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CONCESSÃO DO PRÊMIO HOUPHOUET BOIGNY PELA BUSCA DA PAZ EM RCI: Os marfinenses poderão finalmente se olhar no espelho?

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Realiza-se esta quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023, em Yamoussoukr...

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Veja o vídeo:

Câmara flagra policiais em atitude suspeita



fonte: terra.com.br

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Estudante guineense é destaque acadêmico no Brasil.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


No Brasil, estudante guineense se torna exemplo para os colegas. Pela sétima vez, ele tem as melhores notas do país entre os integrantes do Programa de Estudantes-Convênio de Graduação do Governo Federal.
O jovem guineense Naloan Coutinho Sampa, de 24 anos, termina o curso de Engenharia Civil em dezembro próximo, mas sua trajetória de sucesso ficará marcada para sempre na história da Udesc, Universidade Estadual de Santa Catarina, na cidade de Joinville, no Sul do Brasil.
Sampa foi agraciado com o Certificado de Mérito Acadêmico, concedido pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil. O reconhecimento é concedido a estudantes estrangeiros, integrantes do Programa de Estudantes-Convênio de Graduação (PEC-G) do Governo Federal, que apresentam as melhores notas no ensino superior em todo o país.
A chefe do Departamento de Engenharia Civil, Sandra Kruger, diz que a conquista do guineense é motivo de orgulho para a Udesc Joinville, além de ser um exemplo para todos os colegas “o fato de termos um aluno bolsista, de um país com sérias dificuldades, que tem se superado e conseguido o primeiro lugar”, explica.
Educação para sonhar
Para a chefe do Departamento de Engenharia Civil, Sandra Kruger, o guineense é motivo de orgulho para a Udesc Joinville
Para a chefe do Departamento de Engenharia Civil, Sandra Kruger, o guineense é motivo de orgulho para a Udesc Joinville
Filho mais novo de uma família de 11 irmãos, Coutinho Sampa acredita que a formação no Brasil lhe garantirá um futuro melhor, “uma vez que o país está entre as seis maiores potências econômicas do mundo, isso vai refletir posteriormente para quem tiver um diploma brasileiro”.
O jovem revela o sonho de se tornar professor universitário na Guiné-Bissau. “Tenho a obrigação de ajudar hoje, amanhã ou mais tarde a fazer com que meus netos e meus filhos não precisem estudar aqui, que eles possam estudar no meu país mesmo”, completa.
Apesar da saudade que sente da família, o guineense recomenda a outros estudantes “que tentem realizar o sonho”. “É uma vitória muito grande se formar e adquirir uma experiência única”, conclui.
Prgrama concede benefícios financeiros
Junto com o Certificado de Mérito Acadêmico, Coutinho Sampa conquistou a Bolsa de Mérito,concedida aos conveniados do PEC-G que demonstrem aproveitamento acadêmico considerado excepcional. O valor mensal do benefício é de R$ 622, (pouco mais de USD 300,). O estudante guineense foi agraciado ainda com uma passagem para a Guiné-Bissau.
Anualmente, pelo menos 600 alunos estrangeiros desembarcam no Brasil por meio do PEC-G. Na Udesc Joinville, estudam outros cinco alunos estrangeiros provenientes do Paraguai, da Bolívia e de Angola. Cabo Verde e Guiné-Bissau são os países que mais enviam alunos ao Brasil.
Autora: Sansara Buriti (Florianópolis)
Edição: Cristiane Vieira Teixeira / António Rocha
fonte: DW


DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE DO MPDA EUROPA ALUSIVA AO ENCERRAMENTO DA CAMPANHA ELEITORAL DE 29 DE AGOSTO 2012.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Caros compatriotas,
Meus Irmãos e minhas Irmâs,
Caros amigos de Angola,
Gostaria de manter silêncioso como tantos outros angolanos desatentos e bajuladores mas pelo dever e pelo patriotismo que tenho com a mãe-Pátria que me viu nascer e crescer, estou na obrigação de servir-lhe e dar-lhe o meu contributo, para o bem estar dos seus povos.
Meus Irmãos e minhas Irmâs,
Caros amigos de Angola,
Apraz-me de dizer a todos os filhos e filhas de Angola, a todos aqueles e aquelas que trabalhem e que amam Angola, que começa apartir de hoje, um dia importante para todos nós e para a história contemporânea do nosso país, com a realização das eleições que avizinham-se no dia 31 de Agosto de 2012.    
Sobretudo, endereço-me a juventude angolana, onde o futuro é nebuloso e incerto por causa da política desastrosa e a mediocridade ou a desonestidade da incompetência da má governação levada acabo pelos dirigentes angolanos no poder, em matéria de paz, de estabilidade, de saúde, da educação, de democracia, de desenvolvimento filosófico e tecnológico.
Dedico-vos mais uma vez esta minha obra, com a esperança que espertarão a vossa consciência, afim de sair do fatalismo, da resignação, do depotismo, do fanatismo e da imoralidade e tomar o vosso destino a mão. De facto, o futuro constroi-se hoje e não amanhâ.
Os 37 anos do comunismo do MPLA e os 33 anos do eduardismo, dizem-nos muita coisa. Salvo os filhos de José Eduardo dos Santos e comparsas, que passaram as suas vidas nos luxos do sofrimento do Povo angolano. Mas para quem conheceu Angola dos anos 60-80, conheceu igualmente os tempos da angustia e da amargura que vivemos em Angola em todos domínios.
Visto a organização das eleições gerais no nosso país, em relação as injustiças sociais, as violações dos direitos humanos, a ausência de liberdades de expressão, de imprensa, de manifestação, as intimidações, a humilhança de todo género, a corrupção vertiginosa, a intolerância política, as detenções arbitraries, as prisoões extrajudiciárias, as execuções sumárias e o aumento radical da pobreza em Angola, obrigam-nos decidir agora sobre o rumo a tomar e com quem tomar este rumo.
Já que fomos injustamente e criminosamente marginalizados e excluidos cada vez mais do exercício do nosso direito e dever da cidadania definidos no Artigo 
22.º §1,2, do Princípio da universalidade, Artigo 23.° do Princípio da igualdade, Artigo 52.°§1,2 sobre a participação dos angolanos na vida pública ou o Artigo 54.° do direito de sufrágio, estou plenamente de acordo e convencido que, com uma escolha consciente e patriótica, Angola e os angolanos podemos conhecer melhorias sócio-económicas e culturais no nosso país.
Neste caso, a diáspora angolana apesar das injustiças e das exclusões sociais, de que é vítima freguentemente, pode participar de tal modo, de uma forma indirecta neste pleito eleitoral, através dos nossos familiares que encontram-se em Angola.
Na minha qualidade de democrata e humanista determinado a trazer a minha modesta contribuição a mãe-Pátria, sobretudo quanto é importante a humanização do exercício e das práticas políticas em virtude do ideal e do bem comum no mundo e nomeadamente em Angola.
Este catecismo politico a procura do ideal ou de um leadership libertador chamado não a somalizar mas a humanizar o exercício e as práticas políticas e de empurar a juventude no engajamento e na acção política. Esta minha obra, tem simplesmente como fundamento de estabelecer cada vez mais, a ponta rompida entre a boa teoria e a prática em política, suscitando particularmente uma nova e verdadeira tomada de consciência diante desta juventude e encarra-se igualmente no quadro ideológico e irreversível.
De facto, trata-se de um leadership carismático e libertado em si próprio do medo, da ignorância, da confusão, da apatia, de enercia e libertando os povos e a política de todos os antivalores e antidemocráticos que travam o interesse público, o destino e o bem comum. Angola procura um leadership que sabe sonhar o ireal e traduzindo-o em real, conjugando de uma forma harmoniosa, integrada e sem escanso de renovar todas as dimensões da política, da economia, de etíco e da ecologia.
Endereço-me directamente ao executivo, para dizer que, a política não deve ser considerada como uma carreira, mas como um serviço que um cidadão rende junto dos seus concidadãos, no estrito respeito dos princípios, reagindo na boa governação de uma cidade ou actualmente Estado.
Deve igualmente obedecer e estar submetido a soberania do povo, para quem acabe o direito do exercício do poder através dos seus representantes e pela via do refendo da sua própria iniciativa sem prejudice. Porque nenhum indivíduo pode atribuir-se o exercício do poder, cujo o sufrágio deve ser directo ou indirecto, nas condições previstas pela lei Constitucional e é sempre universal, igual e secreto. São eleitores nas condições determinadas pela lei, todos os nacionais angolanos maiores dos dois sexos, beneficiando dos seus direitos cívis e políticos.
 Em Angola o MPLA partido único, já está à 37 anos no poder totalitário e o seu presidente à 33 anos do poder autocrático sem legitimidade do povo, suprimindo o sufrágio universal, direito, igual e secreto para o sufrágio único, indirecto e desigual pela decisão do comité central comunista, atribuindo o poder absoluto executivo, o único representante do povo à dirigir ilegalmente as instituições da nação durante 33 anos sem partilha.
Em Angola, a soberania é definida como a detenção da autoridade absoluta e suprema. Quando é detida por uma única pessoa dá origem a um regime despótico, como o nosso em Angola. Ao contrário, nas democracias a soberania é detida pelo Povo, constituido num corpo político chamado a (Nação). De facto trata-se daquilo que nós chamamos a “Soberania Popular” ou demos-kratos).
A falta de credibilidade e de honestidade na coisa pública e nos órgãos importantes de Estado, a falta de um controlo eficaz e verificamos cada vez mais que, as eleições não são absolutamente um contra-poder satisfatório, mas sim uma confusão para a nação.
Só podemos ter um bom governo, quando este respeita o bem comum, os direitos humanos, os direitos cívicos, a dignidade humana e os valores democráticos. Um governo que sabe proteger os seus cidadãos do abuso do poder, do tráfico de influência e dos diferentes constratrangimentos confrontados na sociedade humana.
A fragilidade das normas, a inadequação, a instabilidade cultural e democrática sem falar da insuficiência das normas constitucionais, parte ao princípio da própria elite burguesa angolana, pelo desrespeito da lei estabelecida, onde até órgãos de Estado como a CNE, imiscui-se, dicta e fiscalize partidos políticos, substituindo o órgão supremo da magistratura angolana. Que confusão! Engolhir depois mastigar como um cão!
Como é que querem que votam um líder que permaneceu 33 anos sem legitimidade do povo, para mais de 5 anos? Para fazer mais o quê com os 70 anos de idade?
Além da insuficiência das normas constitucionais, sobre os quais acabamos de relatar com respeito o ambiental-sócio-cultural, a instabilidade política tal como as modificações oportunistas de normas para impedir a alternância política, constituem impedimentos sérios na obra da boa governação, de paz e estabilidade. Apesar de fragilidade das normas, a ausência ou a total ausência das instituições e das estructuras fiáveis que permitem perpetuar a democracia e as boas práticas de governação, são as mais desastrosas a boa governação.
O executivo deve compreender que, não se aldrabe um povo durante 33 anos, com os discursos demagogos, ultrapassados no tempo e no espaço e que não refletem a realidade actual do nosso país e do nosso povo. Por isso, há necessidade urgente e iminente de um leadership responsável, honesto, respeitoso, carismático e capaz de dirigir o destino de Angola e dos angolanos.
Se a política é como a prática das acções que concorrem no bem-estar de cada indivíduo na sociedade, podemos ainda repensar nos país que ditos desenvolvidos em África, vivemos ainda a lei do mais poder, porque todos dirigentes políticos africanos, já que não existem homens políticos africanos, não têm nenhum ideal político. Como o nosso caso, onde criminosos são postos ao topo das nossas instituições, quando fecham as vistas e abrem, já são ricos. A coisa pública em Angola torna uma própriedade privada. Isto é inadmissível para uma Angola que pretendemos desenvolver juntos.
Noutro lado, concordo plenamente quando alguem diz que José Eduardo dos Santos e a sua cambamba de generais assassinos são todos estrangeiros que nunca sentiram o sofrimento do nosso povo. Na semana passada, encontrei-me com um antigo amigo de José Eduardo dos Santos numa viagem de rotina, logo que me viu, lembrou-se directamente de como extorçou o bem comum dos angolanos.
