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BAMAKO E IYAD ENGAJADOS NA MESMA LUTA CONTRA EIGS NO MALI: Cuidado com o efeito bumerangue!

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quarta-feira, 10 de maio de 2017

ANGOLA: SENHORES DA OPOSIÇÃO. E AGORA? MAIS DO MESMO?

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sama-chivu

Os quatro partidos da oposição, com assento parlamentar, nomeadamente, UNITA, CASA-CE, PRS e FNLA vieram a terreiro e bem, pela primeira vez, em tempo recorde e antecipadamente, no dia 6 de Maio (um sábado) denunciar, reconheça-se a honestidade da CNE (Comissão Nacional Eleitoral), face à postura “parcial/partidocrata”, na defesa da lei da batota, na lógica da batata, para manutenção do MPLA, no poder.

Estes partidos, questionam e denunciam a monstruosa mentira, mais uma, da CNE (superior e macabramente, dirigida pelo juiz Silva Neto, acusado de ser militante confesso do MPLA), de ter realizado uma sessão plenária do órgão no dia 5.5 (sexta-feira) que aprovou “as empresas INDRA e SINFIC para prestação de serviços eleitorais”.
Ora, nessa data não houve plenária, pelo menos com a presença dos comissários nacionais dos partidos políticos da oposição, com assento parlamentar, capaz de lhe dar credibilidade.
As duas empresas, INDRA e SINFIC são suspeitas, quanto à isenção de procedimentos, como dizem os partidos da oposição: “Recordemos que as empresas que estão a ser escolhidas são as mesmas que participaram nas fraudes de 2008 e 2012. Em 200, por exemplo, a INDRA produziu mais boletins de voto do que aqueles que a CNE disse ter recebido, e forneceu um sistema tecnológico que não estava em conformidade com a lei. A SINFIC por seu turno, foi a empresa que assessorou o Ministério da Administração do Território e a CNE na produção de cadernos eleitorais incorrectos”, denunciam UNITA, CASA CE, PRS e FNLA, mas mantém-se impávidos e serenos a assistir e fazer estas pequenas reclamações.
A oposição deveria condicionar a sua participação a uma revisão das negociações e a participação de outras empresas, sob pena de se retirar dos órgãos eleitorais e parlamento, com os seus deputados, comissários e militantes a sentarem-se diante da Assembleia Nacional, até haver maior lisura e transparência.
Sendo positiva a reclamação, ela é insuficiente para parar a fraude. É preciso mais do que um simples, arreganho, tal como: “Assim em nome das formações políticas que representamos, lançamos um apelo veemente para a correcção imediata de mais esta situação que, em lesando a Lei, está a lançar bases para um processo não transparente nem democrático , que visa unicamente a manipulação dos resultados eleitorais”.
Mas quantos apelos de “correcção imediata” a oposição já lançou e o partido no poder os mandou bugiar, no muro da lamentação? Muitos, pois nada levará a acreditar que desta vez seja diferente. Nada!
“A UNITA, a CASA-CE, o PRS e a FNLA declaram que irão responsabilizar essas empresas, junto das autoridades reguladoras competentes, dos seus países, caso assinem, com a CNE, contratos que visem defraudar o povo angolano e provocar a instabilidade em Angola”.
Esta forma contundente de terminar, o comunicado, por si só não basta, pois o regime, astutamente, vai hastear com a bandeira da alegada paz, e a oposição, nunca vai sair do texto, face à cobardia de uns poucos perderem as mordomias e tudo vai continuar na mesma.
A inversão da batota em Angola só vai ocorrer com actores partidários mais ousados, capazes de agir e não reagir, como tem sido até aqui, a prática da oposição, numa clara defraudação dos mais legítimos anseios dos povos angolanos.
O MPLA está no poder e defende-se com a legitimidade que se conferiu, para lá permanecer eternamente, logo se não houver ousadia da oposição, não adianta reunir para fazer comunicados bonitos, nos hotéis, que o regabofe vai continuar.

