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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Decretam Fase de Alarme para as províncias orientais e do centro de Cuba.

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Levando em conta sua proximidade ao nosso país, decidiu-se estabelecer a Fase de Alarme para as províncias de Guantánamo, Santiago de Cuba, Granma, Holguín, Las Tunas, Camaguey e Ciego de Ávila
Foto: INSMET
De acordo com a informação do Centro de Previsões do Instituto de Meteorologia, Irma continua sendo um intenso furacão categoria cinco na escala Saffir-Simpson.
Mantém rumo oeste noroeste, incrementando a velocidade de translação a 28 quilômetros por hora.
Às 06h00 de hoje sua posição foi localizada a 310 quilômetros ao leste-sudeste das ilhas Turcos e Caicos, e durante a manhã se moveu pelos mares ao norte de La Española, com similar rumo e pouca mudança em sua velocidade de translação.
Levando em conta sua proximidade ao nosso país, decidiu-se estabelecer a Fase de Alarme para as províncias de Guantánamo, Santiago de Cuba, Granma, Holguín, Las Tunas, Camaguey e Ciego de Ávila, a Fase de Alerta para Sancti Spíritus, Cienfuegos e Matanzas e a Fase Informativa para as províncias de Mayabeque, Havana e Artemisa a partir das 11h00. Manter em Fase de Alerta a Villa Clara exceto o município de Caibarién, o qual passa à Fase de Alarme.
Os órgãos e organismos estatais, entidades econômicas e instituições sociais das províncias que passam à Fase de Alarma devem cumprir as ações previstas em seus respectivos planos, levando em conta que se devem incrementar as medidas de segurança para limitar o movimento de pessoas e de meios de transporte, bem como outras atividades que possar pôr em risco a vida.
Orienta-se à população manter-se informada sobre a evolução deste furacão, mediante os avisos de ciclone tropical emitidos pelo Instituto de Meteorologia e as orientações da Defesa Civil, bem como cumprir disciplinadamente as medidas que se indiquem pelas autoridades locais.
Estado-Maior Nacional da Defesa Civil

Brasil: Temer vende Amazônia?

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Temer vende Amazônia?. 27224.jpeg 
'Governo sem legitimidade compromete soberania nacional vendendo parte da Amazônia'
O senador Jorge Viana, do PT do Acre, disse em entrevista à Sputnik que está bastante preocupado com a decisão do governo federal de liberar para a iniciativa privada a exploração mineral em uma parte da Amazônia que estava protegida contra esse tipo de atividade há mais de 30 anos, medida que, segundo ele, comprometerá a soberania nacional.

No último dia 22, o presidente brasileiro, Michel Temer, publicou um decreto extinguindo a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), uma imensa área localizada entre os estados do Pará e Amapá, com 46.450 quilômetros quadrados, o que desencadeou uma série de críticas, inclusive internacionais, contra a sua administração. Após muitas discussões e protestos, na noite de ontem, um novo decreto foi publicado, apresentando mais detalhes sobre os planos de exploração da região, mas mantendo a extinção da reserva. Assim como o primeiro, esse novo decreto também foi alvo de duras críticas, sendo considerado por muitos uma tentativa de enganar a opinião pública sobre as consequências nocivas da decisão do Planalto.
De acordo com o senador Jorge Viana, que, ao lado de Randolfe Rodrigues (Rede-AP), tem sido uma das principais vozes no Congresso a favor da manutenção da Renca, o governo Temer, na prática, está tentando vender partes da Amazônia para empresários, contra a vontade da população e contra os interesses do país.
"É muita ousadia um governo que não tem legitimidade nem mesmo para conduzir o dia a dia estar propondo um verdadeiro leilão do patrimônio público brasileiro", afirmou o parlamentar. "Se arvorando também a comprometer a soberania nacional, vendendo, leiloando parte da Amazônia, do seu subsolo".
Para Viana, a maneira como o Planalto vem conduzindo essa questão muito se assemelha a outros episódios polêmicos que marcaram a política brasileira recentemente, o que justifica sua preocupação com a agenda de Temer.
"Eles estão fazendo assim, e vão fazer aí, talvez, por debaixo do pano, às escondidas. Na reforma trabalhista, disseram que iriam fazer a aprovação e, depois, a regulamentação. Não fizeram. Também em relação às questões da Amazônia, já prometeram frear a saga de tentar direitos dos povos indígenas", destacou o senador. "Eu acho que não vai parar por aí, não".
Sobre a denúncia de que empresas canadenses teriam sido informadas sobre a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados antes mesmo da publicação do decreto correspondente, Jorge Viana considera essa situação extremamente grave. Ele acredita que "certamente, houve uma negociação anterior" ao decreto.
Para finalizar, o senador disse ver toda essa dinâmica ambiental atual como resultado de acordos firmados entre Temer e a chamada bancada ruralista do Legislativo nacional, da qual o chefe de Estado seria "refém".
"O problema desse governo é que, além de não ter nenhum apoio popular, menos de 5% de apoio, ele vive em função do que há de pior no Congresso brasileiro, que é uma base conservadora e atrasada de parlamentares que exigem do governo que tome medidas como essa, favoráveis às teses deles, para seguirem sustentando o governo."
fonte: pravda.ru

