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segunda-feira, 7 de abril de 2014

Brasil O Técnico da seleção brasileira Felipão libera sexo na Copa, desde que não seja "no telhado".

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Comandados de Felipão terão quartos individuais e poderão fazer sexo antes dos jogos da Copa Foto: Daniel Ramalho / Terra

Comandados de Felipão terão quartos individuais e poderão fazer sexo
antes dos jogos da Copa.
Foto: Daniel Ramalho / Terra

Se chegarem à final, os jogadores da Seleção Brasileira ficarão 49 dias reunidos durante a Copa do Mundo. Mas isso não quer dizer que, apesar de o foco estar na conquista do hexa, eles não poderão ter momentos mais íntimos no período. Segundo o técnico Luiz Felipe Scolari, o sexo está liberado, desde que "apreciado com moderação".
"Se for sexo normal, sim. Se for normal, é normal, não é lá em cima no telhado. Normalmente, o sexo normal é feito de forma equilibrada, mas tem algumas formas, alguns jeitos e outras pessoas que fazem malabarismo. Isso aí não", afirmou o treinador, durante evento em Lisboa com treinadores que falam a língua portuguesa e que estarão na Copa 2014.
Casa do Brasil na Copa, a Granja Comary, em Teresópolis, foi reformada especialmente para prover um ambiente de recepção às famílias dos jogadores. Os quartos agora são individuais, e quem quiser ter momentos de intimidade não vai precisar tirar o companheiro de time da suíte.
# esportes.terra.com.br

O Presidente do ruanda critica frança nas comemorações do genocídio.

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O Presidente do Ruanda Paul Kagame acendeu uma chama no memorial nacional de Gisozi, dando início a 100 dias de luto nacional, tantos quantos durou o genocídio. (Reuters)




A chama acesa marca o início dos 100 dias de luto nacional (Reuters)




Fotografias de pessoas que foram mortas durante o genocídio de 1994, no Museu Memorial do Genocídio (Reuters)

As comemorações realizam-se no memorial nacional de Gisozi, em Kigali (Reuters)

O presidente do Ruanda, Paul Kagame, advertiu nesta segunda-feira a França de que "nenhum país é tão poderoso que possa mudar os factos, mesmo quando pensa que é", durante as comemorações do 20.º aniversário do genocídio no país.

Numa cerimónia transmitida pelo site oficial das comemorações do genocídio, na qual a França não participa, Kagame criticou também "responsáveis belgas e a Igreja católica" por instaurarem uma organização política no Ruanda responsável pelo ódio étnico que desencadeou o massacre de 800 mil pessoas, na maioria tutsis.

# correiodamanha.pt e sicnoticias.pt

A guerra sem fim no leste da República Democrática do Congo.

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A partir do leste do Congo, a FDLR, responsável pelo genocídio no país vizinho, continua a tentar atacar o Ruanda e a atormentar a população local congolesa. Para se defenderem, as aldeias congolesas formam milícias.

Líder da milícia Raia Mutomboki


Há vinte anos que reina a guerra no leste da República Democrática do Congo. Em 1994, milhões de ruandeses procuraram refúgio nas florestas do país vizinho. Entre eles estavam também os autores do genocídio no Ruanda: soldados e oficiais do exército hutu.

Desde então a população no leste do Congo não tem paz. Os campos de refugiados continuam cheios até hoje. Só na província do Kivu Norte há mais de um milhão de deslocados. Há famílias que vivem na mais completa miséria há anos, totalmente dependentes da caridade, porque não podem regressar às suas aldeias para trabalhar as terras.

Os congoleses receiam sobretudo a milícia ruandesa hutu Forças Democráticas para a Libertação do Ruanda (FDLR). Nas tentativas constantes de atacar o Ruanda a partir do Congo, esta milícia comete atrocidades também contra a população local.

"A presença da FDLR leva a conflitos armados constantes. Por causa dela voltaram a desertar soldadosdo de Bosco Ntaganda do exército nacional, o que levou a combates”, afirma Jeremi Hangi, porta-voz dos deslocados no campo de Minova, no leste do Congo.
Combatentes da milícia hutu FDLR
A FDLR tem cerca de mil combatentes, que até hoje protegem cerca de 20 mil refugiados ruandeses, na sua maioria as mulheres e os filhos dos milicianos. A FDLR arroga-se o estatuto de força de proteção.

No entanto, para alimentar os refugiados, procede à pilhagem de aldeias congolesas, confiscando colheitas e expuslando os habitantes das suas terras.

Jeremi Hangi entende portanto que “chegou a altura do Presidente congolês, Joesph Kabila, e o raundês, Paul Kagame, se juntarem para forçar a FDLR a negociar e a regressar ao seu país. Senão os congoleses aqui nunca mais vão poder viver em paz, pois a FDLR está sempre a provocar a guerra".

Milícias do povo em fúria

Os congoleses começam a defender-se da FDLR. Quase todas as aldeias atingidas formaram milícias, chamadas de Raia Mutomboki ou "povo em fúria". O seu líder, Kikuny, é oriundo de uma pequena aldeia por três vezes destruída pela FDLR, em ataques que custaram a vida a muitas pessoas.
Capacetes azuis patrulham uma estrada em Kalembe, leste da RDC
Kikuny guarda ainda consigo as caveiras das vítimas. “Mostramos estes despojos à comunidade internacional para que se saiba a verdade. O Presidente Kagame, do Ruanda, também mostrou a todos os visitates do seu país os restos mortais das vítimas do genocídio. Fazemos o mesmo, porque estamos fartos de conversa."
O líder da milícia congolesa desabafa ainda que a comunidade internacional tem que compreender que tem motivos para se revoltarem. "Caso contrário vão-nos matar a todos", conclui.

