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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

África do Sul quer tirar coelho da orelha de estátua de Mandela.

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Governo sul-africano retirará um pequeno coelho esculpido dentro da orelha da estátua gigante do Nelson Mandela



Coelho foi esculpido por artista

O governo sul-africano retirará um pequeno coelho esculpido dentro da orelha da estátua gigante do Nelson Mandela inaugurada em dezembro em Pretória, indicou nesta quarta-feira um porta-voz.

"Queremos restaurar a integridade da escultura o mais rápido possível", disse à AFP o porta-voz do ministério da Cultura, Mogomotsi Mogodiri.

Os dois escultores, André Prinsloo e Ruhan Janse van Vuuren, explicaram ao jornal Beeld que haviam colocado um coelho na orelha direita da estátua de bronze como forma de assinatura, já que o ministério proibiu que escrevessem seus nomes.

Segundo os escultores, o coelho representa o pouco tempo que tiveram para acabar a obra, porque na língua africana a palavra "haas" quer dizer "coelho", mas também "pressa".

"Não posso dizer quanto tempo levará para tirar o coelho. Estamos discutindo isso com as autoridades do ministério e da empresa encarregada de fabricar a estátua", declarou o ministro da Cultura.

A obra, de 9 metros de altura, que representa um Nelson Mandela sorridente com os braços abertos, foi inaugurada no dia 16 de dezembro nos jardins do Union Buildings, a sede da presidência sul-africana em Pretória, um dia após o enterro do herói da luta contra o apartheid.

Mandela, o primeiro presidente negro da África do Sul, que passou 27 anos nas prisões do regime racista do apartheid, morreu no dia 5 de dezembro de 2013 aos 95 anos. 

# istoénotícia


Giap, o general que não se rendeu. Vale a pena conferir!

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Giap, o general que não se rendeu. 19645.jpeg

Giap, o general que não se rendeu.
Por Lincoln Secco* , especial para o Vermelho.
Conta-se que um general francês disse a Ho Chi Minh que ele deveria se render. Ho respondeu: "De três possibilidades eu lhe ofereço duas: na primeira vocês são derrotados, na segunda nós vencemos". Ele não disse qual seria a terceira...Giap e Ho Chi Minh. O professor de historia e o político
Para muitos historiadores militares a liderança vietnamita só venceu a França e os Estados Unidos porque desejava uma vitória a qualquer custo, não importando o sacrifício das vidas de seus soldados. Nesta acepção, Giap justificava os meios pelos fins e foi culpado pela morte de seus compatriotas que combateram as potências colonialistas. Em curiosa inversão, o agredido é culpado pela agressão que sofreu.
Um dia depois da morte do General Vo Nguyen Giap aos 102 anos (4 de outubro de 2013), na Folha de São Paulo lia-se que o General William Westmoreland, que comandou as forças americanas no Vietnã entre 1964 e 1968, disse: "Qualquer comandante americano que suportasse as mesmas baixas imensas que o general Giap suportou não teria durado três semanas no cargo". Já o coronel francês Marcel Bigeard (um dos derrotados em Dien Bien Phu) disse: "para Giap, a vida de um homem não valia nada" (1) .
O jornalista Ricardo Bonalume Neto escreveu: "Giap e a liderança comunista vietnamita deixaram claro que os fins justificavam os meios". E acrescentou que "Giap era um excelente organizador e provedor de logística; como tático, não era tão notável assim" (2) .
Curiosamente, a opinião destoa de uma fonte brasileira de época. O Estado de S. Paulo de 11 fevereiro de 1968 (na época da ofensiva Tet) destacava que Giap era "um dos melhores comandantes táticos de sua geração", pois era capaz de "movimentar as tropas mais depressa do que seria de se esperar".
Tantas incompreensões podem ser sintetizadas na indagação: Como um professor de história pôde tornar-se um bem sucedido general? O coronel estadunidense Cecil Currey escreveu uma tendenciosa biografia do General para tentar responder a esta pergunta (3) . Mas não é a biografia de Giap quem pode nos explicar e sim a história em cujo processo ele e outras lideranças vietnamitas desempenharam um papel ativo.

