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quarta-feira, 17 de abril de 2019

BRASIL: Desigualdade entre brancos e negros é maior no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e RR.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



    Amapá é o único Estado que índice de desenvolvimento humano municipal da população negra é melhor do que a de brancos na educação.

    Apenas Amapá tem índice de educação para negros melhor do que para brancos

    Apenas Amapá tem índice de educação para negros melhor do que para brancos

    Wilson Dias/Agência Brasil

    Os Estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Roraima são os três com maior desigualdade racial no Brasil, de acordo com o IDH-M (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal). O índice é formado por diversos indicadores socioeconômicos e composto por três dimensões: renda, educação e longevidade.
    O índice geral do Brasil manteve-se praticamente estável, passando de 0,776 para 0,778. Os dados, que se referam a 2017, foram divulgados nesta terça-feira (16) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
    O Estado com maior diferença é Roraima, que está com o IDH-M de branco em 0,821, enquanto para negros é 0,730: diferença de 0.091.
    Em seguida figura o Rio Grande do Sul: brancos com IDH-M em 0,810 e negros, 0,725 (diferença de 0.085). E o Rio de Janeiro, com diferença de 0,084, completa os três com maiores diferença entre negros e brancos com IDH-M de 0,751 e 0,835, respectivamente.
    O diretor de Estudos e Políticas Regionais Urbanas e Ambientais do Ipea, Aristides Monteiro Neto, afirma que, embora a diferença nos índices entre negros e brancos esteja diminuindo, continua sendo grande.
    Maiores diferenças entre negros e brancos

    Maiores diferenças entre negros e brancos

    Reprodução/Infogram
    Os dados ainda apontam que Amapá (com diferença de 0.024), Rondônia (0.035) e Mato Grosso (0.046) são os Estados com menores diferenças no Índice de Desenvolvimento Humano entre negros e brancos.
    No Amapá, o IDH-M dos brancos está em 0,751 e, dos negros, 0,727. Rondônia tem índice de 0,745 para brancos e negros está em 0,710. Já em Mato Grosso, o IDH-M de brancos está em 0,798 e 0,752 o de negros.
    R7 questionou os governos estaduais de Roraima e Rio Grande do Sul sobre a diferença e o que é feito para que essa desigualdade seja reduzida, no entanto, não obteve retorno.
    A reportagem não conseguiu contatar o governo do Rio de Janeiro, que não disponibiliza e-mails para contato e as ligações não foram atendidas.
    Educação
    O Estado de São Paulo apresenta o maior Índice de Desenvolvimento Humano na Educação para negros (0,791). Seguido pelo Distrito Federal (0,769) e Roraima (0,759).
    No entanto, o único Estado que o índice é maior para negros é no Amapá, onde o IDH-M na educação é de 0,715, enquanto para brancos está 0,693.
    O Distrito Federal (0,863), São Paulo (0,854) e Roraima (0,844) também têm os melhores IDH-M na educação para brancos.
    Os piores Estados para branco no Índice de Desenvolvimento Humano na educação são Sergipe, com 0,684, seguido por Amapá, com IDH-M em 0,693 e Alagoas está com índice de 0,695.
    O índice sergipano também é o segundo pior na educação de negros, está em 0,628. O Estado está atrás de Alagoas (0,619) e está imediatamente a frente da Bahia (0,644).
    Renda
    O IDH-M de 2017 ainda aponta que a maior diferença entre brancos e negros no no que se refere a renda é no Amazonas. Com IDH-M-R (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal por Renda) de 0,784 para brancos e 0,647 para negros, a diferença de 0,137 do Estado é a maior do país.
    Em seguida aparece o Distrito Federal, com diferença de 0,114. A capital federal, no entanto, tem o maior índice de renda para a população branca (0,917), e também é o único que tem a população negra na mesma faixa de muito alto desenvolvimento humano (0,803).
    O Ipea destacou ainda que a diferença entre o Distrito Federal, que tem a renda mais alta e corresponde a R$ 2.406,56, e Maranhão, a renda mais baixa do país, com R$ 346,93. O índice de IDH-M-R maranhense está em 0,607.
    Longevidade
    Os Estados que apresentam maiores desigualdade de longevidade são Roraima (0,118), Maranhão (0,075) e Amapá (0,069). Nenhum Estado apresenta valor melhor para os negros que para os brancos.
    Para os brancos, Santa Catarina apresenta o melhor valor (0,894), com expectativa de vida de 78,62 anos. Já o índice para os negros é no Estado 0,853, ou 76,17 anos.
    Roraima é o estado com maior diferença no IDH-M (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) entre brancos e negros. A diferença é de 0,091 pontos. O estudo indica o grau de desenvolvimento a partir do nível de educação, renda e expectativa de vida.

