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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Há poucos dias, foi em Menaka que foi visto ao lado de notáveis ​​tu...

segunda-feira, 26 de março de 2018

ANGOLA: ZENÚ, NUNDA E GARCIA CONSTITUÍDOS ARGUIDOS.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Como o Folha 8 hoje noticiou, José Filomeno dos Santos, filho do ex-Presidente angolano, foi constituído arguido e está impedido de sair do país, revelou o sub-procurador-geral da República de Angola, Luís Benza Zanga. A Zenú juntam-se agora o Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Angolanas, general Sachipengo Nunda, e o porta-voz do MPLA, Norberto Garcia.

Oantigo presidente do Fundo Soberano de Angola, José Filomeno dos Santos (Zenú), está impedido de sair do país, depois de ter sido constituído arguido num caso que envolve a transferência de 500 milhões de dólares do Banco Nacional de Angola para uma sucursal do banco Crédit Suisse no Reino Unido.
A informação foi revelada hoje em conferência de imprensa pelo sub-procurador geral da República, Luís Benza Zanga, juntamente com o responsável da Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP)
Além do filho do antigo Presidente José Eduardo dos Santos, foram constituídos arguidos também o Chefe do Estado-Maior das FAA, general Sachipengo Nunda, e o porta-voz do MPLA, Norberto Garcia, num processo-crime que envolve a tentativa de burla ao Estado, através de numa rede de burlões ligada a uma suposta empresa tailandesa destinada a projectos no país, avaliados em 50 mil milhões de dólares.

A responsabilidade de Norberto Garcia

OServiço de Investigação Criminal (SIC) de Angola anunciou no dia 6 de Março a detenção de seis estrangeiros e dois angolanos que, em 2017, anunciaram, em Luanda, um financiamento de 50 mil milhões de dólares (40,2 mil milhões de euros) para apoiar projectos.
A informação, divulgada por aquele órgão do Ministério do Interior de Angola, avançava que os cidadãos foram detidos por suspeita da prática dos crimes de falsificação de documentos, burla por defraudação, associação de malfeitores e branqueamento de capitais.
As detenções ocorreram nos dias 21 e 23 de Fevereiro, numa unidade hoteleira de Luanda, envolvendo o caso quatro cidadãos da Tailândia, um do Canadá, um da Eritreia e dois angolanos.
Segundo a informação do SIC, foi descoberta uma tentativa de defraudação do Estado angolano, na medida em que esses quatro cidadãos tailandeses, intitulando-se proprietários de uma empresa domiciliada nas Filipinas, manifestaram perante as autoridades angolanas a intenção de investir no país.
Os mesmos alegaram ter acesso a uma linha de financiamento disponível num banco das Filipinas, através do qual pretendiam desenvolver projectos de investimento em Angola, no valor de 50 mil milhões de dólares (40,2 mil milhões de euros).
A descoberta desta burla aconteceu, como esclareceu o SIC, no momento de constituição da empresa em Angola, que para o efeito seria necessária a confirmação do valor que manifestaram existir.
“Foi de facto no contexto deste procedimento, à luz daquilo que é o mecanismo de cooperação internacional em matéria de branqueamento de capitais, que a entidade competente para esta matéria accionou a sua congénere nas Filipinas, tendo dali obtido a confirmação de que efectivamente aqueles supostos promotores não eram, na verdade, aquilo que deviam ser e muito menos o cheque que foi apresentado era autêntico”, disse o chefe do departamento central do SIC, Tomás Agostinho.
Na sua intervenção, aquele responsável admitiu que “terá havido uma falha, um erro, de avaliação deste projecto de investimento, apresentado por esses cidadãos estrangeiros da parte da entidade responsável pela captação de investimento”.
Tomás Agostinho recordou que a referida intenção mereceu divulgação pública, o que terá feito passar a ideia de que os 50 mil milhões de dólares “que se referiram, como estando disponíveis para investir aqui no mercado angolano, já era um facto”.
“E a mensagem que foi passada aqui à sociedade foi efectivamente esta, e a classe empresarial de uma maneira geral ficou convicta de que havia nesta suposta linha de financiamento a oportunidade para desenvolver projectos adormecidos por falta de financiamento ou até mesmo a tomada de novas medidas para a coberto dessa linha de financiamento poderem desenvolver os seus programas”, frisou.
Do que foi apurado até ao momento pelas autoridades de investigação angolanas, há pelo menos uma vítima confirmada dessa burla, uma empresa local que celebrou um contrato de intenções para um projecto no domínio da actividade comercial, tendo pago metade dos 50 milhões de kwanzas (189.858 de euros) solicitados para a parceria.
“Inclusive sob o pretexto de que no domínio comercial eles já teriam mobilizado um carregamento de cereais, no caso arroz, proveniente da Ásia, e gerou essa expectativa nesta vítima. Viemos depois confirmar que não havia documentação relacionada com a encomenda e o dinheiro foi entregue em “cash”, há documentos que atestam o recebimento, há inclusive contratos formalizados entre esta empresa local e os supostos investidores, os tailandeses”, disse.
De acordo com Tomás Agostinho, existem neste momento arrolados ao processo cerca de 53 propostas de investimentos, mas ainda não houve a oportunidade de contactar estes promotores, para se aferir se terão igualmente sido vítimas do mesmo tipo de burla.
No momento da detenção dos cidadãos tailandeses, que se encontravam hospedados desde Novembro de 2017 numa unidade hoteleira de referência da capital angolana a expensas de empresa angolana, também potencial candidata ao financiamento, foi igualmente apreendido um cheque de um banco da China, domiciliado em Hong Kong, no valor de 99 mil milhões de dólares, dando a entender às autoridades angolanas de que “há de facto no seio deles esta propensão para o cometimento de crime de burla”.
A escolha de Angola, refere o SIC terá ocorrido, porque há uma parte angolana, que convidou a parte tailandesa com algum percurso e representação desta empresa angolana, naquela região da Ásia.
Em finais de Novembro de 2017, foi rubricado, em Luanda um memorando entre a Unidade Técnica para o Investimento Privado (UTIP) de Angola, organismo de apoio ao Presidente da República na preparação, condução e negociação de projectos de investimento privado, e a Centennial Energy Thailand.
O documento foi rubricado pela parte angolana pelo director da UTIP na altura, e hoje secretário do Bureau Político do MPLA para a Informação, Norberto Garcia, e o presidente do conselho de administração da Centennial Energy Thailand, Raveeroj Rithchoteanan, num acto que acolheu dezenas de empresários angolanos, para dar a conhecer as condições de acesso ao referido fundo.
Em declarações à imprensa na altura, Norberto Garcia disse que o fundo estava à disposição dos investidores nacionais e externos, e iria permitir concretizar os projectos em Angola, essencialmente nos sectores produtivos, nomeadamente agro-indústria, turismo, hotelaria, pescas e energia.
“A existência desse fundo vai trazer dinheiro para o mercado, vai financiar o mercado, que vai poder autodesenvolver-se. Este fundo faz todo o sentido, porque o parceiro quer é uma parceria, uma ‘joint-venture’, por esta via. Não estamos a falar de taxas de juros, de retornos de forma alguma complicados, com o processo de gestão do investidor, porque é em função dos rendimentos que a parceria vai proporcionar, que o retorno será feito”, disse.
Acrescentou que o fundo vem igualmente para facilitar a implementação de 688 projectos neste momento parados por falta de financiamento.
O dirigente angolano realçou que este fundo já esteve no Camboja e Vietname, países asiáticos que se desenvolveram com recurso ao mesmo: “O que quer dizer que Angola tem que aproveitar este fundo, esta oportunidade”.
“Temos aqui condições essenciais para fazer acontecer os projectos e fazer com que os projectos que até agora não têm financiamento, porque há alguma dificuldade na nossa banca para o efeito, é nossa missão, que temos contacto com o exterior, fazer acontecer isso, para ter os financiamentos, os fundos, para que possamos ter formas de implementar o projecto no nosso país”, afirmou.

