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terça-feira, 28 de abril de 2015

Sem alarde foi como Kaunda celebrou o seu 91º aniversário.

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Primeiro presidente da Zâmbia Kenneth Kaunda. ARQUIVO | GROUP NATION MEDIA

O Primeiro presidente da Zâmbia Kenneth Kaunda comemorou nesta terça-feira o seu 91º aniversário em um evento chave na baixa de sua residência na capital Lusaka.

Museu Nacional no país sul Africano lançou no ano passado uma exposição de fotografia de seu fundador, que celebra o seu aniversário em 28 de abril.

Dr Kaunda conduziu a Zâmbia à independência da Grã-Bretanha em 1964 e é um dos poucos membros entre os seus contemporâneos sobreviventes.

"Primeiro presidente republicano Dr Kaunda comemorou seu 91º aniversário tranquilamente em sua casa em área do Estado Lodge em Lusaka", informou a rádio estatal durante o seu boletim de meio-dia, nesta terça-feira.

Ele repetidamente brincou sobre sua idade antes de prosseguir o corte do bolo de aniversário.

Ele estava cercado por sua família e amigos.

Dr Kaunda foi na semana passada internado no hospital dentro de Lusaka para o que sua família disse que foi para "mera" observação.

Ele governou a Zâmbia por 27 anos após a independência.

Enquanto esteve no poder, o Dr. Kaunda recebeu muitos grupos que lutavam pela independência, especialmente aqueles da região sul Africana.

Ele assumiu o poder como um líder popular, mas comentaristas dizem que ele se tornou cada vez mais autocrático, antes de ceder o poder nas primeiras eleições multipartidárias, em 1991, que foi vencida por Frederick Chiluba.

Em algum momento, o Dr. Kaunda recuperou estatura como um dos estadistas da África, ajudando a mediar impasse político no Zimbabwe.

Dr Kaunda, que é relativamente energético para a sua idade, geralmente corre para o pódio, quando é chamado para falar em actos públicos, um movimento que excita as audiências.


Ele agora é famoso em seu país por sua campanha anti-Aids.

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Brasileiro Rodrigo Gularte é executado na Indonésia.

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Ele foi condenado à morte por tráfico de drogas em 2005.
É o 2º brasileiro executado por pelotão de fuzilamento no país este ano.


O brasileiro Rodrigo Gularte, de 42 anos, foi executado na Indonésia na madrugada desta quarta-feira (29) – horário local, tarde de terça-feira (28) no horário de Brasília. Ele havia sido condenado à morte por tráfico de drogas, e a pena foi executada por um pelotão de fuzilamento.
Outros sete condenados por tráfico de drogas foram executados. A única mulher condenada do grupo, a filipina Mary Jane Veloso, não foi executada porque a pessoa que a recrutou para transportar drogas se entregou às autoridades. Mary Jane precisa testemunhar neste outro processo, por isso o presidente filipino pediu que sua execução fosse postergada.
O paranaense Gularte foi preso em julho de 2004 depois de tentar ingressar na Indonésia com 6 quilos de cocaína escondidos em pranchas de surfe. Ele foi condenado à morte em 2005.
Gularte é o segundo brasileiro executado no país este ano – em janeiro, Marco Archer Cardoso Moreira, de 53 anos, foi fuzilado. Ele também cumpria pena por tráfico de drogas.
O governo brasileiro divulgou nota na qual diz ter recebido com "profunda consternação" a notícia da execução de Gularte. De acordo com o Itamaraty, a presidente Dilma Rousseff enviou carta ao presidente indonésio, Joko Widodo, pedindo a suspensão da pena de morte em razão do "quadro psiquiátrico" do brasileiro.
A filipina Mary Jane Veloso, em foto de 21 de abril, durante celebração do Kartini Day, em homenagem à ativista dos direitos femininos Raden Kartini, na prisão Yogyakarta (Foto: AFP Photo/Tarko Sudiarno/Files)

A filipina Mary Jane Veloso, em foto de 21 de abril. Ela seria executada nesta terça, mas o presidente filipino pediu que o cumprimento da pena fosse adiado (Foto: AFP Photo/Tarko Sudiarno/Files)
Gularte foi diagnosticado com esquizofrenia por dois relatórios médicos no ano passado. Em março, uma equipe médica reavaliou o brasileiro a pedido da Procuradoria Geral indonésia, mas o resultado deste laudo não foi divulgado.
Familiares e conhecidos relataram que Gularte passava seus dias na prisão conversando com paredes e ouvindo vozes. Dizem que ele se recusava a tirar um boné, que usava virado para trás, alegando ser sua proteção.
Angelita Muxfeldt, prima de Gularte, passou os últimos meses na Indonésia tentando reverter a decisão. Ela esteve com ele pela última vez na tarde de terça, no horário local, horas antes da execução.
Angelita contou, antes da execução, que não disse ao primo claramente o iria ocorrer, e que ele não sabia o que iria acontecer, apesar de ter sido informado no sábado (25) da morte iminente. Segundo a brasileira, ele sofre de delírios e não entendeu que seria executado, acreditando que ainda seria solto.
Executados
Além do brasileiro, sete outros suspeitos foram executados. Todos foram condenados por tráfico de drogas e tiveram seus pedidos de clemência rejeitados.
Eles são os australianos Myuran Sukumaran e Andrew Chan, os nigerianos Martin Anderson, Okwudili Oyatanze, Sylvester Obiekwe Nwolise e Jamiu Owolabi Abashin e o indonésio Zainal Abidin.
A Austrália e as Filipinas também tentaram diversos recursos para adiar as execuções, além de realizarem pressão diplomática, mas sem sucesso. Após as execuções, a Austrália anunciou que convocou seu embaixador na Indonésia para consultas.
Montagem com fotos de seis dos oito executados à morte por tráfico na Indonésia na terça (28): acima, a partir da esquerda, os australianos Myuran Sukumaran e Andrew Chan o nigeriano Martin Anderson. Abaixo, os nigerianos Jamiu Owolabi Abashin e Sylvester (Foto: AFP Photo)

Montagem com fotos de seis dos oito executados por tráfico na Indonésia na terça (28): acima, a partir da esquerda, os australianos Myuran Sukumaran e Andrew Chan e o nigeriano Martin Anderson. Abaixo, os nigerianos Jamiu Owolabi Abashin e Sylvester (Foto: AFP Photo)
Crise diplomática
Em janeiro, o fuzilamento de Marco Archer gerou uma crise diplomática entre o país asiático e o Brasil.
A presidente Dilma Rousseff se disse "consternada e indignada" com o ocorrido e convocou o embaixador brasileiro em Jacarta para consultas.
Em fevereiro, Dilma decidiu adiar o recebimento das credenciais do novo embaixador da Indonésia em Brasília para reavaliar a situação bilateral entre os dois países. Em represália, o Ministério das Relações Exteriores indonésio chamou de volta ao país o embaixador no Brasil, Toto Riyanto, e convocou para uma reunião o então embaixador brasileiro em Jacarta, Paulo Soares, que deixou o comando da chancelaria indonésia em março.
Atualmente, a embaixada do Brasil em Jacarta está sendo chefiada, interinamente, por Leonardo Monteiro, encarregado de negócios da chancelaria indonésia.
A Indonésia reforçou suas penalidades por crimes de tráfico de drogas e voltou a realizar execuções em 2013, depois de uma pausa de cinco anos.
GOVERNO BRASILEIRO REAGE:

Governo manifesta consternação 'profunda' por execução de brasileiro

Em carta, Dilma pediu a presidente indonésio suspensão de fuzilamento.
Autoridades indonésias não foram sensíveis a apelo humanitário, diz nota.