São fortes os cúmplices do poder

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Aempresa SINFIC de Portugal ligada à gestão do processo informático, software e materiais é capitaneada por Fernando José H. Femenim dos Santos, Eurico Manuel Robim Santos e Luís Filipe da Conceição Nobre, todos licenciados em Engenharia Electrotécnica e com MBA em Gestão de Informação, têm excelentes relações com o Palácio Presidencial.
Esta é, por muitos, considerada uma relação espúria, que envolve, também, segundo fonte do F8, uma empresa ligada ao presidente do Tribunal Constitucional, daí a acusação de corrupção, face à sucessão de negócios milionários, superiormente ordenados pelo presidente José Eduardo dos Santos, que num Despacho Presidencial, autoriza o Ministério da Administração do Território a contratar os serviços da SINFIC, sem especificar e pormenorizar os serviços e meios a fornecer, por 50,7 mil milhões de kwanzas, equivalente a 275 milhões de euros, totalmente pagos.
O contrato de fornecimento de equipamento técnico para o registo eleitoral (que decorreu de Agosto de 2016 à Março de 2017), foi uma autêntica engenharia, sem concurso público transparente, que custou aos cofres do Estado, uma montanha, para enriquecer alguns dirigentes e governantes do partido no poder.
Fontes do F8 nos corredores do regime, dizem ter havido sobre facturação de mais de 80 milhões de dólares, a favor de pessoas alojadas no palácio, numa clara demonstração de corrupção activa, com respaldo institucional.
“Os serviços de assistência técnica e equipamentos fornecidos ao Ministério da Administração do Território para o processo do registo eleitoral 2016-2017, não justifica estes elevados montantes, mas como nada é escrutinado e não há independência dos órgãos de soberania, rouba-se ao Estado escandalosamente e o grave é de tudo contar, voluntária ou involuntariamente, com o beneplácito do próprio presidente José Eduardo dos Santos”, esclareceu a nossa fonte.
Estranhamente, a SINFIC, não forneceu mais e novo material, uma vez ter aproveitado o banco de dados de 2012, em 2016/17, dos 9,7 milhões de eleitores registados (em 2012), que agora, simplesmente fizeram prova de vida, para eliminar dos registos os falecidos, nos últimos quatro anos, pelo que se estranha o montante solicitado (275 milhões de euros), mesmo tendo havido a inscrição de cerca de 1, 200 mil novos eleitores, que completaram 18 anos.
A INDRA é uma empresa espanhola fundada em 1993, está cotada na bolsa de valor e tem como pessoas chaves, o seu presidente Fernando Abril-Martorell, o conselheiro delegado, Javier de Andrés e o CEO, Indra no Brasil (uma espécie de coordenador da América Latina), Jorge Arduh e conta actualmente com 34.000 trabalhadores espalhados pelo mundo, sendo considerada uma empresa líder em soluções e serviços de alto valor agregado para os sectores da Segurança e Defesa, Transportes e Tráfego, Energia e Indústria, Serviços Financeiros, Saúde e Administração Pública, Telecomunicações, Mídia e, nos últimos anos, apostou forte na gestão eleitoral.
A sua facturação no ano de 2016 ascendeu a cerca de 2 biliões e 709 milhões de Euros.
No Brasil, onde em 2011, adquiriu a empresa de tecnologia Politec por 100 milhões de euros, tem sido referenciada, como tendo dado propina em alguns Estados, para a obtenção de contratos, logo é parte, ainda que residual, na famosa operação Lava Jacto. Por outro lado, alguns países da América Latina têm alertado os seus métodos, pese serem tecnicamente inquestionáveis, regra geral, são sensíveis aos apelos e orientações, para omissões informáticas a favor dos regimes no poder. Recentemente, face ao clamor dos partidos da oposição, a Organização dos Estados Americanos recomendou a sua isenção total nas eleições da República do Peru.
Em 2009 a INDRA tinha parcerias ou desenvolvido projectos em mais de 100 países, tendo filiais em 46, sendo quatro no continente africano, nomeadamente, na África do Sul, Argélia, Kénia e Marrocos, na sua posição de líder global no controlo do tráfego aéreo, para além da sua tecnologia para processos eleitorais lhe ter permitido a gestão de mais de 300 eleições em 18 países.
Artigos relacionados publicados recentemente pelo Folha 8: “À medida e por medida” (Indra, Sinfic e CNE) – ontem, 8 de Maio; e “Oposição unida contra escolha da Indra e Sinfic”, dia 7 de Maio.
Fonte: http://jornalf8.net