Mas os Raia Mutomboki também cometem atrocidades, assassinando as mulheres e crianças dos membros da FDLR. Esta encontra-se em fuga, mas ainda não desistiu dos seus propósitos.

A milícia já tentou, por várias vezes, entrar em negociações com o Governo ruandês, mas em vão. Por seu lado, as Nações Unidas desisitiram de convencer a FDLR a entregar voluntariamente as armas. Os capacetes azuis da ONU preparam uma ofensiva militar com a qual pretendem derrotar de vez a FDLR.
# dw.de

Ruanda assinala 20 anos do genocídio.

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# euronews.pt

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Entenda por que o mundo não impediu o genocídio de Ruanda.

Ruanda 100 dias - V2 (Foto: Editoria de Arte/G1)

Em 100 dias, 800 mil pessoas morreram no país africano.
Caso é exemplo de omissão de potências internacionais.


As mortes de ruandeses da etnia tutsi pela maioria hutu começaram antes de 1994, quando ocorreu o genocídio que deixou 800 mil mortos em 100 dias no país. Desde 1990, agências humanitárias e a ONU vinham documentando matanças isoladas e a deterioração da situação no país. Quando o genocídio efetivamente começou, as lideranças políticas foram também avisadas. Então por que, dias depois da retirada de estrangeiros, a ONU não aprovou uma intervenção militar? Por que, ao invés disso, diminuiu o número das forças de paz?
Há muitas respostas para a questão da omissão das potências no caso de Ruanda(veja imagem acima a cronologia dos eventos em Ruanda e no mundo). De fato, houve pedidos posteriores de desculpa de governos, como o americano, que tentaram se redimir com uma boa ajuda para a reconstrução.
Segundo a historiadora Cíntia Ribeiro, que pesquisou o tema no mestrado, Ruanda não despertava o mesmo interesse nas grandes potências que a Bósnia, em guerra na época. "A Bósnia, por se tratar de uma região que é importante para a Europa, teve muito mais preocupação das grandes potências do que Ruanda, um país pequeno no centro da África, que não tem nenhum recurso mineral, nenhum interesse econômico, não é nem zona de influência."
Outro fator, segundo ela, foi o fracasso de uma intervenção militar americana pouco tempo antes na Somália. "Eles tentaram uma intervenção [na Somália], mas entram no país sem um conhecimento profundo do que acontece, muito por conta de uma certa arrogância militar. [...] Eles tinham a ideia de que aquilo ia durar três meses, iam sair de lá com uma vitória completa. Um filme que retrata bem isso é 'Falcão negro em perigo'. Eles foram fazer uma operação no centro da capital e um dos helicópteros caiu. O episódio foi televisionado e a comunidade americana ficou chocada. Tudo caiu em cima do [ex-presidente Bill] Clinton. Logo depois disso ficou decidido que eles só interviriam se houvesse extremo interesse, porque ficar fazendo missão de paz só pela questão de direitos humanos não interessava, porque a vida de um soldado americano é muito mais importante. Então quando eles entram no Oriente Médio, por exemplo, é porque existe um interesse efetivo lá, é legitimada a morte de um soldado, ainda que cause grande problemática", disse a historiadora cuja dissertação “O genocídio de Ruanda e a dinâmica da omissão estadunidense” analisa a resposta americana no país africano.
Nigel Eltringham, professor de antropologia da Universidade de Sussex, no Reino Unido, também cita o fracasso da investida americana na Somália no ano anterior como um dos fatores. "Os americanos ficaram chocados com o que aconteceu em Mogadishu e o governo achou que não havia apoio da opinião pública para uma intervenção, então não apoiou o chamado de outras nações para intervir."
Segundo Eltringham, outro fator foi "uma completa falta de entendimento de que o genocídio era um ataque planejado aos tutsis (e hutus moderados) com um objetivo político claro (a manutenção do poder). Em vez de mostrar essa realidade, a imprensa reportou que o conflito era 'tribal' com 'raízes de ódio'. Ao despolitizar o conflito, a mídia deu a impressão de que era um confronto que não poderia ser resolvido, o que era incorreto."
# g1.globo.com



África tem língua mais antiga do mundo.

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070412_africa

Linguagens - [Heloísa Broggiato] Pesquisadores de universidade na Nova Zelândia defendem que a primeira forma de linguagem falada da história surgiu no continente negro.
Segundo um artigo publicado na revista Science, a origem da linguagem humana está na África. O estudo de Quentin Atkinson, pesquisador da Universidade de Auckland, Nova Zelândia, mostra que há uma relação entre o surgimento do Homo sapiens no continente e a aparição da língua falada.
Atkinson aplicou na linguística um conceito oriundo da genética, conhecido como "efeito fundador". Ele explica que, quando há expansão, uma população pequena se separa e vai para outro território, levando apenas uma parte da população original, o que pode ocorrer repetidas vezes. Em vez de genes, o pesquisador analisou fonemas, unidades distintas de sons, que diferenciam palavras. Segundo ele, quanto maior o número de fonemas em uma língua, maior o tamanho da população falante. Ao mesmo tempo, quanto menor a diversidade de fonemas, mais distante está a língua da origem.
Depois de analisar o repertório de fonemas de 504 línguas, juntamente com a localização geográfica, concluiu que a África apresenta a maior diversidade de fonemas, e, portanto, teria sido o berço da mais antiga língua falada. A América do Sul e a Oceania apresentam o menor número de fonemas distintos. Logo, têm as línguas mais recentes do planeta.
Heloísa Broggiato é jornalista, tradutora, cientista política e mestre em política internacional e segurança pela Universidade de Bradford, na Inglaterra.

# diarioliberdade.org

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