A responsabilidade do general Nunda

Sob o título “Burla legitimada pela UTIP “exonera” general Nunda”, o Folha 8 escreveu no dia 7 de Março que o Presidente da República teria já chamado o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), general Geraldo Sachipengo Nunda, e ter-lhe-á dito que, em função do mais recente escândalo financeiro com um falso fundo tailandês, em que está envolvido, seria exonerado.
“O general Nunda informou o Presidente João Lourenço, a este propósito, que perante este caso (do qual se considera também vítima) era já sua intenção pedir a demissão, salvaguardando assim a imagem e a honra.
fonte: 

Como o Folha 8 hoje noticiou, José Filomeno dos Santos, filho do ex-Presidente angolano, foi constituído arguido e está impedido de sair do país, revelou o sub-procurador-geral da República de Angola, Luís Benza Zanga. A Zenú juntam-se agora o Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Angolanas, general Sachipengo Nunda, e o porta-voz do MPLA, Norberto Garcia.

Oantigo presidente do Fundo Soberano de Angola, José Filomeno dos Santos (Zenú), está impedido de sair do país, depois de ter sido constituído arguido num caso que envolve a transferência de 500 milhões de dólares do Banco Nacional de Angola para uma sucursal do banco Crédit Suisse no Reino Unido.
A informação foi revelada hoje em conferência de imprensa pelo sub-procurador geral da República, Luís Benza Zanga, juntamente com o responsável da Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP)
Além do filho do antigo Presidente José Eduardo dos Santos, foram constituídos arguidos também o Chefe do Estado-Maior das FAA, general Sachipengo Nunda, e o porta-voz do MPLA, Norberto Garcia, num processo-crime que envolve a tentativa de burla ao Estado, através de numa rede de burlões ligada a uma suposta empresa tailandesa destinada a projectos no país, avaliados em 50 mil milhões de dólares.