Entrevista: Coreia do Norte quer "independência, paz e amizade" com os outros povos.

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Entrevista: Coreia do Norte quer  
Entrevista: Coreia do Norte quer "independência, paz e amizade" com os outros povos
Entrevista com o Delegado Especial do Comitê para Relações Culturais com Países Estrangeiros do Governo da República Popular Democrática da Coreia (RPDC), Alejandro Cao de Benós
Eduardo Vasco, Pravda.Ru
A Coreia do Norte vem sofrendo ininterruptamente as hostilidades por parte dos Estados Unidos desde o começo do ano. As últimas sanções impostas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas visam isolar ainda mais o país economicamente e pressioná-lo politicamente para que acabe com seu programa nuclear.
As armas desenvolvidas pela nação asiática, estigmatizada como um perigo para o mundo, servem como um poderoso instrumento de defesa e dissuasão diante das agressões dos EUA, cujo presidente, Donald Trump, ameaça com "fogo e fúria" caso a RPDC se atreva a desafiá-lo.
Chama a atenção para qualquer pessoa atenta à realidade o discurso do governo dos EUA, reproduzido sem questionamentos pelos grandes meios de comunicação. Dizem que a Coreia do Norte é a ameaça, enquanto é difícil acreditar que um pequeno país que não se envolve em guerras pode representar uma ameaça à humanidade, especialmente aos EUA, que já bombardearam incontáveis países e possuem o maior poderio militar do planeta. O Pentágono mantém quase 40 mil tropas no Japão e mais de 23 mil na fronteira da Coreia do Sul com o Norte. As forças armadas estadunidenses fazem frequentes exercícios militares conjuntos com Seul próximo à fronteira, o que é interpretado por Pyongyang como uma clara provocação.
Como a Coreia do Norte pode ser uma ameaça, se não é ela quem mantém tropas na fronteira com os EUA? Por acaso foi ela quem matou centenas de milhares de civis com bombas atômicas em Hiroshima e Nagazaki? É Pyongyang quem espalha suas bases militares por todo o globo? Quem é que detém quase oito mil armas nucleares, a Coreia? Essas são algumas das perguntas que se fazem os analistas críticos, ao questionarem a narrativa de Washington e da mídia internacional.
Pravda.Ru entrevistou o único ocidental a serviço do Estado norte-coreano. O espanhol Alejandro Cao de Benós é Delegado Especial do Comitê para Relações Culturais com Países Estrangeiros do Governo da República Popular Democrática da Coreia (RPDC).
Como o senhor explica essa inversão de posições feita pela mídia, que tacha a Coreia como uma ameaça e os EUA como os justiceiros?
É uma tática psicológica usada regularmente pelo sistema. A mídia a serviço do capital sempre tenta demonizar qualquer um que não siga os ditames do império estadunidense. Assim, tenta-se passar uma imagem de "terror" ou de "perigo iminente" que deve ser combatido pelo "guardião da democracia". Digamos que tenta-se transportar para o mundo real a fantasia do Capitão América ou do Superman, fazendo os inocentes parecerem vilões e os invasores como se fossem libertadores. Isso funciona de forma superficial, mas quando alguém se informa minimamente por fontes alternativas, se dá conta de que é tudo uma montagem, como as armas de destruição em massa do Iraque, que nunca existiram e que justificaram a invasão e destruição daquele país.
Qual é o motivo da RPDC desenvolver armas nucleares?
A dissuasão. As armas nucleares atuam como equalizador ante a maior potência nuclear do mundo, os EUA. Elas nos asseguram que o império não se atreverá a invadir a Coreia, porque isso resultaria em uma guerra termonuclear e no fim do mundo como o conhecemos. Os países com armas nucleares garantem seu futuro e a paz para sua população.
No último dia 15 de agosto o governo dos EUA publicou o relatório anual sobre liberdade religiosa e nele se afirma que a RPDC viola sistematicamente a liberdade de religião de seus cidadãos, embora ela seja garantida pela constituição do país e existam igrejas de diferentes matizes religiosas na RPDC. Afinal, os norte-coreanos são livres para expressar suas crenças religiosas?
Os norte-coreanos têm total liberdade para praticar suas crenças religiosas, de acordo com as religiões existentes no país: Budismo, Chondoísmo e Cristianismo (protestantes e católico). Esse relatório manipulado é parte da propaganda contínua para justificar a asfixia econômica e a invasão da RPD da Coreia.
A mídia também diz que o país é uma ditadura porque supostamente não há eleições. Isso é verdade?
Há eleições gerais a cada cinco anos. Qualquer cidadão maior de 17 anos pode votar e ser votado para a Assembleia Popular Suprema (o órgão máximo do país), que atualmente conta com 687 deputados.
Por que na RPDC se censura o que vem do Ocidente?
