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terça-feira, 10 de abril de 2018

INVESTIDORES COLOCAM-NOS NA SUA AGENDA DE NEGÓCIOS.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



As consultoras Mergermarket e Control Risks consideram que Angola está a tornar-se um país mais atractivo para investir graças às reformas lançadas, mas alertam que o domínio das empresas públicas permanece um desafio para os investidores.

“Angola é vista como um anfitrião de mais negócios no futuro”, lê-se no relatório da Control Risks, que juntamente com a Mergermarket, lançou um estudo sobre a realização de fusões e aquisições em África.
No relatório lê-se que Angola tomou medidas “para aumentar o crescimento e a diversificação, e melhorar a participação do sector privado no desenvolvimento económico do país”, mas os analistas alertam também para os perigos de a actividade económica ser dominada pelo sector público.
“O domínio das empresas detidas pelo Estado continua a ser um desafio para os investidores”, lê-se no texto, que apresenta Angola como “o segundo maior produtor de petróleo, depois da Nigéria e um dos países mais promissores dado o potencial económico ainda por explorar”.
Entre as medidas tomadas para desenvolver a economia e criar um ambiente de negócios mais favorável, as consultoras Mergermarket e Control Risks salientam a nova lei do investimento privado, em Agosto de 2015, e a criação da Agência para a Promoção de Investimento e Exportações de Angola – APIEX).
O risco político foi o principal obstáculo identificado por 84% dos que responderam ao inquérito, uma percentagem que duplicou face aos 41% apresentados no relatório do ano passado, de acordo com o estudo.
Na primeira metade de 2017 foram registadas 101 transacções que valeram 13 mil milhões de dólares, o que representa uma queda de 25% em volume e 26% em valor, comparado com a segunda metade de 2016.
O maior negócio em África no ano passado foi feito em Moçambique, com uma operação financeira no valor de 2,8 mil milhões de dólares, representando a entrada da Exxon na exploração de gás natural liderada pela Eni na Bacia do Rovuma.

O que dizia a Control Risks há quatro meses

Aincerteza política e a instabilidade durante as transições estão entre os principais riscos para as empresas na África Austral em 2018, afirma a consultora Control Risk, especialista em risco global, na sua previsão política anual e de riscos de segurança RiskMap.
George Nicholls, parceiro sénior da Control Risks na África Austral, comenta:
“Em 2018 iremos continuar a assistir a incertezas em toda a liderança política nos mercados da África Austral. As transições no Zimbabué e em Angola em 2017, as eleições em Moçambique em 2018 e o sectarismo no interior do Partido do Congresso Nacional Africano (ANC) actualmente no poder na África do Sul recordam, uma vez mais, as empresas da região sobre a importância de ter um entendimento claro do impacto dessas incertezas no seu ambiente de risco.”
A Control Risks identificou os seguintes riscos-chave que as empresas da África Austral terão de enfrentar em 2018:
Instabilidade política na África do Sul: 2018 irá assistir à continuação das divisões no seio do ANC após a eleição de um novo presidente do partido em Dezembro de 2017. As facções concorrentes – e a possibilidade de uma cisão no partido – irão causar incerteza e instabilidade política, sendo provável que o Presidente Jacob Zuma abandone o poder antes do final do ano.
Transições políticas, mudança geracional: O presidente do Zimbabué, Robert Mugabe, abandonou o poder, o presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, foi substituído por João Lourenço, e o presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, está a consolidar a sua autoridade. Antecipar e preparar a forma como estas transições irão afectar os negócios é essencial para o êxito em 2018 e mais além.
Riscos reputacionais em ambientes políticos ruidosos: 2017 assistiu a uma série de escândalos de corrupção de elevado perfil na África do Sul. Tornaram-se evidentes com uma fuga massiva de emails que demonstravam uma comunicação indevida entre os responsáveis governamentais de topo, indivíduos com ligações políticas e interesses empresariais privados.
Algumas empresas aprenderam da forma mais dura que quando um conjunto restrito de interesses mina e subverte a integridade das instituições do Estado, isso abre caminho ao aparecimento de muitos outros riscos. Proteger a reputação – e compreender aquilo que a pode comprometer – nunca foi tão importante.
Ataques informáticos em larga escala contra infra-estruturas: 2017 foi o ano de grandes e preocupantes ataques surpresa aleatórios. Em 2018 podemos assistir a novos ataques semelhantes a WannaCry, NotPetya e BadRabbit, mas de forma mais poderosa, objectiva e perturbadora. Estão particularmente em risco os sistemas nacionais de infra-estruturas.
Novas ameaças em Moçambique: Foram tomadas grandes decisões finais de investimento no campo de projectos de gás natural liquefeito em Moçambique, assinalando o provável aumento do investimento estrangeiro. O rápido desenvolvimento económico de uma parte marginalizada do país, com pouca representação estatal, irá representar um desafio para a segurança.
A entrada de dinheiro e trabalhadores estrangeiros irá perturbar as estruturas sociais e aumentar as expectativas de mudança, aumentando o risco de descontentamento social e a formação de grupos organizados cujos alvos serão interesses públicos e privados.
Ao longo de todo o continente africano as empresas poderão assistir ao impacto negativo de uma potencial e renovada crise da dívida. Muitos países em África, entre os quais Moçambique, enfrentam a possibilidade de uma crise da dívida soberana, uma década após terem seguido o caminho do Gana e entrarem no mercado internacional de obrigações.
O problema é gerado por elevados níveis de dívida externa e pela incerteza persistente sobre a recuperação dos preços das matérias-primas para suportar os reembolsos. Contudo, as reformas em curso e o reconhecimento destes problemas por parte do governo irá conduzir a melhorias em 2018.
Folha 8 com Lusa