O governo divulgou nota na tarde desta terça-feira (28) na qual diz ter recebido com "profunda consternação" a notícia da execução na Indonésia do brasileiro Rodrigo Gularte, de 42 anos e transmite "solidariedade" à família. Ele é o segundo brasileiro fuzilado por tráfico de drogas na Indonésia – o primeiro foi Marco Archer, em janeiro. De acordo com a nota, as execuções dos dois brasileiros representam "fato grave" nas relações entre os dois países.
Gularte foi morto na madrugada de quarta-feira (29), pelo horário local – tarde desta terça-feira (28) no horário de Brasília. A pena foi executada por um pelotão de fuzilamento. Também foram fuziladas outras sete pessoas, de diferentes nacionalidades, condenadas pelo mesmo crime.
De acordo com nota divulgada pelo Itamaraty, a presidente Dilma Rousseff enviou carta ao presidente indonésio, Joko Widowo, pedindo a suspensão da pena de morte em razão do "quadro psiquiátrico" do brasileiro.
"Lamentavelmente, as autoridades indonésias não foram sensíveis a esse apelo de caráter essencialmente humanitário", diz o texto da nota.

Rodrigo Gularte (Foto: Reprodução / RPC)

O brasileiro Rodrigo Gularte (Foto: Reprodução/RPC)
Segundo o texto, a morte de Gularte é "fato grave" nas relações entre Brasil e Indonésia. A nota diz que o Brasil trabalhará nos organismos internacionais de direitos humanos pela abolição da pena de morte.
"A execução de um segundo cidadão brasileiro na Indonésia, após o fuzilamento de Marco Archer Cardoso Moreira, em 18 de janeiro deste ano, constitui fato grave no âmbito das relações entre os dois países e fortalece a disposição brasileira de levar adiante, nos organismos internacionais de direitos humanos, os esforços pela abolição da pena capital", afirma o texto da nota.
De acordo com o Itamaraty, a família de Rodrigo Gularte optou por não cremá-lo e trará o corpo do brasileiro ao país para que seja enterrado. O Ministério das Relações Exteriores, porém, não detalhou se o governo vai arcar com algum custo para o transporte e onde Gularte será enterrado.
Itamaraty
Antes de ser divulgada, a nota do governo foi lida pelo secretário-geral de Relações Exteriores, Sérgio Danese, durante entrevista no Itamaraty.
Ele afirmou que o Brasil procurará o governo indonésio para evitar que outros brasileiros voltem a ser executados no país. Danese disse, porém, disse que não há outro cidadão no chamado “corredor da morte”.
“Eu não vou entrar em detalhes, mas nós temos uma preocupação em conversar com o governo indonésio para procurar ver de que forma nós podemos, eventualmente, evitar que isso [execução de brasileiros] volte a acontecer. Em segundo lugar, veremos formas para que os dois países possam superar esses episódios, que foram muito graves”, disse o diplomata.
Segundo Danese, o governo ainda avalia quais medidas adotará em relação à Indonésia, país classificado por ele de “importante parceiro do Brasil” e com relações “estratégicas”.
Ao dizer que o governo brasileiro pode vir a adotar contra a Indonésia, Sérgio Danese não as detalhou. Ele, porém, reiterou que o Brasil ainda avalia o que fará.
“Nós estamos, precisamente, avaliando isso [quais medidas adotar]. É importante que se note o trecho do documento [do governo, lido por ele] em que se manifesta a posição brasileira de forma mais intensa e mais militante sobre os esforços pela abolição da pena capital. Este é um aspecto importante que vamos extrair deste episódio”, declarou.
Segundo o diplomata, a Embaixada do Brasil em Jacarta, capital da Indonésia, continuará sob a responsabilidade de um encarregado de negócios do Itamaraty, que desde as últimas semanas tem chefiado a representação brasileira no país.
De acordo com Danese, “não há previsão sobre quando haverá mudança no status” da embaixada. Ele afirmou também não haver expectativa sobre quando a Embaixada da Indonésia em Brasília passará a ser chefiada por um embaixador – a representação do país asiático também tem sido administrada por um encarregado de negócios desde que a presidente Dilma Rousseff não aceitou receber as credenciais do embaixador indicado para o posto pelo governo da Indonésia.
Diplomacia
O estremecimento nas relações diplomaticas entre Brasil e Indonésia começou em janeiro deste ano, com a execução de Marco Archer, outro brasileiro condenado à morte no país por tráfico de drogas.
Logo após o governo do país asiático informar que não aceitaria os pedidos de clemência, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que a atitude criava “sombras” na relação entre os dois países. A presidente Dilma chegou a afirmar que estava "consternada e indignada" com a morte Archer.
Em fevereiro, a presidente decidiu adiar o início da atuação do embaixador da Indonésia em Brasília, Toto Riyanto. Ele entregaria a ela as cartas credenciais – ato de formalidade diplomática – em cerimônia no Palácio do Planalto, o que não ocorreu.
O recebimento das credenciais dos embaixadores pelo presidente da República é uma formalidade que marca oficialmente o começo das atividades dos diplomatas. Na prática, com o ato, o presidente passa a reconhecer que o embaixador representa o Estado no Brasil. Após a atitude de Dilma, o governo indonésio chamou o embaixador de volta e a representação passou a ser chefiada por um encarregado de negócios.

#g1.globo.com

Nigéria: O Presidente eleito Buhari quer sondar a falta de US $ 20 bilhões em dinheiro de petróleo da Nigéria.

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Gen (Reformado) Muhammadu Buhari. ARQUIVO | GROUP Nation Media

O Presidente eleito Muhammadu Buhari concordou em investigar a alegada falta de 20 bilhões de dólares das contas da Corporação Nacional de Petróleo da Nigéria (NNPC).

Gen (Reformado) Buhari durante a campanha eleitoral, prometeu a comunidade internacional que não iria investigar o governo do presidente Goodluck Jonathan.

No entanto, o desenrolar dos acontecimentos em matéria de finanças do país estão forçando o novo líder de 72 anos de idade a retirar sua promessa.

O soprador de apito, Kano Emir Sanusi Lamido Sanusi, que foi governador do Banco Central da Nigéria (CBN), questionou o Presidente Jonathan sobre a incapacidade da NNPC contabilizar o dinheiro.

Na confusão que se seguiu, o Sr. Sanusi foi forçado a sair da BCN "Banco Central da Nigéria" e tornou-se o arqui-inimigo do presidente Jonathan.

Recebendo uma delegação de atores políticos do estado de Adamawa nesta segunda-feira, o General Buhari  expressou choque no tratamento da alegada falta de dinheiro.

"Ouvi dizer que algumas pessoas começaram a devolver o dinheiro; Eu não vou acreditar até ver por mim mesmo".

"Imagine uma situação em que o ex-governador do BCN, que pela graça de Deus, é agora o Emir de Kano, levantar a questão de falta de bilhões de dinheiro, não em naira, mas em dólares, US $ 20 bilhões.

"O que aconteceu... em vez de eles investigarem se é verdade, eles simplesmente encontraram a razão para tirá-lhe do cargo. Então, essas são as questões de que estamos a falar.

"Essa questão ainda não acabou. Assim que eu assumir o cargo, vamos pedir uma nova investigação sobre o assunto. Não vamos permitir que as pessoas roubem o dinheiro destinado aos nigerianos para eles comprarem ações e depositar em terras estrangeiras. "

A auditoria está firme

Depois que eles demitiram o Sr. Sanausi, o presidente Jonathan contratou PricewaterhouseCoopers (PwC) para realizar uma auditoria na NNPC, apesar de ele ser exonerado da corporação.

PwC divulgou o relatório que está mantido em segredo.

A empresa de auditoria foi contratada para investigar a alegação de desvio de 20 bilhões de dólares dos US $ 49.8bilhões da receita da venda de petróleo bruto entre janeiro de 2012 e 31 de julho de 2013.

O resumo do relatório, que o Auditor Geral da Federação, o Sr. Samuel Ukura apresentou ao público, indicou que a recente alegação de receita arrematada era falsa.