BRASIL: Juiz suspende Instituto Lula.

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Lula da Silva fala a apoiantes

Lula da Silva fala a apoiantes

Despacho fala em indícios "veementes" de "delitos criminais"
O juiz substituto Ricardo Augusto Soares Leite, da 10ª Vara Federal Criminal de Brasília, determinou, a pedido do Ministério Público Federal, a suspensão das actividades do Instituto Lula, entidade comandada pelo antigo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
No despacho, assinado no último dia 5 e publicado nesta terça-feira, 9, o magistrado justificou que, mesmo que o Instituto Lula desenvolva projectos de cunho social, há indícios “veementes” de “delitos criminais” que podem ter sido iniciados ou instigados na sede do instituto, localizada em São Paulo.
Em nota, o Instituto Lula afirmou que não foi notificado oficialmente da decisão do juiz e que "os seus advogados averiguarão as medidas cabíveis assim que tiverem o teor da decisão".
“Como o próprio acusado [Lula] mencionou que no local [sede do Instituto Lula] se discutia vários assuntos, e há vários depoimentos que imputam pelo menos a instigação de desvios de comportamentos que violam a lei penal, a prudência e a cautela recomendam a paralisação de suas actividades. Há indícios abundantes de que se tratava de local com grande influência no cenário político do país, e que possíveis tratativas ali entabuladas fizeram eclodir várias linhas investigativas”, escreveu o juiz de Brasília no despacho.
O magistrado relata ao longo do despacho que, ao depor à Justiça Federal, o próprio Lula comentou que o instituto já foi alvo de fiscalização da Receita Federal.
Soares Leite destaca, entretanto, que, no mesmo depoimento, o antigo Presidente não comentou que teria ocorrido, pelo menos, uma operação atípica que levou o Fisco a suspender a isenção fiscal da entidade referente ao ano de 2011 por suspeita de desvio de finalidade.
O Instituto Lula afirmou que “funciona buma casa adquirida em 1991, onde antes funcionava o Instituto da Cidadania. Não existe 'novo Instituto Lula'. Todas as doações ao Instituto Lula, fundado em Agosto de 2011, são legais e registradas com notas fiscais”.

Fonte: voaportugues.com

    Angola: Oposição reafirma "ilegalidades" na escolha de empresas para serviços eleitorais.

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    Em Angola, os partidos da oposição voltam a dizer que houve "ilegalidades" na contratação de duas empresas para a prestação de "serviços" nas eleições de agosto. Oposição reitera hipótese de processar as empresas.