A responsabilidade de Norberto Garcia

OServiço de Investigação Criminal (SIC) de Angola anunciou no dia 6 de Março a detenção de seis estrangeiros e dois angolanos que, em 2017, anunciaram, em Luanda, um financiamento de 50 mil milhões de dólares (40,2 mil milhões de euros) para apoiar projectos.
A informação, divulgada por aquele órgão do Ministério do Interior de Angola, avançava que os cidadãos foram detidos por suspeita da prática dos crimes de falsificação de documentos, burla por defraudação, associação de malfeitores e branqueamento de capitais.
As detenções ocorreram nos dias 21 e 23 de Fevereiro, numa unidade hoteleira de Luanda, envolvendo o caso quatro cidadãos da Tailândia, um do Canadá, um da Eritreia e dois angolanos.
Segundo a informação do SIC, foi descoberta uma tentativa de defraudação do Estado angolano, na medida em que esses quatro cidadãos tailandeses, intitulando-se proprietários de uma empresa domiciliada nas Filipinas, manifestaram perante as autoridades angolanas a intenção de investir no país.
Os mesmos alegaram ter acesso a uma linha de financiamento disponível num banco das Filipinas, através do qual pretendiam desenvolver projectos de investimento em Angola, no valor de 50 mil milhões de dólares (40,2 mil milhões de euros).
A descoberta desta burla aconteceu, como esclareceu o SIC, no momento de constituição da empresa em Angola, que para o efeito seria necessária a confirmação do valor que manifestaram existir.
“Foi de facto no contexto deste procedimento, à luz daquilo que é o mecanismo de cooperação internacional em matéria de branqueamento de capitais, que a entidade competente para esta matéria accionou a sua congénere nas Filipinas, tendo dali obtido a confirmação de que efectivamente aqueles supostos promotores não eram, na verdade, aquilo que deviam ser e muito menos o cheque que foi apresentado era autêntico”, disse o chefe do departamento central do SIC, Tomás Agostinho.
Na sua intervenção, aquele responsável admitiu que “terá havido uma falha, um erro, de avaliação deste projecto de investimento, apresentado por esses cidadãos estrangeiros da parte da entidade responsável pela captação de investimento”.
Tomás Agostinho recordou que a referida intenção mereceu divulgação pública, o que terá feito passar a ideia de que os 50 mil milhões de dólares “que se referiram, como estando disponíveis para investir aqui no mercado angolano, já era um facto”.
“E a mensagem que foi passada aqui à sociedade foi efectivamente esta, e a classe empresarial de uma maneira geral ficou convicta de que havia nesta suposta linha de financiamento a oportunidade para desenvolver projectos adormecidos por falta de financiamento ou até mesmo a tomada de novas medidas para a coberto dessa linha de financiamento poderem desenvolver os seus programas”, frisou.
Do que foi apurado até ao momento pelas autoridades de investigação angolanas, há pelo menos uma vítima confirmada dessa burla, uma empresa local que celebrou um contrato de intenções para um projecto no domínio da actividade comercial, tendo pago metade dos 50 milhões de kwanzas (189.858 de euros) solicitados para a parceria.
“Inclusive sob o pretexto de que no domínio comercial eles já teriam mobilizado um carregamento de cereais, no caso arroz, proveniente da Ásia, e gerou essa expectativa nesta vítima. Viemos depois confirmar que não havia documentação relacionada com a encomenda e o dinheiro foi entregue em “cash”, há documentos que atestam o recebimento, há inclusive contratos formalizados entre esta empresa local e os supostos investidores, os tailandeses”, disse.
De acordo com Tomás Agostinho, existem neste momento arrolados ao processo cerca de 53 propostas de investimentos, mas ainda não houve a oportunidade de contactar estes promotores, para se aferir se terão igualmente sido vítimas do mesmo tipo de burla.
No momento da detenção dos cidadãos tailandeses, que se encontravam hospedados desde Novembro de 2017 numa unidade hoteleira de referência da capital angolana a expensas de empresa angolana, também potencial candidata ao financiamento, foi igualmente apreendido um cheque de um banco da China, domiciliado em Hong Kong, no valor de 99 mil milhões de dólares, dando a entender às autoridades angolanas de que “há de facto no seio deles esta propensão para o cometimento de crime de burla”.
A escolha de Angola, refere o SIC terá ocorrido, porque há uma parte angolana, que convidou a parte tailandesa com algum percurso e representação desta empresa angolana, naquela região da Ásia.
Em finais de Novembro de 2017, foi rubricado, em Luanda um memorando entre a Unidade Técnica para o Investimento Privado (UTIP) de Angola, organismo de apoio ao Presidente da República na preparação, condução e negociação de projectos de investimento privado, e a Centennial Energy Thailand.
O documento foi rubricado pela parte angolana pelo director da UTIP na altura, e hoje secretário do Bureau Político do MPLA para a Informação, Norberto Garcia, e o presidente do conselho de administração da Centennial Energy Thailand, Raveeroj Rithchoteanan, num acto que acolheu dezenas de empresários angolanos, para dar a conhecer as condições de acesso ao referido fundo.
Em declarações à imprensa na altura, Norberto Garcia disse que o fundo estava à disposição dos investidores nacionais e externos, e iria permitir concretizar os projectos em Angola, essencialmente nos sectores produtivos, nomeadamente agro-indústria, turismo, hotelaria, pescas e energia.
“A existência desse fundo vai trazer dinheiro para o mercado, vai financiar o mercado, que vai poder autodesenvolver-se. Este fundo faz todo o sentido, porque o parceiro quer é uma parceria, uma ‘joint-venture’, por esta via. Não estamos a falar de taxas de juros, de retornos de forma alguma complicados, com o processo de gestão do investidor, porque é em função dos rendimentos que a parceria vai proporcionar, que o retorno será feito”, disse.
Acrescentou que o fundo vem igualmente para facilitar a implementação de 688 projectos neste momento parados por falta de financiamento.
O dirigente angolano realçou que este fundo já esteve no Camboja e Vietname, países asiáticos que se desenvolveram com recurso ao mesmo: “O que quer dizer que Angola tem que aproveitar este fundo, esta oportunidade”.
“Temos aqui condições essenciais para fazer acontecer os projectos e fazer com que os projectos que até agora não têm financiamento, porque há alguma dificuldade na nossa banca para o efeito, é nossa missão, que temos contacto com o exterior, fazer acontecer isso, para ter os financiamentos, os fundos, para que possamos ter formas de implementar o projecto no nosso país”, afirmou.