O relatório foi enfático ao dizer que o montante total na exportação de petróleo bruto foi de US $ 67 bilhões, dos quais $ 50.81 bilhões foi remetido para a conta da federação.

A outra questão abordada no relatório foi que US $ 1.48 bilhões é o montante que a empresa de auditoria recomendou que NNPC deve pagar à conta da Federação.

O ministro das Finanças Ngozi Okonjo-Iweala informou na semana passada que NNPC tinha começado a remeter o dinheiro.

General Buhari, que venceu as eleições presidenciais de 28 de março, já teria avisado que ele não gostaria de receber qualquer membro da sua família na residência presidencial se não tivesse nenhum negócio legítimo para debater com o governo.

Ele franziu a testa pelo alto nível de corrupção e advertiu que ele não permitiria que ninguém influenciasse a sua orientação anti-corrupção.

#africareview.com

segunda-feira, 27 de abril de 2015

ANGOLA: No Huambo “muita gente foi morta à catanada” diz Raúl Danda da UNITA.

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A UNITA afirma que os confrontos no Huambo, entre uma seita religiosa e a polícia, terminaram com 1.080 mortos civis, contra os 13 reconhecidos pelas autoridades angolanas.


Em Angola, o caso Kalupeteka continua a agitar a sociedade e a causar divergências de posições/opiniões. Uma delegação parlamentar da UNITA, composta por cinco deputados, esteve no Huambo durante três dias (23/24/25.04), e numa conferência de imprensa no seu regresso a Luanda, o chefe da delegação, Raúl Danda, líder da bancada parlamentar do maior partido da oposição, falou em mais de 1000 mortos contra os cerca de 13 revelados pelo Governo do MPLA.

Recorde-se de que nove polícias terão sido mortos por seguidores da autodenominada "Igreja Cristã do Sétimo Dia - a Luz do Mundo", liderada por Julino Kalupeteca, e em retaliação a polícia terá morto vários fiéis. O partido no poder nega os números apontados pelo maior partido da oposição.

A DW África entrevistou o chefe da bancada parlamentar da UNITA, Raúl Danda.

DW África: Que balanço faz da deslocação da delegação parlamentar da UNITA à região?

Raúl Danda (RD): Falamos com o senhor Governador Provincial, com o Administrador Municipal da Caála, onde os primeiros acontecimentos tiveram lugar, mas não conseguimos falar com o Comandante Provincial da Polícia porque, depois de nos ter confirmado o encontro, de repente teve de viajar sabe Deus para onde. Também não conseguimos ver o senhor Kalupeteca, apesar de o Governador Provincial nos ter garantido que o poderíamos ver, bastando para isso falar com o senhor Procurador Provincial. Queríamos ouvir do Kalupeteca o que o teria levado a matar nove polícias. O senhor Procurador Provincial confirmou-nos a prisão do senhor Kalupeteca, mas disse-nos que este só poderia receber visitas de familiares próximos, mas sabíamos que ele não estava a receber essas visitas. Também não conseguimos falar com o Comandante militar, mas sabemos que estão também envolvidos elementos das Forças Armadas Angolanas. Conversamos com estas entidades, com elementos da sociedade civil, com elementos ligados às denominações religiosas, e inclusive com polícias, alguns dos quais de fato participaram nesta ação macabra. O que pudemos constatar é que houve realmente muitas mortes. O Governo dizia que apenas tinham morrido nove polícias, enquanto as informações que recebemos apontavam para um número muito mais elevado. A própria polícia, na voz do segundo Comandante Geral, diz que houve três horas de fogo intenso, e sabemos que os homens de Kalupeteca não tinham armas... Então quem ficou a disparar durante três horas só podem ter sido aqueles que estavam armados, ou seja, a Polícia de Intervenção Rápida.

DW África: A delegação parlamentar da UNITA fala de 1080 mortos. Como chegaram a esses números?

RD: Recebemos informações das populações. O ato não se passou só naquele local, pois noutras aldeias muita gente foi morta também. Mataram centenas de pessoas. Dispararam indiscriminadamente contra pessoas que não tinham armas, e os danos não poderiam ser menores. Temos indicações de que muita gente foi também morta à catanada. Houve pessoas que foram tiradas de debaixo das suas camas e mortas. Uma ação destas não poderia fazer só mortos à partida, teria que haver também feridos, e no hospital não deu entrada nenhum ferido. As pessoas estão a ser simplesmente exterminadas.

DW África: A UNITA diz que vai solicitar uma comissão de inquérito. Ela já está a trabalhar?
RD: Dissemos publicamente na Assembleia Nacional que era preciso que fosse criada uma comissão parlamentar de inquérito, até porque, dada a gravidade da situação, a Assembleia Nacional, enquanto representante de todos os angolanos, devia agir já. Mas se me perguntar se eu acredito que esta comissão parlamentar de inquérito saia nos próximos dias, eu Raúl Danda, vou-lhe dizer muito honestamente que não acredito porque tudo aquilo que lese a entidade governativa vai ser bloqueado pela maioria parlamentar do MPLA no Parlamento.

DW África: O fato da autodenominada "Igreja Cristã do Sétimo Dia - a Luz do Mundo" ser considerada ilegal legitima a violência perpetrada pela polícia?

RD: De maneira nenhuma, e é esta a nossa preocupação. Se o senhor Kalupeteca matou por algum motivo que se desconhece, porque ainda ninguém ouviu o Kalupeteca, e se o fato de eles terem morto polícias constitui um crime, é igualmente um crime a polícia e as forças armadas matarem as pessoas da forma como mataram. Porque inclusivamente alguns dos próprios polícias dizem que aquilo que viram foi simplesmente aterrador. Nós temos imagens feitas por um ou outro elemento da própria polícia lá no local a incendiarem as casas, muitas pessoas mortas, etc., etc. .

DW África: A morte dos agentes da ordem coloca em causa a estrutura da polícia angolana no que diz respeito à força e competência. Esta repressão exercida sobre a população pode ser considerada como uma forma de repor a credibilidade da polícia e ao mesmo tempo de intimidar os apoiantes de Kalupeteca?

Um comício da UNITA no Huambo em fevereiro de 2014

RD: Julgo que se isso é uma forma de repor este respeito, a polícia terá encontrado a pior forma possível. Continuamos a considerar que é verdade que foi subestimada qualquer reação de Kalupeteca, e mais uma vez reitero que era preciso também saber o que é que levou estes homens a reagirem assim contra a polícia. Era preciso que o governo dialogasse com Kalupeteca. Estas coisas não se resolvem com tiros, mas sim com diálogo. E quem deixou a situação chegar ao ponto a que chegou foi o próprio Governo angolano.
Um comício da UNITA no Huambo em fevereiro de 2014
#dw.de

Cabo Verde: Novo administrador comercial da TACV "quer alcançar os melhores resultados da história".

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O novo administrador comercial da TACV, Arik De, congratulou-se com o crescimento de 20% alcançados pela empresa neste primeiro trimestre, face ao período homólogo. Para este indiano com larga experiência na aviação, caso este cenário se mantenha por mais nove meses, a TACV terá “oficialmente os melhores resultados da sua história em muito tempo”. Este responsável, que esteve em Lisboa para apresentar o novo plano de expansão de voos e de negócio da companhia de bandeira nacional, diz que a TACV pretende abrir novas rotas nas Américas, Europa e África e fazer com que a companhia funcione como um “hub”.