Este cidadão de origem katanguês, disse ter conhecido José Eduardo dos Santos no Léopoldville actual Kinshasa e brincava junto com o actual chefe de Estado angolano . Depois de golpe de Estado que levou José Eduardo dos Santos no poder em 1979, chamou este antigo amigo para trabalhar em Angola, apesar do nosso país ter confrontado com o problema de desemprego incrível. O amigo chega em Angola e interroga José Eduardo dos Santos dizendo : eu sou zairense e não sei falar português, como serei visto aos angolanos logo metido numa instituição de Estado angolano ?
Jos éEduardo dos Santos rebentou : este é um país de parvos e ninguém notará a sua presença até quando expressar bem português. O homem tranquiliza-se depois de ter garantias do seu amigo presidente. Passando alguns meses, JES disse ao seu amigo, que uma delegação ia acompanhâ-lo até a província do Uíge, onde permanecerá num meio de pessoas que falam lingala, até quando melhorar o seu português. Passando aproximadamente seis meses naquela província considerada pertencer a RDC, o homem recebe um telefonema do chefe de Estado angolano. De acordo com o sr. Em anonimato, logo que ele pronunciou apenas três palavras correctamente com o chefe de Estado, pronto manda-lhe um avião especial a sua busca para transportar-o para Luanda, onde vai ocupar grande cargo de Estado no banco nacional.
O anonimato, não tarde acede a milhões de doláres a sua posse e disse : eu aos doláres, eu sou cidadão zairense e considerado estrangeiro mesmo protegido pelo chefe, por isso, não tenho nada a perder o meu tempo neste país alheio e resolveu, pegar em milhões e partir para a América sem tecer a referir-se ao seu compatriota do mesmo país, que fugiu com um navio da empresa diamantífera de Angola (endiama) que encontrou também refúgio em Canada. Mas provar realmente que ele possede uma fortuna importante de Angola, logo a visite da sua família do Cánada para a França, utilizou um taxi de Bruxelas para o Marseille no sul da França, custando centenas de euros.
Isto é simplesmente para mostrar a postura tão estranha de José Eduardo dos Santos e como introduzia pessoas estranhas na nossa sociedade. Também é para concluir que, a acusação que pesa sobre ele é evidente e real afirmação que José Eduardo dos Santos não é angolano e não partilha o sofrimento dos angolanos.
A outra prova mais típica é dos seus paises que viviam em Angola e logoque a morte lhes surprende como não vive longe do homem, José Eduardo dos Santos transportou-os para o San Tomé onde foram interrados os restos mortais desses. Alguem pode me responder o porque razão um angolano pode ser sepultado em San Tomé, um país alheio ?
Hoje o San Tomé, tem o hospital o mais grande do continente africano. Os aviões de Angola são considerados em primeiro lugar e antes de tudo, aviões de santomenses. Um santomês em Angola, vale mais do que um angolano, na Sonangol, no porto, no Palácio, nas Belas, na Ilha, na RNA e na TPA. Nicolau Sakozy então presidente francês de origem da Hongria mas rendeu o seu serviço e seu contributo à França e a favor dos franceses.
Barack Obama, presidente em exercício nos EUA, de pai africano mas trabalha para os Estados Unidos da América.
Mas para quém trabalha José Eduardo dos Santos ?  
Pronto, talvés já compreendemos o que quer dizer isto. Então refletimos todos juntos, porque vamos precisar um líder que transporte os seus pais e transporte o bem comum do nosso país para os terceiros?
O MPLA é um portido com formato dos conservadores salazaristas em Angola, fundado pelo antigo partido comunista português, quem cederam Agostinho Neto no poder fascista em Angola. Angola de José Eduardo dos Santos tem contas a ajustar com os conservadores
salazaristas em Portugal, o principal paraiso fiscal dos bilhões desaparecidos nos bancos angolanos. O angolano nunca será valorizado com o reinado de JES até a sua morte. Os quadros nunca serão formados e as instituições de Estado continuarão ser geridas pelos certos generais criminosos que exterminaram milhares de angolanos no frente sul.
A liberdade de Angola só acabe ao próprio homem angolano, nas suas capacidades, nas suas dterminações e coragem. O Europeu é um prostituta que não escolhe homem para abrir os pés, por isso, do europeu, não precisamos absolutamente nada, embora também o chinês não é o melhor, com uma construção sem qualidade e que pode ser considerada até perigosa e uma bomba para Angola e para os seus filhos.
A realidade do nosso país é ofuscada e os lisonjeiros gratuitos são elégios que fazem este homem sem misericórdia, um bom servo europeu e Americano, embora considerado um homem controversa pela maioria dos chefes de Estados africanos, que dota Angola num sistema do partido-único e da pequena burguesa e que vive for do comum e da realidade africana.
A construção de Angola é desproporcionada, não respeita as regras, nem refleta a realidade de Angola e dos seus povos. A prorioridade para Angola não é a construção de uma cidade fantome e inhabitável mas seria a saúde, a educação, a segurança social e a habitação social condigna e ordeira como fundamento das nossas preocupações. O programa do MPLA, começa lá onde deveria terminar. Dos edíficios do 3o° andar para a água, a energia, a saúde e a educação, nem sequer tem melhorando as vida do povo angolano, deixando-os mergulhar numa pobreza extrêma e numa corrupção vertiginosa e interminável, pela qual José Eduardo dos Santos é a cabeça de lista corrupta em Angola.
José Eduardo dos Santos continua fomenter a confusão para dividir o Nunda do Numa ou Valentino, do Abel e Lucas Ngonda do Kabangu, afim de perpetuar-se eternamente, se o ar que respiramos dependesse do executive. Mas felizmente, o dono do planeta é tão ciumento, e que não gosta competir-se com quem seja que fôr, sem ter mostrado-o caminho do inferno, como o caso de muito fariseus angolanos disfarçados em sacerdotes, enquanto nada têm de semelhança a Cristo, o filho de Deus vivo.
Muito entre eles continuam obedecer e acreditar no diabo, o grande aldrabão que existe no mundo dos homens, depois de ter habitado junto com os anjos do Senhor e atirado para a terra dos homens pela desobediência, arrogância, ganância, soberba e mentira. Por isso, para aqueles que acreditem em Deus o verdadeiro Pai Criador, afastai-vos dos ímpios, dos insólitos, quanto a eles vira o julgamento de todos vós. Não fiqueis apaixonado com os catedras ou outros bens desta terra, quanto a nossa riqueza ou a nossa herança, não é deste mundo mas o reino dos céus.
Por isso, o MPDA sugera a todos angolanos e angolanas de escolher o bom caminho e votar conscientemente, para a mudança e para o desenvolvimento não só económico mas também demográfico e cultural do nosso país. Também para mim, defino o angolano aquele que ama Angola, que mam os seus povos e que sinta no sangue e no osso, o sofrimento do nosso povo.
Aquele ou aquela que aceite viver na diferênca política, ideológica, religiosa e sócio-cultural para a construção de um Estado livre, democrático e prospero, onde o próprio angolano sera considerado como mestre do seu próprio destino. Aquele ou aquela que aceite a tolerância e que participe na vida política, social, económica e cultural da nossa nação.
Por isso, a diáspora angolana, tem como dever primordial  neste escrútinio, de moblizar e de orientar a distância as nossas famílias, afim de votar para a mudança do nosso país e dos seus povos.
Como? Basta ligar a sua família pelo seu telefone, escolhendo entre a CASA-CE (N°9) ou a UNITA (N°1) e diz para ela: (A POBREZA NÃO É UMA FATALIDADE MAS A NOSSA ESCOLHA ERRADA).  Vota para a mudança, a UNITA (N°1) ou a CASA-CE (N°9). 
O MPDA vai disponibilizar em simultânea uma linha directa  com Angola, amanhâ Quinta-feira dia 30 de Agosto de 2012, apartir das 15h30 – 20h30  e Sexta-feira dia 31 de Agosto de 2012, apartir das 10h30 - 14h30. Também todos aqueles que não têm possibilidades de contactar os seus familiares, podem endereçar-nos um (1)  e-mail, um telefonema ou através do facebook e Skype nos seguintes endereços : 
MPDA BELGIUM
Telef +32  484 50 60 29 +32493 84 66 30 e-mail:mpdaangola@hotmail.com 
Facebook : MPDA ANGOLA – Youtube & Skype: MPDAeu  -  www.mpdaangola.com . Podem de igual modo participar no debate através do Skype por cima indicado apartir  das 15h30 - 20h30. Tema: " QUE FUTURA PARA ANGOLA PÓS-ELEIÇÕES?"
Agradecemos de facto a mabilidade que nos será disponibilizada ao exercício do nosso direito e dever da cidadania com a nossa mãe.paátria.
Angola para todos e todos para uma Angola melhor
QUE DEUS ABENÇOE ANGOLA E OS SEUS POVOS
Massunguna da Silva Pedro
Presidente do MPDA 
fonte: mpdaangola