A responsabilidade do general Nunda

Sob o título “Burla legitimada pela UTIP “exonera” general Nunda”, o Folha 8 escreveu no dia 7 de Março que o Presidente da República teria já chamado o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), general Geraldo Sachipengo Nunda, e ter-lhe-á dito que, em função do mais recente escândalo financeiro com um falso fundo tailandês, em que está envolvido, seria exonerado.
“O general Nunda informou o Presidente João Lourenço, a este propósito, que perante este caso (do qual se considera também vítima) era já sua intenção pedir a demissão, salvaguardando assim a imagem e a honra das FAA, bem como a honorabilidade do país”, referiu na altura ao Folha 8 um oficial que lhe é próximo.
Este militar salientou ainda que o general Geraldo Sachipengo Nunda ao abandonar a chefia do Estado-Maior General facilita a acção das investigações à burla da Centennial Energy Thailand, estando por isso a pronto a prestar “todos os esclarecimentos necessários”.
Embora o general Nunda seja a figura angolana mais relevante a ver-se envolvida neste caso, o certo é que o responsável máximo da Unidade Técnica para o Investimento Privado (UTIP), Norberto Garcia, deu cobertura e legitimidade aos burlões quando divulgou que os “investidores angolanos e estrangeiros vão poder aceder a um fundo de 50 mil milhões de dólares (42,6 mil milhões de euros), da Centennial Energy Thailand, um grupo internacional de investimento e desenvolvimento de projectos comerciais e humanitários”.
Quando ao general Geraldo Sachipengo Nunda, recorde-se que no dia 15 de Novembro de 2017 anunciou que se queria reformar.
“A lei das Forças Armadas, a lei do serviço militar, diz que os oficiais generais são reformados aos 55 anos, o chefe do Estado Maior General aos 58 ou 60 anos, mas nós estamos a nos reformar com 65 anos. E eu sou um candidato para a reforma, porque já fiz 65 anos no mês de Setembro”, disse o general.
Nascido a 13 de Setembro de 1952 em Nharaa, província do Bié, Geraldo Sachipengo Nunda abandonou as forças armadas da UNITA (FALA) em Janeiro de 1993, incorporando-se nas FAA onde desempenhou, pouco depois, as funções de conselheiro do chefe do Estado-Maior da instituição.
fonte: jornalf8.net

BARRICADA DA LUSÓFONA NO CURRÍCULO DE BARRICA.

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O embaixador de Angola em Portugal, José Marcos Barrica, foi homenageado, em Lisboa, pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, em reconhecimento pelo seu trabalho em prol do desenvolvimento e aproximação dos povos e países de língua portuguesa.

