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domingo, 3 de janeiro de 2016

O BLOG NÔ DJEMBERÉM DESEJA A VOCÊ...

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feliz ano novo 2016

Mensagem de Ano Novo 2016 do Presidente da República de Cabo Verde.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

http://asemana.publ.cv/IMG/

[Presidência da República de Cabo Verde]  Mensagem de Ano Novo do Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, dirigida aos cabo-verdianos. Palácio da Presidência, 31 de dezembro de 2015.


Assista CLICKANDO AQUI.

Guiné-Bissau: Mensagem do Novo Ano 2016 - PRESIDENTE JOMAV DIZ QUE NÃO EQUACIONA A HIPÓTESE DE DISSOLVER A ASSEMBLEIA NACIONAL POPULAR.

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PR JOMAV
Presidente José Mário Vaz

O Presidente da República da Guiné-Bissau, José Mário Vaz afirmou hoje, 31 de dezembro de 2015, no tradicional discurso do Novo Ano que “não equaciono a hipótese de dissolver a Assembleia, Nacional Popular, uma vez que os custos desse acto seriam maiores que quaisquer eventuais benefícios”. O chefe de Estado guineense reconhece ainda que “o ano 2015 não foi um ano fácil, foi antes sim um ano difícil. Contudo, temos de reconhecer a nossa sociedade consolidou, na prática, ganhos significativos no âmbito do nosso processo democrático”. José Mário Vaz lança um desafio para 2016 aos guineenses a se mobilizarem para a produção de arroz necessária ao consumo.
Éis na íntegra o discurso à Nação de Sua Excelência Presidente da República, José Mário Vaz:
  • Caros Compatriotas,
Chegados ao fim de mais um ano, o ano de 2015, apresento-me perante todos vós – cidadãos guineenses, residentes no país ou no estrangeiro, bem como cidadãos estrangeiros que escolheram o nosso país para viver e trabalhar – para vos apresentar os meus mais calorosos cumprimentos de Novo Ano.
Desejo a todos, um Feliz ano de 2016, fazendo votos que seja um Ano de paz, saúde e prosperidade para todos e a cada um de nós!
Estes meus votos são particularmente dirigidos aos nossos concidadãos enfermos, estejam eles em casa ou internados em qualquer serviço hospitalar e que, por esse ou outro motivo, não podem participar na plenitude das festividades da entrada do Novo Ano.
  • Caros Concidadãos,
Como é costume, a Mensagem de Novo Ano, para além de permitir que enderece os votos iniciais que acabo de formular, constitui, igualmente, momento adequado de balanço e reflexão, mas também ocasião soberana para renovar esperanças e ambições, bem como reorientar objectivos nacionais e perspectivar acções a serem empreendidas no decurso do novo ano. Com efeito, são esses os propósitos desta singela mensagem de Ano Novo que hoje vos dirijo.
  • Mulheres e Homens Guineenses,
Contrariamente à expectativa inicial de todos nós, a nossa caminhada no sentido da estabilidade governativa, foi afectada por uma grave crise política que pôs em causa o regular funcionamento das instituições da República, que conduziu à vicissitude constitucional do primeiro Governo desta Legislatura.
A mudança então operada no Governo, foi-nos imposta pela alteração superveniente dos pressupostos que garantiam a estabilidade governativa até ao final da legislatura, que pese embora os nossos esforços, não fomos, todos nós, capazes de evitar.
A este facto, seguiu-se uma sucessão de eventos que logramos gerir com serenidade e elevado sentido de responsabilidade, por forma a que todo o exercício democrático de cidadania se confinasse aos limites do quadro constitucional e não se tivesse degenerado em caos social susceptível de pôr em causa a ordem constitucional, bem como a unidade do comando do Estado, como incompreensivelmente à data pretendido por alguns sectores sociais.