Porque não queremos que entre as porcarias de sua sociedade decadente. Consumo de drogas, prostituição, terrorismo, violência doméstica, individualismo, colonização cultural, etc.
Nosso modelo de sociedade é baseado na comunidade, no esforço conjunto, e o país está livre de muitas dessas doenças sociais, e queremos que continue assim.
O senhor pode nos explicar de forma resumida por que existe o culto ao Líder e à ordem, por que a sociedade norte-coreana é tão coesa? Essas características também dão aos ocidentais a impressão de que o governo controla a sociedade e que o país é uma ditadura.
Entender o carinho e a coesão para com o Líder é complicado sem se conhecer o confucionismo, o budismo e a história da nação coreana. Um ocidental não pode assimilar isso facilmente, porque a cultura é radicalmente diferente. Devemos entender a posição do Líder como um elemento de união, de coesão social, não a de um ditador que faz o que deseja. Pelo contrário, o Líder deve ser exemplo de humildade e que se senta no chão junto aos operários para ouvir seus conselhos. Digamos que ele é o eixo sobre o qual gira a unidade de ação. A Coreia esteve submetida à tortura e à invasão durante centenas de anos. Isso criou uma união no povo diante das ameaças exteriores, e se somarmos a isso o carisma e o carinho de nossos líderes para com o povo e vice-versa, temos o conceito de "grande família" da qual todos os cidadãos se sentem participantes.
Quais são as principais conquistas econômicas, científicas e tecnológicas da RPDC? O povo desfruta essas conquistas?
Na RPDC tudo pertence ao povo. Como tal, ele desfruta de todos os avanços arquitetônicos e de construção, de criação, tecnológicos etc. Desde o lançamento de satélites artificiais que asseguram uma melhor produção mineral e colheitas, até o desenvolvimento de smartphones e computadores próprios, passando pelo uso de energias renováveis em todos os campos, ou os avanços em medicina dos quais toda a população disfruta gratuitamente. Qualquer desenvolvimento é pensado para o benefício de todo o povo, e não só o de alguns poucos privilegiados.
O desenvolvimento dos foguetes e mísseis intercontinentais é o mais recente. Por um lado a nação economiza milhões de dólares em fotos e estudos desde o espaço, por outro inclui o país dentro do clube nuclear e o blinda contra a agressão externa. Dessa forma, o povo pode viver em paz, e não na miséria absoluta que a "democracia imperialista" promove, como na Líbia, no Afeganistão ou no Iraque.
A RPDC foi condenada ao isolamento pelas grandes potências. Mas como é a relação econômica e política com países próximos ideologicamente, como China, Vietnã, Cuba, Síria etc?
Existe uma relação comercial pública e outra "pela porta dos fundos". A RPDC tem estado submetida a sanções desde a criação do país. E ainda que a maioria dos antigos países socialistas seja agora parte da maquinaria capitalista, tem seus próprios interesses comerciais. Com os países citados existe não só colaboração comercial, mas também militar.
E como são as relações políticas com esses países?
As relações são positivas e há uma maior cooperação do que com os outros países, porque em vários casos as populações lutaram juntas, como na Guerra do Vietnã contra os EUA ou na independência da China contra o império japonês.
No último dia 16 de agosto o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, declarou que o Brasil e outros países da América Latina deveriam romper relações com a RPDC. O que você diria ao povo brasileiro sobre isso? O que pensam o povo e o governo norte-coreanos sobre o Brasil e as relações entre esses dois países e povos?
Eu diria ao povo brasileiro [para se questionar] por que não tem direito a ser soberano e decidir independentemente sobre seu futuro e suas relações exteriores. É um insulto que o Sr. Pence se apresente em outros países e publicamente dê ordens aos povos do mundo. Isso demonstra até que ponto os EUA são um império e não lhes importa o que decidam os demais. Os cidadãos de cada país devem se levantar e exigir seu direito a controlar sua própria nação, e deixar de ser um instrumento da política dos outros.
As relações entre o Brasil e a RPD da Coreia foram avançando nos últimos anos. A abertura da Embaixada em Brasília é uma amostra da importância de tais relações e as possibilidades de colaboração entre ambas as nações. O Brasil pode ajudar muitíssimo a Coreia no tema agrícola, alimentar e florestal, e a Coreia pode ajudar na engenharia, tecnologias da informação e defesa.
A política da Coreia nas relações exteriores é: Independência, Paz e Amizade. Isso significa uma política de braços abertos, a não intervenção em assuntos internos e o respeito pelos outros povos.
Eduardo Vasco
Pravda.Ru

