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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

BRASIL: Dona Marisa permanece em coma induzido após AVC - Ex-primeira-dama passou por novo exame para avaliar sangramento no cérebro.

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SÃO PAULO — A ex-primeira-dama Marisa Letícia, mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segue internada no hospital Sírio-Libanês nesta quarta-feira sob cuidados intensivos depois de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC). Segundo a assessoria do Instituto Lula, ela está em coma induzido.
De acordo com boletim médico divulgado na manhã desta quarta-feira, nas últimas horas Dona Marisa foi submetida à nova avaliação tomográfica de crânio para controle do sangramento cerebral. Após avaliação da equipe médica, diz o informe, foi realizada a passagem de um cateter ventricular para monitoramento da pressão intracraniana.
Dona Marisa está sendo acompanhada pelo cardiologista Roberto Kalil, que cuida da família do ex-presidente há dez anos, e os médicos Milberto Scaff, Marcos Stávale e José Guilherme Caldas. Em entrevista ao “Jornal Hoje”, da TV GLOBO, Kalil disse que, do ponto de vista clínico, o quadro da paciente é estável, e que os próximos exames irão esclarecer sobre seu quadro neurológico.
O vereador Eduardo Suplicy (PT) esteve no hospital nesta manhã para prestar solidariedade à família de Lula. Segundo Suplicy, o quadro de Dona Marisa ainda é delicado, e o ex-presidente estava bastante emocionado durante o encontro.
— Ele (Lula) sabe de pessoas que tiveram esse problema e depois não puderam voltar a ter uma vida normal. Mas ele tem toda a esperança (de que ela vai melhorar). A situação da Marisa é delicada e vai ser necessário um cuidado muito grande para que ela venha a ter um pronto restabelecimento. Ela se constituiu nos últimos 44 anos num apoio fundamental ao Lula em todas as situações — contou.
Familiares se revezam para ficar com a ex-primeira dama no hospital. De acordo com a assessoria do ex-presidente, ele deixou o local no início da tarde.
Dona Marisa passou mal no apartamento em que mora em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, no início da tarde de ontem. Ela foi levada a um pronto-socorro da cidade, de onde, após exames constatarem o AVC, foi transferida para o Sírio-Libanês em uma ambulância. Marisa chegou consciente ao hospital por volta das 15h30.
Segundo Kalil, houve rompimento de um aneurisma, o que provocou sangramento no cérebro, e Marisa foi submetida a um cateterismo. Os médicos do Sírio conseguiram estancar o sangue e fizeram uma arteriografia — um exame cujo objetivo é avaliar a gravidade do sangramento nas artérias.
— Ela rompeu um aneurisma, que é uma alteração ou dilatação na artéria do cérebro. Com o rompimento, teve um sangramento no cérebro. Como todo AVC, é um estado delicado — afirmou Kalil.
O hospital informou que Marisa foi “imediatamente submetida a um atendimento de emergência, seguido de cirurgia endovascular (embolização)”, uma cirurgia feita dentro de uma artéria para fechá-la, e “oclusão do aneurisma” — o fechamento do sangramento.
O ex-presidente Lula acompanhou todo o procedimento no hospital desde o meio da tarde. Ele continua na unidade, mas a assessoria dele não soube informar se Lula passou a noite no hospital.
Por meio de sua conta no Facebook, ele desejou melhoras à mulher: “Estamos torcendo muito para que ela se recupere logo”, escreveu Lula. Após a confirmação de que Marisa iria para a UTI, ele agradeceu o apoio que recebeu: “Obrigado por todo o carinho e pensamentos positivos. Agora, é aguardar a recuperação com muita fé.”
Pessoas próximas ao ex-presidente afirmaram que, devido a coágulos no cérebro, Marisa Letícia já havia sido alertada por Kalil sobre o risco de um AVC. O próprio cardiologista afirmou que o aneurisma fora identificado há dez anos, mas que, por ser pequeno, não oferecia riscos.
— Marisa tinha tendência a esse tipo de acidente (vascular). Havia essa preocupação — disse uma pessoa próxima do ex-presidente.
À noite, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto, afirmou que o procedimento ao qual a ex-primeira-dama foi submetida havia sido bem-sucedido. No fim da noite, Marisa Letícia estava inconsciente após a cirurgia que estancou um sangramento em seu cérebro. Questionado se o AVC pode ter influência emocional, Okamotto respondeu que sim:
— Para qualquer ser humano que passa pelo que ela está passando, ter os filhos perseguidos injustamente - disse.
Segundo Okamotto, Lula e outros familiares estão no hospital. Outros políticos acompanharam Lula e a ex-primeira-dama no hospital, como ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT), o vereador Jamil Murad (PCdoB) e o presidente estadual do PT, Emídio de Souza.

#globo.com


GÂMBIA: UM ALERTA PARA OUTROS LÍDERES?

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Ponto à reter: "Há que olhar detalhadamente para os países em que há intervenções militares: são sempre países pequenos, países sem grande peso diplomático nem grandes exércitos capazes de fazer face a uma invasão", afirma o professor.