    Fonte: DW ÁFRICA
    Angola Treffen Wahlkomission und Politik (DW/Nelson Sul de Angola)
    Reunião entre a CNE e os partidos da oposição em Luanda (09.05.)
    Persiste o braço de ferro entre a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) e os partidos políticos na oposição. Em causa, a contratação das empresas Sinfic e a Indra, duas empresas que poderão prestar serviços no fornecimento do material de votação, solução tecnológica e gestão do ficheiro informático de cidadãos eleitores, nas eleições gerais desde ano em Angola.
    Para dissipar as duvidas e suspeições à volta do processo, a CNE congregou esta terça-feira (09.05) à volta da mesma mesa, os partidos políticos com e sem assento parlamentar, num encontro em que a oposição insistiu nos argumentos de que não houve transparência na contratação das duas empresas a quem acusam de ter participado nas fraudes das eleições de 2008 e 2012.
    Violação da lei
    No encontro, o vice-presidente da UNITA Raúl Danda, voltou a frisar que a lei foi violada.
    Angola Raúl Danda (DW/Nelson Sul de Angola)
    Raúl Danda, vice-Presidente da UNITA na reunião com a CNE
    "Ficou aqui provado que temos aqui os cadernos de encargos que não respeitam a lei, que violam de forma grave a lei, com interpretações da lei completamente enviesadas. Temos aqui um sistema de contratação que deveria passar pelo plenário e foi aqui que nós todos ouvimos da voz de alguém que está na Comissão de Avaliação que isso não passou por lá. Viemos aqui convidados para uma sessão de esclarecimento mas tivemos tudo menos esclarecimentos. Gostamos de ouvir o presidente da CNE no fim admitir que de facto existem erros que devem ser corrigidos”
    O presidente da CASA-CE em declarações prestadas à imprensa sublinhou que ficou provada que não houve lisura na elaboração dos cadernos de encargos para o o processo de contratação. Abel Chivukuvuku não descartou ainda a possibilidade de processar as duas empresas nos seus países de origem caso as mesmas venham insistir na assinatura do contrato com a CNE.
    "Ficou provado que o processo de contratação das duas empresas foi ilegal, ficou provado que a feitura dos cadernos de encargos foi também elaborada de forma ilegal, sem transparência, também os termos constantes dentro dos próprios cadernos de contratação também contém normas ilegais. Pelo menos ficou provado e é bom que o presidente da CNE tenha compreendido isso. Tudo deve ser corrigido. Por outro lado,não pomos de parte a ideia de processar em Portugal e Espanha essas empresas."
    Angola Abel Chivukuvuku (DW/Nelson Sul de Angola)
    Abel Chivukuvuku líder da CASA-CE na reunião com a CNE
    MPLA diz que não há ilegalidade
    Opinião contrária tem o partido que sustenta o Governo. António Paulo Kassoma, secretário-geral do MPLA, disse não haver nenhuma ilegalidade, mas acrescentou que, o MPLA por ser o principal interessado nessas eleições no sentido de garantir a sua legitimidade de governação, espera que a CNE conduza esse processo com rigor.
    Angola ntonio Paulo Kassoma (DW/Nelson Sul de Angola)
    António Paulo Kassoma, secretário-geral do MPLA na reunião com a CNE
    "Não há dificuldade na questão da seleção das empresas, não há dificuldade em termos de cumprimento e a intenção de todas as partes de que a lei deve ser rigorosamente cumprida e estamos aqui para cumprirmos toda a legislação que produzimos para que tenhamos eleições livres e justas. Mas a CNE pode ultrapassar essas dificuldades, entre aspas, reafirmando a sua posição no plenário de amanhã (10.05.)".
    Lei não aprovada pelo plenário
    Mas a ideia de ilegalidade na contratação dessas duas empresas, ficou ainda mais reforçada quando um dos membros da Comissão Nacional Eleitoral, Isaías Chitombe, pediu a palavra, para revelar que a contratação das empresas foi aprovada pelo presidente da instituição, quando, a lei recomenda que seja aprovada pelo plenário.
    Diante das declarações da oposição e da intervenção de um dos membros da comissão eleitoral, o presidente da CNE André da Silva Neto prometeu a correção de eventuais irregularidades detetadas e garantiu um processo eleitoral justo e transparente.
    "Tomei boa nota das  recomendações positivas feitas por grande parte dos senhores representantes dos partidos políticos no sentido do processo ser  conduzido de forma transparente, clarividente e sem margem para dúvidas quando chegar a hora de serem anunciados os resultados  finais do pleito que vamos ter a 23 de agosto", concluiu o presidente da CNE.