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Tribuna: O que vai mudar na próxima Cimeira da Francofonia?

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Para Juan Branco, a França tem, com a parte superior de Kinshasa, uma oportunidade única para redefinir sua diplomacia nos Grandes Lagos e para contribuir para a estabilidade na região.


A vista do bairro de Mantogue, RDC. © DESIREY Minkoh / AFP


O suspense está gradualmente a se dissipar com a participação do presidente francês, François Hollande da Cimeira da Francofonia, que terá lugar em Kinshasa, 12-14 Outubro de 2012.

Depois de uma inconsistente de cinco anos nesta área, é uma oportunidade única de dar um novo impulso à diplomacia francesa nos Grandes Lagos africanos.

Infelizmente, os primeiros sinais parecem não abundar nesta direção. As condições mencionadas no Afrique Jeune semanal sobre a participação de Mr. Holland na cimeira em Kinshasa não são suficientes.

Certamente, a reforma da Comissão Eleitoral da RDC (CENI) e respeitar os direitos da oposição e da sociedade civil são uma necessidade primordial.

A "escolha errada" de Joseph Kabila no final de 2011, financiado pela União Europeia, e as redes de corrupção como a violência que foram mobilizadas na ocasião não são toleráveis.

Mas INEC é apenas a parte visível de um edifício amplo e político que deve ser desconstruído e é baseado em dois pilares que afligem a RDC e a região: a impunidade e a corrupção.


A luta contra as feridas reais do país

A impunidade primeiro, que permite que os criminosos contra a humanidade vivam abertamente em Kivu do Norte sem serem molestados.

O jogo de paz em negociação que existe nos Grandes Lagos africanos, para mais de 20 anos e que é regularmente gerido por grupos de anistia, onde grupos armados e responsáveis ​​por abusos devem ser interrompidos.

Uma estratégia que que fez a violência como o principal meio de ascensão política e econômica em uma região onde a taxa de índice de desenvolvimento humano (IDH registros) é negativo.

Esta exigência deve abranger tanto a Kinshasa, Kigali e Kampala e ter a exigência e dever primário para a execução de mandados de detenção emitidos pelo TPI na região.

O escândalo de ver Bosco Ntaganda, promovido a general em 2009 e viver ao ar livre na capital da província, apesar de sua condenação por crimes contra a humanidade pelo tribunal em Haia, não pode ser tolerada novamente.

Longe de servir a estabilidade regional, a impunidade, ele recebeu lhe permitiu fortalecer suas forças e lançou uma nova rebelião, M23, roendo hoje nordeste da RDC.

O segundo requisito deve cobrir a luta contra a corrupção. A rede construída em torno de Joseph Kabila pelo fogo Augustin Katumba (ex-assessor especial de Kabila) é a face mais visível de uma prática endêmica tem suas origens na ausência da autoridade do Estado no seu território e seus recursos naturais.

Saqueada por seus vizinhos, saqueando a RDC em si, organizando sua própria fraude em favor de seus principais líderes.

Muitas vezes, essas redes são organizadas pelos mesmos grupos rebeldes amnistiados e que a eles são atribuídos faixas de território.

Ameaças de Katanga pelos separatistas tem Kivu em curso como pode ser desconsiderada sem fim destas práticas e da limpeza das elites grandes administrativas e militares em causa.

França tem condicionado a sua participação na Cimeira da Francofonia para compromissos específicos sobre esses dois pontos, para além das exigências já feitas.

Em vez de simplesmente grandes lições, ela pode trazer de volta a assistência específica e se envolver com a RDC.

Em relação à luta contra a impunidade, a França deve primeiro condenar o apoio de Ruanda M23, assim como todas as grandes potências.

Will, o legítimo, restaurar as relações cordiais com Kigali após os soluços anteriores e prazo pode ser elaborado nas costas do povo da região.

A atual crise causou o deslocamento de 500.000 pessoas, e milhares de vítimas. A postura firme é necessário para manter a coerência da acção diplomática francesa.

Negociação global sobre o renascimento da parceria económica, franco-ruandesas de capital Kigali tem  muito em falta- do desejo de sentar-se no Conselho de Segurança e debater a questão do papel da França no genocídio, poderia ser desenvolvida em paralelo com o acabar com o seu apoio para M23 e criminosos indiciados pelo TPI.

Ajudar a redefinir o mandato das forças de paz

França pode e deve, no mesmo movimento, nos comprometemos a apoiar a renegociação do mandato da MONUSCO solicitado pelo Kinshasa. Com cerca de 19.000 pessoas e custo de US $ 1,4 bilhão por ano, a maior força de manutenção de paz da ONU é impotente para preservar a integridade territorial da RDC por causa de um mandato muito velho e tímido.

Diante da negligência dos militares da RDC, apenas uma força internacional com poderes ofensivos seria capaz de conter os apetites de seus vizinhos e da luta contra as milícias numerosos que proliferam em seu território, às vezes com a sua bênção.

França deve se comprometer com o mínimo de apoio logístico para a realização das decisões do TPI, seja sob este novo mandato, a estrutura de força neutra agendada ou ad-hoc, como Artemis Força implantado pela UE em 2003.

França deve, finalmente, ajudar a RDC para recuperar o controle de seus recursos naturais.

O Processo de Kimberley (processo internacional de certificação de diamantes em bruto que reúne os governos e os diamantes industriais) e da lei Dodd-Frank, para regular o fluxo de "diamantes de sangue e sais minerais" têm efeitos paradoxais, reduzindo a produção oficial de mineração sem colocar um fim à pilhagem ou melhorar a vida da população local.

França, ou a União Europeia se beneficiariam de parcerias "lidar" com a RDC proporcionando investimentos significativos em infra-estrutura contra a exploração e controle de seus recursos naturais.

As consequências da má gestão corrupta causou o acordo China-ROK, a França pode e deve estabecer compromissos específicos, sob a supervisão da sociedade civil internacional, permitindo a detecção e acompanhamento de investimentos.

Longe da figura neo-colonial no processo atualmente em curso, incluindo um pulso trilateral França, da RDC e da UE poderia, se ela é ambiciosa e chegar ao mais alto nível, permitindo o estabelecimento de acordos- no quadro  inovador incorporando plenamente os requisitos de transparência e de respeito pelos direitos humanos e meio ambiente.

Hoje M. Kabila, cujo país é justamente o orgulho de ser a casa do maior do mundo de língua francesa, precisa desesperadamente de reconhecimento internacional para legitimar a oscilação de energia.

Ao envolver sua participação na cúpula, a França tem uma oportunidade única para redefinir sua diplomacia na região e contribuir para o avanço dos direitos humanos, a estabilidade e desenvolvimento.

Demonstrar falta de ambição, nestas circunstâncias, seria um erro difícil rattrapable.

Juan Branco, ex-assessor especial do Procurador do Tribunal Penal Internacional, Presidente do Grupo de Reflexão ENS Ulm, Young República.

fonte: SlateAfrique


Futuro da Síria é "incerto e pessimista", dizem analistas.

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Rebelde sírio circula por ruínas no bairro Saif al-Dawla, em Aleppo; previsão de um futuro negro para a Síria. Foto: AFP
Rebelde sírio circula por ruínas no bairro Saif al-Dawla, em Aleppo; previsão de um futuro negro para a SíriaFoto: AFP