Por Orlando Castro
AUniversidade Lusófona terá com certeza razões, que a razão desconhece, para se juntar à bajulação com que algumas instituições portuguesas brindam todos quantos põem a razão da força (económica e financeira) acima da força da razão (20 milhões de pobres, por exemplo).
Comodamente a Universidade Lusófona não se recorda que o embaixador do MPLA em Lisboa, José Marcos Barrica, afirmou no dia 1 de Agosto de 2015 – repetindo o despacho monárquico ido de Luanda, que o povo angolano tinha o direito de se manifestar “quando há necessidade para tal”, frisando, no entanto, que o acto de reivindicar também implica deveres.
José Marcos Barrica falava durante um encontro com a comunidade do MPLA em Portugal que decorreu no Instituto Superior de Gestão de Lisboa.
Sem mencionar de forma clara a manifestação realizada nessa semana em Luanda para exigir a libertação de um grupo de 15 jovens angolanos, o embaixador destacou que a Constituição angolana consagra (apenas formalmente) o direito de manifestação e que os angolanos “devem manifestar-se quando há necessidade para tal”.
“Mas também diz a Constituição que a liberdade de expressão e a liberdade de informação têm como limites os direitos de todos ao bom nome, à honra e à reputação, à imagem e à reserva da intimidade da família privada”, referiu o embaixador.
“Às vezes quem fala, quem reivindica o direito de manifestar, esquece-se que este direito exige-lhe um dever, que é o dever de respeitar o direito do outro”, afirmou José Marcos Barrica, diante de uma plateia composta por várias centenas de pessoas, certamente também dirigentes da Universidade Lusófona. Esqueceu-se, convenientemente, de dizer que o “direito do outro” também deve ter limites.
Segundo o representante diplomático do regime de Luanda em Portugal, os jovens angolanos que estão descontentes “podem manifestar-se” nas ruas com um objectivo determinado e gritar palavras de ordem, mas “não é civilizado, não é democrático que a manifestação seja um momento de violência primária”.
Já em declarações à Lusa, à margem do encontro, o embaixador afirmou que as acusações de intolerância política e de repressão apontadas a Luanda e relacionadas com o caso do grupo dos 15 jovens são “infundadas e mal-intencionadas”.
“Quando se fala de activistas políticos é um epíteto que alguém entendeu atribuir a pessoas que agiram fora da lei. Esses jovens, ditos activistas políticos, que a imprensa portuguesa assim apelidou, são jovens que visavam agir à margem da lei. Naturalmente, eles foram detidos. Os processos decorreram normalmente. Não sofreram maus-tratos — eles mesmos confirmam isso -, o resto é invenção jornalística”, disse José Marcos Barrica.
Pois é. Esta tese foi, estamos em crer, fundamental para que a Universidade Lusófona o homenageasse.
Questionado sobre eventuais desenvolvimentos do processo, o embaixador remeteu explicações para as instâncias competentes envolvidas no caso, garantindo, no entanto, que os procedimentos estão a ser realizados “de acordo com a lei”.
“Não há nenhuma violação dos prazos da prisão preventiva e tudo quanto eu sei é que em tempo útil será esclarecida esta situação”, concluiu.
Na altura, de acordo com a Procuradoria-Geral da República, o grupo de 15 jovens activistas estaria a preparar, em Luanda, um atentado contra o Presidente e outros membros dos órgãos de soberania, num alegado golpe de Estado.
José Marcos Barrica, reconhecidamente um dos mais prolixos sipaios do regime, gosta de falar do que não sabe e, dessa forma, mostrar a sua especial vocação para “lamber as botas” do rei (seja ele qual for) que que dá os privilégios de que goza. Privilégios que a Universidade Lusófona reconhece e que foram fundamentais para esta homenagem.
Será que Universidade Lusófona se recorda que Marcos Barrica condenou as “forças de bloqueio” portuguesas, que “transformam as vitórias de Angola em espaços de ataques contra o país”?
Durante uma conferência sobre a eleição de Angola como membro não-permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, Marcos Barrica referiu-se a certos círculos de Portugal como “um campo difícil, onde alguns círculos das forças do mal pretendem denegrir a imagem de Angola”.
Durante o evento, que teve como orador principal o dito analista político António Luvualu de Carvalho, o embaixador disse ainda que a eleição de Angola para o órgão máximo das Nações Unidas “está a fazer crescer a inteligência dos adversários de Angola, sobretudo, nos meios de comunicação social, para onde vão para caluniar Angola”.