    TRÊS GENERAIS PROMOVIDOS NO DIA QUE ECOMIB INICIA A RETIRADA DA GUINÉ-BISSAU.

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    O Presidente da República, José Mário Vaz anunciou hoje, ao Conselho Superior de Defesa Nacional, a promoção de três oficiais a generais de uma e duas estrelas.

    Tratam-se do Chefe de Estado-maior do Exército e o seu vice, bem como o Chefe da Casa Militar da Presidência da República, nomeadamente Lassana Mansal, Sumbonhe Na Tchongo e António Abel.

    A promoção dos generais pelo Presidente da República, na qualidade de Comandante Supremo da Forças Armadas guineense, reuniu o consenso dos membros do Conselho Nacional da Defesa, durante um encontro extraordinário no Palácio da República.

    A promoção não contempla as forças para-militares, assunto sobre o qual, o ministro da Defesa Nacional, Eduardo Costa Sanhá, admite poderá acontecer numa eventual ocasião.

    A promoção anunciada acontece no dia em que a Força de Alerta da CEDEAO para Bissau – ECOMIB, inicia a sua retirada do país.

    Sobre este fato, o Ministro da Defesa disse que o Governo ainda não recebeu a confirmação oficial da retirada, mesmo assim afiança que está garantida a segurança interna do país.

    O responsável pela pasta da Defesa guineense reafirmou a submissão dos militares ao poder político, como tem vivido até aqui.

    Adão Ramalho
    Conosaba/© e-Global Notícias

    «OPINIÃO» "AS LÁGRIMAS DE UM POVO SOFREDOR CAUSADA PELO PAIGC" - TEDSE SILVA DA GAMA.

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    «OPINIÃO» "AS LÁGRIMAS DE UM POVO SOFREDOR CAUSADA PELO PAIGC" - TEDSE SILVA DA GAMA


    Me refúgio sempre a ideia da luta, pois entendo, a que foi desencadeada na Guiné-Bissau pelos combatentes não foi uma simples disputa, mas sim uma prática revolucionária com intuito de libertar o povo oprimido. Após essa brilhante atitude deu-se por entender que o futuro da nossa terra dependerá do seu povo, no entanto tudo virou ao contrário e nisso refiro-me a uma das ideologias do PAIGC que segundo Piter Karibe Mendy, o objetivo de Amílcar Cabral era a eliminação da exploração de homem pelo homem do e construir a própria economia. O momento de planejamento das ideias que garantiriam rumo ao caminho da execução das ideologias se transformou numa guerrilha entre os próprios combates, por questões dos cargos políticos, mulher, bens..., a sociedade, ou seja, o povo que era elemento primordial foi esquecido em detrimento dos caros de luxo e ainda continua sendo esquecido.

    Optei por começar nessa direção fazendo uma breve retrospectiva daquilo que foram os primeiros momentos da entrada do PAIGC na cidade para que se possa enquadrar o sofrimento do povo guineense onde se derramou muitas lágrimas e ainda continua a derramar por legado dos “paigcistas” que não souberam dar continuidade ao processo vitorioso vindo da luta de libertação nacional contra os imperialistas.

    Vangloriamos da tremenda luta do PAIGC para a libertação do país, mas hoje em dia, o desespero que floresce na face deste povo é causado por este partido, senão vejamos- a era do partido único que foi governado 18 anos por Nino Vieira não trouxe melhorias desejadas, no multipartidarismo onde maior parte da governação se fez por eles seguiu-se na linha dos bárbaros assassinatos com justificativas não cabíveis.

    A minha infância foi marcada pela seguinte frase, “Guiné-Bissau na sabi um dia e tudo na passa” talvez tudo pode passar se o estado vê na população como um mar de rosas, e por outro lado, como o país pode alcançar o nível de desenvolvimento almejado se é que as pessoas têm a “cultura de sabotagem”, ou seja, a Guiné só pode desenvolver quando os ”djintons” fazem parte.

