venda a Angola de “bombas com efeito redobrado de gás lacrimogéneo para serem utilizadas em repressão contra manifestações.”
A preocupação da organização não governamental angolana reside no facto de tais engenhos, apesar de proibidos internacionalmente, poderem ter sido utilizados nas recentes manifestações contra o regime do Presidente angolano, José Eduardo dos Santos.
A suposta compra por parte do regime angolano de bombas com efeito redobrado de gás lacrimogéneo foi noticiada por diversos órgãos de comunicação social brasileiros, entre os quais o jornal Folha de São Paulo que citou uma fonte judiciária brasileira.
Segundo denúncias, as autoridades angolanas também teriam testado o referido gás lacrimogéneo, de forma criminosa e silenciosa, em estabelecimentos escolares de várias regiões de Angola, que há cerca de dois anos provocaram uma onda de desmaios de mais de 800 estudantes, na sua maioria adolescentes.
Cumplicidade brasileira?
Trata-se de uma situação que pode colocar o Brasil numa posição de cumplicidade com o regime angolano, “perante um grave e hediondo crime contra civis”, alega o coordenador da OMUNGA, José Patrocínio.
Por “questões de ética”, o Brasil deve ser o primeiro interessado em “tentar perceber se na realidade houve ou não o uso em Angola do material em testagem nos civis”, considera o responsável pela organização não governamental angolana ligada à defesa dos direitos humanos.
"Se isso for verdade, não deve ser apenas o Governo de Angola a sentar-se no banco dos réus. Se isso for verdade, o Estado brasileiro também deverá ir para o banco dos réus por cumplicidade”, defende Patrocínio.
"Venda de armamento a um país irmão”
Na carta aberta, a ONG exige à Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, um esclarecimento público sobre a alegada venda de armamento a Angola, de forma a evitar qualquer especulação.
Brasil não deveria vender armamento deste tipo a um "país irmão", critica José Patrocínio, coordenador da OMUNGA
“O que nós esperamos é que a Presidente Dilma assuma se isso é verdade ou mentira, e depois tome medidas em relação a isso”, afirma José Patrocínio.
Entretanto, caso exista de facto um contrato, a OMUNGA solicita o cancelamento imediato desse acordo e a restituição imediata ao Brasil do material que possa já ter sido entregue a Angola ou “o acompanhamento da sua destruição”, sublinha o responsável.
“O Brasil assume, em discurso, ter uma relação histórica com os países africanos, nomeadamente com Angola, e portanto espero que a Presidente do Brasil e o Presidente de Angola percebam que esta relação Brasil-Angola não se deve estabelecer apenas em alianças políticas e económicas”, apela ainda José Patrocínio.
“Se este tipo de armamento é proibido por lei de ser usado no Brasil, não me parece lógico que o próprio Brasil venda armamento desse a um país irmão”, conclui.

# DW.DE



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