Com a guerra civil na Síria cada vez mais violenta e o aumento na intensidade dos confrontos entre tropas leais ao presidente Bashar al-Assad e rebeldes do Exército Livre da Síria (ELS), o futuro da Síria, segundo analistas ouvidos pelo Terra, não é promissor e pode levar o país a um segundo conflito entre diferentes facções políticas.
Para eles, um possível colapso do governo, e a saída de Assad, deixaria a Síria com "um vácuo de poder, sem líderes políticos capazes de unificar os diferentes grupos de oposição, atualmente muito divididos". Além disso, o risco do país pós-Assad de entrar em uma guerra armada entre diferentes facções é real e já preocupa, segundo eles, os governos árabes e ocidentais.
"Hoje, a Síria é uma incógnita. O futuro do país é incerto e pessimista", salientou o analista Oussama Safa, diretor do Centro Libanês para Estudos Políticos em Beirute.
O conflito na Síria já dura 17 meses, e passou de protestos pacíficos para confrontos armados entre tropas leais ao governo e militantes rebeldes, formado por desertores do exército nacional e civis. Grandes cidades como Homs, Hama, Deera, Idlib e Deir al-Zor sofreram com cercos das forças de segurança e exército do governo, com bombardeios que deixaram muitas vítimas.
Recentemente, as duas maiores cidades, a capital Damasco e Aleppo, o centro comercial da Síria, também passaram a ser palcos de intensos combates entre os dois lados. A capital chegou a ter alguns bairros ocupados por rebeldes, depois expulsos pelas tropas governamentais. Já Aleppo sofre bombardeios pesados do exército nacional que tenta expulsar os rebeldes, em poder de cerca de 50% da cidade.
Segundo analistas e comentaristas políticos, os governos estrangeiros já mostram preocupação com a Síria pós-Assad, vendo poucas chances de um processo de transição pacífico no país, tentando, ao menos, minimizar os efeitos colaterais de um colapso do regime sírio.
"Com armas químicas do governo podendo cair em mãos erradas, oposição dividida, rebeldes compostos por seculares mas também por islamistas radicais, os governos ocidentais se mostram cautelosos em seu apoio aos opositores", disse outro analista, o egípcio Hani Raslan, do Centro Al-Ahram de Estudos Políticos e Estratégicos do Cairo.

Combatente libanês se protege dos confrontos em Trípoli, no Líbano: guerra cruzou fronteiras
Complexidade
Segundo as Nações Unidas, o conflito na Síria já deixou mais de 15 mil mortos (ativistas sírios falam em 25 mil). O levante popular iniciou em março de 2011, protestos exigiram democracia e a renúncia do presidente Assad, que há 10 anos comanda o país e herdou o posto de seu pai, Hafez al-Assad, que por 30 anos governou a Síria.
O governo sírio respondeu com repressão e justificava suas ações dizendo que combatia "gangues armadas e terroristas" apoiados por governos estrangeiros. O uso da força pelo governo levou à criação de uma frente militar rebelde para derrubar o regime sírio, fazendo a crise síria tornar-se uma ampla guerra civil.
De acordo com o libanês Oussam Safa, o atual momento da Síria indica que o caos deverá emergir após uma eventual saída de Assad do poder pelo fato de os rebeldes já são compostos por diferentes grupos que não mostram sinais de afinidade ideológica.
"Entre os rebeldes há militares, seculares, liberais, islamistas conservadores, jihadistas e até alguns membros da Al-Qaeda. Podem haver surpresas e uma transição pacífica. Mas em tese, não há como eles se unirem num cenário pós-Assad", disse.
Para Safa, há o sério risco da Síria mergulhar em mais uma guerra civil no futuro, com diferentes facções disputando o poder. "Seria uma batalha entre seculares e islamistas, militares e jihadistas, liberais e conservadores. Sem contar o componente sectário, sempre perigoso, onde há uma maioria sunitas e minorias de curdos, alauítas e cristãos".
Ele exemplifica os crimes que vêm sendo comitidos pelos dois lados no atual conflito sírio. "Embora o governo tenha cometido muito mais cirmes, até pelo seu poder bélico ser maior, os rebeldes também fizeram atrocidades e execuções sumárias que já levantaram a preocupação de entidades de direitos humanos internacionais como a Anistia Internacional", falou Safa ao Terra.
Isso mostra, segundo ele, que os rebeldes não estão sob um controle central e que após uma saída de Assad do poder, a tendência é que haja uma desintegração das forças opositoras em pequenos grupos, cada qual lutando pelos seus interesses.
"O mesmo ocorreu na Líbia, onde até hoje as milícias são um desafio ao governo líbio. Mas lá, a população é mais ou menos homogênea, não há cristãos, somente sunitas, com brigas tribais. A Síria é mais complexa pela diversividade de etnias e religiões e seus interesses".
Oposição dividida
O colunista político Abdel-Moneim Said, da prestigiada revista semanal egípcia Al Ahram, escreveu recentemente que a Síria, por estar situada em uma região instável, será mais complicada para os governos ocidentais do que foi a Líbia.
TARIQ SALEH
Direto de Beirute

fonte: terra.com.br

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Milícias usam violência sexual como arma de guerra no Congo.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



DA BBC BRASIL
Nos cinco minutos que você levará para terminar de ler esta reportagem, pelo menos três mulheres terão sido estupradas na República Democrática do Congo. A cada hora, 48 mulheres são violentadas no país, segundo um estudo publicado no American Journal of Public Health. Organizações de proteção aos direitos humanos também registram um número impressionante de vítimas masculinas.

No total, 22% dos homens e 30% das mulheres do Congo já foram vítimas de violência sexual em ataques relacionados ao conflito, segundo números de 2010. Tais estatísticas levaram a enviada da ONU ao país, Margot Wallström, a classificar o país como a "capital mundial do estupro" em um apelo para que o Conselho de Segurança tomasse uma atitude para interromper a barbárie.

Mas se os números já são chocantes, os depoimentos reunidos pelo jornalista Will Storr em uma investigação exclusiva para a BBC são um grito de socorro que a comunidade internacional não deveria ser capaz de ignorar.

Os relatos foram reunidos no documentário de rádio An Unspeakable Act (na tradução livre algo como "Um Ato Sobre o Qual não se Pode Falar").

O próprio Storr admite que é difícil ouvi-los até o final, mas diz que o objetivo das vítimas era justamente conseguir que seus dramas fossem divulgados, em uma tentativa de romper o imobilismo internacional sobre o tema.

RELATOS

Uma das vítimas, por exemplo, conta como foi estuprada por quatro homens que mataram seu marido e seus seis filhos enquanto riam e pareciam se divertir. "Nunca vou conseguir esquecer. Desde então, tenho uma dor na cabeça constante por causa de todos esses pensamentos ruins. Ao lembrar tudo isso agora, parece que minha cabaça vai explodir", diz a vítima.

Outra mulher relata como os estupradores mutilaram sua genitália - algo frequente nos ataques, como explicam médicos que atendem as vítimas.

Um homem disse ter sido vítima de abusos sexuais cometidos por integrantes do Exército e descreve os ataques e suas sequelas físicas e psicológicas. "Na primeira vez eles me amarraram, me bateram, mataram minha mãe, meu pai e meus filhos na minha frente", diz. "Depois voltaram e me usaram por vários dias."

Um total de 6 milhões de pessoas já foram mortas no conflito na República Democrática do Congo desde 1996. Hoje, a média de mortos é de 54 mil por mês.

Os estupros são cometidos tanto por milícias quanto pelas forças oficiais. Especialistas explicam que, mais do que atos de violência em um ambiente socialmente degradado e sem lei, esses abusos são uma tática de guerra.

ARMA DA GUERRA

"A violência sexual em conflitos armados é uma tática de uma eficiência incrível porque ela humilha, envergonha e traumatiza a vítima", explicou Lara Stemple, diretora do programa de Saúde e Direitos Humanos da Universidade da Califórnia.

"Em um conflito armado em que a violência está por toda parte, o estupro é um instrumento de dominação total, de subjugação completa."

Para Chris Dolan, diretor de um projeto que dá assistência legal a refugiados congoleses em Uganda, os abusos sexuais são uma arma de guerra mais eficiente do que as convencionais porque rompem a harmonia e o tecido social de uma comunidade.