    Roraima é o estado com maior diferença no IDH-M (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) entre brancos e negros. A diferença é de 0,091 pontos. O estudo indica o grau de desenvolvimento a partir do nível de educação, renda e expectativa de vida.
    fonte: noticias.r7.com
    Foto: Graziele Bezerra/Radiojornalismo/EBC


    França: Notre-Dame - desfigurada, mas de pé.

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    Um incêndio de grandes dimensões atingiu esta segunda-feira a Catedral de Paris.BERTRAND GUAY / AFP
    Nas imediações da Catedral de Paris a azáfama é mais que muita. Polícias controlam trânsito, curiosos, muitos curiosos e jornalistas. Todos querem ver e fotografar os estragos que as labaredas fizeram a Notre-Dame de Paris.



    No Quai de la Tournelle, a RFI encontrou Ana e Raúl, um casal que vive na ilha de Saint-Louis, mesmo ao lado de Notre-Dame.
    Não muito longe, outros portugueses, dois casais, Alberto e Filomena, Maria José e António. Vivem há mais de 50 anos na capital francesa. Emocionados contam-nos porque ali se deslocaram esta manhã.
    fonte: RFI

    ANGOLA: QUEIROZ, UM PERITO AO SERVIÇO DE QUALQUER REI.

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    O ministro da Justiça angolano, Francisco Queiroz, afirmou esta terça-feira que o “mal-entendido” entre Angola e Portugal, relacionado com o processo ligado à “Operação Fizz”, envolvendo o ex-vice-Presidente de Angola, Manuel Vicente, é “coisa do passado”, tendo prevalecido o bom senso. Isto é, tendo Portugal capitulado e mandado às urtigas a separação de poderes. Simples!