A pressão da CEDEAO foi grande. Yahya Jammeh acabou por aceitar sair da Presidência da Gâmbia. Analistas duvidam que outras organizações regionais façam algo semelhante noutros países.

Nos últimos dias, Reyhana Masters tem recebido constantemente mensagens no telemóvel, vindas do Zimbabué, sobre a situação na Gâmbia. Na rede social Twitter, os zimbabueanos também questionam "como seria, se…" Muitos olham para a Gâmbia com um certo regozijo, depois de Yahya Jammeh ser obrigado a abandonar o país, após 22 anos no poder.


No Zimbabué, Robert Mugabe está na Presidência há três décadas – as próximas eleições estão marcadas para 2018. E a saída de Jammeh da Gâmbia acalentou as esperanças de mudança dos zimbabueanos: "Há muitos cidadãos e organizações da sociedade civil no Zimbabué que agora discutem os acontecimentos na Gâmbia, reavivando o sonho de que, também no seu país, possam ser tomadas medidas em caso de irregularidades eleitorais", afirma Masters, que trabalha como consultora de comunicação.
Situação especial

A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) assumiu uma postura forte e determinada, tomando medidas concretas para que Jammeh abandonasse o poder. Nas eleições presidenciais de 1 de dezembro, o opositor Adama Barrow conquistou mais 50.000 votos do que Jammeh, mas o ex-Presidente recusou-se a sair poder - até que astropas da CEDEAO entraram no país. Seguiram-se longas conversações, que culminaram com a saída de Jammeh para o exílio. Adama Barrow tem agora o caminho livre para governar.

Robert Mugabe está no poder desde 1987


Será que o que se passou na Gâmbia também poderá acontecer noutros países africanos governados por autocratas ou ditadores?

"Não acredito que muitos líderes tenham ficado amedrontados ao olhar para a Gâmbia", diz Christof Hartmann. O perito em questões africanas da Universidade alemã de Duisburgo-Essen afirma, em entrevista à DW, que o caso da Gâmbia é bastante específico e que, por isso, não serve de exemplo para outros países governados por regimes autoritários.

"Há que olhar detalhadamente para os países em que há intervenções militares: são sempre países pequenos, países sem grande peso diplomático nem grandes exércitos capazes de fazer face a uma invasão", afirma o professor.

Outro enquadramento

"Precisamos da CEDEAO na África Austral", twittou esta semana a advogada zimbabueana Fadzayi Mahere.


Até agora, a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC, na sigla em inglês), tem andado com "pezinhos de lã" em relação ao Zimbabué, refere Reyhana Masters. Mugabe foi inclusive nomeado presidente da SADC, além de presidente da União Africana. Procedimentos contra o líder zimbabueano são pouco prováveis.

Também a Comunidade da África Oriental (EAC, em inglês), em comparação com a CEDEAO, parece muito mais impotente perante crises políticas como a do Burundi, onde, em abril de 2015, o Presidente Pierre Nkurunziza se candidatou a um terceiro mandato, violando a Constituição.

Mas, nota o professor Hartmann, os enquadramentos das duas organizações regionais são bastante diferentes: enquanto a CEDEAO pode intervir militarmente no caso de uma deriva antidemocrática de um governante, a EAC não está autorizada formalmente a imiscuir-se nos assuntos internos dos seus Estados-membros.

Liga dos ex-opositores

Peter Penar, professor da Universidade norte-americana de Michigan, enumera outro motivo para a ação da CEDEAO na Gâmbia.

Os governantes mais poderosos da África Ocidental – Buhari na Nigéria, Akufo-Addo no Gana, Sall no Senegal, Johnson Sirleaf na Libéria e Ouattara na Costa do Marfim – são todos líderes que estavam na oposição antes de serem eleitos: "A África Ocidental tem agora uma coligação de antigos líderes da oposição. Na África Oriental não é assim." Kagame no Ruanda, Museveni no Uganda e Nkurunziza no Burundi estão há muitos anos no poder, refere Penar: "É difícil ver uma mudança a nível regional se não há uma mudança de governantes."

Hartmann também não acredita em mudanças na África Oriental nos próximos tempos, embora a saída de Jammeh da Gâmbia seja um acontecimento "muito importante" para o continente. "Mostra que a comunidade dos países africanos começou a levar a sério o seu compromisso com a democracia e está pronta a dar passos, por vezes difíceis, para impor esses valores", afirma o professor.

Fonte: DW África

CINEMA: GUINEENSE-HÚNGARO PREPARA-SE PARA LANÇAR “O CIDADÃO”

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Bissau, 25 Jan 17 (ANG) – Um cineasta guineense com nacionalidade húngara prepara-se para colocar no mercado um filme intitulado*O cidadão*, uma  longa-metragem que conta as dificuldades de um homem africano para se integrar na sociedade húngara.

 Marcelo Cake-Baly, antigo imigrante oriundo da Guiné-Bissau, desempenha o papel principal. Apesar de ter a nacionalidade húngara há mais de vinte anos, o ator continua a sentir-se rejeitado pela sociedade húngara.