"Todas as relações entre os integrantes de uma família, e dessa família com a vizinhança e com a sua comunidade podem ser afetadas por um estupro."

Desde 2009, Dolan dirige uma campanha para ampliar a conscientização sobre o fato que vítimas de violência sexual podem ser homens além de mulheres.

Sua organização também oferece ajuda às vítimas masculinas, que sofrem com graves sequelas físicas, além de serem estigmatizadas em sua comunidade.

"As sequelas psicológicas de um abuso desses também são terríveis. As pessoas descrevem essa situação como uma tortura interna", diz William Hopkins, psiquiatra da organização Freedom from Torture, explicando que a vítima passa a "odiar a si mesmo."

RESPONSABILIDADE

Segundo Storr, uma das questões mais difíceis de se entender ao analisar o problema dos estupros endêmicos no Congo é como tantos congoleses - sejam eles integrantes de milícias ou do Exército do país - podem cometer tais atos de barbárie.

Especialistas explicam que a maioria dos estupros são coletivos e aqueles que cometem tais abusos não se sentem individualmente responsáveis por seus atos.

Muitos dos estupradores não têm problema em descrever os ataques e até se sentem "orgulhosos" de fazer parte dos grupos que cometem tais violências.

Um dos milicianos entrevistados no documentário, por exemplo, diz que fica "feliz" depois dos estupros e se torna mais violento quando as vítimas reclamam "mais do que deveriam".

Segundo informações apuradas pelo documentarista, a formação militar dos milicianos e militares, estruturada de modo a desprovê-los de sua "individualidade" e ""humanidade", também ajudaria a agravar o problema.

uol.com.br

Milionários acidentais' por erro bancário são condenados por roubo.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O neozelandês Leo Gao (à dir.) e a namorada
O neozelandês Leo Gao (à dir.) e a namorada

1 - Um neozelandês que teve acesso a um crédito equivalente a R$ 16 milhões por engano foi condenado a mais de quatro anos de prisão por roubo.

Sua ex-namorada, que também se aproveitou do erro, foi condenada a nove meses de prisão domiciliar e terá que pagar 12 mil dólares neozelandeses (cerca de R$ 20 mil) em reparações.

Conhecido como "milionário acidental", Leo Gao pediu em 2009 ao seu banco, Westpac, um aumento no crédito disponível em sua conta corrente.

Ele queria que o limite de saques fosse aumentado para 100 mil dólares neozelandeses. No entanto, por um erro do banco, o limite foi aumentado para 10 milhões de dólares neozelandeses (o equivalente a R$ 16 milhões).

Ao perceber que o limite em sua conta foi elevado por engano, ele sacou o equivalente a R$ 11 milhões e fugiu do país junto com a sua namorada na época.

Leo Gao ainda distribuiu cerca de R$ 1 milhão em contas pela Nova Zelândia e enviou quase R$ 4 milhões para a China.

A dupla foi presa no ano passado em Hong Kong. O equivalente a R$ 8 milhões ainda estão desaparecidos.


2 - 

Milionário é condenado por roubar a própria empresa.


O milionário Asil Nadir foi considerado nesta quarta-feira (22) culpado de ter roubado milhões de libras de seu conglomerado Polly Pecky, conhecido por PPI, no Reino Unido, entre 1988 e 1990.

Um tribunal londrino considerou o empresário de 71 anos, de origem turco-cipriota, culpado de dez acusações e o absolveu de outras três.
A promotoria acusa Nadir de um desvio de até 150 milhões de libras (o equivalente a R$ 479 milhões). A sentença deve ser promulgada na quinta-feira, mas sua esposa já avisou que vai recorrer.
A PPI começou como uma pequena empresa de moda, mas expandiu sua atuação para o setores de comida, lazer e eletrônicos, tornando-se um império com mais de 200 subsidiárias em todo o mundo.
Nadir fugiu do Reino Unido em 1993, enquanto aguardava julgamento após a falência da PPI – à época uma das maiores empresas do país – em 1990.
Ele se refugiou no Chipre onde não podia ser extraditado, retornando à Grã-Bretanha em 2010 para "limpar seu nome".
Durante seu pronunciamento no banco dos réus ele disse que, no início da década de 1990 não acreditava que teria um julgamento justo no país.
Após o veredicto, sua esposa Nur, de 28 anos, disse que "um homem culpado não volta para enfrentar a Justiça de livre e espontânea vontade".
"Meu marido voltou porque quis. Polly Peck era sua vida. Ele queria justiça para si e para dezena de milhares de acionistas e empregados. Este triste assunto certamente não acabou", completou ela.

Elogio

A promotoria disse que Nadir havia roubado até 150 milhões de libras (R$ 479 milhões) da PPI para si e sua família e as acusações atuais seriam apenas amostras das irregularidades.
A porta-voz da órgão britânico que investiga sérias fraudes, o Serious Fraud Office (SFO), Clare Whitaker elogiou o veredicto, afirmando que "a justiça foi feita neste caso que corre há tempos".
Ela confirmou que o caso custou ao órgão pelo menos 3 milhões de libras (R$ 9,5 milhões).
O conglomerado era considerado um dos maiores sucessos empresariais britânico da era Thatcher, com um bom desempenho nos mercados de ações, e faliu em 1990 com dívidas de 550 milhões de libras.
O analista da BBC Dominic Casciani disse que o SFO foi humilhado quando Nadir fugiu do país e que sua condenação não pode ser subestimada.
3 - 

Jovem milionário tem momento de desapego e vende tudo no eBay.

Cachorro, mulher e filho estão fora do pacote, diz o empresário que deu uma de monge budista
Cachorro, mulher e filho estão fora do pacote, diz o empresário que deu uma de monge budista


Depois de dar duro para tornar-se um empresário milionário e construir a vida sonhada por muitas pessoas, um executivo da Flórida (EUA) resolveu levar o espírito empreendedor às últimas consequências: ele está vendendo tudo que tem no eBay. "Meu nome é Shane, e eu estou colocando o meu sonho americano à venda", diz Shane Butcher no vídeo que promove a venda.
O empresário, de 29 anos, é dono de uma rede de lojas de videogame na baía de Tampa e vive rodeado de luxo e conforto. Mas todos os bens devem dar lugar a uma fortuna ainda maior. Sua empresa, dois apartamentos à beira-mar, alguns carros luxuosos e três barcos podem ser adquiridos no site de compras na internet pela pechincha de US 3,5 milhões (cerca de R$ 7 milhões).
A venda das casas inclui tudo que há dentro delas. Viciado em games desde a juventude, Butcher radicaliza e inclui no pacote sua coleção de jogos raros. Ele ainda promete acompanhar e ajudar nos negócios da rede de lojas de games por um ano.
Mas o desapego de Butcher tem limite: “O meu cão, por exemplo, não está incluso”, avisa. “Minha esposa e meu filho também não”. Ufa!
O jovem empresário teve a ideia de se desfazer de tudo que construiu e adquiriu ao longo de anos depois de ouvir falar de outras pessoas que fizeram o mesmo. Outro motivo para o desprendimento --que lembra o de um monge budista-- é a busca por novos desafios.
“Quando você constrói um castelo, é maravilhoso vendê-lo depois! Quero começar a construir outro, com a esperança de o novo castelo ser maior e melhor”, afirmou Butcher.  Os planos do empresário incluem ainda viajar junto com a família pelo mundo e escalar o monte Everest.
(Com Fox News).
4 - 

Milionário americano deixa herança de R$ 80 mi para 18 brasileiros.