As dificuldades experimentadas na gestão da crise, ofereceram-nos também uma oportunidade para retirar ensinamentos da sabedoria sensatamente condensada por Sir Winston CHURCHILL – que ora partilho – segundo a qual «um optimista vê uma oportunidade em cada dificuldade».
É verdade que a tempestade político-institucional, que ventos adversos nos obrigaram a enfrentar, reflectiu-se negativamente na vida do país. Contudo, temos todos de ser capazes de reconhecer que serviu igualmente como uma oportunidade para testar e confirmar a resiliência das nossas instituições, a autoridade e solidez do nosso Estado e das suas instituições, bem como a maturidade política do povo guineense.
Nesta ordem de ideias, enquanto Comandante Supremo das Forças Armadas, que me seja permitido realçar o papel republicano das nossas Forças de Defesa e Segurança que, apartando-se completamente das querelas político-partidárias, restringiram-se ao seu papel constitucional de subordinação aos poderes civis democraticamente estabelecidos e de garante da soberania e segurança nacionais, dando assim mais um elevado exemplo de patriotismo, na senda dos exemplos heróicos da epopeia da Luta de Libertação Nacional.
Aproveitamos este momento para enaltecer a assistência e o apoio prestado pela Comunidade Internacional e os nossos parceiros de desenvolvimento em geral (Organização das Nações Unidas, União Africana, União Europeia e CPLP) na busca de consensos políticos para os nossos desafios institucionais e, em particular, o importante contributo da CEDEAO, que se empenhou activamente na busca de soluções para a situação política então vivida no país, à qual me associei, entre outros, tomando parte na Conferência de Chefes de Estado realizada em Dakar em Agosto de 2015, em que a crise guineense foi um dos pontos da agenda de trabalhos.
Quero reiterar aqui a minha saudação e reconhecimento aos meus pares da CEDEAO, em particular, os meus amigos e irmãos: Presidente Macky Sall, Presidente em Exercício da CEDEAO, Presidente Alpha Condé, Mediador da crise na Guiné-Bissau e Presidente Muhammadu Buhari, Coordenador do Grupo de Contacto sobre a Guiné-Bissau.
Graças aos seus empenhos, a organização designou o Presidente Olusegun Obasanjo para ajudar o nosso país a ultrapassar aquele difícil momento político.
Ainda neste capítulo, permitam-me dedicar uma saudação de reconhecimento e apreço às mulheres e homens da ECOMIB presentes no país em missão de paz, segurança e, acima de tudo, solidariedade.
Embora vos acolhamos com imensa satisfação no nosso país, não nos consola o facto de saber que estão a passar esta quadra festiva longe do conforto dos vossos lares, do carinho dos vossos familiares e amigos, enfim, longe dos que vos são mais queridos.
Quero através dessas mulheres e desses homens, aproveitar mais esta ocasião para estender um abraço fraterno aos Chefes de Estado dos  respectivos países e povos irmãos da CEDEAO.
  • Caros Compatriotas,
O ano de 2015 não foi um ano fácil, foi antes sim um ano difícil.
Contudo, temos de reconhecer que a nossa sociedade consolidou, na prática, ganhos significativos no âmbito do nosso processo democrático.
Refiro-me, fundamentalmente, ao respeito pelos mais sagrados princípios, valores, direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos, consagrados na nossa Lei Magna, perante a qual devemos todos nos inclinar.
Neste particular, algumas das liberdades como a liberdade de expressão, de imprensa e manifestação, foram exercidas até à exaustão em 2015, como nunca antes tinha acontecido na história do nosso país.
