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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Panorama político brasileiro.

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Panorama político brasileiro. 20789.jpeg

Com a morte de Eduardo Campos, ficou de pronto aberta uma ferida no Partido Socialista.  Campos adotava um socialismo bastante liberal e democrático, mas muito sério.

partido reagiu rápido.  Com a indicação da própria viúva do candidato, o nome Marina Silva surgiu no cenário com velocidade.  A convenção confirmou e a ex-ministra do Meio Ambiente, nosprimeiros anos do mandato Lula, foi anunciada como sucessora de Campos.
Marina não é nada desconhecida do eleitor brasileiro.  Companheira de Chico Mendes, assassinado pela sua intransigente defesa do meio ambiente, foi figura destacada no primeiro governo petista.  Desentendeu-se com Dilma Rousseff e terminou por pedir demissão do ministério, aceita pelo presidente que sempre afirmou ser a acreana da sua mais absoluta preferência e confiança.  O fato causou constrangimento, mas substituição de ministros é coisa comum em qualquer governo.
A aparente frágil Marina Silva, intoxicada pelo mercúrio usado na exploração de metais preciosos e poluidor das águas do seu estado natal, o Acre, sobreviveu não só ao mal físico como ao desgaste sofrido politicamente.  Em pouco tempo era candidata à presidência da República e foi muitíssimo bem votada.  Agora, em semanas, surgiu na pesquisa eleitoral como verdadeiro fenômeno, bastante próxima de Dilma e superando Aécio Neves, do PSDB, duas vezes governador de Minas Gerais e agora senador da República.
O fato não ficou nestes termos, assustou a muitos, quando foi anunciado que em segundo turno bate fácil a atual presidente da República.  Alguns analistas ousam afirmar que a vitória será imediata, descartando outra votação. O fato se explica.
            Marina tem o perfil do povo brasileiro.  Fala bem, tem ideias bastante coerentes e se identifica com a massa.  Sobre a sua cabeça não pesa acusação de qualquer falcatrua, ou seja, para o brasileiro que está se acostumando a vida que leva, que melhorou bastante, é o nome que interessa a ricos, remediados e pobres, que veem surgir ameaças diárias na economia brasileira.  O governo Dilma não agrada mais ao povo como antes, por medo do futuro incerto: inflação, descaso com a saúde, a educação, a segurança e o saneamento, fantasmas que assombram qualquer governo ou povo.
            Assim pensa o cidadão.   Se vence Dilma, ele está arriscado a perder o que conquistou.  Com Marina, determinada e até mesmo exagerada nos bons propósitos, o homem se sente seguro.  Medo da candidata por qual motivo, se ela representa o socialismo existente hoje na França e na Alemanha?
            Não será surpresa alguma se não existir segundo turno.  Sua vitória é inevitável, segundo tudo indica e o número crescente de adesões diárias ao nome Marina Silva.

Jorge Cortás Sader Filho é escritor

#pravda.ru

Bissau previne-se do Ébola já presente no Senegal.

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O vírus Ébola parece ter chegado ao Senegal
O vírus Ébola parece ter chegado ao Senegal
REUTERS/2Tango

O primeiro-ministro guineense Domingos Simões Pereira considera ser uma má notícia para o pais, caso se confirme a presença do  vírus Ébola no Senegal. Este sábado será lançada uma campanha nacional de limpeza e desinfecção.

Na habitual conferência de imprensa semanal para fazer o ponto das acções do seu Governo, Domingos Simões Pereira abordou a progressão do vírus Ébola na região da África Ocidental e a alegada chegada do mesmo ao Senegal.
O primeiro-ministro guineense apelou à união de esforços na prevenção da doença e anunciou o início de uma campanha nacional de limpeza e de desinfecção já a partir deste sábado.

# rfi.fr

Clima de receio no arranque da campanha eleitoral em Moçambique.

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Apesar do fim dos confrontos entre o exército moçambicano e homens da RENAMO, o espectro da violência continua vivo no país, onde este domingo (31.08) tem início a campanha partidária para as eleições de 15 de outubro.

