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quinta-feira, 4 de julho de 2019

Guiné-Bissau: o presidente nomeia um novo governo.

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O presidente da Guiné-Bissau, José Mario Vaz, nomeou na quarta-feira (ontem - 03/07/2019) um novo governo, cujos 31 membros, principalmente da maioria parlamentar, foram imediatamente investidos em Bissau, após várias semanas de impasse devido a desentendimentos com o partido vencedor das eleições legislativas de 10 de março, de acordo com um decreto presidencial.

O Chefe de Estado da Guiné-Bissau também nomeou nesta quarta-feira um novo procurador-geral, após a renúncia terça-feira do incumbente, também em conflito com a maioria parlamentar liderada pelo Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo -Vert (PAIGC), de acordo com um decreto presidencial separado. O mediador do Oeste Africano da Comunidade Económica Unida (CEDEAO) na crise política, exigiu sábado em Abuja que um novo procurador-geral seja nomeado e um novo governo formado até quarta-feira (03/07/2019).

O novo governo tem 16 ministros e 15 secretários de estado, representando 31 membros, principalmente os do PAIGC. A nova equipe é liderada pelo primeiro-ministro Aristide Gomes. O Procurador-Geral Bacari Biai, demitiu-se nesta terça-feira após reivindicações de 29 de junho da prisão, por "tentativa de subversão da ordem constitucional", o Presidente da Assembleia Nacional, Cipriano Cassamá indicado pela maioria parlamentar para assegurar o Chefe "interino" de Estado, no lugar de José Mário Vaz, cujo prazo expirou. A mesma acusação foi referida por Califa Seidi, chefe do grupo de deputados do PAIGC, que ganhou em 10 de março as legislativas.

"Sr. Embaixador Ladislau Fernando Clemente e professor universitário é nomeado procurador-geral até a posse do novo presidente ", disse um dos decretos de quarta-feira. O mandato de cinco anos do presidente Vaz expirou em 23 de junho. Ele permanece à frente do país, mas "deixa a condução dos negócios a cargo do governo", que deve ser feita, até a realização de um presidencial indiciado por CEDEAO para sábado 24 de novembro, decidiu. O procurador-geral cessante foi acusado pelo PAIGC de estar perto de Presidente Vaz e ter "cometido actos de perseguição" contra seus líderes.

Em crise política desde 2015 e o despedimento por Vaz na sua estreia na época, o Domingos Simões Pereira, Guiné-Bissau tem experimentado novas convulsões após o legislativo. Presidente Vaz recusou-se a nomeá-lo como primeiro-ministro, portanto, o líder da maioria PAIGC após a eleição de 10 de Março, que era ninguém menos que o ex-chefe de governo que o demitiu antes de finalmente nomear Aristides Gomes. Após a nomeação de um primeiro ministro e a formação de um novo governo, o bloqueio persiste no Parlamento.

O PAIGC e três formações aliadas controlam uma maioria de 54 assentos fora de 102 na Assembleia Nacional contra 48 da oposição representada pelos membros dos partidos Madem formados no PAIGC e do Partido da Renovação Social (PRS).

fonte: lefigaro.fr

Guiné-Bissau: Novo Governo com 16 ministérios e 15 secretarias de Estado.

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A ex-secretária de Estado das Comunidades Suzi Barbosa é a nova ministra dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, segundo o decreto presidencial de nomeação do novo Governo divulgado hoje pela Presidência.

fonte: DW África
Suzi Barbosa é a nova ministra dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau
Suzi Barbosa é a nova ministra dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau

A ex-secretária de Estado das Comunidades Suzi Barbosa é a nova ministra dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, segundo o decreto presidencial de nomeação do novo Governo divulgado hoje pela Presidência.
O novo Governo vai ter 16 ministérios - oito dos quais liderados por mulheres - e 15 secretarias de Estado. Quase quatro meses depois das eleições legislativas de 10 de março, o Presidente José Mário Vaz nomeou o novo Executivo.
Os chefes de Estado e de Governo da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental(CEDEAO) reunidos na sua 55.ª cimeira no sábado, em Abuja, na Nigéria, determinaram que o Presidente guineense, José Mário Vaz, tinha de nomear um novo Governo e um novo Procurador-Geral da República até esta quarta-feira (03.07). Ladislau Embassa foi hoje nomeado para a PGR.
Armando Mango, da Assembleia do Povo Unido - Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB), vai ser ministro da Presidência do Conselho de Ministros e Assuntos Parlamentares e porta-voz do Governo.
A vice-presidente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) vai assumir a pasta da Administração Territorial e Gestão Eleitoral, enquanto Adiado Djalo Nandigna continua como ministra das Pescas.
A pasta da Defesa vai com Luís Melo, atual presidente da Câmara Municipal de Bissau e do PAIGC, e o Ministério do Interior fica com Juliano Augusto Fernandes, da APU-PDGB.
Geraldo Martins, que tinha sido ministro das Finanças do Governo de Domingos Simões Pereira, regressa ao Executivo guineense para ocupar as mesmas funções.
Composição do novo Governo da Guiné-Bissau, liderado por Aristides Gomes:
Ministério da Presidência do Conselho de Ministros e Assuntos Parlamentares - Armando Mango
Ministério da Administração Territorial e Gestão Eleitoral - Odete Costa Semedo
Ministério das Pescas - Adiatu Djalo Nandigna
Ministério dos Negócios Estrangeiros e Comunidades - Suzi Barbosa
Ministério da Defesa e Combatentes da Liberdade da Patria - Luís Melo
Ministério do Interior - Juliano Augusto Fernandes
Ministério da Economia e Finanças - Geraldo João Martins
Ministério do Comércio e Indústria - Iaia Djaló
Ministério da Educação Nacional e Ensino Superior - Dautarin Monteiro da Costa
Ministério da Administração Pública e Modernização do Estado - Fatumata Djau Balde
Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos - Rute Monteiro
Ministério da Saúde Pública - Magda Nely Robalo Silva
Ministério da Mulher, Família e Proteção Social - Cadi Seidi
Ministério da Agricultura e Florestas - Nelvina Barreto
Ministério dos Recursos Naturais e Energia - Issufo Balde
Ministério das Infraestruturas, Habitação e Desenvolvimento Humano - Osvaldo Abreu
Secretarias de Estado:
Secretaria de Estado do Ambiente e Biodiversidade - Quite Djata
Secretaria de Estado dos Transportes e Comunicações - Samuel Dinis Manuel
Secretaria de Estado das Comunidades - Malam Bacai Júnior 
Secretaria de Estado da Juventude e Desporto - Dionísio do Reino Pereira
Secretaria de Estado do Orçamento - José Djô
Secretaria de Estado do Tesouro - Suleimane Seidi
Secretaria de Estado da Gestão Hospitalar - Anaximandro Zylene Casimiro Menut
Secretaria de Estado do Ensino Superior e Investigação Científica - Garcia Bifa Bedeta
Secretaria de Estado do Turismo e Artesanato - Catarina Taborda
Secretaria de Estado da Gestão Eleitoral - Júlio César Nosolini
Secretaria de Estado da Segurança e Ordem Pública - Mário Saiegh
Secretaria de Estado do Plano e Integração Regional - Tomásia Manjuba
Secretaria de Estado da Cultura - António Quirino Bubacar Spencer Embaló
Secretaria de Estado da Comunicação Social - João Maria Baticã Ferreira
Secretaria de Estado dos Combatentes da Liberdade da Pátria - João Handem
 
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José Mário Vaz: "Não me arrependo de nada"

Moçambique: Nyusi quer Lisboa como porta de entrada de África na Europa.

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Filipe Nyusi, presidente de Moçambique, e António Costa, primeiro-ministro de Portugal
MIGUEL A. LOPES/LUSA

Nyusi quer Lisboa como porta de entrada de África na Europa. Costa anuncia 1,2 milhões de euros para a reconstrução de Moçambique. Teve lugar hoje em Lisboa a cimeira bilateral Portugal Moçambique, para além de um fórum económico.




Teve lugar hoje em Lisboa a cimeira bilateral Portugal Moçambique. Filipe Nyusi defendeu que Portugal deveria ser a porta de entrada do continente africano no mercado europeu.
"Queremos que Portugal seja a porta de entrada de Moçambique para o mercado europeu, já é, mas é preciso consolidar para que seja a porta de entrada para toda a África", afirmou Filipe Nyusi, chefe de Estado moçambicano, na abertura do Fórum Económico Parcerias para o Desenvolvimento, que decorreu hoje na capital portuguesa.
O Presidente de Moçambique está a efectuar uma visita de Estado a Portugal.
primeiro-ministro português, António Costa, anunciou a criação de um fundo para a reconstrução de Moçambique com 1,2 milhões de euros: "foi constituído o fundo de apoio à reconstrução de Moçambique, para apoiar a a recuperação e a reconstrução das regiões afectadas pelos ciclones em Moçambique, aberto à participação de entidades do sector público, privado e social, e que dispõe neste momento de 1,2 milhões de euros”.
fonte: RFI

Guiné-Bissau: empossados governo e procurador.

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Ladislau Embassa, novo Procurador geral da república da Guiné-Bissau.
RFI/Aliu Candé

O novo governo guineense bem como o novo procurador geral da república deviam tomar posse ao final do dia em Bissau. E isto no dia em que expirava o prazo dado pela CEDEAO para a respectiva entrada em funções. Os decretos presidenciais já foram divulgados.