Rússia: Receita para uma noite inesquecível.

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07.09.2017 | Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
Receita para uma noite inesquecivel. 27266.jpeg

Estudante de Nutrição, Rayssa Melo, ensina receita de suco para dar para os homens e ter uma noite inesquecível no Dia do Sexo

Rayssa Melo mostrou as curvas em um ensaio fotográfico para comemorar o Dia do Sexo, celebrado nesta quarta-feira, dia 6. A Musa do WhatsApp e ex-dançarina do Aviões do Forró posou nua coberta por um lençol, abusando da sensualidade.
Estudante de Nutrição, Raissa ensinou uma receita de um suco afrodisíaco para dar ao parceiro e apimentar a relação. O homem terá muita energia para poder gastar com a mulher, segundo a gata.
"A bebida estimula o apetite sexual e dá uma explosão de energia. É perfeita para data. Agora é só comemorar em um lugar especial", aconselha a futura nutricionista.
Ingredientes:
  • ½ xicara de catuaba
  • 2 folhas de couve
  • 1 banana madura
  • 1 colher de sopa de amendoins torrados
  • 1 colher de café de guaraná em pó
  • 1 colher de gengibre
  • ½ copo de água natural gelada e gelo
Modo de fazer
Bata tudo no liquidificador e sirva em seguida.