    O momento esse é de mudarmos o paradigma e construindo novos desafios que garantem a menos pequenas condições básicas, “garandis kuma kil ku bu ka odja didia i ka dinoite ku bu na odjal”, pois o que PAIGC não nos deu há mais de quarenta anos, não será num simples dia, o mais incrível é estar perante um discurso paranoico, “anós ku danal ma anós tambi ku na kumpul”, a política não pode ser sociedade hereditária.

    Por enquanto se vê no PAIGC como um único partido que pode mudar o destino deste povo, por que lutaram há mais de dez (10) anos, a esperança sempre nos fará a vista de curto prazo como afirma Mc Mario. É preciso estar atento aos malabarismos dos “paigcistas” no

    aproximar dos escrutínios, pois sempre apresentam uma figura nova que desperte atenção na população para uma esperança renovada, e uma falsa união entre os dirigentes.

    Partilho a ideia com os demais que afirmam que este partido deve ser um museu a fim de conhecermos suas equivocadas histórias, por que já nos mostraram as suas incapacidades governativas, o problema interno de um partido não pode estagnar o avanço de país, mas os nossos sonhos já foram adiados inúmeras vezes por este motivo.

    Faço das minhas palavras o discurso do presidente da Guiné-Equatorial, Teodoro Obiang a margem de uma visita em Maputo no dia 06 de abril do ano em curso, onde frisou que a África deve procurar a sua independência econômica e parar de enriquecer os outros, e a Guiné-Bissau como um dos país desse continente que ainda não construiu a sua economia não deve fugir desse parâmetro.

    Pensar a guiné para um futuro melhor exige uma reflexão profunda de todos com sentindo de coletivismo como fundamenta um dos princípios da filosofia “Ubuntu” e construindo um homem novo com ideias inovadoras que visam uma mudança de mentalidade, para tal é necessário um forte investimento no setor educativo.

    PAIGC é um grande perigo para o futuro da Guiné-Bissau!

    Tedse Silva Sores da Gama

    Estudante de ciências humanas

    Unilab/Brasil/Ceará- 2017

    PESCAS: BISSAU E UNIÃO EUROPEIA NEGOCIAM NOVO ACORDO.

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    Esperemos que o novo acordo das pescas seja benéfico para o país, visto que os anteriores só beneficiavam a UE. Até quando vamos continuar a  ser sugados por esses vampiros? Não se compreende a politica desses exploradores, ou seja, defendem transparência e boa governação, mas quando um governo não satisfaz os seus interesses fazem qualquer coisa para o derrubar, o mesmo acontece aos governantes que não representam os seus interesses, são afastados ou simplesmente são alvos de campanhas negativas. De recordar que no governo de Carlos Gomes Júnior, o ex-secretário de Estado das pescas, Mário Dias Sami, foi afastado do cargo por não ter concordado com a compensação oferecida pela UE para o acordo de pesca que estava em negociações, o homem era visto como um grande obstáculo as negociatas e era urgente correr com ele.

    Bissau,09 Mai 17(ANG) - O Governo da Guiné-Bissau e a União Europeia realizaram segunda-feira, em Bissau, a segunda ronda de negociações para um novo acordo de pesca, que deverá entrar em vigor em novembro.
    Vista do Porto de Pesca de Bissau
    Henrique Silva, do Ministério das Pescas da Guiné-Bissau, disse aos jornalistas que as duas partes estão a trabalhar para que o novo acordo entre em vigor a 24 de novembro.

    Caso haja um entendimento, o novo acordo de pesca entre a Guiné-Bissau e a União Europeia passará a ter uma validade de cinco anos, contra os três atualmente previstos, e o Governo guineenses deverá receber uma maior compensação financeira que os atuais 9,5 milhões de euros, explicou Henrique Silva.