Portugal: Figo diz que equipa precisa de paz e exclui-se de corrida eleitoral.

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O antigo jogador diz que as notícias sobre a sua candidatura à presidência do clube não têm "qualquer fundamento"
O antigo futebolista Luís Figo disse hoje que a equipa do Sporting "necessita neste momento de tranquilidade, paz e confiança", numa mensagem enviada à Lusa em que se exclui de uma corrida à presidência do clube.
"É triste que na situação atual lancem notícias possivelmente com terceiras intenções. A equipa do Sporting necessita neste momento de tranquilidade paz e confiança", afirmou Luís Figo, dizendo-se surpreendido por o seu nome estar a ser apontado como provável candidato a uma eventual sucessão de Bruno de Carvalho na liderança do clube 'leonino'.
Segundo Luís Figo, as notícias sobre essa possibilidade não têm "qualquer fundamento".
De acordo com vários meios de comunicação social, Luís Figo teria sido sondado pela Holdimo, que detém cerca de 30% das ações da Sporting SAD e exigiu uma Assembleia Geral da sociedade devido ao potencial prejuízo para os ativos da sociedade com as polémicas recentes.
Luís Figo, 45 anos, iniciou a carreira profissional no Sporting, clube no qual cumpriu a formação, vestindo depois as camisolas de FC Barcelona, Real Madrid e Inter Milão. O antigo internacional português foi Bola de Ouro em 2000 e vencedor do prémio FIFA para melhor jogador de 2001.
Bruno de Carvalho criticou na quinta-feira as exibições de alguns jogadores do Sporting, após a derrota em casa do Atlético de Madrid (2-0), na Liga Europa, tendo, na sexta-feira, 19 jogadores do plantel, entre os quais Rui Patrício, William Carvalho, Fábio Coentrão, Coates, Gelson Martins e Bruno Fernandes, divulgado um comunicado no qual manifestaram "desagrado" com as críticas.
Em resposta, Bruno de Carvalho anunciou a suspensão dos jogadores que subscreveram o comunicado e que teriam de enfrentar a disciplina do clube.
No entanto, os jogadores acabaram por defrontar o Paços de Ferreira (vitória por 2-0), no domingo, em jogo da 29.ª jornada da I Liga, durante o qual o plantel foi aplaudido e o presidente assobiado.
Na segunda-feira, o presidente da Mesa da Assembleia Geral do clube, Jaime Marta Soares, disse que Bruno de Carvalho não tem condições para continuar em funções e anunciou a intenção de agendar uma reunião magna com vista a uma eventual destituição do líder 'leonino'.
Em resposta, Bruno de Carvalho anunciou que ele próprio vai convocar uma Assembleia Geral para que os sócios se pronunciem sobre a continuidade de cada um dos órgãos sociais.
 fonte: dn.pt

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