Terá sido nesta altura que a Universidade Lusófona vou crescer a sua inteligência? Não. Claro que não. Instituições como a Universidade Lusófona estão sempre do lado e ao lado de quem estiver no poder. É fácil, barato e dá milhões.
Sempre que é chamado a dizer alguma coisa, Marcos Barrica diz que Angola “não tem uma ditadura”. E explica que “numa sociedade democrática as pessoas manifestam-se, o direito à manifestação está consagrado na lei angolana. Naturalmente, toda a manifestação tem os seus limites, e a liberdade também tem as suas limitações”.
Quando questionado sobre se as manifestações em Angola podiam ser comparadas com as contestações sociais e políticas no norte de África, José Marcos Barrica referiu que, “contrariamente ao que se diz de Angola”, no norte do continente há manifestações “que decorrem de regimes ditatoriais”.
“Angola não tem uma ditadura”, frisa. “Angola saiu de um contexto de guerra que provocou traumas que precisam ser sarados e naturalmente temos situações que criam alguma impaciência, as pessoas querem que as coisas corram rápido, para satisfazer as suas necessidades materiais e espirituais. As pessoas ficam impacientes e isso dá origem a estes desacatos”, justificou na altura o sipaio agora homenageado pelo Universidade Lusófona que, legitimamente, tem esperanças de chegar a chefe de posto.
Importa, contudo, recordar (também à Universidade Lusófona) que foi este mesmo sipaio, José Marcos Barrica, que chefiou em Março de 2008 os observadores eleitorais da África Austral nas “eleições” presidenciais do Zimbabué.
Na altura, certamente com toda a legitimidade e correspondendo ao seu conceito de ditadura e de democracia, mas contra todas as informações independentes que chegavam do Zimbabué, José Marcos Barrica afirmou que as “eleições foram uma expressão pacífica e credível da vontade do povo”.
Também à revelia das informações que chegavam do reino de Robert Mugabe, José Marcos Barrica disse que as eleições foram “caracterizadas por altos níveis de paz, tolerância e vigor político dos líderes partidários, dos candidatos e dos seus apoiantes.”
Marcos Barrica não perdeu, aliás, a oportunidade para salientar que “as eleições foram realizadas contra um pano de fundo caracterizado por um clima internacional muito tenso e bipolarizado onde alguns sectores da comunidade internacional permanecem negativos e pessimistas quanto ao Zimbabué e às possibilidades de as eleições serem credíveis”.
Como se viu, vê e verá, José Marcos Barrica tinha razão quanto à democraticidade, legalidade e pacificação do regime de Mugabe. Tal como se viu, vê e verá em relação à democraticidade de Angola, cujo presidente que o escolheu esteve no poder 38 anos sem ter sido nominalmente eleito.
Recorde-se igualmente que José Marcos Barrica considerou que “as eleições foram conduzidas numa forma aberta e transparente”, congratulando-se com o facto de a Comissão Eleitoral do Zimbabué “satisfazer os desafios administrativos de levar a cabo as eleições harmonizadas e demonstrar altos níveis de profissionalismo”.
“O grande vencedor é o povo do Zimbabué”, concluiu na altura o chefe dos observadores eleitorais da África austral nas presidenciais do Zimbabué.
E, já agora, recorde-se (também à Universidade Lusófona) que sobre o mesmo tema, o primeiro-ministro de Cabo Verde afirmou que “é preciso que as eleições em todos os países africanos sejam livres e transparentes”, acrescentando que “não considero que estas eleições no Zimbabué tenham sido livres e transparentes. Espero que haja bom senso e que a democracia possa vingar no Zimbabué”.
“É preciso liberdade de expressão e de criação de partidos políticos. É isso que tem que acontecer e portanto as eleições não podem ser nenhuma farsa, têm que ser livres e transparentes”, afirmou também José Maria Neves.
Questionado sobre a posição de Cabo Verde face ao novo governo do Zimbabué, o chefe do governo declarou-se “solidário com a oposição zimbabueana”, afirmando que apesar do executivo “não precisar do reconhecimento de Cabo Verde”, a comunidade internacional “não pode pactuar com atitudes desta natureza”.
Pelos vistos, José Marcos Barrica consegue ver em Angola, tal como no Zimbabué, tudo o que os outros não encontram. No caso de Robert Mugabe, grande amigo de Eduardo dos Santos, também a UNITA acusou a União Africana e a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral de pactuarem com a “ilegitimidade e o desrespeito das normas internacionais” ao aceitarem Robert Mugabe no seu seio como Presidente do Zimbabué.