Contudo, registamos todos, com a satisfação que advêm do nosso compromisso sagrado de consolidação do Estado de Direito democrático na Guiné-Bissau, que não foi registado um único caso de uma única pessoa detida, presa, violentada ou assassinada, pela simples circunstância de exercer essas ou quaisquer outras liberdades, como, infelizmente, era recorrente acontecer num passado bem recente.
Mas, se concordamos todos o quão sagrado é o exercício dos direitos e das liberdades, enquanto comunidade politicamente organizada em Estado, é fundamental não esquecermos os deveres e as responsabilidades a eles inerentes.
  • Caros Compatriotas,
Se é verdade que o ano de 2015 foi um ano de desafios, também não é menos verdade que foi um ano em que o país teve conquistas assinaláveis, em particular, nos planos económico, diplomático e da cooperação internacional.
Para citar alguns exemplos, o ano de 2015 foi o ano em que todas as forças vivas da Nação concorreram para o êxito da Mesa Redonda de Bruxelas. Em compensação desse esforço nacional, consubstanciado no Plano Nacional de Desenvolvimento “Terra Ranka”, recebemos garantias de apoio financeiro considerável dos nossos parceiros internacionais de desenvolvimento, aos quais reiteramos agradecimento em nome do povo guineense, pela sensibilidade e interesse que sempre demonstraram na apreciação das nossas questões.
Para que essas promessas possam realmente contribuir para a melhoria das condições de vida das nossas populações, através da criação de mais riqueza e emprego – e não um fardo para os nossos filhos e netos – exige-se e espera-se de nós trabalho, mais trabalho e muito trabalho, acompanhado por uma boa gestão dos fundos prometidos.
Pois, esses fundos serão desbloqueados não através de simples fichas de projectos, mas sim mediante projectos concretos, em que aspectos importantes como estudos de viabilidade técnico-financeira não podem ser negligenciados.
Mas 2015 foi sobretudo marcado pela histórica e honrosa visita ao nosso país do Rei de Marrocos, Sua Majestade Mohammed VI – um amigo da Guiné-Bissau.
A visita do Rei Mohammed VI deu uma grande visibilidade ao nosso país e desfez o mito de insegurança que pairava sobre o nosso solo pátrio, para além de abrir grandes perspectivas de cooperação com o Reino Sherifiano de Marrocos, que os vários acordos assinados nos mais diversos domínios são disso testemunho.
Mas a presença do Soberano Marroquino entre nós serviu também para abrir uma janela de oportunidades com todo o mundo árabe. Por isso, deixo aqui um apelo ao Governo no sentido de criar as melhores condições e agilizar os mecanismos para a materialização dessas oportunidades.
  • Caros Compatriotas,
Ainda no decurso do ano 2015, tive o privilégio de representar o nosso país em eventos de relevante importância, permitindo-me destacar: a Cimeira Índia-África, a Cimeira China-África e a Cimeira de Paris sobre o Clima.
À margem dos trabalhos da Cimeira Índia-África, ofereceu-se-nos a oportunidade de manter um encontro bilateral bastante frutuoso com o Chefe do Governo da Índia,Narendra Modi, durante o qual recebemos a promessa de financiamento de projectos no valor de 250 milhões de dólares, para a agricultura, emprego jovem e energia.
Na Cimeira China-África, tivemos a grata honra de participar num pequeno-almoço de trabalho com o Chefe de Estado chinês, o Presidente Xi Jinping. As mais altas autoridades deste país amigo manifestaram a disponibilidade em financiar um grande número de projectos, com especial incidência no sector agrícola. Da nossa parte, exige-se uma vez mais a apresentação de projectos concretos e bons, porquanto com grande impacto na nossa economia.