O empresário americano Odd Odsen Júnior, que morreu em 19 de junho, aos 52 anos, deixou parte de sua herança de US$ 40 milhões (R$ 80,8 milhões) para 18 brasileiros que foram estagiários de sua empresa vinte anos atrás.
Odsen, que era solteiro e não tinha filhos, manteve até os últimos dias de sua vida uma relação de amizade com seus estagiários brasileiros. Dez deles continuaram a viver nos Estados Unidos e dois ainda trabalham em sua empresa, que produz braços articulados para aparelhos eletrônicos.
O empresário sofreu uma parada cardíaca e morreu na cidade de Glen Cove, no estado de Nova York, e cada um dos beneficiados em seu testamento receberá cerca de US$ 300 mil (R$ 606,1 mil).
Entre o patrimônio deixado por Odsen tem destaque um casarão em Northampton (EUA), construído em 1700, e um apartamento no Central Park de Nova York.
A irmã de Odsen, Kristine Lamb, que é professora de música, recebeu a maior parte da herança no testamento.
Odsen estabeleceu seu vínculo com o Brasil em 1976, aos 16 anos, quando conheceu e se tornou amigo de um intercambista brasileiro que estudou em seu colégio.
Todos os herdeiros, que pediram à imprensa para manter a identidade em segredo, são de Santa Catarina e um dos que retornou ao Brasil trabalha como representante da Innovative Office Products, empresa de Odsen, que todos os anos visitava Florianópolis.

fonte: uol.com.br

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Prisão passa por reforma para receber atirador norueguês.


Imagem divulgada pela administração da prisão Ila mostra dependências da penitenciária, localizada nos arredores de Oslo. O extremista Anders Behring Breivik, julgado pela morte de 77 pessoas, passará grande parte da vida na penitenciária de Ila, reformada com grandes medidas de segurança para recebê-lo, independente se for condenado na sexta-feira à prisão ou a uma internação psiquiátrica  Foto: AFP

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 Imagem divulgada pela administração da prisão Ila mostra dependências da penitenciária, localizada nos arredores de Oslo. O extremista Anders Behring Breivik, julgado pela morte de 77 pessoas, passará grande parte da vida na penitenciária de Ila, reformada com grandes medidas de segurança para recebê-lo, independente se for condenado na sexta-feira à prisão ou a uma internação psiquiátrica.

As palavras e o terror: frases marcantes do julgamento de Breivik

O extremista Anders Behring Breivik, autor dos atentados de julho de 2011 na Noruega, nos quais morreram 77 pessoas, está preparando sua autobiografia na prisão, revelou nesta quarta-feira um de seus advogados. "Ele diz que está trabalhando com uma autobiografia. Nela incluirá mais informações sobre o caso", declarou Tord Jordet, um dos advogados auxiliares que defendem Breivik, ao jornal norueguês VG Tord Jordet.
No livro, Breivik falará sobre células terroristas que o autor do massacre assegura existirem na Noruega e sobre sua viagem para Londres e Libéria para se encontrar com membros da rede Cavaleiros Templários, que ele assegura fazer parte, mas que a promotoria diz ser invenção sua. A autobiografia incluirá também detalhes dos preparativos do duplo atentado e de sua ideologia, temas sobre os quais ele já tinha anunciado anteriormente que escreveria enquanto estivesse preso.
O tribunal de Oslo deverá decidir nesta sexta-feira se considera Breivik penalmente responsável e o condena a prisão, ou se ele padece de algum transtorno mental e deve ser internado em alguma instituição psiquiátrica, como pede a promotoria. A audiência durará seis horas, mais ao contrário do habitual, começará pela conclusão e depois continuará enumerando as premissas da decisão.
Breivik preparou dois comentários em função do resultado da sentença, segundo revelou nesta quarta-feira ao jornal local Aftenposten seu principal advogado. O fundamentalista cristão e ultradireitista norueguês reiterou em várias ocasiões que se for declarado não responsável penalmente recorrerá da decisão.

Prisão ou centro psiquiátrico: saiba o que espera Breivik


A vida diária de Anders Behring Breivik dependerá da pena a que será condenado na sexta-feira - a prisão ou o centro psiquiátrico - e, sobretudo, da possibilidade do caso ser reexaminado.
Condenação à prisão
Se Breivik for declarado penalmente responsável, será condenado a uma pena de retenção de segurança, ou seja, uma pena de prisão prolongada de maneira indefinida enquanto for considerado perigoso.
Em um primeiro momento, a pena máxima é de 21 anos. Depois deste período, a justiça pode estabelecer prorrogações por período de até cinco anos. A pena representa um período mínimo de até 10 anos, durante o qual o prisioneiro não pode solicitar a liberdade condicional. Após o prazo, o detido pode formular um pedido de liberdade condicional a cada ano.
Se for condenado à prisão, Breivik cumprirá a pena em um estabelecimento de segurança máxima e será isolado dos outros prisioneiros.
Internado em um centro psiquiátrico
Se Breivik for declarado penalmente irresponsável, será internado em um centro psiquiátrico fechado, para ser submetido a um tratamento, possivelmente até a morte.
Depois do primeiro ano de internação, Breivik poderá solicitar todos os anos à justiça que reavalie o caso. Mesmo que o réu não peça a revisão do caso, a justiça deverá fazê-lo pelo menos uma vez a cada três anos.
Caso seja considerado curado, a lei da Noruega permite que seja transferido à prisão se continuar sendo considerado perigoso, um mecanismo que foi utilizado apenas uma vez e que, segundo os juristas, poderá ser questionado pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.
Por motivos de segurança, mesmo que seja condenado a uma internação psiquiátrica, Breivik permanecerá em uma prisão, a de Ila, perto de Oslo, na qual foi construído um pequeno hospital em uma de suas alas.

Polícia tcheca prende admirador de Breivik com armas e explosivos.

A polícia tcheca informou neste sábado que prendeu um admirador do extremista norueguês Anders Behring Breivik com um arsenal de armas e explosivos que poderiam ter sido utilizados em um atentado. O suspeito já fora detido no passado por diversos delitos, incluindo a posse de armas.

Em sua comunicação pela internet, ele utilizava o apelido de Breivik, o que chamou a atenção dos investigadores. A polícia da República Tcheca explicou que o detido, de 29 anos, estava reunindo armas e explosivos com a possível finalidade de preparar atentados inspirados nos realizados pelo norueguês. "Apreendemos computadores, armas, munição e explosivos", disse Radovan Vojta, chefe da polícia de Ostrava, cidade onde vive o admirador de Breivik.
A operação que resultou na prisão do suposto terrorista foi realizada em 10 de agosto, e segundo a polícia o armamento encontrado estava funcionando. A ação foi realizada por um grupo de elite, pois a polícia temia que houvesse armadilhas explosivas em sua casa. Vojta explicou que provavelmente o detido queria se fazer passar por um agente, pois tinha adquirido partes de um uniforme policial.
Vizinhos disseram que o homem era um desequilibrado mental e não um militante da extrema-direita. Em julho do ano passado, Breivik realizou dois atentados na Noruega, matando 77 pessoas.

fonte: terra.com.br

 





















quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Prisão perpétua para assassino de supremacista branco Eugene Terre’Blanche.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Os dois homens acusados pela morte do líder supremacista branco Eugene Terre’Blanche, foram condenados nesta quarta-feira por um tribunal da África do Sul que considerou que o assassínio não foi um crime racial nem um acto de legítima defesa.
Chris Mahlangu alegou legítima defesa mas acabou por ser condenado a prisão perpétua
Chris Mahlangu alegou legítima defesa mas acabou por ser condenado a prisão perpétua (Stephane de Sakutin/AFP)

Chris Mahlangu, um funcionário negro na quinta de Terre’Blanche, foi condenado a prisão perpétua depois do juiz dar como provados os factos alegados pela acusação. Terre’Blanche, de 69 anos, foi encontrado morto no quarto da sua casa em Ventersdorp, em Abril de 2010, meio despido e com 28 golpes de machado.