FRELIMO e MDM escolheram Nampula para o arranque da campanha eleitoral

A gestão dos confrontos galvanizou a imagem das partes beligerantes, principalmente da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), o maior partido da oposição, consideram analistas nacionais. Das 30 formações inscritas, as mais visíveis são apenas três.
Para o analista político Silvério Ronguane, o momento que se avizinha poderá não ser de habitual festa, como era de se desejar. “Por um lado, esta devia ser a campanha mais animada de todas porque estamos reconciliados e ultrapassamos a guerra. Mas também tenho medo que a campanha eleitoral possa abrir feridas que ainda não estão bem cicatrizadas, que possa ter um tom de conflitualidade”, explica.
Face aos receios de conflitos, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) garantiu à DW África que está tudo a postos para que a campanha eleitoral corra da melhor maneira possível. Segundo Paulo Cuinica, porta-voz do órgão eleitoral, “este momento tem vindo a ser preparado com todos os atores”, isto é, com os próprios partidos políticos e com a imprensa.
“Temos estado a divulgar mensagens positivas no sentido de as pessoas não enveredarem pela violência. E temos estado a trabalhar com a Polícia da República de Moçambique (PRM), com quem temos formações conjuntas” a nível distrital, adiantou. De acordo com o porta-voz da CNE, há um conjunto de atividades já em andamento e também foi acordado um código de conduta política com os partidos e com a PRM.
Três favoritos na corrida
Silvério Ronguane considera difícil antever já um potencial vencedor, mas está certo de que a corrida eleitoral será muito bem disputada. Ao todo são 30 as formações políticas inscritas com vista às eleições legislativas, sete para as assembleias provinciais e três candidatos às presidenciais.
Porém, sublinha, as formações políticas não entram em igualdade de circunstâncias para a caça ao voto, facto que claramente destaca os três favoritos: a Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO, no poder), a RENAMO, o maior partido da oposição e o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), a segunda maior força da oposição.
“A FRELIMO tem a sua história, mas sobretudo tem meios. É um partido que tem fortes probabilidades de marcar positivamente estas eleições”, explica o analista político.
Por outro lado, observa, também é preciso ter em conta que o recente desfecho político é favorável à própria RENAMO. O líder da RENAMO, “Afonso Dhlakama, sai como grande vencedor desta tensão política porque atingiu todos os seus objetivos e é de esperar que a hostes renamistas estejam neste momento muito mais galvanizadas e prontas para vencer estas eleições”, afirma Silvério Ronguane.
MDM e FRELIMO arrancam em Nampula
E como se posiciona o MDM entre os dois principais partidos agora revigorados em termos de imagem, depois da gestão da crise político-militar? “Não podemos deixar de lado o MDM, que é o partido emergente, o partido da juventude, que nãos e revês nesta história belicista nem na forma de governar dos mais velhos”, lembra o analista moçambicano.
O analista Silvério Ronguane receia que a campanha eleitoral possa "abrir feridas"
“É a juventude que se levanta e quer iniciar uma nova fase, um novo regime político”, acrescenta.
O MDM já anunciou que vai lançar a sua campanha para as eleições gerais em Nampula, no domingo. A FRELIMO também escolheu esta província nortenha - o maior círculo eleitoral do país - para o início da sua campanha.
Se por um lado a grande maioria das formações políticas está pronta para ir ao terreno lutar pelo voto, a RENAMO, por outro lado, não sabe em que momento e onde dará o pontapé de saída.
“Terei que escolher uma das províncias, no centro, no sul ou no norte, mas neste momento não posso precisar o distrito, a cidade ou até mesmo o posto administrativo”, disse à DW África o líder da RENAMO.
A legalização do acordo do fim das hostilidades entre o Governo da FRELIMO e a RENAMO, através da ratificação pelo Parlamento e posterior promulgação pelo Presidente do país, Armando Guebuza, é o que falta para que o maior partido da oposição possa ir à conquista do eleitorado.
Partidos com pouca expressão
Os restantes 27 partidos não têm muita expressão política. Fora as épocas eleitorais raramente se pronunciam sobre a vida política, económica e social do país. Também quase não promovem atividades de interesse nacional.
As eleições gerais em Moçambique estão marcadas para 15 de outubro
Nesta campanha que se avizinha, Silvério Ronguane acredita que estes venham a ter pouca visibilidade, tal como em épocas normais.
“Os outros partidos sempre participaram nestas eleições. Não é a primeira vez. E têm tido 1% ou 0,5% dos votos. Portanto, vão contribuir para a festa, mas não se conhecem as suas ideias”, observa.
Nenhum destes partidos tem um candidato às eleições presidenciais nem listas para as eleições provinciais, salienta ainda o analista. “Estamos a falar de forças residuais que têm, sobretudo, um caráter muito local, regional e não podem ser vistos num contexto global”, conclui.
A campanha eleitoral para as quintas eleições gerais moçambicanas decorre durante 45 dias e termina a 13 de outubro, dois dias antes da votação.
# dw.de

Oito pessoas em quarentena no leste da Guiné-Bissau.