  Foto VH Assessoria/Divulgação
    Thiago Freitas

EUA: Irma avança para Flórida depois de deixar 11 mortos e milhares de desabrigados.

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Destruição em Saint Martin

Várias cidades evacuadas no Sul da Flórida
O furacão Irma, uma das fenómenos atmosféricos mais fortes no Atlântico no último século, deixou um rastro de destruição em ilhas do Caribe antes de atravessar a República Dominicana em direcção ao Haiti nesta quinta-feira, 7.
Até agora, estão confirmados 11 mortos e milhares de desabrigados, mas os números são imprecisos por falta de informações.
A tempestade atingiu várias ilhas pequenas no nordeste do Caribe, incluindo Barbuda, St. Martin e as Ilhas Virgens Britânicas.
No seu caminho, arrancou árvores, derrubou casas e provocou chuvas fortes e ondas de até 12 metros de altura.
Meteorologistas descreveram o Irma como uma tempestade de categoria 5 "potencialmente catastrófica", a maior classificação dos EUA para furacões.
Relatos apontam que a área de Antígua e Barbuda foi uma das mais devastadas.
A ilha mais setentrional, Barbuda, que abriga cerca de 1.700 pessoas, foi "totalmente demolida", com 90 por cento das habitações afectadas, revelou o primeiro-ministro Gaston Browne.
O Irma chega a Flórida no domingo, 10, e será o segundo grande furacão a atingir o território americano em duas semanas.
O furacão Harvey matou cerca de 60 pessoas e causou até 180 mil milhões de dólares em danos após atingir o Texas no final do mês passado.
O fenómeno provavelmente atingirá a Flórida como um furacão de categoria 4 muito poderosa, com tempestades e inundações, de acordo com o NHC.
O governador da Flórida, Rick Scott, disse que não estava claro se o Irma atingirá a costa leste ou oeste do Estado, mas recomendou os residentes a ficarem atentos com as ondas provocadas por ventos poderosos.
O presidente americano, Donald Trump, decretou estado de emergência no Estado, em Porto Rico e nas Ilhas Virgens Americanas, mobilizando recursos federais de assistência a desastres.

fonte: VOA
    Destruição em Saint Martin
    Destruição em Saint Martin

    Nova onda de protestos pede renúncia do Presidente do Togo.

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    As manifestações começaram de forma pacífica, mas durante a noite de quinta-feira (07.09) a polícia usou bombas de gás para dispersar os manifestantes. Exigem o restabelecimento do limite de mandatos do Presidente.
    default
    A população do Togo quer que o Presidente Faure Gnassingbé deixe o poder. Uma onda de protestos voltou a tomar conta do país na quinta-feira (07.09).
    Já antes, na quarta-feira (06.09), centenas de milhares de manifestantes saíram às ruas em diferentes cidades do Togo para protestar contra o Presidente. Na capital, Lomé, estima-se que, pelo menos, 100 mil togoleses protestaram. Os cidadãos acusam o governante de tentar perpetuar-se no poder.
    Faure Gnassingbé Präsident Togo in Berlin Deutschland
    Faure Gnassingbé, Presidente do Togo
    Os protestos convocados pela oposição exigem que a Constituição original de 1992 seja respeitada, a fim de restringir a dois o número de mandatos do Presidente.
    Isto evitaria uma possível reeleição de Faure Gnassingbé, que já está a cumprir o seu terceiro mandato, depois da morte de seu pai em 2005.
    "Os cidadãos do Togo estão exasperados. Temos a sensação de que o regime não entende o que está a acontecer. Pedimos a reinstalação da Constituição original de 1992, mas fomos enganados. Agora o povo está a pedir a renúncia do Presidente", afirma Brigitte Johnson, presidente da coligação CAP 2015, que reúne cinco partidos da oposição.
    Governo dá sinais de abertura
    Devido aos protestos, que se repetem há semanas no país, o Conselho de Ministros aprovou, na última terça-feira (05.09), um projeto de lei para limitar os mandatos presidenciais.
    fonte: DW ÁFRICA

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