    Segundo a Lusa, fonte ligada ao setor das pescas guineenses disse  que as autoridades guineenses esperam receber um valor superior a 10 milhões de euros.

    As duas partes devem voltar a reunir-se em Lisboa entre 22 e 24 de maio, altura em que Henrique Silva espera ver alcançado um acordo que possa ser assinado.

    "Há necessidade de continuarmos a discutir para que o acordo possa entrar em vigor a 24 de novembro. Há procedimentos complexos por parte da União Europeia até o acordo entrar em vigor", salientou Henrique Silva.

    Emanuel Berke, representante da União Europeia ligado ao gabinete que trata dos acordos de pesca, sublinhou que as negociações com o Governo guineense atingiram uma "fase crucial", mas disse que é importante prosseguir com as negociações.

    Segundo o responsável europeu, é importante que seja esclarecida a quantidade de biomassa da Guiné-Bissau para se estabelecer a quantidade das espécies que podem ser capturadas.

    O acordo é "extremamente importante", mas é preciso que "tudo seja tratado com transparência", disse.

    Além do prolongamento do prazo de acordo para cinco anos e da compensação financeira, as duas partes discutem também o número de marinheiros guineenses a serem admitidos nos barcos de pescas europeus, que vierem a pescar nas águas guineenses.

    O acordo de parceria no setor da pesca entre a União Europeia e a Guiné-Bissau foi concluído em junho de 2007, prevendo a sua renovação por períodos de quatro anos.

    O acordo permite que navios de Espanha, Portugal, Itália, Grécia e França pesquem nas águas guineenses e inclui a pesca de atum, cefalópodes (polvos, lulas, chocos), camarão e espécies demersais (linguados e garoupas).

    Com o golpe militar de 12 de abril de 2012, a União Europeia suspendeu o acordo, voltando a aplicá-lo em 2014, com a restauração da ordem constitucional na Guiné-Bissau, mas só até novembro de 2017.


    ANG/Lusa

    QUEM É BRIGITTE TROGNEUX, A EX-PROFESSORA DE EMMANUEL MACRON QUE SERÁ A PRÓXIMA PRIMEIRA-DAMA DA FRANÇA.

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    Da história de amor pouco comum ao Élysée Palace - o que está à espera da esposa do novo líder, eleito no último domingo.

    "Brigitte! Brigitte! Brigitte!", entoava a multidão quando ela subiu ao palco com seu marido, o recém-eleito presidente da França, Emmanuel Macron.

    Quem é ela?

    Em sua cerimônia de casamento, o próprio Macron comentou que eles não formam "um casal muito comum, muito normal - não que eu goste muito deste adjetivo - mas é um casal que existe".

    Existe uma diferença de 24 anos entre eles - a mesmo que há entre Donald e Melania Trump. O casal - ele hoje com 39 anos e ela com 64 - se conheceu quando Brigitte era sua professora de teatro.

    Emmanuel era um jovem de uma escola privada jesuíta em Amiens onde, Brigitte depois disse, ele mantinha "um relacionamento de igual para igual com adultos" em vez de falar como um adolescente.

    "Fiquei totalmente contagiada pela inteligência daquele garoto".

    Na época que se conheceram, Brigitte Trogneux, herdeira de uma empresa de chocolates conhecida por seus macarons, era casada com o banqueiro André Auzière e já tinha três filhos.

    Os pais de Emmanuel perceberam que seu filho estava apaixonado, mas não suspeitaram quem era o alvo de seu afeto. A biógrafa Anne Fulda escreveu que eles pensavam que Macron tinha uma queda por uma das filhas de Brigitte, Laurence Auzière, colega de turma na escola. Mas, na verdade, ele estava se apaixonando pela mãe dela.

    Segundo a biógrafa, os pais de Macron descobriram o que estava acontecendo e pediram que ela ficasse longe do filho até que ele completasse 18 anos.