Por seu turno, a nossa presença na Cimeira de Paris sobre o Clima serviu para, perante o testemunho de outros líderes mundiais, manifestar a preocupação das autoridades da Guiné-Bissau sobre o aquecimento global e o nosso compromisso na implementação de acções resultantes do Acordo de Paris.
Por fim, nos últimos dias, no plano interno, recebemos em visita de cortesia, uma importante delegação da diáspora guineense, onde tivemos oportunidade de confraternizar, discutir e partilhar os desafios do país, bem como a implicação da diáspora na resolução dos problemas que hoje afectam o nosso país. Foi um encontro que nos encheu de orgulho e ainda mais convictos de que dispomos de recursos humanos para dar resposta a muitas das nossas insuficiências governativas.
  • Caros Concidadãos,
Vamos iniciar um Ano Novo e com ele a possibilidade de uma vida nova, razão pela qual a esperança é o sentimento que hoje mais nos anima.
Estamos esperançados que os desafios institucionais que hoje vivemos, em particular os que se referem à Assembleia Nacional Popular, merecerão uma resposta coincidente com a vontade real ou presumível do povo e com os superiores interesses da Nação.
Para tanto, é imperioso que os Partidos Políticos representados na ANP, em particular as suas lideranças, sejam capazes de promover a cultura de diálogo e a coesão interna, condições sine qua non para gerar entendimentos que possam servir de base a consensos nacionais alargados.
Consensos esses que garantam os pressupostos de uma estabilidade governativa que todos desejamos, porquanto em democracia parlamentar o Governo é expressão e emanação da vontade da maioria do povo representada pela legitimidade dos Deputados da Nação.
Olhando para o passado recente, temos que ter a humildade para reconhecer que se tivéssemos feito um juízo de prognose póstuma, havia muita coisa que certamente poderíamos ter feito diferente. Essas lições aprendidas, devem servir para não persistirmos no erro a que a dimensão dos nossos egos o mais das vezes nos conduz.
Enquanto Chefe de Estado e garante da estabilidade e do regular funcionamento das instituições, reafirmo o meu compromisso e a minha inteira disponibilidade, pessoal e institucional, para promover as diligências que possam conduzir a uma solução governativa sustentável.
Por acreditar ser possível criar condições de estabilidade governativa no quadro da actual configuração e dinâmica política parlamentar, não equaciono a hipótese de dissolver a Assembleia Nacional Popular, uma vez que os custos desse acto seriam maiores que quaisquer eventuais benefícios.
  • Minhas Senhoras e Meus Senhores,
A visibilidade que despertamos ao mundo deve beneficiar a nossa economia, mas também orgulhar os nossos concidadãos – tanto os residentes, como os espalhados pelos quatro cantos do mundo.
Para conseguirmos esse duplo benefício, devemos ser capazes de vencer a afronta da pobreza e perder o complexo de sujar as mãos.
É chegada a hora do combate à pobreza sair do plano teórico e dos discursos, para se traduzir em acções concretas no nosso quotidiano.
Pedir, pedir sempre, não dignifica ninguém. Temos de começar a relacionar com o mundo na base de respeito e igualdade, receber dos outros sim, mas, em contrapartida, dar algo em troca – Somos merecedores de uma atenção especial sim, mas não temos que ser eternos pedintes.
A natureza deu-nos tudo o que necessitamos para atingir esse desiderato: clima propício, terra arável, recursos pesqueiros e minerais, fauna e flora abundantes. Basta arregaçarmos as mangas, meter as «Mãos Na Lama» e juntarmos a esses elementos naturais, uma cultura de trabalho sério, determinação e força de vontade para nos libertarmos do permanente estado de dependência económica e financeira externa.