“Sinto-me húngaro, mas quando ando na rua pareço africano. As pessoas não sabem há quanto tempo vivo na Hungria, não sabem que tenho uma família, trabalho aqui e pago impostos. Isso não está escrito na minha testa. As pessoas na rua vêm-me como um imigrante”, afirmou Marcelo Cake-Baly.

Em 2016, a Hungria aprovou uma nova lei para deter e expulsar refugiados. Todos os migrantes que sejam encontrados num raio de oito quilómetros da fronteira com a Sérvia são escoltados para o lado de lá do muro.

“Vivemos atualmente uma psicose coletiva que tem a ver com o medo. O medo faz parte da natureza. As pessoas têm medo da multidão sem rosto a que chamamos imigrantes. Penso que é preciso respeitar esse medo. Não devemos ter uma atitude cínica em relação a esse medo. Apesar de tudo,acredito que os cidadãos europeus são seres humanos e percebem que essas pessoas precisam de ajuda”, frisou o realizador húngaro Roland Vranik.

A longa-metragem “O cidadão” chega esta semana às salas de cinema húngaras.
ANG/pt.euronews.com

PARTICIPAÇÃO D´OS DJURTUS NO CAN 2017: ELOGIOS VS CRÍTICAS

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Agradecimento a“Djurtus”

“Os Djurtus” não pediram elogios, mas merecem. Crítica, nem pensar.

Sentimento de patriotismo que muitos deveriam ter para com “Os Djurtus” a nossa Seleção Nacional de Futebol, mas infelizmente a divisão a moda guineense prevaleceu. Fomos assim, somos assim e ainda seremos assim, porque muitos andam de carruagem dizendo: "Má anta Os Djurtus pudi n´ganha”Gabão, Camarões ou Burkina Faso?

Parabéns “Djurtus” que muitos ainda não querem parabenizar.

Regozijo-me com os esforços feitos pelos rapazes da Seleção Nacional de Futebol. Fui, sou e serei sempre guineense, qualquer que seja resultado da Seleção Nacional de Futebol
, continuarei sendo grato a vós.

Os rapazes merecem muito reconhecimento, fizeram acontecer Carnaval no mês de Janeiro, coisa inédita no nosso país. Que massa! Faço o uso dessa expressão popular brasileira que demonstra algo ótimo e surpreendente que a nossa seleção demonstrou no Campeonato Africano das Nações (CAN).

Equipa técnica da nossa Seleção Nacional de Futebol comandada pelo Mister Baciro Candé foi alvo de muita crítica e acredito que continuará sofrendo críticas de todos os níveis. Tudo isso vem acontecendo devido à existência demuitos Candés no país. A opção do Mister Baciro Candé deveria ser de todos outros Candés, ele representa um todo, mas cada um tem a sua opção, não obstante ele continua sendo o Mister danossa Seleção Nacional de Futebol.


Uma boa parte dos que criticam, defendem a convocação do Capitão Bucundji Cá pelo esforço feito na campanha rumo a CAN 2017. Na verdade, reconheço os esforços do Capitão, mas a opção do Mister deve ser respeitada.

Já criticamos muito, apesar dos elogios não faltaram. Seria muito bom se todos nós compreendêssemos que a nossa primeira participação no Campeonato Africano das Nações (CAN) tem muito contribuído para o reconhecimento da nossa Nação que hoje muitos pegam no mapa da África para ver onde fica situado esse pequeno país que a sua primeira participação deu muito que falar, por ser país que outrora é (re) conhecido com a sua instabilidade política eterna para não dizer constante. “Os Djurtus” estão sujeitos a tudo quando se fala dos possíveis resultados desportivos. Fato que para muitos é desconhecido.

Naquela que é a nossa primeira participação na fase final do Campeonato Africano das Nações (CAN),ficou marcado pelas divisões das opiniões, fato que é normal num país que muitos fingem que não sabem definir a palavra UNIÃO, simplesmente por estarmos acostumados em divisões como de sempre. Parece que apagamos a palavra UNIÃO no nosso vocabulário para nunca mais se lembrar de usar.

Em relação a isso, têm surgido ataques de todos os tipos que na minha visão até aqui, não devia ter acontecido.

Eu só tenho a certeza de uma coisa: “Os Djurtus” jogaram e jogam a bola e não fazem milagres, porque isso só compete ao TODO-PODEROSO. Foram a Gabão e lá jogaram a bola e, no futebol somos sujeitos a três resultados: Vitória, Empate ou Derrota. Para muitos o espírito de “Fair Play” está defasado. O time que nunca passou por esses resultados é porque nunca chegou de jogar dentro das quatro linhas.“Os Djurtus” foram,estão e serão sujeitos a esses resultados. Quando o assunto é avitória ou o empate a satisfação é enorme,mas quando se fala da derrota, lógico que o sabor é amargo, mas vale lembrar que também faz parte dos possíveis resultados a acontecer no futebol.


Viva Seleção Nacional de Futebol“Os Djurtus”

Que Deus abençoe a Guiné-Bissau!

Viva Unidade Nacional!

Por: Papa Sufre Fernando Quadé

Graduando em Administração.

Jahu, São Paulo/Brasil, 23 de Janeiro de 2017.
 


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