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Gabú, Guiné-Bissau
Gabú, Guiné-Bissau
http://gabu-melhor.webnode.pt/

Cristiana Soares
Oito pessoas provenientes da Guiné Conacri estão em quarentena no Hospital Regional de Gabú, no leste da Guiné-Bissau. Estes indivíduos teriam entrado no país às escondidas. O Ébola ainda não chegou à Guiné-Bissau mas as autoridades têm estado a tomar uma série de medidas preventivas.

As fronteiras entre a Guiné-Bissau e a Guiné Conacri estão fechadas mas, mesmo assim, tem-se registado entrada de pessoas na Guiné-Bissau, devido à porosidade das fronteiras. Foi isso que aconteceu com estas oito pessoas, seis homens e duas mulheres, que entraram na região de Gabú às escondidas, há seis dias. Depois foram conduzidos para o hospital regional da cidade, onde se encontram em quarentena durante 21 dias, período de incubação do vírus Ébola.
O vírus do Ébola ainda não chegou à Guiné-Bissau mas as autoridades têm estado a tomar uma série de medidas preventivas, entre elas, o fecho de todos postos da fronteira terrestre com a Guiné-Conacri, uma campanha nacional de limpeza e desinfecção e a criação de um banco de sangue.
Para Francisco Luís Garcia, consultor da Associação de Saneamento Básico e Protecção Ambiental de Gabú, a população esta "tranquila", mas cada vez mais "preocupada".

# rfi.fr

OMS lança mapa para ampliar resposta internacional ao surto de ebola.

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Objetivo é interromper transmissão da doença dentro de seis a nove meses; o guia também reconhece a importância de abordar, em paralelo, impacto socioeconômico.

OMS informa comunidades sobre o vírus. Foto: OMS/C. Banluta

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.
A Organização Mundial da Saúde, OMS, lançou nesta quinta-feira um "mapa" para guiar e coordenar a resposta internacional ao surto de ebola na África Ocidental.
O objetivo é interromper a transmissão em curso da doença dentro de seis a nove meses e, ao mesmo tempo, gerenciar rapidamente as consequências de qualquer eventual propagação internacional.
Impacto
O documento também reconhece a necessidade de abordar, em paralelo, o impacto socioeconômico mais amplo do surto.
Segundo a agência, o roteiro responde à "necessidade urgente" de aumentar "de forma dramática" a resposta internacional. Ele vai servir como uma plataforma para atualizar planos operacionais detalhados.
A OMS afirmou que o mapa usou informações e comentários recebidos de diversos parceiros, incluindo autoridades de saúde dos países afetados, bancos de desenvolvimento, outras agências da ONU, a organização Médicos Sem Fronteiras, a União Africana além de nações que estão fornecendo apoio financeiro.
Está sendo dada prioridade a centros de tratamento e gerenciamento, mobilização social e enterros seguros.
Números
Segundo a OMS, o número de casos prováveis e confirmados no surto atual de ebola nos quatro países afetados é 3069, com 1552 mortos. Os dados são dos Ministérios da Saúde da Guiné, Libéria, Serra Leoa e Nigéria.
A agência afirma ainda que o surto continua a acelerar. Mais de 40% do número total de casos relatados ocorreram nos últimos 21 dias. No entanto, a maioria está concentrada em poucas localidades.
A taxa de mortalidade é de 52% e varia de 42% em Serra Leoa a 66% na Guiné.
A OMS menciona ainda que um surto separado de ebola, não relacionado ao da África Ocidental, foi relatado no dia 24 de agosto pela República Democrática do Congo. Nenhum novo caso foi confirmado em outros países.
# Rádio ONU

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