    Francisco Queiroz falava aos jornalistas após ter recebido, em Luanda, a homóloga portuguesa, Francisca Van Dunem, que iniciou esta terça-feira uma visita de trabalho de três dias a Angola, tendo salientado que, ao nível da acção judicial, nunca existiu qualquer “mal-entendido”, porque os processos “correm de forma autónoma, independente e de acordo com as regras dos serviços judiciais”.
    Por alguma razão Francisca Van Dunem estava de tão bom humor. As piadas deste ministro são dignas de figurar no anedotário nacional, pese a vasta e séria concorrência dos seus colegas.
    No processo “Operação Fizz”, que esteve em julgamento em Lisboa em 2018, o Ministério Público português imputou ao ex-vice-Presidente de Angola, enquanto presidente da petrolífera Sonangol, crimes de corrupção activa, branqueamento de capitais e falsificação de documento.
    A pedido da Defesa, e como pretendiam as autoridades do MPLA (as únicas que Angola conhece desde que se tornou independente), o processo contra Manuel Vicente foi separado enviado para o arquivo morto do MPLA em 2018. Antes deste desfecho, a deterioração das relações entre os dois países, devido a este processo, levou ao cancelamento da visita que a ministra Francisca Van Dunem tinha prevista a Angola, em Fevereiro de 2017.
    “O mal-entendido houve no sentido de o processo em causa – estamos a falar do processo do engenheiro Manuel Vicente, que foi vice-Presidente de Angola – viesse para Angola para ter o seu tratamento posterior e isso ao abrigo de acordos que envolvem Angola e Portugal e até mesmo acordos multilaterais ao nível da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa]”, acrescentou Francisco Queiroz.
    “Era nesse domínio que estava a existir alguma controvérsia. O bom senso acabou por prevalecer, o poder da lei e dos acordos acabou por prevalecer e o processo foi enviado [para Angola]. Mas isso é coisa do passado. Agora estamos a olhar para a frente, a olhar para uma relação baseada num maior pragmatismo, da parte de Angola e da parte de Portugal, de maior respeito pelas instituições de cada país e também de maior interesse recíproco para os dois países”, referiu Francisco Queiroz.
    O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos do MPLA acrescentou que exemplo disso mesmo, de se enquadrar a nova forma de cooperação bilateral, é a visita de Francisca Van Dunem a Angola, que acontece num momento em que o país vive um novo ciclo político, “caracterizado por alterações da ética e da moral”.
    “O Presidente João Lourenço tem isso como uma aposta fundamental, a moralização da sociedade, e o papel da justiça é muito importante. Não só a justiça no sentido da sua administração, mas também dos pressupostos da cidadania. E é aí que a cooperação com Portugal aparece de forma privilegiada, porque queremos melhorar os nossos serviços de cidadania, através do sistema de registo civil”, declarou.
    Portugal, sublinhou, tem uma experiência “que funciona muito bem” na área dos Registos e Notariado, razão pela qual Angola a quer conhecer e aplicar no país.
    “Como temos esse défice em Angola, vamos trabalhar com Portugal no sentido, não só de conhecermos a sua experiência, mas também de nos ajudar a montar todo o mecanismo que vai conduzir a uma similitude de procedimentos desde o seu início, desde a preparação dos termos de referência para contratação da consultoria que será necessário estabelecer, passando pela monitorização desse serviço e pela sua fiscalização técnica. Depois, veremos as questões financeiras. Temos indicações de termos já elementos que nos permitem resolver a questão financeira”, explicou.
    Francisco Queiroz é um doa mais ilustres peritos dos peritos em tudo, desde logo pela sua enorme capacidade em servir qualquer dos amos que esteja no Poder.
    Francisco Manuel Monteiro de Queiroz foi Ministro da Geologia e Minas, cargo para o qual foi nomeado aos 28 de Outubro de 2012 por José Eduardo dos Santos, na sequência das eleições gerais fraudulentas em toda a linha e, como sempre, ganhas pelo MPLA.
    A partir de 1979, Francisco Queiroz iniciou um longo percurso profissional ao ser Magistrado do Ministério Público (Procuradoria Militar), até 1984. No ano seguinte, a sua trajectória foi marcada pela docência nas Faculdades de Direito e de Economia da Universidade Agostinho Neto (UAN). Na UAN chegou a exercer o cargo de Director da Faculdade de Direito, de 1986 a 1991.
    Ainda nos anos 80, foi Assistente Diplomático do Gabinete do Presidente da República tendo atingido a categoria diplomática de Ministro Conselheiro. Mais tarde, em 2005, exerceu as funções de Assessor do Presidente da República para os Assuntos Parlamentares e Políticos. Em 2008, foi Secretário do Presidente da República para os Assuntos Políticos e Constitucionais.
    Por despachos Presidenciais exerceu as funções de Coordenador de Reformulação da Legislação Económica, tendo em vista adoptar a legislação económica do País à economia de mercado, em 1991.
    No Sector da Geologia e Minas, como Coordenador da Comissão que elaborou o Código Mineiro, orientou todos os debates públicos, workshops e consultas públicas tendo feito a apresentação do Projecto do Código Mineiro no Conselho de Ministros e na Assembleia Nacional que o aprovou em Novembro de 2011.
    Na qualidade de Titular da Pasta da Geologia e Minas, Francisco Queiroz orientou os trabalhos do II Conselho Consultivo Alargado deste departamento governamental. Em Janeiro de 2013, participou da Conferência Internacional de Minas, em Indaba, África do Sul. Tem feito apresentações sobre o sector geológico-mineiro angolano em eventos internacionais, tendo como pano de fundo o Plano Nacional de Geologia e o Código Mineiro.