Novo administrador comercial da TACV

As receitas dos TACV estiveram no primeiro trimestre deste ano 20% acima do período homólogo do ano passado (a companhia nacional transportou no primeiro trimestre deste ano 29.587 passageiros entre Lisboa e Cabo Verde - mais 53,5% do que no primeiro trimestre de 2014).
Motivo de satisfação para Arik De que diz chegar à TACV com o objectivo de “tornar a companhia mais estável financeiramente e fazê-la crescer”. Para esse fim, tem já um plano que implica mudar a imagem da empresa, torná-la “mais cabo-verdiana”, abrindo mais rotas para as Américas, Europa e África. Mais: ainda fazer com que a companhia aérea de bandeira nacional funcione como um “hub”.
Entretanto há trabalho a ser feito antes dessa expansão, garantiu Arik De, sublinhando que é necessário alterar os horários dos voos para que Cabo Verde funcione como um “hub” com voos dos Estados Unidos e Brasil – depois distribuídos para a Europa e África. Mostrou-se confiante no aumento dos clientes através das conexões. "A perspectiva é que se venha a ter 60% dos clientes a fazer conexões – actualmente a cifra dos TACV está entre os 3 e 5%", explicou, apontando ainda a ilha do Sal como o “hub ideal" por ser "pequeno e eficiente”.
Bons ventos nas asas dos aviões da TACV é o que Arik De espera. Mostra-se optimista com o futuro: “Mais três trimestres como este, teremos oficialmente os melhores resultados da nossa história em muito tempo”. Para isto é entretanto preciso, conforme o indiano com larga experiência em aviação, controlar os custos e corrigir a distribuição online.
As estratégias da TACV passam ainda por mudar a imagem da companhia, tornando-a “mais cabo-verdiana”. Arik De quer servir "morabeza" a bordo dos aviões da TACV. Quer que os passageiros entrem nas aeronaves e sintam que estão a ir para Cabo Verde. Vão ouvir Cesária Évora e degustar refeições, café e vinhos locais. Arik De começou por trabalhar como consultor nos TACV, há cinco meses. Iniciou as funções como CCO a primeiro de Abril deste ano.
# asemana.publ.cv

Guiné Bissau apela a governos da CPLP para reforço de sinergias.

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(EURONEWS)

O líder da Câmara do Comércio da Guiné-Bissau, Braima Camará, apelou esta quarta-feira aos empresários da comunidade lusófona ao reforço das parcerias estratégicas a partir das “mais-valias” de cada um dos países e assim ajudarem os seus Governos.
Braima Camará acredita que a partir de alianças entre os empresários dos países lusófonos, o espaço da lusofonia poderá conquistar “mais mercados” e potenciar produtos de cada um dos Estados-membros.
O presidente da Câmara do Comércio guineense deu como exemplo a somatória entre “a tecnologia brasileira e o capital angolano” que daria para transformar o caju da Guiné-Bissau.
Braima Camará notou que dessa sinergia poderia sair “um produto final de excelente qualidade em qualquer parte do mundo”, o que, reforçou, podia ser feito também com o atum de Cabo Verde ou com o camarão de Moçambique.
“Temos é de ter consciência da riqueza que representamos e dos espaços em que estamos inseridos para, de forma inteligente, aproveitarmos a pertença de todos e de cada um de nós”, declarou.
O presidente da Câmara do Comércio da Guiné-Bissau defendeu a ideia na abertura de uma conferência sobre eventos empresariais da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que decorre em Bissau até quinta-feira.
O encontro é coorganizado pela Confederação Empresarial da CPLP e a Câmara do Comércio, Indústria, Agricultura e Serviços (CCIAS) da Guiné-Bissau. (euronews.com)
por Lusa

Guiné-Bissau: Funcionamento dos tribunais causa apreensão à ordem dos advogados.

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José Mário Vaz esteve reunido com o bastonário da Ordem dos Advogados da Guiné-Bissau

A Ordem dos Advogados da Guiné-Bissau encontra-se bastante apreensiva com a situação atual do sistema judicial do país, tendo manifestado essas preocupações ao presidente do país, José Mário Vaz, noticia a Rádio Jovem de Bissau.

«A nossa preocupação é que os tribunais funcionem melhor. Que as condições sejam criadas e que sejam dignificados os magistrados e as funções do advogado no âmbito da administração da Justiça», disse Basílio Sanca, bastonário da Ordem dos Advogados da Guiné-Bissau.

Sanca pretende que o José Mário Vaz exerça a sua magistratura de influência para melhorar o funcionamento dos tribunais e fortalecer o combate à corrupção.

«O chefe de Estado foi recetivo e prometeu analisar todos os pedidos», referiu o bastonário no final do encontro com o Presidente guineense.

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Rede elétrica pública foi atacada por «organizações criminosas», garante diretor da EAGB

Os cortes de energia elétrica nos últimos dias na capital da Guiné-Bissau devem-se à ação de «organizações criminosas», acusou o diretor da Empresa de Eletricidade e Águas da Guiné-Bissau (EAGB), René Barros.

«O sucesso verificado na reposição de energia em todos os lares de Bissau terá incomodado muita gente, o que leva a empresa a acreditar que estas avarias constantes e inexplicáveis estejam mesmo ligadas a organizações criminosas ainda não identificadas», referiu René Barros, em comunicado.

O fornecimento regular de energia elétrica e água canalizada na maioria dos bairros de Bissau passou a ser garantido em permanência desde o mês de dezembro, depois de mais de uma década de escuridão.

Nas últimas três semanas, porém,o fornecimento da eletricidade tem sido alvo de cortes repentinos, que já chegaram a deixar toda a cidade de Bissau às escuras durante largos períodos de tempo.

# abola.pt

domingo, 26 de abril de 2015

O ex-Presidente do Brasil - Lula da Silva: INSTITUTO LULA CRIA O “CONSELHO ÁFRICA”.

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Lopes e Lula. Imagem: Ricardo Stukert/Instituto Lula.

O Instituto Lula vai constituir o seu “Conselho África“, nessa quinta-feira (23), em São Paulo. O lançamento ocorre agora, durante mais um encontro da série “Conversas sobre África”, com a participação de Carlos Lopes, atual secretário-geral adjunto e secretário-executivo da Comissão Econômica para a África da ONU. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também participa do encontro.

O “Conversas sobre África”, realizado pelo Instituto Lula desde 2012, propõe trazer para o debate estudiosos, especialistas, autoridades e pessoas preocupadas em fortalecer as relações entre Brasil e África. Carlos Lopes, que é natural da Guiné-Bissau e reside em Adis Abeba, capital da Etiópia,vai falar sobre os principais desafios que o continente enfrenta neste século.

O “Conselho África” será um espaço para conectar os colaboradores africanistas do Instituto Lula e acompanhar as atividades da Iniciativa África. Farão parte do Conselho historiadores, representantes de movimentos sociais e organismos multilaterais, diplomatas e estudiosos.


Escuta AQUI:

Lançamento Instituto Lula.

#blogdogusmao.com.br

Costa do Marfim: Alassane Ouattara investido candidato da coalizão para a presidência.

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Des affiches d'Alassane Ouattara, le 25 avril 2015 à Abidjan.
Posters de Alassane Ouattara, em 25 de abril de 2015 em Abidjan. © Sia Kambou / AFP

O Presidente cessante Alassane Ouattara foi investido neste sábado em Abidjan como  "candidato único" da coalizão governista nas eleições presidenciais da Costa do Marfim, marcadas para outubro, sendo ele o grande favorito.

"Eu anuncio a investidura do candidato único da União dos Houphoutistas para a Democracia e Paz (RHDP no poder) para a eleição presidencial", disse Henri Konan Bédié, ex-chefe do Estado marfinense e principal aliado de Alassane Ouattara, durante uma cerimônia com a presença de dezenas de milhares de partidários no maior estádio em Abidjan.

O Presidente da Costa do Marfim Ouattara foi oficialmente designado em 22 de março o candidato de seu partido, o "Rassemblement des Républicains (RDR)" para presidencial de outubro,crucial para a Costa do Marfim em uma década de crise política e militar.

Ouattara, usando um chapéu branco e uma camisa da mesma cor, fez uma entrada triunfal na câmara de 35.000 assentos, a bordo de um conversível.

"O presidente ADO!"
Gritando "Presidente ADO! (As iniciais de Alassane Ouattara), o presidente foi saudado por seus partidários, a maioria vestidos com camisetas com sua imagem.
O Presidente gabonês Ali Bongo Ondimba também participou da "convenção inaugural" no estádio Felix Houphouet-Boigny, em Abidjan.

