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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Raúl na ONU: A comunidade internacional sempre poderá contar com a voz de Cuba frente à injustiça.

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O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, disse em 28 de setembro, na ONU que a comunidade internacional sempre poderá contar com a sincera voz de Cuba frente à injustiça.

Foto: telesurtv.net

DURANTE sua intervenção no segmento de alto nível do 70º período de sessões da Assembleia Geral das Nações Unidas, Raúl advogou por uma ordem internacional mais justa e equitativa, em cujo centro esteja o ser humano, sua dignidade e bem-estar.
O general-de-exército lembrou que há 70 anos e em nome dos povos, foi subscrita a Carta da ONU e se estabeleceu um compromisso para preservar as gerações vindouras do flagelo da guerra.
“Contudo, lembrou o presidente cubano, desde então têm sido constantes as guerras de agressão e intervenções nos assuntos internos dos Estados, derrocamentos pela força de governos soberanos, golpes brandos e a recolonização dos territórios”.
Nesse sentido, afirmou que as técnicas têm vindo a aperfeiçoar-se, com formas de agir não convencionais e o emprego de novas tecnologias, lançando mão do pretexto de supostas violações dos direitos humanos.
A esse respeito assegurou que é inaceitável a militarização do ciberespaço e o uso das novas tecnologias para agredir outros estados.
Relativamente aos direitos humanos, disse que o tema continua sendo utilizado de maneira seletiva e discriminatória para validar e impor decisões políticas.
“As causas dos conflitos devem ser procuradas na pobreza e desigualdade geradas pelo colonialismo e o despojo, primeiro e pelo imperialismo depois”, acrescentou.
Raúl indicou que apesar da Carta da ONU e dos princípios que defende, o desfrute dos direitos fundamentais continua sendo uma utopia para milhões de pessoas.
Mencionou que no mundo ainda há 781 milhões de adultos analfabetos e 17 mil crianças morrem de doenças curáveis cada dia.
Entretanto, as despesas militares são superiores a 1,7 trilhão de dólares.
“Tão só com uma fatia deste montante, disse Raúl, poderiam ser resolvidos os problemas mais graves da humanidade”.
“Inclusive nos países desenvolvidos, acrescentou, desapareceram as sociedades de bem-estar que se mostravam como exemplo para o mundo”.
“Os sistemas eleitorais e os partidos tradicionais que dependem do dinheiro e a publicidade são cada vez mais alheios e distantes das aspirações dos povos”, afirmou.
Raúl referiu que a mudança climática põe em perigo a existência da humanidade e o tema deve ser abordado a partir do critério de responsabilidades comuns mas diferenciadas.
“As consequências da mudança climática são especialmente devastadoras nos países insulares e impõem uma atenção adicional a suas frágeis economias. O mesmo acontece na África com o incremento da desertificação”, acrescentou.
Nesse sentido, criticou o consumismo irracional e insustentável do capitalismo atual.
Em sua intervenção, o general-de-éxército destacou a criação da Celac e particularmente a assinatura, por parte dos chefes de Estado e de governo, em janeiro de 2014, da proclamação da América Latina e o Caribe como Zona de Paz.
Raúl disse que com essa declaração ficou demonstrado que acima de nossas diferenças, podemos avançar rumo à unidade e a consecução de objetivos comuns no marco de nossa diversidade, o qual gerou aplausos entre os participantes.
O presidente cubano ressaltou que a proclamação defende que o pleno respeito ao direito inalienável de todo Estado a eleger seu sistema político, econômico, social e cultural constitui uma condição essencial para a convivência pacífica entre as nações.
Raúl ratificou a solidariedade de Cuba com a Venezuela, frente às tentativas de subverter sua ordem constitucional e destruir a obra do companheiro Hugo Chávez, continuada pelo presidente Nicolás Maduro a favor do povo venezuelano.
Ainda, precisou que a Ilha também se solidariza com o Equador, sua Revolução Cidadã e a figura do líder Rafael Correa, que se converteu em alvo do mesmo roteiro de desestabilização aplicado contra outros governos progressistas da região.
Também tornou pública a solidariedade cubana com o pedido das nações caribenhas de serem compensadas pelo período da escravidão.
Ratificou, aliás, a convicção de que o povo de Porto Rico merece ser livre e independente, depois de mais de um século submetido à dominação colonial.
Da mesma maneira, lembrou o apoio de Cuba à causa argentina respeito às Ilhas Malvinas e o apoio solidário à presidenta Dilma Rousseff na defesa de suas importantes conquistas sociais e a estabilidade do país.
Finalmente, rejeitou a intenção de estender a presença da OTAN ate as fronteiras da Rússia e a aplicação de sanções unilaterais e injustas contra essa nação.