Enquanto dependermos de terceiros até para comer, nunca seremos verdadeiramente nem livres, nem dignos das nossas condições naturais e da reafirmação no mundo como país soberano e independente, respeitável no Concerto das Nações.
O nosso Governo deve ser capaz de mobilizar toda a sociedade, em particular, as mulheres e os jovens, de modo a garantirmos a auto-suficiência alimentar num curto espaço de tempo.
Por isso, mobilizemo-nos todos para, nos próximos 365 dias, com «mão-na-lama», sermos capazes de produzir aquilo que queremos consumir e não consumir apenas aquilo que nos é oferecido.
Lanço aqui um vibrante apelo e desafio a todas as guineenses e a todos os guineenses para que, em 2016, produzamos na Guiné-Bissau as 80 mil toneladas de arroz que importamos anualmente, evitando assim a importação, que mais não é do que oferecer de bandeja as riquezas que tanta falta fazem ao país e ao nosso povo.
Façamos de 2016 o ano de produção de arroz!
Se aceitarmos este desafio – porque estamos plenamente convencidos de estarmos a altura de o vencer, como prova a grande produção de arroz realizada pelas nossas gloriosas forças armadas em Bidinga Na Nhasse e em Fã Mandinga – a vida da nossa população, particularmente das mulheres e dos jovens, conhecerá, seguramente, dias melhores.
  • Caros Compatriotas,
A Guiné-Bissau, “Nossa Pátria Amada” – uma dádiva dos nossos gloriosos Combatentes da Liberdade da Pátria – não é uma ilha isolada do resto do mundo.
Estamos inseridos num mundo confrontado com um fenómeno assustador, atentatório à liberdade e à segurança dos cidadãos e que não conhece fronteiras: refiro-me ao terrorismo internacional, cujas acções não deixam ninguém indiferente.
O terrorismo transformou-se numa ameaça global que interpela a todos os cidadãos do mundo. Por isso, o terrorismo merece uma resposta global, de todos os cidadãos do mundo.
Aproveito esta ocasião para manifestar a minha solidariedade para com todas as vítimas desse flagelo, particularmente as vitimas mais recentes – na Nigéria, em França, no Mali, no Niger, nos Camarões, no Tchad e na Rússia – e assegurar ao mundo que a população e as Forças da Defesa e Segurança da Guiné-Bissau estarão vigilantes e não permitirão que a pátria de Amílcar Cabral e dos Combatentes da Liberdade da Pátria seja um refúgio dos que cega e gratuitamente procuram causar mais dor e mais sofrimento a inocentes, actos radicalmente contrários às liberdades, à dignidade e à vida humana.
  • Caros Irmãos e Irmãs Guineenses,
Tudo quanto sonhamos para nós e para os nossos filhos ainda está ao nosso alcance.
Temos razões para acreditar que este Ano que agora começa vai ser o ano do virar de página, o ano do reencontro entre irmãos desavindos, para juntos conjugarmos esforços que permitam almejar resultados com impacto positivo imediato no dia-a-dia e na vida das nossas populações, particularmente as camadas mais vulneráveis, garantindo-lhes acesso aos serviços sociais de base como a comida, a saúde e a educação.
Exige-se apenas de cada um de nós, mulheres e homens guineenses, um esforço suplementar de vontade para pôr de lado aquilo que nos divide, valorizar o que nos une e visar o nosso bem comum, reforçar a credibilidade e a força das nossas instituições políticas e garantir a unidade e a reconciliação nacionais.
É imbuído dessa confiança em nós mesmos e no nosso futuro, que vos asseguro que sim, temos condições para vencer os desafios que se nos apresentem no decurso do Novo Ano de 2016.
  • Um Feliz e Próspero Ano Novo a todos!
  • Que Deus abençoe a Guiné-Bissau e ao seu povo!
 #odemocratagb.com