A aliança do Partido Democrático da Costa do Marfim (PDCI) do Sr. Bédié e RDR já fizeram suas prévias. No segundo turno das eleições presidenciais em novembro de 2010, Sr. Bédié (ficou em terceiro lugar no primeiro turno) tinha pedido votos para Ouattara, ajudando na vitória contra Laurent Gbagbo, que estava no poder há 10 anos.

Mas, depois de uma década de instabilidade política e militar na ex-colônia francesa, Gbagbo recusa a reconhecer a vitória de Ouattara e tinha mergulhou o país em uma crise sem precedentes. Mais de 3.000 pessoas morreram.
Hoje, quando o Sr. Gbagbo espera em Haia para ser julgado pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) por "crimes contra a humanidade", o presidente Ouattara emergiu como o grande favorito para a próxima eleição.
Sem um líder incontestável e à mercê de fortes divisões, o partido de Gbagbo, a Frente Popular Marfinense (FPI), ainda não decidiu se quer ou não lançar-se para a batalha.

(AFP)

sábado, 25 de abril de 2015

Costa do Marfim: Annick Girardin, Secretária de Estado francês para o Desenvolvimento e da Francofonia em visita ao Burkina Faso depois da queda de Compaoré.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Annick Girardin, lors de sa visite à Conakry, en novembre 2014.

Annick Girardin,  chega este sábado 25 abril a Abidjan, a primeira etapa de uma turnê a África Ocidental. Ela vai notadamente passar pelo solo Burkinabé, e ela será o primeiro membro do governo francês a trilhar este solo depois da queda do Blaise Compaoré.
Annick Girardin é lindo ser secretário de Estado, ela deve ser recebida com grande pompa nos próximos dias por dois líderes: Michel Kafando, Burkina Faso, em 27 de abril, e Mahamadou Issoufou, no Niger, no dia seguinte.
Ela, que acompanhou o presidente François Hollande, durante sua turnê à África em julho passado (Costa do Marfim, Níger e Chade) se encontra desta vez sozinha em uma visita oficial. Sua turnê, que irá abranger três países (o que é inédito para ela na África Ocidental) retomará as etapas, das quais, François Hollande visitará com exceção de uma: Burkina Faso, em vez de Chade.
É que, depois da passagem de Holanda, Blaise Compaoré foi deposto pelos Burkinabés (foi em outubro) e o país embarcou em uma transição perigosa. Annick Girardin, que será o primeiro membro do governo francês a visitar o país depois desse episódio, percorrerá esse passo em 48 horas (a mais longa de sua viagem) para mostrar a solidariedade de Paris e se reunir com vários atores políticos, incluindo o chefe de Estado.

Palu e clima ao menos 
Os outros temas de sua turnê vão estar relacionados ao relatório do seu portfólio: saúde (ela se rende a Abidjan, por ocasião do Dia Mundial contra a malária), a ajuda ao desenvolvimento e, especialmente, a luta contra as alterações climáticas, particularmente no Níger, país do Sahel que enfrenta o risco de desertificação. Paris, que será o anfitrião da Cimeira COP21 sobre o Clima, em dezembro, não poupará seus esforços para tentar torná-la um sucesso para o crédito de François Hollande.

#jeuneafrique.com

Presidente da República 25 de Abril: Cavaco volta a apelar a consenso entre partidos

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As comemorações dos 41 anos do 25 de Abril no parlamento ficaram hoje marcadas pelo retomar do apelo do Presidente da República, para a necessidade de compromissos interpartidários como forma de garantir a estabilidade e a governabilidade do país.
25 de Abril: Cavaco volta a apelar a consenso entre partidos

No dia em que também passam 40 anos das primeiras eleições universais, livres, para a Assembleia Constituinte, Aníbal Cavaco Silva proferiu o seu último discurso de 25 de Abril, uma vez que concluirá o segundo mandato em março de 2016.

Também Assunção Esteves fez a sua última intervenção nesta data, enquanto presidente da Assembleia da República.
"Ao fim de quatro décadas de democracia, os agentes políticos devem compreender, de uma vez por todas, que a necessidade de compromissos interpartidários é intrínseca ao nosso sistema político e que os portugueses não se reveem em formas de intervenção que fomentam o conflito e a crispação e que colocam os interesses partidários de ocasião acima do superior interesse nacional", afirmou o chefe de Estado na sessão solene do 25 de Abril, na Assembleia da República.
Retomando os apelos ao consenso e diálogo, Cavaco Silva sublinhou que só desse modo será possível alcançar "compromissos imprescindíveis para garantir a estabilidade política e a governabilidade do país" e para enfrentar com êxito os desafios que o futuro coloca.
Nas leituras ao discurso do Presidente da República (PR), os partidos da direita aplaudiram a necessidade de consensos enquanto à esquerda as forças políticas sublinharam que Cavaco Silva saiu em defesa da direita.
O vice-presidente do PSD José Matos Correia aplaudiu as referências do PR à necessidade de consensos, responsabilizando o PS por não terem sido possíveis compromissos em áreas estratégicas, como a Segurança Social.
Pelo CDS, Filipe Lobo D´Ávila afirmou: "Não me parece que seja uma colagem com o discurso do Governo, bem pelo contrário, parece-me um discurso bastante realista com o esforço que o país fez nos últimos anos e sobretudo com os desafios que tem de enfrentar nos próximos anos".
À esquerda, o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, considerou o discurso de Cavaco Silva "um fraco testamento".
"É um discurso, de facto, de um fraco testamento, apenas um apelo a que se salve a política de direita", sublinhou Jerónimo de Sousa.
A porta-voz do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, considerou que o melhor do discurso de Cavaco Silva é "ser o último" enquanto Presidente da República e disse ter ficado com dúvidas se "não seria Passos Coelho ou Paulo Portas quem estava a fazer a intervenção".
O deputado de "Os Verdes" José Luís Ferreira acusou o PR de proferir uma intervenção que foi "um aplauso às políticas do Governo" e de pedir "consensos em torno da austeridade".
O secretário-geral do PS, que falou mais tarde e na sede nacional dos socialistas, recusou os apelos ao seu partido para "compromissos, consensos ou conciliação" com o Governo, contrapondo que o voto é a arma do povo e que a escolha se faz entre alternativas.
"Que ninguém peça ao PS compromissos, consensos ou conciliação com a política que quer mudar", declarou António Costa.
Também comentando o discurso de Cavaco Silva, o ex-presidente da República Ramalho Eanes defendeu a necessidade de entendimentos em áreas fundamentais e considerou que, sem liberdade e igualdade de oportunidades, a democracia torna-se "uma designação de fachada".
Por seu lado, o antigo chefe de Estado Mário Soares e o ex-candidato presidencial Manuel Alegre recusaram-se a comentar o discurso do PR, no parlamento, alegando ambos que não o ouviram. Ambos estiveram ausentes do parlamento nas comemorações do 25 de Abril.
No 41.º aniversário do 25 de Abril, o cante alentejano marcou o início da cerimónia solene na Assembleia da República, com o tema "Grândola, vila morena" a ser entoado das galerias por um grupo coral de Serpa.
Nos seus discursos na sessão solene, PCP, BE e Verdes acusaram os sucessivos Governos de desvirtuarem as conquistas do 25 de Abril e os "executantes da política de direita" de quererem manter a austeridade, uma crítica estendida pelo BE ao Presidente da República.
O líder parlamentar do BE, Pedro Filipe Soares, criticou os que apresentam a austeridade "como o alfa e o ómega, o princípio e o fim de todas as escolhas".
Na mesma linha, a deputada do PCP Carla Cruz considerou que os progressos de Abril "têm vindo a ser seriamente atacados e destruídos, em especial nos últimos anos", e criticou os que cortaram salários e pensões para continuarem a pagar juros "de uma dívida insustentável", empobrecendo o povo e aumentando os lucros do grande capital.
O deputado socialista Miranda Calha, vice-presidente da Assembleia da República e deputado da Assembleia Constituinte eleita em 1975, fez uma veemente defesa do "primado da política" perante "extremismos populistas" e a "economia especulativa" e sustentou que a substância democrática da Constituição será "confirmada" nas próximas eleições legislativas e presidenciais.