Por outro lado, o presidente da RENAMO, maior partido da oposição em Moçambique, Afonso Dhlakama, disse que o Governo moçambicano deveria encerrar a embaixada do Zimbabué em Maputo, em “sinal de reprovação pela postura ditatorial de Robert Mugabe”.

Brasil: Para o '60 Minutes', atriz pornô Stormy Daniels fala da relação com Trump.

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A atriz pode lançar novos elementos sobre a polêmica a respeito de sua 'relação' com o presidente Donald Trump, no programa americano.
Stormy Daniels vs Donald Trump

Stormy Daniels vs Donald TrumpFoto: Ethan Miller e Olivier Douliery / AFP


A emissora americana CBS transmite neste domingo (25), em seu programa "60 Minutes", uma entrevista com a atriz pornô Stormy Daniels, que pode lançar novos elementos sobre a polêmica a respeito de sua "relação" com o presidente Donald Trump há uma década.

A CBS não divulgou, como costuma fazer, trechos da entrevista, que vai ao ar às 19h locais (20h, em Brasília).

A atriz disse ao jornal "The Washington Post" que seu trabalho a fez desenvolver "casca grossa", mas que nada realmente podia preparar alguém para isso".

"Simplesmente queria contar minha verdade e me defender", afirmou.

Stormy Daniels já havia falado de sua relação com Trump, inclusive em um tuíte recente: "Tecnicamente não dormi com POTUS 12 (Trump) anos atrás. Não dormimos (hehe) e ele era apenas uma estrela tonta de reality show".

Em inglês, POTUS é o acrônimo de "presidente dos Estados Unidos".
Também pelo Twitter, o advogado da atriz, Michael Avenatti, publicou a foto de um DVD junto com o texto: "Se 'uma imagem vale mil palavras', quantas palavras vale isso???? #60minutes #pleasedenyit (#porfavornegue)".

Próximo a Trump, o CEO do site Newsmax, Chris Ruddy, minimizou o impacto da entrevista.

"Isso tem motivação política para prejudicar, ou constranger (Trump) de alguma maneira... Acho que o povo americano está realmente considerando isso como uma caça às bruxas política", disse ele à emissora ABC.

O ex-senador republicano e duas vezes candidato à Presidência Rick Santorum declarou à rede CNN que o presidente "não pode ganhar" nessa situação.

"Com sorte, ouvirá pessoas que são sábias e entenderá que essa não é uma briga, na qual ele vai querer entrar", completou Santorum.

"É apenas uma questão de deixar essas pessoas falarem as coisas que elas têm para dizer", insistiu.

- Demandas judiciais -
Stormy Daniels recebeu um pagamento de US$ 130 mil do advogado pessoal de Trump, Michael Cohen, como parte de um acordo de confidencialidade antes da campanha eleitoral de 2016, o que poderia configurar uma contribuição ilegal para a campanha do agora presidente.

Dias atrás, Avenatti apresentou uma ação na Justiça em nome de Daniels - cujo nome verdadeiro é Stephanie Clifford - para anular o acordo de confidencialidade.

O advogado garante que o acordo não é válido, porque não foi firmado pelo próprio Trump, com quem sua cliente começou uma "relação íntima" no verão de 2006 e que seguiu no ano de 2007.

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Já Cohen disse que Stormy poderá ser processada em pelo menos 20 milhões de dólares por violar o acordo de confidencialidade.

Avenatti classificou essa afirmação de tentativa de intimidação contra sua cliente e denunciou que ela também foi alvo de ameaças físicas.

A Casa Branca negou qualquer encontro sexual entre Trump e Stormy Daniels - que ofereceu devolver os 130.000 dólares para "falar livre e abertamente sobre sua relação anterior com o presidente e sobre as tentativas para silenciá-la".

Também pede que lhe seja permitido publicar textos, fotos e vídeos relacionados com o presidente, disse Avenatti em uma carta a Cohen.

O programa da CBS vai ao ar alguns dias depois de a ex-modelo da Playboy Karen McDougal ter contado à CNN que Trump tentou pagá-la depois do sexo.

Em uma longa entrevista, Karen disse que recusou o dinheiro e que ambos tiveram uma relação de vários meses na mesma época do affair de Trump com Stormy.

Na semana passada, Karen McDougal pediu a um tribunal de Los Angeles que invalidasse um acordo de confidencialidade que teria firmado para silenciar sua "relação romântica" com o presidente.
fonte: folhape.com.br

Brasil: Policial Militar de Alagoas é baleada durante assalto em Maragogi.

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Ela e o marido viajavam para Gameleira, onde moram, quando foram abordados pelos assaltantes.
Policial viajava com o marido quando foi abordada pelos assaltantes
Policial viajava com o marido quando foi abordada pelos assaltantesFoto: Cortesia/Whatsapp




Uma policial militar foi baleada no fim da tarde deste domingo (25), próximo à cidade de Maragogi, em Alagoas, na divisa com Pernambuco. A policial, que é lotada no 6º Batalhão da PM, em Maragogi, mas mora em Gameleira, na Zona da Mata Sul, voltava de Maceió quando a caminhonete SD onde viajava com o marido foi abordada por três criminosos, que perceberam se tratar de uma policial ao verem seus documentos e a alvejaram com três tiros, um no peito e dois nas mãos.

