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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Presidente angolano pede intervenção de Portugal no Memorando da Guiné-Bissau.


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O Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, pediu hoje, em Luanda, o apoio e o empenho de Portugal para acelerar a assinatura do Memorando de Entendimento (ME) para a Guiné-Bissau, sobre o sector da defesa e segurança.

José Eduardo dos Santos apelou para que Portugal, que agora detém a presidência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, "encete diligências quer em África, quer em outros continentes, por forma a garantir-se apoio à Guiné-Bissau e para que o ME seja assinado o mais depressa possível".

O Chefe de Estado angolano disse que pretende mandar enviados especiais para os países de maior influência da CDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental), solicitando "maior atenção" para solicitarem maior atenção para o dossier Guiné-Bissau.

"Temos encontrado dificuldades junto de alguns países da CDEAO e a minha intenção é enviar enviados especiais a alguns desses países, sobretudo os mais influentes da região, de forma a pedir que prestem maior atenção a este dossier e que acelerem assinatura desse ME", referiu.

Por sua vez, o primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, manifestou a sua "convicção" numa solução rápida para a estabilização da Guiné-Bissau, tendo em conta um encontro que manteve em setembro com o Secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon.

"Nas últimas conversas que mantive em Nova Iorque com o SG da ONU obtive a convicção de que encontraremos para a Guiné-Bissau um quadro de apoio internacional que ajude à estabilização e à normalização do país e que traga algum reconhecimento e apoio externo, que esteve como todos sabem suspenso durante algum tempo", acrescentou Passos Coelho.

Segundo Pedro Passos Coelho, a visita que Ban Ki-Moon pretende realizar à Guiné-Bissau nos próximos tempos "pode trazer não apenas o reconhecimento público para a situação, mas também o empenho do próprio Secretário-geral da ONU, para que se encontre uma solução de apoio internacional para o processo que está a ser desenvolvido na Guiné-Bissau".

Angola, que detém actualmente a presidência da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), tem apoiado a Guiné-Bissau no programa de reformas do sector da defesa e segurança do país, que durante algum tempo viveu sucessivos momentos de instabilidade político-militar.

Além do apoio financeiro, orçado em mais de 600 milhões de dólares, Angola tem uma missão militar de cerca de 200 efectivos destacada na Guiné-Bissau, que durante um ano, estará a apoiar a reestruturação das Forças Armadas daquele país.
fonte:  publico.pt

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