#noticiasaominuto.com


sexta-feira, 24 de abril de 2015

Senegal: Decroix - "Nada justifica o envio de tropas para Arábia Saudita"

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O Partido Democrata e seus aliados, reagrupados no seio da Frente Patriótica para a Defesa da República (FPDR) - são contra a vontade do presidente Macky Sall de enviar tropas para Arábia Saudita.

Numa conferência de imprensa nesta sexta-feira, Mamadou Diop Decroix, coordenador da Frente Patriótica para a Defesa da República (FPDR) acho que esta ambição é "desproporcional e sem sentido."

  "Teríamos aprovado o envio de soldados senegaleses se a Arábia Saudita fosse vítima da agressão de fora. Hoje, há uma guerra civil no Iémen. Arábia Saudita não está ameaçada diretamente. Portanto, não há explicação sobre o envio de tropas senegalesas ao Iêmen. Especialmente hoje, que prevemos a paz neste país. O Senegal deve, de fato, se posicionar como reconciliador ", disse Decroix.

Por: Youssoupha MINE

# Seneweb.com

Zimbabwe recebe 737 cidadãos nacionais repatriados da África do Sul.

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O Zimbabwe recebeu nesta sexta-feira o último lote de seus cidadãos deslocados pela violência xenófoba na África do Sul depois de apenas 737 se ofereceram para voltar para casa.

O último lote de 330 zimbabuanos deixou Durban na quinta-feira e era esperado no posto fronteiriço Beitbridge na sexta-feira.

Cerca de 470 pessoas chegaram em Beitbridge na segunda-feira e receberam aconselhamento antes de serem levados para as suas casas.

O Consular-geral do Zimbabwe na África do Sul Batirashe Mukonoweshuro disse à mídia estatal que cinco ônibus haviam sido deslocados para as mais recentes repatriações.

"Nós completamos registro de nossos cidadãos em Durban e nós não registramos novos casos", disse Mukonoweshuro

"Estes repatriados são esperados para chegar em Beitbridge na sexta-feira. Nós também estamos esperando um outro ônibus que deve deixar o acampamento Primrose em transição para Joanesburgo.

" O consulado agradece o apoio do governo anfitrião e as pessoas de negócios em Durban por darem abrigo ao nosso povo."

Maior número

Pelo menos foi noticiado que supostamente 700 pessoas morreram nos últimos ataques xenófobos que abalaram a província de KwaZulu em Natal e Johannesburg.

O Zimbabwe tem o maior número de imigrantes na África do Sul com algumas estimativas colocando-os em mais de três milhões.

Milhares de zimbabuanos tiveram que deixar o país no auge dos problemas econômicos.

África do Sul emitiu 250 000 autorizações de documentos laboral e empresarial  especiais para os zimbabuanos que estavam vivendo ilegalmente no país.

No entanto, acredita-se que a maioria dos migrantes zimbabuenses na África do Sul permanecem documentados.

O Zimbabwe criticou a forma como a África do Sul lidou com a violência contra estrangeiros e o procurador-geral do país convocou para o julgamento o rei Zulu Goodwill Zwelithini por supostamente incitar os ataques.

O Rei Zwelithini foi responsabilizado pela violência depois que ele disse em uma reunião pública que os estrangeiros devem deixar a África do Sul.
Esta semana, o rei resolveu apoiar os assuntos que pedem o fim da violência, mas negou as acusações de que ele incitou a violência.

#africareview.com

A filha do presidente de Angola: Isabel dos Santos quer diversificar investimentos em Portugal.

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Depois das apostas na banca, nas telecomunicações e na comunicação social, a empresária angolana tem agora a firme pretensão de entrar na indústria portuguesa. O preço: 200 milhões de euros.

Isabel dos Santos
Imagem: expresso.pt


A empresária Isabel dos Santos voltou a aparecer nas manchetes da imprensa portuguesa pelo manifesto interesse em ter uma participação maioritária no capital da Efacec Power Solutions. A filha primogénita do Presidente de Angola ofereceu cerca de 200 milhões de euros por esta sociedade do grupo Efacec, criada para reunir os ativos mais rentáveis da Efacec Portugal.
Ao que tudo indica as negociações estão numa fase adiantada, envolvendo a família Mello e os bancos credores da referida sociedade, prevendo-se que a operação fique concluída em breve, o que, a acontecer, poderá deixar de fora os concorrentes chineses da State Grid, acionistas maioritários da REN, empresa portuguesa que gere a rede de distribuição de energia elétrica.
"A Efacec é uma empresa com muito 'know-how' em áreas ligadas à energia. O desenvolvimento do setor energético em Angola é decisivo para o futuro do país. Portanto, do ponto de vista teórico, faz todo o sentido que Isabel dos Santos olhe para a Efacec, para ir buscar essas competências e poder transportá-las para Angola", diz Celso Filipe, um analista económico que segue de perto as pisadas do capital angolano em Portugal.
Energia é motor da indústria
A Efacec é, por outro lado, uma empresa com vasta experiência internacional, atuando nas áreas da energia, engenharia, ambiente, serviços e transportes, com operações nas Américas, na Europa, Ásia e África.
O grupo é visto como um bom parceiro para a pretensão de diversificar os investimentos de Isabel dos Santos. O interesse da empresária africana na Efacec difere dos seus interesses nas telecomunicações e na banca, áreas em que aposta em criar uma malha internacional, argumenta Celso Filipe, autor do livro "O Poder Angolano em Portugal", publicado em 2013.

Celso Filipe, autor de "O Poder Angolano em Portugal"
"Parece-me que o foco está diretamente relacionado com Angola", diz. "Havia um plano de desenvolvimento do setor energético angolano, em parte já desatualizado, mas, entre 2013 e 2017, previam-se investimentos de 15 mil milhões de dólares. Há a convicção generalizada dos governantes angolanos de que, no mínimo, é preciso duplicar a capacidade de produção de energia elétrica para que Angola possa desenvolver o setor industrial e agro-industrial. Nesse sentido, a Efacec encaixa que nem uma luva."
A concretizar-se, a participação maioritária de Isabel dos Santos na Efacec Power Solutions far-se-á, por hipótese, através de um aumento de capital. Segundo Celso Filipe, 200 milhões de euros dariam, neste momento, muito jeito à multinacional portuguesa. "A situação da Efacec é periclitante, há alguma instabilidade laboral na empresa. Haverá, porventura, dificuldades de acesso a financiamento, o que limita a atividade da empresa, que necessita, julgo eu, tão rapidamente quanto possível de encontrar um sócio que lhe permita relançar a atividade e ter acesso a crédito bancário."
O jornalista considera que este interesse de há oito meses e que agora voltou a ser falado, depois da falhada OPA (Oferta Pública de Aquisição) que Isabel dos Santos recentemente lançou à PT, é revelador de que há mais espaço para a entrada do capital angolano em Portugal.
Os investimentos em território português encabeçados pela filha do Presidente de Angola já ascendem a três mil milhões de euros, destacando-se as participações influentes que ela tem na banca (BPI, BCP e BIC) e na área das telecomunicações (ZOPT, resultante da fusão entre a ZON e a SONAE), além de ativos no setor imobiliário e da comunicação social. Como sócia da petrolífera angolana Sonangol, a empresária tem também uma participação na energética portuguesa Galp através do Grupo Amorim.