#granma.cu

Costa do Marfim: Ouattara pede "perdão" no reduto do ex-presidente Gbagbo.

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Visite
O presidente marfinense Alassane Ouattara

Sr. Ouattara deslocou-se nesta segunda-feira a Gagnoa (oeste) para pedir o "perdão" e prometeu reforçar a coesão nacional minada depois de uma crise pós-eleitoral de 2010-2011 que matou mais de 3.000 pessoas.

"Temos de ter a grandeza e a humildade de saber perdoar", disse ele o Sr. Ouattara no segundo dia de sua visita a Gagnoa, cidade natal de seu antecessor Laurent Gbagbo. "Eu vou colocar todos os esforços para reforçar a coesão nacional, para a união que é o nosso objetivo ", continuou o presidente costa-marfinense durante uma reunião com os líderes tradicionais.

"Pedimos perdão à nação, a crise terminou, mas certamente a tensão que foi gerada ainda é mantida por descontentes e irresponsáveis ", lamentou Joseph Gadzhi Dagbo em nome dos líderes tradicionais
da região.

A região de Gagnoa a (230 km a noroeste de Abidjan) constituiu nos meados de setembro do ano passado o palco de violentos protestos que deixou dois mortos e vários feridos, em reação ao anúncio da aprovação pela Conselho Constitucional da candidatura do atual presidente nas eleições
de 25 de Outubro.

No domingo, Alassane Ouattara iniciou em Daloa a (oeste), o primeiro dia da sua tour, com uma "mensagem de reconciliação nacional" e exortou os marfinenses a "apaziguar" no período de eleições.

"Estamos muito felizes porque o tema da visita foi: Gagnoa, o diálogo com Ouattara para um novo começo ", congratulou-o ex-ministro de enquadramento da região o Sr. Mauritius Kacou Guikahué.

"Um discurso pacífico de ambos os lados estava em jogo nesta visita e isso é o que aconteceu ", disse ele. A turnê Ouattara em Gagnoa coincidiu com a organização de uma manifestação de seus principais adversários na eleição presidencial que na Segunda-feira em Abidjan chamou atenção ao "acesso equitativo aos meios de comunicação públicos."

O presidente cessante é o favorito para esta eleição, candidato fundamental para estabilizar o país após a crise pós-eleitoral que se seguiu depois de sua vitória em 2010, contra o seu antecessor Laurent Gbagbo.

Ele aguarda em uma cela do Tribunal Penal Internacional (TPI) a abertura de seu julgamento em 10 de novembro por crimes contra a humanidade e por seu suposto papel na crise do final de 2010-início de 2011. Mais de 3.000 Marfinenses morreram em cinco meses de violência causada ​​por sua recusa
em admitir a derrota.

eak-ck / plh

#abidjan.net

Ataque contra Dhlakama "cheira a envolvimento da FRELIMO", diz Daviz Simango.

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Em Moçambique, o líder do MDM condena os ataques contra o líder da RENAMO e exige uma investigação para se apurar os autores. Daviz Simango acha que por detrás disso há um problema de ódio e vingança.

Daviz Simango, líder do MDM, a segunda maior força da oposição em Moçambique

Na sexta-feira (25.09), a coluna em que viajava o líder da RENAMO, de Manica a Nampula, foi alvo de uma emboscada – o maior partido da oposição alegou que se tratou de um atentado de forças do Governo. Afonso Dhlakama saiu ileso, mas segundo relatos morreram várias pessoas. Mais tarde várias viaturas da comitiva de Dhlakama foram queimadas. E ainda relatos de outros confrontos ao longo do fim de semana.