Angola: Mensagem de Ano Novo do Presidente da República.

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http://www.dw.com/image/Presidente José Eduardo dos Santos
POVO ANGOLANO,
CAROS COMPATRIOTAS,
Quando terminou a guerra em Abril de 2002, todos nos lançámos ao trabalho para melhorar as nossas condições de vida.
O país estava muito pobre e exangue.
Reconstruímos e modernizámos o que estava destruído e construímos muitas coisas novas.
O nosso país começou a mudar para melhor, as famílias recomeçaram progressivamente a exercer o seu papel na sociedade e aumentou o nível cultural, científico e técnico dos angolanos.
Hoje há mais crianças nas nossas escolas, há mais técnicos e especialistas angolanos nas nossas empresas e instituições administrativas, há mais médicos e professores, a economia cresceu e o prestígio do país no mundo aumentou.
No ano que está prestes a terminar, o povo angolano continuou a demonstrar a sua força, a sua determinação e a sua confiança na construção de um futuro de paz, concórdia e progresso social.
Estou certo de que o país vai desenvolver o que foi bem feito, que vai corrigir o que não foi bom e que conseguirá fazer o que falta com o mesmo entusiasmo e fé no sucesso!
Eu confio na sabedoria e no talento dos angolanos. Não tenho dúvidas que, graças ao seu trabalho, à sua criatividade e ao seu empenho e patriotismo, eles vão cumprir as suas obrigações, dando assim, cada um ao seu nível, um contributo inestimável para a consolidação e desenvolvimento da Nação angolana.
Neste processo, a integração e participação de todos no sistema económico e social é uma meta que devemos alcançar, pois a inclusão social é um factor essencial para o reforço da coesão nacional, para a consolidação da paz e para o crescimento harmonioso do País.
Outro elemento também essencial é a promoção pelo Estado do diálogo aberto e construtivo entre todos os cidadãos, com vista a aprofundar a reconciliação nacional e a ampliar os espaços de convívio e de debate útil de ideias e de projectos capazes de aumentar o seu bem-estar e confiança no futuro.
O Governo continuará a dar passos firmes nesse sentido, ao mesmo tempo que tudo fará para neutralizar as causas da intolerância política e em especial o recurso à violência.
Os diferendos e contradições devem ser resolvidos por via do diálogo e da discussão, no respeito da Lei.
É indispensável que todos sem excepção respeitem a Constituição da República e que as forças políticas, em particular, não violem o princípio constitucional segundo o qual o acesso ao poder político se faz através de eleições periódicas, cujos resultados, desde que confirmados pelo Tribunal Constitucional, devem ser aceites sem contestação.
Apesar de ainda faltarem mais de dois anos para as próximas Eleições Gerais, as entidades competentes devem desde já iniciar a preparação das condições para a sua realização dentro dos prazos estabelecidos na Constituição.
Espero também que a Assembleia Nacional mantenha na sua Agenda de Trabalho o processo de auscultação e discussão de todos os assuntos relativos à preparação das condições para a realização das Eleições Autárquicas.
O Censo Geral da População, que realizámos com êxito este ano, pôs à disposição dos deputados e membros do Governo informações muito úteis para a condução deste trabalho.
Por outro lado, o Censo mostrou que o país cresceu, que há muitos cidadãos cujos rendimentos aumentaram e que vivem normalmente e que há outros que vivem com muito pouco ou quase nada.
As políticas públicas do país nos diversos domínios foram concebidas para dar respostas claras às necessidades destas franjas da população, designadamente:
- Aumentando o investimento público e privado nos sectores que geram mais empregos;
- Destinando mais recursos para a agricultura familiar, especialmente para a mulher rural e para as cooperativas dependentes da ASCOFA e da ASPAR, associações de ex-combatentes;
- Facilitando o acesso ao crédito para as micro, pequenas e médias empresas;
- Aumentando o número de centros de formação técnico-profissional;
- Adoptando as medidas mais eficazes para garantir o primeiro emprego dos jovens e o acesso à habitação.
Em suma, essas políticas vão contribuir para se combater a pobreza e para se reduzir as desigualdades sociais.
O ano de 2015 será difícil no plano económico por causa da queda significativa do preço do petróleo bruto.
Algumas despesas públicas serão reduzidas, como por exemplo os subsídios aos preços dos combustíveis, há projectos que serão adiados e vão ser reforçados o controlo das despesas do Estado e a disciplina  e parcimónia na gestão orçamental e financeira, para que se mantenha a estabilidade.
A política de combate à pobreza, no entanto, não será alterada. 
POVO ANGOLANO,
CAROS COMPATRIOTAS,
Como restabelecer a todos os níveis, e a partir da primeira infância, a educação moral, cívica e patriótica? Este é um assunto que os ministérios da Educação e da Cultura devem estudar.
Os longos anos de conflito desestruturaram por completo a sociedade e levaram à desintegração e desajustamento familiar.
É necessário, pois, um grande esforço para voltarmos ao respeito pelos valores e princípios que caracterizavam a sociedade angolana no passado.
Valores e princípios como o tratamento honroso dos mais-velhos, a protecção natural da criança e dos portadores de deficiência, a assistência social, o espírito de solidariedade e entre-ajuda, a convivência harmoniosa entre vizinhos, o respeito e preservação dos bens comuns, o amor à terra e às suas gentes que tantos dos nossos poetas e escritores enalteceram.
Tudo isso só será possível com a assunção consciente do seu papel nesse processo por parte de cada cidadão, das famílias, da Sociedade Civil, das Igrejas e do Estado.
Finalmente, gostaria de dirigir uma palavra de carinho e apreço a todos os que se encontram doentes ou de qualquer forma impossibilitados de celebrar condignamente estes dias de festa colectiva. Desejo-lhes votos de rápidas melhoras e tudo de bom.
Desejo a todos Festas Felizes e muitos êxitos em 2015!
#portalangop.co.ao