Delegação da Efacec em Oeiras, nos arredores de Lisboa
#dw.de

Senegal: Sidiki Kaba, Ministro da Justiça - "Hissène Habré nunca será condenado à morte"

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Ministro da Justiça Sidiki Kaba

Uma coisa é certa. O ex-presidente do Chade Hissène Habré cujo julgamento começa em Junho próximo em Dakar, ele poderia, em qualquer caso, ser condenado à morte. "Eu não sei se Habré será condenado ou não. Mas o que eu sei com certeza é que, se por acaso uma condenação ocorrer, ele nunca será condenado à morte, porque Senegal aboliu a pena de morte ", garantiu Sidiki Kaba, Ministro da Justiça.

Ele falava à margem da cerimónia de posse dos juízes encarregados do julgamento de Habré que ele anunciou a abertura para junho.

A cerimônia de posse foi realizada na grande sala de audiências do Palácio. Além disso, Sidiki Kaba, reuniu-se com o ministro chadiano da Justiça e Direitos Humanos, o representante da União Africana, o presidente dos tribunais de recurso em Kaolack, Dakar e Saint-Louis, o Procurador-Geral do Tribunal de Justiça Suprema, o Bastonário e o presidente do Tribunal de Repressão ao Enriquecimento Ilícito, sigla em francês (CREI).

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quinta-feira, 23 de abril de 2015

Hackers russos invadem rede de informática do Pentágono.

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Após a detecção, os hackers foram identificados em menos de 24 horas pelos especialistas do Pentágono, disse Carter.

Imagem: jequieurgente.com

Washington - Hackes penetraram recentemente em uma rede de informática do Pentágono, afirmou nesta quinta-feira o secretário de Defesa americano Ashton Carter na Universidade de Stanford (Califórnia, oeste).

Carter explicou que a invasão foi detectada por profissionais que protegem as redes não classificadas como secretas do Pentágono.

Após a detecção, os hackers foram identificados em menos de 24 horas pelos especialistas do Pentágono, disse Carter. 

"Após recorrer informação útil sobre seu modo de operar, analisamos sua atividade na rede, estabelecemos envolvimento com a Rússia e os expulsamos, de modo a minimizar sus possibilidades de poder retornar", explicou.

O diretor nacional de inteligência dos Estados Unidos, James Clapper, afirmou em janeiro que "a ameaça cibernética russa é mais significativa do que havíamos estimado".

O secretário de Defesa Ashton Carter permanecerá quinta e sexta-feira no Vale do Silício para estreitar laços com as indústrias de alta tecnologia e recrutar os engenheiros e inovadores que o Pentágono precisa.
#correiobraziliense.com.br

Europa busca aval da ONU para operação contra tráfico de emigrantes.

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A operação, que será organizada pela chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, terá por objetivo "capturar e destruir" os barcos utilizados pelos traficantes de pessoas.

Imagem: s2.glbimg.com

Os líderes da União Europeia (UE) decidiram buscar nesta quinta-feira o aval das Nações Unidas para uma operação militar contra o tráfico de pessoas a partir da Líbia, e triplicaram os fundos para as operações de resgate no Mediterrâneo.

Pressionados pela última tragédia envolvendo os emigrantes, que no domingo deixou mais de 800 mortos após um naufrágio na costa da Líbia, os líderes da UE adotaram nesta quinta-feira uma série de medidas de ação, durante uma reunião extraordinária em Bruxelas.

O chefe de governo italiano, Matteo Renzi, disse em entrevista coletiva que França e Reino Unido apresentarão uma resolução ao Conselho de Segurança da ONU com o objetivo de obter seu aval para uma operação militar europeia contra o tráfico de pessoas.

A operação, que será organizada pela chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, terá por objetivo "capturar e destruir" os barcos utilizados pelos traficantes de pessoas.

O presidente francês, François Hollande, anunciou que pretende apresentar a resolução na ONU para destruir as embarcações de traficantes no mar Mediterrâneo.

"A decisão foi tomada para apresentar todas as opções para que os navios sejam apreendidos, aniquilados", declarou Hollande. "Isso só pode ser feito por meio de uma resolução do Conselho de Segurança e a França tomará a iniciativa com outros".

A Alemanha está preparada para mobilizar dois navios, a França também anunciou a disponibilidade de dois navios, a Grã-Bretanha ofereceu o navio de desembarque "HMS Bulwark", além de três helicópteros e dois barcos de patrulha, e a Bélgica informou o envio do navio de apoio logístico "Godetia".

No encontro em Bruxelas, os líderes da UE decidiram ainda triplicar os fundos destinados as suas operações de busca e resgate no Mediterrâneo para enfrentar os naufrágios de navios repletos de imigrantes que tentam chegar à Europa.

"Queremos agir rápido, o que significa triplicar os recursos financeiros" da operação, declarou a chanceler alemã Angela Merkel após a cúpula extraordinária. O montante destinado passará de três a nove milhões de euros por mês.

"Nós triplicamos a Triton, enquanto a proposta era dobrar", ressaltou o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker.

"É importante que avancemos em todos os elementos para que, se possível, uma nova tragédia não volte a acontecer", acrescentou ela.

Sobre o mandato da Triton, Merkel indicou que não houve uma expansão do campo operacional, "mas nós provavelmente precisaremos discutir isso novamente", admitiu.

Em relação ao recebimento dos refugiados, não houve acordo entre os membros da UE sobre o plano de dez pontos apresentado na segunda-feira para "reinstalar" até 5 mil pessoas com o estatuto de refugiado.

"Esperava algo mais ambicioso, mas não foi possível", lamentou Jean-Claude Juncker, que propunha "reinstalar" até 10 mil refugiados.

Merkel disse que os 28 países membros não "estabeleceram metas, porque acreditamos que 5.000 não é suficiente".

Os países também concordaram em "apoiar a proposta da Comissão para testar uma distribuição dos imigrantes em caso de necessidade", acrescentou ela.

Hollande disse que a França fará a sua parte para acolher os refugiados sírios, recebendo entre "500 e 700" pessoas.

"Após a publicação do número de 5 mil, a França fará a sua parte, recebendo entre 500 e 700" refugiados sírios, declarou Hollande em entrevista coletiva ao final da reunião em Bruxelas.

"Sobre a questão do acolhimento dos refugiados, especialmente envolvendo pessoas que pedem asilo (...) a Comissão Europeia fez um pedido, especialmente para os refugiados sírios, e haverá a contribuição de cada país para garantir este dever de solidariedade", afirmou Hollande.

Os líderes europeus também decidiram "incrementar seu apoio à Tunísia, Egito, Sudão, Mali e Níger, entre outros" países, para controlar suas fronteiras e estradas com o objetivo de deter a chegada dos emigrantes ao Mediterrâneo.
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GUINÉ-CONACRY: HOLLAND / CONDÉ - Novo encontro no Palácio do Eliseu.

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Após seu encontro com o Chefe de Estado, Barack Obama, na semana passada, um encontro que visava analisar a crise na saúde provocada por vírus Ebola, juntamente com os pares da Libéria e da Serra Leoa. O Presidente da República da Guiné , Prof. Alpha Conde também falou nesta quarta-feira, 22 de abril de 2015, com o chefe do estado francês, François Hollande no Eliseu. Matéria que GCI havia anunciado com exclusividade.

#guineeconakry.info

Crise Boko Haram: Nigéria começa em Sambisa a ofensiva terrestre.

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Exército da Nigéria, com a ajuda de tropas regionais, já recapturaram mais territórios de Boko Haram. FOTO | BBC

Tropas terrestres nigerianas se juntaram para uma ofensiva ao último esconderijo conhecido dos militantes islâmicos do Boko Haram, disse um porta-voz militar.

A vasta floresta Sambisa do Nordeste é onde eles têm muitas bases - e tem sido sujeita a bombardeios aéreos desde fevereiro.

Há especulações de que alguns dos estudantes de Chibok sequestrados a mais de um ano atrás, estão sendo libertados.