    "Eu não posso prometer nada", a futura primeira-dama teria respondido.

    RELAÇÃO FAMILIAR

    Aos 17, Emmanuel disse à atual esposa que iria casar-se com ela algum dia. Em 2007, ele cumpriu a promessa.

    Agora, a mãe de Macron diz que enxerga Brigitte "mais como uma amiga" do que uma nora.

    Laurence se tornou uma das principais apoiadoras do padrasto e apareceu no último comício de Macron em Paris, por exemplo.

    Outra enteada, Tiphaine, de 32 anos, é uma advogada que trabalhou em sua campanha.
    Membros da família de Brigitte estavam no palco com os Macron quando eles celebraram os resultados da votação no domingo no Museu do Louvre, em Paris.

    O presidente eleito tem três enteados e, pela parte deles, sete netos.

    Brigitte demitiu-se do emprego como professora após o marido assumir como ministro da Economia, em 2014 e tornou-se sua conselheira.

    'QUANDO FORMOS ELEITOS'

    Ela tem o crédito de ter influenciado a visão do marido sobre mulheres na política - Macron prometeu que metade dos candidatos concorrendo pelo seu partido, o En Marche (Em marcha), nas eleições da Assembleia Nacional, em junho, será de mulheres.

    E o novo presidente quer formalizar o papel da primeira-dama. Em uma entrevista à revista "Vanity Fair", no mês passado, ele disse: "Se eu for eleito - não, desculpe, quando nós formos eleitos - ela vai estar lá, com um papel e um lugar para ocupar".

    Como uma ex-professora, é possível que a atual primeira-dama se envolva em ajudar os jovens, mas ainda não está claro o que ela fará.

    Macron propôs que o cargo não tenha salário e que ela vá moldando sua atividade: "Ela terá uma presença, ela terá voz, uma visão das coisas. Ela estará do meu lado, como sempre esteve, mas ela também terá um papel público".

    Algumas caricaturas francesas fizeram piada às custas do casal, mostrando Macron como um estudante que recebe instruções de sua mulher.

    E sua rival nas eleições, Marine Le Pen, também fez provocações sobre a origem do relacionamento do casal durante um debate na TV pouco antes da eleição de domingo passado.

    Olhando para suas anotações, sorriu sarcasticamente e disse: "Sr. Macron, vejo que está tentando jogar professor e aluno comigo, mas esta não é a minha".

    Até Brigitte já mostrou que pode rir sobre a diferença de idade dos dois. Ela é citada em livro como tendo dito: "Ele precisa concorrer em 2017 porque em 2022 o problema dele será o meu rosto".

    MILITARES ESTÃO TRANQUILOS NAS CASERNAS, SEGUNDO MINISTRO DEFESA DA GUINÉ-BISSAU.

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    O ministro da Defesa da Guiné-Bissau, Eduardo Sanhá, defendeu hoje que os militares do país "estão tranquilos nas suas casernas", subordinados às ordens do poder político civil.

    Segundo Sanhá, o comportamento dos militares pode ser testemunhado pelos guineenses e pelo mundo.

    O governante falava aos jornalistas à saída de uma reunião do Conselho Superior de Defesa da Guiné-Bissau, durante a qual o chefe de Estado guineense, José Mário Vaz, confirmou as promoções de três oficiais das Forças Armadas do país.

    As promoções foram atribuídas a Lassana Mansaly, chefe do Estado-Maior do Exército, que passou de brigadeiro-general para general de duas estrelas e o seu vice, coronel Sumbonhe Nantchongo, que foi promovido a brigadeiro-general.

    O chefe de Estado promoveu também a brigadeiro-general, o coronel Fabien Sagna, chefe da sua Casa Militar.

    O ministro da Defesa disse terem sido "promoções normais" confirmadas pelo Presidente guineense "na sua qualidade de comandante em chefe das Forças Armadas", após ouvir propostas das chefias militares.

    MB // EL

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