    Folha 8 com Lusa

    Brasil: Bolsonaro diz que não quer e não tem direito de intervir na Petrobras;

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    Segundo porta-voz, deve ser percebida a 'clara intenção' de 'não praticar ação que possa demonstrar interferência na política da empresa'.

    Bolsonaro se reuniu com presidente da Petrobras
    Bolsonaro se reuniu com presidente da Petrobras
    CESAR SALES/AM PRESS & IMAGES/ESTADÃO CONTEÚDO

    terça-feira (16) com ministros e o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, que não "quer" e não "tem direito de intervir na Petrobras", de acordo com o porta-voz do Planalto, Otávio Rêgo Barros. Ele falou com jornalistas após a coletiva de imprensa concedida pelos ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Infraestrutura, Bento Albuquerque.
    "Frase que nosso presidente disse logo no início da reunião: eu não quero e não tenho direito de intervir na Petrobras, eu não quero e não posso intervir na Petrobras. Eu não quero por questões de conceito, eu não posso por questões legais e até mesmo políticas", relatou Barros no início da conversa com jornalistas no Planalto.
    Segundo o porta-voz, deve ser percebida a "clara intenção" de "absolutamente não praticar ação que possa demonstrar qualquer interferência direta na política desencadeada pela Petrobras". Barros também disse que Bolsonaro está "perfeitamente convencido da maneira que a Petrobras lida" com a política de preços. "A Petrobras tem total liberdade para decidir o quanto e quando aplicar reajuste, e até não aplicar", disse, quando questionado sobre a decisão em torno de um eventual novo reajuste no diesel.
    A reunião que aconteceu mais cedo no Planalto, de acordo com Albuquerque, serviu para prestar esclarecimentos a Bolsonaro sobre a política de preços da estatal. O encontro ocorreu após a repercussão do recuo da Petrobras em reajustar em 5,7% o preço do óleo diesel na última sexta-feira, após uma ligação de Bolsonaro ao presidente da estatal.
    De acordo com Barros, o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Décio Oddone, fez uma exposição durante a reunião para explicar os mecanismos da precificação.

    Angola: Tailandês condenado a sete anos de prisão em burla de 50 mil milhões de dólares.