Ladislau embassa, até agora presidente do Conselho nacional de comunicação social guineense é novo Procurador geral da república.
Entretanto o presidente José Mário vaz acaba igualmente de nomear por decreto o novo governo de Aristides Gomes.
A nova equipa governativa é composta por 16 ministérios e 15 secretarias de Estado.
Esta nova equipa integra Armando Mango, da Assembleia do Povo Unido - Partido Democrático da Guiné-Bissau, como ministro da Presidência do Conselho de Ministros e Assuntos Parlamentares.
A antiga secretária de Estado das comunidades Suzi Barbosa, do PAIGC, passa a ser Chefe da Diplomacia guineense.
Luis Melo, do PAIGC, é o novo Ministro da Defesa, Juliano Augusto Fernandes da APU-PDGB foi nomeado Ministro do Interior.
Geraldo Martins, do PAIGC, volta a ser Ministro da Economia e Finanças e Iaia Djaló, lider do PND, passa a ser Ministro do Comércio e Indústria.
O presidente cujo mandato terminou a 23 de Junho foi mantido em funções pela CEDEAO, Comunidade económica dos Estados da África ocidental, sem intervenção na área governativa, até à sua sucessão na chefia do Estado.
Entretanto a CNE, Comissão nacional de eleições, divulgou o calendário que prevê para as presidenciais que devem realizar-se em duas voltas, no caso do futuro presidente não ser eleito logo na primeira volta.
De acordo com a CNE, a primeira volta realiza-se no dia 24 de Novembro, a segunda, no dia 5 de janeiro de 2020, sendo que a campanha para a primeira volta deve decorrer de 1 a 22 de novembro.
De referir paralelamente que o embaixador da China em Bissau anunciou desde já ter fornecido à CNE equipamento informático para apoiar o processo.
Com a colaboração de Aliu Candé em Bissau.
fonte: RFI

ANGOLA: NESTA LUTA ENTRE GERAÇÕES.

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Em África, e particularmente em Angola, existe uma luta entre gerações, onde os nossos “mais velhos” usam e abusam dos seus poderes para permanecerem em lugares decisórios das nossas vidas e sociedades, impedindo assim a ascensão dos “mais novos”.

Por Pedrowski Teca
Esta barreira, que surge em várias facetas da nossa vida familiar e pública, consiste na criação dos mais variados e sofisticados artifícios que dificultam a ascensão dos mais novos, principalmente através da inexistência do processo rigoroso de passagem de testemunho, que permite a capacitação de novas gerações e a preservação da cultura e os demais hábitos e valores locais.
Consequentemente, somos vítimas perpétuas de casos em que a morte de um líder cria uma vacatura e a respectiva crise de transição porque não houve preparação da nova geração.
Há casos em que impõem-se, por nepotismo, pessoas sem capacidade ou legitimidade, algo que geralmente resulta em dois cenários: a degradação da situação ou a ocorrência de um golpe interno.
Em África, quando um mais velho morre, infelizmente lamentamos porque perdemos uma “biblioteca viva”. Pois, não devia ser assim se estes conhecimentos fossem eficazmente transmitidos e transferidos aos mais novos, principalmente através da escrita.
Já ouvi mais velhos afirmando que “nada é conquistado de bandeja” e que muitos que se perpetuam, por exemplo, em cargos políticos, fazem-no porque alcançaram tais posições com muito “sangue, suor e lágrimas”.
Tais afirmações não colhem, tão pouco justificam a auto-eternização no poder, a não preparação de sucessores ou quadros, e o bloqueio de iniciativas de passagem de testemunhos.
Essa irresponsabilidade belisca e consequentemente causa a morte de valiosos legados de líderes que muito contribuíram nos seus respectivos países e no Continente Africano, pois todo ser humano é geralmente marcado ou manchado pela maneira em que deixa ou é forçado a perder um cargo ou a própria vida.
No nosso país, os líderes não acatam estes ensinamentos da história, por conseguinte, não há desenvolvimento visível na camada juvenil que encontra-se sistematicamente alienada na futilidade.
Que país teremos, se de facto, há 43 anos de Independência Nacional, ao invés da formação e o emprego, a governação promove e afoga a juventude na imoralidade, em festanças, em lagoas de álcool e no uso de drogas e outros estupefacientes?
Que país teremos, se ao invés da excelência, inteligência e sapiência, promove-se o partidarismo, o amiguismo e a bajulação?
É tão difícil, nesta Angola que anualmente já produz milhares de licenciados, concordar com as palavras do ex-presidente americano, Ronald Reagan, quando afirmou que “o melhor programa social é um emprego”?
É tão difícil assim, perceber que hoje o angolano chega a ser mais competente e produtivo do que o expatriado e merece um salário que o garante dignidade?
Conforme é sabido, o conhecimento, tal e qual o legado, não é útil apenas quando aplicado mas sim quando é transferido.
fonte: folha8

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