A DW África conversou com o edil da Beira, Daviz Simango, que é também o líder do segundo maior partido da oposição do país, MDM – Movimento Democrático de Moçambique.
DW África: Como classifica o ataque?
Daviz Simango (DS): Há dias houve um atentado contra o líder da RENAMO, e nós como MDM protestamos. Mas temos de dizer isso à polícia, à justiça e à Procuradoria que investiguem, quem foi e em que circunstâncias aconteceu. Então, nós temos de condenar o ataque em si, mas alguém tem de nos dizer quem o fez, não podemos adivinhar quem foi. É verdade, haverá relatos da RENAMO, haverá relatos das forças [armadas], mas quem foi? Então, exigimos que as autoridades investiguem. E depois desses incidentes foram queimadas viaturas muito mais tarde e a polícia diz que foi a população, mas nós dizemos que não é a população, é uma pura mentira. Como a população vai queimar as viaturas, ou como a RENAMO queima as suas próprias viaturas? Também penso que aqui há um problema de ódio e de vingança. Penso que não podemos construir uma democracia com ódio e é altura de nós os moçambicanos apendermos a trabalhar em democracia na diversidade. E tem de haver espaço, é verdade que não concordamos que haja partidos armados, não concordamos que haja violência, não concordamos que haja ameaças, exigimos o respeito das leis e da Constituição da República, mas também os governantes têm de ter a capacidade de respeitar as leis, a Constituição da República e serem humildes o suficiente para seguirem o povo e não os interesses privados.
Afonso Dhlakama, líder da RENAMO, o maior partido da oposição
DW África: Tem medo que aconteçam distúrbios como os que aconteçeram na Munhava com relatos de recrutamento forçado de soldados para servirem as forças armadas?
DS: Com a arrogância que se vive me Moçambique tudo é possível, mas este não pode ser o nosso desejo. O que nós queremos é que, de facto, o moçambicano saiba onde e quais são os seus direitos e obrigações como cidadão, e que também os governantes o saibam respeitar e que prestem contas a quem governa. O que está a acontecer em Moçambique é que ainda persiste muita arrogância, não há liberdade de imprensa. Nós ontem tolerávamos todo processo e aparecia a Rádio Moçambique a dizer que o MDM condenava o ataque. O MDM não condena o ataque da RENAMO, o MDM condena quem a atacou. Agora cabe as autoridades dizerem, de facto, provas, estudos, investigações que foram feitos. E essa investigação tem de ser feita integrando os homens da RENAMO para a gente descobrir a verdade; a RENAMO tem de dizer como aconteceu isto e o exército tem de dizer o que aconteceu, mas numa investigação coletiva. E o que ela nos traz? A verdade. Porque não podemos permitir que haja atentados contra seja quem for. Este atentado podia visar o líder da RENAMO. Porque se quer matar o líder da RENAMO? Ele é moçambicano, é nosso irmão, tem de viver conosco, tem de fazer política conosco. É importante que a FRELIMO entenda que a oposição não é para ser combatida fisicamente. Este ato nos cheira a interferência de pessoas ligadas à FRELIMO. Então, por isso pedimos uma investigação para não fazermos acusações falsas.
#dw.de

França: A frança aponta alegado desvio de fundos públicos por parte do filho do Presidente da Guiné-Conacry.

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Presidente Alpha Condé da Guiné-Conacry ARQUIVO | NATION MEDIA GROUP.

Funcionários do Ministério da Justiça francês disseram que vão tentar contra o filho do presidente da Guiné, Alpha Condé sobre uso pródigo de fundos públicos.

A Radio France International informou nesta segunda-feira que a decisão surge na sequência de uma queixa por parte de grupos de direitos civis guineenses na França.

Os grupos de direitos humanos alegaram que Alpha Mohamed Condé utilizou milhares de dólares de fundos públicos durante um breve período no início deste mês, em Paris.

Alpha Mohamed Condé é filho único do presidente e é também um dos conselheiros especiais de seu pai.

A riqueza

O filho do presidente possui MBA em administração de empresas e é lotado nos Emirados Árabes Unidos.

Alpha Mohamed Condé é apontado como que supostamente está gerindo a riqueza de seu pai, de acordo com a Informação da Guineaconakry online.

Ele negou as acusações feitas contra ele, enquanto seus advogados estariam se preparando para defendê-lo quando o caso veio à tona na França.

#africareview.com

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