Boko Haram matou milhares no norte da Nigéria desde 2009.

Militares da Nigéria, apoiados por tropas dos países vizinhos, lançaram uma ofensiva contra o Boko Haram em fevereiro - e recapturaram a maior parte do território que os militantes tinham tomado no ano anterior.

Algumas das alunas sequestradas, que fugiram logo depois que elas foram apreendidas, disseram à BBC que tinham sido mantidas em campos de militantes na floresta Sambisa.

Os militares nigerianos têm vindo a reivindicar territórios dos insurgentes e vêem a aquisição de Sambisa como um de seus maiores objetivos.

A floresta Sambisa, que incorpora um ex-reserva do jogo, é muito maior do que qualquer outro território que foi disputado até agora.

Os bombardeios aéreos sobre Sambisa, que é principal área no estado de Borno, a nordeste, têm sido retardados por condições meteorológicas e pouca visibilidade, disseram os militares.

O porta-voz militar Major-General Chris Olukolade se recusou a dar mais detalhes sobre a ofensiva.

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Ásia-África: O ministro dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, Mário Lopes Rosa, alerta para pobreza e alterações climáticas.

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Ministro dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, Mário Lopes Rosa

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, Mário Lopes Rosa, alertou, nesta quinta-feira (23), para a necessidade de trabalhar intensamente contra a pobreza e as alterações climáticas em todo o mundo, num discurso na Conferência Ásia-África, na capital da Indonésia.

O chefe da diplomacia guineense considerou que são necessários trabalhos "intensos" para "erradicar a pobreza e também os problemas de alterações climáticas", uma situação que afeta todo o mundo.

Num discurso proferido em francês, o governante manifestou o apoio do país aos três documentos que os líderes dos 105 países asiáticos e africanos presentes na cúpula devem aprovar ainda nesta quinta-feira.

Sobre a mesa estão a Mensagem de Bandung, a Declaração de Revitalização da Parceria Estratégica Ásia-África e a Declaração para a Palestina, documentos que ainda não foram disponibilizados à imprensa.

Entre as ideias propostas, figuram a criação de um Centro Ásia-África para abordar problemas partilhados pelas duas regiões, a defesa de alterações em algumas organizações internacionais, como o Conselho de Segurança das Nações Unidas, e o apoio à independência da Palestina, segundo alguns governantes que participam no evento.

Mário Lopes Rosa considerou que "é tempo de as organizações internacionais verem a realidade" e de as Nações Unidas fazerem "uma mudança".

O chefe da diplomacia guineense elogiou o princípio da realização da Conferência Ásia-África de 1955, cujo 60º aniversário é assinado esta semana na Indonésia, a par do 10º aniversário da Nova Parceria Estratégia Ásia-África.

"Nosso movimento é baseado na prosperidade e na solidariedade entre muitas nações", destacou, ao lembrar que a Guiné-Bissau só viu a independência reconhecida depois do evento de 1955, em concreto em 1974.

Há 60 anos, num encontro na cidade indonésia de Bandung, líderes dos dois continentes lutavam contra a opressão colonial e o domínio das principais potências mundiais e defendiam a independência, a paz e a prosperidade econômica nas duas regiões.

Além dos países presentes, participam nas comemorações desta semana representações de 15 nações na qualidade de observadores e de 17 organizações internacionais.

#vermelho.org.br

quarta-feira, 22 de abril de 2015

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL NO TOGO: A OPOSIÇÃO FACE AO HOMEM FAURE.

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Cinco candidatos concorrem a eleição presidencial de 25 de Abril no Togo. Quatro adversários contra o presidente em exercício. 3,5 milhões de eleitores togoleses têm apenas uma volta para escolher seu próximo presidente. Uma configuração que favorece o chefe de Estado cessante, e, particularmente, quando a oposição não conseguiu se articular atrás de um único candidato.

No Togo, os adeptos  das matemáticas políticas privilegiam este ano a multiplicação ao invés de adição. Ao contrário de 2005, mas como em 2010, a oposição partiu em ordem dispersa, a fim de enfrentar o atual presidente Faure Gnassinbgé. Nem Jean-Pierre Fabré, o líder da oposição, nem o seu ex-aliado, o Professor Aimé Gogué, nem o nativo de Sokodé, Mohamed Tchassona Traoré, nem o último que entrou na cena política Gerry Komandega Taama, poderiam concordar com o princípio de um único escrutínio, e, especialmente, sobre a personalidade suposta para enfrentar Faure Gnassingbé.

"A candidatura única, ela não funciona:" Armado imperiosamente, Gogue neutraliza o argumento dizendo que durante as eleições presidenciais na Nigéria no final do mês de março, quatorze candidatos estavam concorrendo ", mas isso não impediu que a oposição ganhasse a eleição. " A teoria se apoia sobre a idéia de que, a multiplicação de candidaturas permitirá irradiar a base eleitoral de Faure Gnassingbe, especialmente na parte norte do país, a fortaleza do atual chefe de Estado. Mas a característica dos teoremas políticos, é justamente que eles podem fazer exatamente o mesmo raciocínio no sentido inverso ao também da razão.

A única lei que é finalmente, essa, que é da relatividade acoplada ao equilíbrio de força. Assim, Jean-Pierre Fabre, o líder da oposição, se considera como candidato natural da oposição, com os seus 16 deputados na Assembleia Nacional. Ele queria que seus colegas fizessem fila atrás dele, mas ele se declarou com cautela para uma candidatura única por medo de ser acusado ​​de hegemonismo por seus colegas da oposição, tanto é verdade que, se verifica regularmente uma outra lei em política: quanto mais a pele é leve, mais o epiderme é sensível. Portanto, Jean-Pierre Fabre reconhece que com a falta de candidatura única, a luta da oposição será mais difícil de realizar.

Uma rodada e depois segue

Para o Togo, depois da lei de 2002, o paradigma político é vinculativa. A eleição presidencial ocorre em uma única rodada, o que significa que ele dispõe de uma maioria absoluta para ganhar a eleição. Este método de eleição, sem dúvida, favorece indubitavelmente o presidente que sai. Desde 2006, a necessidade de reforma é aceita pelo governo. Em 2013, após as eleições parlamentares, quando os políticos olharam para o horizonte das eleições presidenciais, a questão da reforma do sistema de votação por via constitucional ressurgiu.

Com base no acordo de 2006, esta reforma visa restaurar um o escrutínio em duas voltas e limitar a dois o número de mandatos presidenciais. É sobre essa disposição que o diálogo vai tropeçar. Na verdade, a oposição quer tirar proveito desta reforma para evitar que Faure Gnassingbe concorra a um terceiro mandato.

O ANC, a Aliança Nacional para a Mudança de Jean-Pierre Fabré, insiste em uma formulação da Lei Básica estipula para que "um presidente não possa servir em mais de dois mandatos." A Suspeita provável é ver uma falha susceptível de transformar o tempo que vem em uma vala que poderia atolar o atual chefe de Estado. Ele rejeita essa formulação alegando que os contadores estão redefinidos para permitir que o atual inquilino do palácio execute dois novos mandatos de cinco anos.

A oposição se dividiu sobre a estratégia a seguir. Enquanto Jean-Pierre Fabre, o líder do ANC, rejeita a idéia de que Faure poderia buscar um terceiro mandato, outras personalidades como Dodji Apévon, o líder do CAR, o Comité de Acção para a Renovação, defende um compromisso segundo o qual, Faure Gnassingbe seriam autorizado a concorrer à presidência pela última vez em 2015. Após vários meses de disputa e sem qualquer compromisso emergente, a reforma é abandonada.

Este episódio tem implicações importantes para a eleição presidencial, desde então, um franja importante da oposição, liderado pelo CAR de Dodji Apévon recusa a eleição e defende o boicote. A linha quebrada que também divide e enfraquece a sociedade civil, notadamente o poderoso coletivo "Salvemos o Togo."

#togoactualite.com

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