Cuba: Hoje gala dedicada ao Triunfo da Revolução no Grande Teatro de Havana Alicia Alonso.

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Intitulada Tríptico Clássico, a encenação será realizada na sala Federico García Lorca às 17 horas e conta com a direção geral da prima ballerina assoluta e com o acompanhamento da Orquestra do Grande Teatro Alicia Alonso, regida por Giovanny Duarte.


Photo: Jorge Luis González
O Grande Teatro de Havana Alicia Alonso reabre suas portas hoje, 1 de Janeiro de 2016, depois de três anos de intensa restauração, com a habitual gala que cada ano dedica o Ballet Nacional de Cuba ao Triunfo da Revolução.
Intitulada Tríptico Clássico, a encenação será realizada na sala Federico García Lorca às 17 horas e conta com a direção geral da prima ballerina assoluta e com o acompanhamento da Orquestra do Grande Teatro Alicia Alonso, regida por Giovanny Duarte.
O espetáculo é composto pelas obras Giselle (I ato) — coreografia de Alicia Alonso, a partir do original de Jean Coralli e Jules Perrot— O lago dos cisnes (II ato) — coreografia de Alicia Alonso, a partir do original de Marius Petipa e Lev Ivánov — e Coppelia (III ato) — coreografia de Alicia Alonso a partir do original de Arthur Saint-Léon e a versão de Marius Petipa.
A função de 1º de janeiro será dedicada a todo o pessoal que de uma forma ou outra interveio na restauração do Grande Teatro de Havana Alicia Alonso. O mesmo programa será oferecido no domingo 3 de janeiro no horário habitual.
Precisamente, desde setembro de 2015, esta instituição leva o novo nome de Grande Teatro de Havana Alicia Alonso, decisão tomada por acordo do Conselho de Estado da República de Cuba, com caráter excepcional e em reconhecimento à contribuição de Alicia Alonso à cultura cubana e universal, seu amor à Pátria e fidelidade à Revolução Cubana.
Ainda, será colocada no vestíbulo dessa instituição cultural uma escultura da excelsa bailarina, quem completou em 21 de dezembro último 95 anos.
O Grande Teatro é uma das mais antigas instituições de seu tipo na América Latina. Foi inaugurado em 15 de abril de 1838 como Grande Teatro de Tacón. Inicialmente foi construído para acolher o Centro Galego de Havana.
#granma.cu

Rwanda: Washington desapontado com a decisão do Presidente Paul Kagame de poder se candidatar ao terceiro mandato.

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http://www.jeuneafrique.com/medias/2015/11/12/
Presidente Paul Kagame

Os Estados Unidos disseram neste sábado que ficaram "profundamente desapontados" com a decisão do Ruanda e do atual presidente Paul Kagame de concorrer a um terceiro mandato e, potencialmente, dirigir o país até 2034.

Washington e a União Europeia expressaram reiteradamente a sua profunda preocupação e apelaram Kagame a demitir-se em 2017.
"Com esta decisão, o Presidente Kagame perdeu uma oportunidade histórica de fortalecer e consolidar as instituições democráticas que o povo ruandês edificou há mais de 20 anos", disse no sábado o porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, John Kirby, em comunicado.

Kagame, de 58 anos, anunciou quinta-feira que ele sairia candidato a presidência em 2017, conforme permitido pela nova constituição aprovada esmagadoramente por (98,4% dos eleitores) e por seus concidadãos em um referendo em 18 de Dezembro.

Kagame é o homem forte do país desde julho de 1994: na época, seus rebeldes da RPF tinham conduzido os extremistas hutus em Kigali e ele conseguiu terminar com o genocídio que tinha começado três meses antes, com (800.000 mortos, principalmente membros a minoria tutsi).

Este anglófono Tutsi tem crédito por estabilizar o Ruanda, ele conduziu sob os seus pés um programa proativo de desenvolvimento econômico.

Mas aquele que, em 2010, havia sugerido que seria um fracasso para ele se, eventualmente não conseguisse encontrar ninguém para substituí-lo antes do final do seu mandato actual, mas ele tem sido acusado de pagar mais por uma deriva autocrática.