O marido dela não sofreu ferimentos. A caminhonete do casal foi levada pelos assaltantes, que fugiram em direção ao município de Palmares. As primeiras informações são de que a policial perdeu pelo menos três dedos e foi levada para o hospital de Rio Formoso, de onde foi encaminhada para o Hospital Dom Helder Câmara, no Cabo de Santo Agostinho. Até a publicação deste texto, a assessoria de comunicação do hospital não informou sobre o estado de saúde dela e a Polícia Militar de Pernambuco não tinha registro da ocorrência no sistema, mas confirma o fato.
fonte: folhape.com.br

Israel tem protesto contra deportação de africanos.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Mais de 20 mil pessoas vão às ruas de Tel Aviv em manifestação contra o controverso plano do governo Netanyahu de expulsar dezenas de milhares de imigrantes eritreus e sudaneses.
fonte: DW África
Protesto nas ruas de Tel Aviv
Protesto nas ruas de Tel Aviv
Sob o lema "somos todos humanos”, mais de 20 mil pessoas foram às ruas de Tel Aviv no sábado (24/03) em protesto contra os planos do governo Benjamin Netanyahu de expulsar dezenas de milhares de eritreus e sudaneses de Israel.
O plano, que afetaria até 40 mil imigrantes, está atualmente suspenso, por ordem da Suprema Corte. O governo tem até esta segunda-feira para dar mais informações ao tribunal. Em fevereiro, sob protestos, o processo de deportações chegou a ser iniciado.
Segundo a ONG Hotline para Refugiados e Migrantes, cerca de 12 mil pessoas solicitaram refúgio ao chegar ao país desde 2013, mas 7 mil solicitações foram negadas, apenas 11 foram aprovadas e as demais ainda estão sendo processadas.
A nova política do governo para imigrantes africanos foi condenada publicamente por personalidades, coletivos de rabinos, escritores, acadêmicos, médicos e sobreviventes do Holocausto, que enviaram cartas às autoridades israelenses solicitando sua anulação.  Eles dizem que as deportações ferem a ética e a imagem de Israel como um país que protege refugiados.
Dezenas de imigrantes reclusos em um centro de detenção em Holot, no sul do país, já receberam cartas com ordens para abandonar Israel. A eles foi apresentada a opção de voltar ao seu país ou viajar a Ruanda se não quiserem ser presos indefinidamente.
Cada afetado receberá um apoio financeiro de 3.500 dólares e a passagem de avião. Eles serão enviados para seu país de origem ou para um terceiro país – provavelmente Ruanda. Quem se recusar será preso.
A maioria dos imigrantes africanos entrou clandestinamente no país pela fronteira egípcia do Sinai. O governo israelense, porém, construiu um muro que agora separa ambos os territórios.
Em mensagem no Twitter durante o protesto, o ministro da Educação, Naftali Bennett, chefe do partido populista de direita Lar Judaico, pressionou o governo Netanyahu a não ceder. Ele descreveu os imigrantes como "invasores ilegais” e disse que permitir que eles fiquem tornará Israel uma "agência de empregos para o mundo todo”.
Segundo pesquisa de fevereiro do jornal local Haaretz, dois em cada três israelenses apoiam o plano do governo. 
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Governo nigeriano negocia cessar-fogo com o Boko Haram.

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Negociações já ocorrem há algum tempo, segundo informou o Governo à agência de notícias Reuters. Conversações estreitaram-se depois do rapto de mais de 100 meninas em fevereiro.
fonte: DW África
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Em Dapchi, a escola de onde as mais de 100 meninas foram levadas em fevereiro
O Governo da Nigéria afirmou este domingo (25.03) que está em negociações com o grupo radical islâmico Boko Haram para um possível cessar-fogo permanente. Segundo o ministro da Informação, Lai Mohammed, em declarações à Reuters, as conversações já estão em andamento há algum tempo.
É a primeira vez em anos que a Nigéria diz que está negociando um cessar-fogo com o Boko Haram. O Governo do Presidente Muhammadu Buhari disse anteriormente estar disposto a manter conversações com o grupo, mas não avançou detalhes.
O Boko Haram travou uma insurgência no nordeste da Nigéria e países vizinhos desde 2009, onde pretendia criar um estado islâmico. Dezenas de milhares de pessoas foram mortas, mais de 2 milhões de deslocados e outros milhares sequestrados.
Mohammed fez sua declaração num e-mail à Reuters destacando a libertação de mais de 100 jovens na semana passada pelo grupo, após terem sido sequestradas a 19 de fevereiro na cidade de Dapchi, no nordeste do país. Foi o maior rapto em massa desde que mais de 270 meninas foram levadas da cidade de Chibok em 2014. As meninas reuniram-se às suas famílias neste domingo.
Libertação
Os combatentes do Boko Haram chocaram os moradores de Dapchi na quarta-feira passada ao entrarem na cidade para libertar as meninas, que disseram que cinco morreram em cativeiro e uma ainda não havia sido libertada.
"É desconhecido por muitos, mas temos estado em negociações de cessação de hostilidade com os insurgentes há algum tempo", disse Mohammed. "Conseguimos estreitar as conversas quando as meninas Dapchi foram sequestradas".
Mohammed disse que um cessar-fogo de uma semana, a partir de 19 de março, foi aceito para permitir que o grupo entregasse as meninas.

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