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    O Tribunal Supremo de Angola condenou hoje a sete anos de prisão o tailandês Raveeroj Ritchotnean, pelo uso de um cheque de 50 mil milhões de dólares (44.300 milhões de euros) numa tentativa de burla ao Estado angolano.
    fonte: DW África
    Angola Justiz Symbolbild (DW/N. Sul de Angola)
    Além de Raveeroj Ritchotnean, considerado o líder do grupo visado neste processo, que ficou conhecido como "Burla à Tailandesa", o tribunal condenou os outros três réus tailandeses a penas de três anos de prisão cada um, pelos crimes de associação criminosa e burla por defraudação.
    Sobre o réu Raveeroj Ritchoteanan, o tribunal decidiu pela sua condenação a seis anos de prisão maior pelo crime de associação criminosa e a três anos por burla por defraudação na forma frustrada, fazendo o cúmulo jurídico de sete anos e seis meses de prisão.
    Já a ré Celeste de Brito, angolana, detida desde 21 de fevereiro de 2018 e considerada o elo de ligação dos tailandeses ao Estado angolano, o tribunal condenou a dois anos de prisão para os crimes de associação criminosa, tráfico de influência, burla por defraudação na forma frustrada, como cúmplice e uso de documentos falsos.
    Angola Palast der Gerechtigkeit in Luanda (DW/B. Ndomba)
    Palácio da Justiça - Lunda
    Quanto aos réus angolanos, o tribunal decidiu pela pena de sete meses de prisão para José Arsénio Manuel, e de seis meses de prisão para Christian de Lemos, pelos crimes de tráfico de influência, tendo sido absolvidos dos outros três crimes de que estavam acusados.
    Absolvidos
    Foram absolvidos os réus Norberto Garcia, angolano e ex-diretor da Unidade Técnica de Investimento Privado (UTIP), Million Isaac Haille, eritreu, e André Roy, canadiano, por falta de provas.
    Os réus foram ainda condenados ao pagamento de taxa de justiça no valor de 80 mil kwanzas (222 euros).
    Em declarações à imprensa, o advogado de defesa dos réus tailandeses e de Celeste de Brito considerou "equilibrada" a sentença, com destaque para esta última, salientando que vai trabalhar "para mandá-la para casa".
    "Vamos agora trabalhar no requerimento, porque já está acima da pena, da medida aplicada, e agora é fazer o devido requerimento para mandá-la para casa", disse, sublinhando que era essa a previsão da defesa.
    Recurso vai ser apresentado?
    Us-Dollar (Getty Images/AFP/O. Kose)
    Relativamente ao réu Raveeroj Ritchoteanan, Carlos Salumbongo disse que tem cinco dias para analisar a decisão do tribunal, se intenta recurso ou se aceita a condenação, sendo que, para os restantes réus tailandeses, que já atingiram metade da pena, também será analisada a melhor via.
    "O tribunal teve a sua posição, no âmbito da livre apreciação da prova, que deve ser respeitada. Não satisfaz de todo, mas deve ser respeitada. Daí que vamos analisar se interpomos recurso ou não, é uma questão agora de análise", disse Carlos Salumbongo.
    Recorde-se que o caso remonta ao ano de 2017, quando um grupo de empresários tailandeses, liderado por Raveeroj Ritchoteanan, presidente da fundação com o mesmo nome e detentor do cheque de 50 mil milhões de dólares, da empresa Cetennial Energy Company Limited, chegou a Luanda, com a intenção de investir este valor em projetos sociais e infraestruturais.
    Para a ida a Luanda, os réus tailandeses contaram com o apoio da empresária angolana Celeste de Brito, que, por meio da UTIP, conseguiu o visto de fronteira, de 15 dias, para a sua entrada no país.
    Autenticidade dos documentos
    Angola Luanda Justizpalast (DW/C.V. Teixeira)
    A autenticidade do cheque foi posta em causa pela Unidade de Informação Financeira (UIF), pelo Banco Nacional de Angola (BNA) e pelo Banco de Negócios Internacional (BNI), havendo documentos no processo que atestam e outros que não a existência no banco central das Filipinas do valor em causa.
    "Naturalmente, o tribunal deu maior credibilidade aos que contrariam a versão dos réus", referiu o juiz, apesar de os réus tailandeses e Celeste de Brito questionarem a autenticidade destes documentos.
    "Não pode ser ignorado que os documentos foram emitidos pelo banco central das Filipinas em resposta a um ofício do BNA e de outros bancos, que, sem terem força de documentos autênticos, de acordo com as regras de experiência comum, e tendo em conta a credibilidade que estas instituições merecem nos meios diversos do Estado, têm de ser aceites como boas, sob pena de se inviabilizar as relações económicas nacionais e transnacionais e recolha de prova em tempo útil", referiu.
    Todos os réus negaram a prática de qualquer dos crimes de que vinham acusados e começaram a ser julgados a 17 de janeiro passado.
     
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    Calado Show: Humor à moda angolana

    França: Macron promete reconstruir Notre-Dame em até 5 anos.