"Os Estados Unidos acreditam que as mudanças de acordo com a Constituição são essenciais para as democracias sólidas e os esforços dos líderes que tentam mudar as regras para permanecer no poder enfraquecem as instituições democráticas", acrescentou o Sr. Kirby dizendo em um comunicado .

"As mudanças que promovam um indivíduo em detrimento da transição democrática, nos inquieta particularmente, " disse ele de novo, apelando"o governo ruandês para garantir e proteger o direito de seus cidadãos de exercer a sua liberdade de expressão, de consciência e de reunião pacífica - as características das verdadeiras democracias ".

A nova Constituição continua a limitar a dois, o número de mandatos presidenciais, enquanto eles reduzem o seu mandato de sete para cinco anos. Mas ele também afirma que a reforma não terá efeito até depois de um novo mandato de sete anos em transição entre 2017 e 2024.

O presidente cessante seria elegível para a transição de sete anos, bem como dois períodos de cinco anos seguintes.
Eleito em 2003 e reeleito em 2010 com mais de 90% dos votos de cada vez, Kagame salientou que sua decisão de se apresentar como candidato em 2017 - prazo para seu último mandato de acordo com a Constituição revisada - depende dos resultados do referendo.

Como o Sr. Kagame, assim como muitos líderes africanos recentemente levantaram ou tentaram levantar as limitações constitucionais sobre o número de mandatos, às vezes à custa de movimentos em protesto, especialmente no vizinho Burundi, que mergulhou o país em uma crise violenta por mais de oito meses.

#africareview.com

O presidente do Senegal reduz unilateralmente o mandato presidencial.

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http://www.africareview.com/image/view/-/3019502/highRes/1218315/-/l8exvy/-/
President senegalês Macky Sall. FOTO | NATION MEDIA GROUP

O presidente senegalês, Macky Sall anunciou unilateralmente a redução de seu mandato presidencial de sete para cinco anos.

Um comunicado da Presidência difundida nesta sexta-feira revela que a redução do mandato presidencial tem efeito imediato.

Isto significa que não haverá referendo sobre o assunto que anteriormente estava previsto para abril de 2016.

A declaração anuncia que a decisão do presidente tem a intenção de acabar com a confusão entre os políticos sobre a realização do referendo.

O Presidente Sall disse que a decisão anunciada está entre os 15 pontos do "plano de acção" para o desenvolvimento constitucional que ele está conduzindo.

Durante meses, a oposição tinha argumentando que o referendo não seria realizado devido ao custo e preocupações.

Ao mesmo tempo, os líderes da oposição denunciaram que o governo estava a exagerar no custo do exercício.

O Senegal herdou o mandato presidencial de sete anos após a independência da França em 1960.

O Estadista francês Charles de Gaulle tinha assinado o mandato em França através da constituição da Quinta República, que ele comandou, após a Segunda Guerra Mundial.

Herdeiro aparente

O Senegal manteve o mesmo período de mandato até o ano de 2000, quando o novo presidente Abdoulaye Wade prometeu reduzir o mandato para cinco anos, mas não conseguiu fazê-lo ao longo dos seus 12 anos na presidência, que terminou em 2012.

Com o decreto do Presidente Sall para que a redução entra em vigor imediatamente, o que agora significa que a próxima eleição presidencial será em 2017.

Enquanto isso, o ex-Partido Socialista acatou a decisão de esperar para nomear o prefeito de Dakar, Khalifa Sall, como seu candidato presidencial em 2017, disseram fontes à Africa Review.

O anúncio do partido é provável que será em 9 de janeiro.

Sr. Khalifa Sall é um fenômeno crescente e candidato muito promissor que o atual presidente terá de enfrentar durante as votações.

Ele derrotou o filho do ex-Presidente Wade, Karim, para o cargo do prefeito de Dakar em 2009 e desde então, ele foi se aquecendo na adulação dos senegaleses por causa de suas incursões impressionantes no desenvolvimento da cidade.

#seneweb.com

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