Um outro homem, Patrick Ndlovu, menor de idade na altura do crime, foi condenado a dois anos de cadeia (com pena suspensa) por invasão de propriedade – o juiz descartou as acusações de roubo e homicídio contra ele.

A defesa do trabalhador agrícola argumentara que os golpes foram em legítima defesa, uma vez que Terre’Blanche tinha violado e infectado Mahlangu com o vírus da sida. Mas sem provas conclusivas, o tribunal rejeitou esta versão, repreendendo mesmo o arguido pela acusação de sodomia “que sem dúvida causou enorme tristeza à sua família”.

“Perante o flagrante desrespeito pelos direitos do falecido, e sem ter visto qualquer expressão genuína de remorso pelo crime, não encontro nenhuma razão para não conceder a sentença pedida [pela acusação]”, disse o juiz John Horn.

O tribunal não encontrou nenhuma motivação política no crime, que segundo disse o juiz terá sido originado por uma disputa salarial. O tribunal concedeu que Eugene Terre’Blanche, fundador do Movimento de Resistência Afrikaner (AWB, na sigla em inglês), uma organização de extrema-direita defensora do regime do apartheid, tinha um péssimo registo no tratamento dos seus funcionários e pagava salários muito baixos.

Apesar da sessão para a leitura da sentença ter atraído apoiantes da AWB e também os seus opositores até à porta do tribunal, os receios de que o caso viesse a inflamar mais os ânimos populares depois dos últimos episódios de violência na África do Sul não se confirmaram.


fonte: publico.pt

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Surto de cólera na Serra Leoa e Guiné-Conacri mata 250 pessoas.

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Surto de cólera



Vídeo - África do Sul

Fonte: euronews.pt

Veja aqui outras notícias para aquecer o seu dia.


Declarações sobre aborto e aparição surpresa de Obama aquecem a campanha.


Os polêmicos comentários de um congressista republicano contrário ao aborto sobre a existência de diferentes tipos de estupro e a inesperada entrevista do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na Casa Branca aqueceram a campanha eleitoral nesta segunda-feira (20).

O candidato republicano à Casa Branca, Mitt Romney, criticou nesta segunda-feira o polêmico comentário de um companheiro de partido que afirmou que os corpos das mulheres vítimas de estupro têm mecanismos para evitar uma gravidez não-desejada.

Os comentários de Todd Akin, congressista pelo Missouri, "são insultantes e indesculpáveis", disse Romney à publicação conservadora "National Review".

Akin, contrário o aborto sem exceções, afirmou no domingo em entrevista a uma televisão de Saint Louis que é preciso distinguir entre o estupro "real" ou "autêntico", que muito raramente gera uma gravidez, e outros tipos de estupros que não especificou.


O candidato republicano à Casa Branca, Mitt Romney, criticou nesta segunda-feira o polêmico comentário de um companheiro de partido que afirmou que os corpos das mulheres vítimas de estupro têm mecanismos para evitar uma gravidez não-desejada.

Os comentários de Todd Akin, congressista pelo Missouri, "são insultantes e indesculpáveis", disse Romney à publicação conservadora "National Review".

Akin, contrário o aborto sem exceções, afirmou no domingo em entrevista a uma televisão de Saint Louis que é preciso distinguir entre o estupro "real" ou "autêntico", que muito raramente gera uma gravidez, e outros tipos de estupros que não especificou.

Obama ou Romney? Veja que candidato as celebridades apoiam nos Estados Unidos

Foto 9 de 26 - A disputa presidencial nos Estados Unidos tem mobilizado celebridades do cinema e da música. Veja, à esquerda, quem apoia o republicano Mitt Romney e, à direita, quem declara ser a favor do democrata Barack Obama Arte/UOL
"Pelo que ouço dos médicos, isso é muito raro", afirmou Akin sobre a gravidez consequente de uma "violação real". "Caso seja um estupro real, o corpo feminino tem formas de evitar" uma gravidez não desejada, insistiu o congressista.

As declarações de Akin geraram polêmica imediatamente e o congressista divulgou um comunicado onde alega que não se explicou bem na entrevista, mas reiterou sua oposição ao aborto em casos de estupro.

Os democratas criticaram duramente os comentários de Akin e a campanha republicana se distanciou imediatamente dessas afirmações.

Romney e seu candidato a vice-presidente, Paul Ryan, "não estão de acordo com a declaração do senhor Akin e uma Administração Romney-Ryan não se oporia ao aborto em casos de estupro", afirmou uma porta-voz da campanha republicana, Amanda Henneberg, em comunicado emitido no domingo.

A campanha democrata fez questão de lembrar que Ryan é um devoto católico contra o aborto em qualquer caso, exceto quando a vida da mãe corre perigo. Já Romney se opõe ao aborto exceto em casos de estupro e incesto.

O senador republicano Scott Brown foi além da medida de distanciamento e pediu a Akin que desista da campanha para se eleger senador pelo Missouri, em novembro.

Eleições presidenciais 2012 nos Estados Unidos

Foto 111 de 119 - 8.ago.2012 - Candidato republicano à presidencia dos Estados Unidos, Mitt Romney, inspeciona uma espiga de milho com o secretário da Agricultura de Iowa, Bill Northey, em uma fazenda de Des Moines, no Estado americano de Iowa. Faltando três meses para as eleições, Barack Obama se mantém à frente de Romney Mais Jessica Rinaldi/Reuters
Por sua parte, o presidente e candidato democrata à reeleição apareceu de surpresa na sala de imprensa da Casa Branca para responder perguntas dos jornalistas e fixar assim alguns de seus lemas de campanha, embora também tenha falado da situação na Síria e no Afeganistão.

Em sua primeira entrevista coletiva em dois meses, Obama também rejeitou hoje as acusações dos republicanos sobre sua campanha "negativa" contra Romney e marcou distâncias com os anúncios de comitês políticos de tendência democrata.

O presidente aludiu concretamente a um anúncio muito criticado do comitê de ação política Priorities USA que parece responsabilizar Romney pela morte por câncer de uma mulher.

É um anúncio "que não aprovei nem produzi", ressaltou Obama, que por outro lado pediu a Romney que revele sua situação financeira porque "todo mundo deve jogar com as mesmas regras".

"Não é mesquinho pedir que faça o mesmo que fizeram outros candidatos prévios (...) Se quer ser presidente dos EUA, deve assumir que sua vida é um livro aberto, pelo menos financeiramente", comentou Obama.
fonte: uol.com.br

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