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    Especialistas, no entanto, são mais cautelosos que o presidente e estimam que seja necessária mais de uma década para recuperar o monumento. Autoridades descartam motivação criminosa no incêndio.
    Frankreich Paris | Zerstörung nach Brand der Kathedrale Notre-Dame de Paris (Reuters/C. Petit Tesson)
    O interior da catedral após o incêndio
    O presidente da França, Emmanuel Macron, disse na noite desta terça-feira (16/04) em pronunciamento na TV que a Catedral de Notre-Dame, em Paris, poderá ser reconstruída em cinco anos.
    "Sim, vamos reconstruir a catedral de forma ainda mais bonita. Quero que isso aconteça em cinco anos, nós podemos", disse Macron. "Tudo o que constitui o país é vivo e, portanto, frágil. Compartilho da dor, mas também da esperança de vocês. Agora é hora de agir. Agiremos e seremos bem-sucedidos."
    O incêndio na Notre-Dame, na segunda-feira, destruiu a flecha da catedral (torre central) e praticamente todo o telhado. Por outro lado, o interior da igreja e uma boa parte dos vitrais resistiram às chamas.
    A expectativa de Macron de que seja possível reconstruir a catedral em cinco anos é mais otimista do que a de especialistas. Antes de o pronunciamento ir ao ar, Frédéric Létoffé, um dos dois presidentes da Federação dos Construtores Especializados em Patrimônio Histórico, estimou que seja necessária mais de uma década para completar a reconstrução. "Uma restauração entre 10 e 15 anos me parece razoável", disse ele, segundo o jornal Le Figaro.
    Frankreich Präsident Macron TV Rede (Getty Images/AFP/L. Marin)
    "Vamos reconstruir a catedral de forma ainda mais bonita", disse Macron
    Létoffé também chamou de "fora da realidade" uma sugestão do ex-ministro da Cultura Jack Lang de que três anos seriam mais do que necessários para recuperar a catedral. "Antes de restaurar, é preciso garantir a segurança da estrutura, e só isso já vai demandar bastante trabalho", completou.
    Investigação
    As autoridades francesas vêm tratando o incêndio como acidental. O chefe das investigações, Rémy Reitz, disse que não há nada que indique uma motivação criminosa por trás do episódio.
    Nesta terça-feira, o Ministério Público de Paris afirmou que cerca de 30 pessoas foram interrogadas. Muitos são operários que trabalhavam nas obras de restauração do monumento de cerca de 850 anos.
    Um funcionário judicial, sob anonimato, disse à agência de notícias Associated Press que os alarmes de incêndio da catedral soaram duas vezes na segunda-feira.
    Na primeira vez, algumas pessoas – incluindo um bombeiro baseado permanentemente no local – foram verificar o teto e não teriam observado nada. Na segunda vez já era tarde porque o princípio de incêndio era muito forte, disse a mesma fonte.
    Os investigadores analisam a possibilidade de o fogo ter começado ao nível do andaime das obras de renovação no telhado. Foi aberto um inquérito por destruição involuntária por fogo.
    JPS/lusa/ots

    Moçambique: Dívidas ocultas: Privinvest contra-ataca para fugir à responsabilidade?

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    Uma guerra judicial está declarada no contexto das dívidas ocultas moçambicanas. Os envolvidas movem-se nos campos de batalha internacionais onde se degladiam para não sair no prejuízo. Agora entra em cena a Privinvest.
    fonte: DW África
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    Iskandar Safa (centro), dono da Privinvest, ladeado de Armando Guebuza (esq.), ex-Presidente de Moçambique e François Hollande (dir.), ex-Presidente da França
    A 14 de março de 2019, a construtora naval Privinvest processou na Suíça o Estado moçambicano e as empresas estatais Ematum, MAM e Proindicus, envolvidas no escândalo das dívidas ocultas avaliadas em dois mil milhões de euros.
    Segundo o jornal Bloomberg, a empresa com sede nos Emiratos Árabes Unidos quer ser indemnizada em cerca de 177 milhões de euros pelas perdas que supostamente teve por incumprimento contratual por parte das empresas em causa.
    O jurista moçambicano Eduardo Elias entende que "a Privinvest está a fazer isso como forma de fugir a sua responsabilidade. Não é agora que vai dizer ou tentar convencer a quem quer que seja que as empresas moçambicanas é que ludibriaram para tirar dividendos."
    Entretanto, um mediador da construtora naval já foi detido no começo de 2019 no âmbito de um processo judicial iniciado pela justiça norte-americana. Jean Boustani é acusado de ter cometido crimes financeiros e de se ter envolvido em esquemas de corrupção, num caso ligado às dívidas ocultas.
    Schiffe von EMATUM in Mosambik
    Barcos da Ematum adquiridos no contexto das dívidas ocultas
    Privinvest sai do silêncio
    A Privinvest disse à Bloomberg que "durante cerca de três meses tem sido muito silenciosa face à falsa narrativa sobre as suas atividades em Moçambique, e não pretende mais continuar em silêncio".
    Esta ação da Privinvest acontece depois de o Estado moçambicano ter processado o banco Credit Suisse e a Privinvest no Tribunal Comercial de Londres, isso no começo de 2019, exigindo uma indemnização por fraude e outros ilícitos.
    "Cada um procura fazer valer os seus direitos, às vezes pensamos que temos um direito quando na verdade chegamos a conclusão através dos tribunais que afinal não temos aquele direito que arreigamos ter. Pensamos que o que estamos a assistir agora é cada um a tentar exibir os seus argumentos tentando mostrar aos tribunais se deve ou não pagar", entende o jurista Elias.
    E as responsabilidades de Filipe Nyusi?
     
    Ouvir o áudio04:09

    Dívidas ocultas: Privinvest contra-ataca para fugir à responsabilidade?

    O aviso de arbitragem da instituição suiça foi endereçado ao Presidente de Moçambique. De lembrar que na altura da contração das dívidas ilegais, da criação das referidas empresas e dos negócios a elas relacionados, Filipe Nyusi era ministro da Defesa que tutelava parte das empresas.
    Pela sua participação muitos defendem que o Presidente moçambicano tem algo a dizer sobre este escândalo. E Andre Thomashausen, especialista em direito internacional, é um deles: "Ficará bem claro que a responsabilidade máxima pelo desvio de dois mil milhões de euros está nas mãos do ex-Presidente Guebuza e nas mãos do Presidente Nyusi, que numa carta que recentemente foi publicada pela imprensa moçambicana, instruiu os responsáveis pelas empresas do Estado, Ematum, MAM e Proindicus, a fazerem o empréstimo. Portanto, não pode negar que não tinha conhecimento, pelo contrário, como ministro da Defesa na altura encaminhou esse processo todo e tem uma plena responsabilidade nele."

    Ex-ministra moçambicana Helena Taipo detida em Maputo.

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    Gabinete Central de Combate à Corrupção de Moçambique anunciou terça-feira a detenção de Helena Taipo, antiga ministra do Trabalho de Moçambique e ex-embaixadora em Angola, investigada por desvio de fundos.
    fonte: DW África
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    Além da antiga governante, de acordo com o Gabinete Central de Combate à Corrupção, subordinado à Procuradoria-Geral da República (PGR) de Moçambique, as autoridades moçambicanas detiveram uma segunda pessoa, não identificada na informação, arguida no mesmo processo.
    "Os mesmos serão, brevemente, apresentados ao juiz da instrução criminal para legalização", refere o Gabinete Central de Combate à Corrupção, que acrescenta que a detenção foi feita à luz de uma ordem do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo.
    Taipo foi detida após ser ouvida no início da tarde pelo Gabinete Central de Combate à Corrupção e levada para um estabelecimento penitenciário da capital moçambicana.
    Neste processo, Taipo é suspeita de ter recebido subornos de 100 milhões de meticais (1,4 milhões de euros) para favorecer empresas de construção civil e do setor gráfico em contratos com a Segurança Social, referiu fonte do Ministério Público moçambicano à Lusa em outubro de 2018.
    Os factos remontam a 2014, quando Helena Taipo era ministra do Trabalho e nessa qualidade tutelava o Instituto Nacional de Segurança Social (INSS).

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