História
A Revolução Vietnamita, como a chinesa, hauriu suas fontes do desequilíbrio das formas tradicionais de vida, ocasionado pela penetração imperialista no século 19. Até 1914 a resistência baseou-se em exércitos camponeses em trincheiras camufladas e armadilhas; estabelecimento de zonas autônomas; apoio ao banditismo e queima de registros de impostos (4) .
Depois de 1914, a luta obteve um direcionamento político oriundo de ideologias ocidentais (nacionalismo e marxismo). Qualquer luta precisava considerar o gênero de vida local: florestas pantanosas, clima de monções, cultivo do arroz e expansão para o sul em busca de novas terras (5): "Ter perturbado a particular concepção vietnamita da vida e do mundo, com seus reflexos econômicos, sem conseguir substituí-la por outra, foi a causa fundamental do fracasso da colonização francesa" (6) .
Os franceses monopolizaram as terras do sul para seus colonos e para a produção de cautchu (árvore produtora da borracha) em latifúndios e sob trabalho compulsório de vietnamitas arrancados de suas aldeias. Esta situação impediu a marcha secular para o sul, a harmonia entre seres humanos e natureza, o equilíbrio e as formas de evasão e escape para o crescimento populacional nas aldeias; a manutenção do artesanato (já que as importações da França inundaram o mercado interno). Além disso, os franceses monopolizaram o sal, o álcool e o ópio e proibiram a maioria dos letrados vietnamitas de ocupar cargos na administração colonial. Não surgiu ali uma burguesia nativa devido às poucas possibilidades de acumulação interna (7) .
O comunismo se tornou uma força nacional quando harmonizou o marxismo com as realidades locais. Foi durante o período entre as guerras que o partido comunista foi fundado, Ho Chi Minh iniciou suas atividades políticas e Vo Nguyen Giap aderiu à causa. Ele era um professor de História no Liceu de Hanói entusiasmado pelas lições das guerras napoleônicas.
Nomeado por Ho Chi Minh para chefiar a defesa militar do partido, Giap seguiu para a China ainda durante a Segunda Guerra. Na base de Hunan, ele e mais 28 vietnamitas receberam treinamento militar no Exército Vermelho de Mao Tsetung.
Vitória
Em março de 1945, quando os japoneses expulsaram os franceses (após o fim do governo de Vichy), eles ocuparam as cidades e deixaram o campo livre aos comunistas. Em agosto, após a rendição japonesa aos EUA, os comunistas assumiram o controle do governo, sendo empossados pelo imperador outrora fantoche dos franceses.
O Partido Comunista teve como base social o pequeno proprietário aldeão que participava da periódica divisão de terras comunais. Socializar tornou-se o termo para disponibilizar a aldeia. Os comunistas, com essa base social, se impuseram às ideologias concorrentes. Por ordem de Giap os trotskistas foram reprimidos, por exemplo. Em 1953, na zona francesa, o líder trotskista foi eleito deputado ao conselho comunal com apoio da base sindical junto aos taxistas. Já os comunistas se recusavam a legitimar uma zona colonizada (8) .
A retomada francesa obrigou Ho Chi Minh e Giap a levarem o partido para a selva, no norte do país e usar o Laos e, mais tarde, a China como zonas (santuários) de descanso e treinamento a salvo de ataques inimigos. È por isso que Dien Bien Phu foi um local estratégico para os franceses naquela etapa. A 120 km de Hanói, no Viet-Bac, área cercada por colinas e vales profundos, Giap estabeleceu seu quartel general após a retomada da capital pelos franceses.
O exército opressor será sempre derrotado se não vence. Embora pareça um truísmo, significa que o impasse permanente leva à desmoralização das tropas de ocupação. Elas não podem ocupar todo o território. Quanto mais se amplia a área de atuação, mais dispendiosa é a guerra, mais condenável do ponto de vista político e moral e mais frágeis as linhas de abastecimento e comunicação. Estender as linhas de ação é enfraquecer o poder de fogo e se expor aos ataques da guerrilha.
A impossibilidade de vencer a resistência levou os franceses à derrota. Também contou para isto a impossibilidade política de uso de armas atômicas contra os guerrilheiros, conforme queriam os franceses. O impasse estratégico ao qual chegaram as tropas colonialistas francesas em 1954 foi fruto do prolongamento de uma guerra de desgaste contra uma guerrilha móvel que podia se deslocar muitas vezes a poucos metros das estradas controladas pelos franceses; que não precisavam transportar artilharia pesada e nem tinham interesse em estabelecer-se nas cidades.
Em 1953 o problema do ponto de vista francês era o seguinte: os franceses ocupavam o delta do Rio Vermelho de onde atacavam a zona liberada do Vietminh. Deveriam antão concentrar ali suas forças para atacar os comunistas? Mas ao fazer isso não iriam expor toda a cadeia de pontos fortificados através da qual mantinham o governo de grande parte do país?
Do ponto de vista do Vietminh o problema era o seguinte: seria melhor concentrar forças para atacar os franceses ali (delta do Rio Vermelho) ou mobilizá-las para atacar em outras direções?
Atacar ali seria expor-se à destruição diante do ponto forte do inimigo. Mas atacar alhures significaria deixar ameaçada a zona liberada do Vietminh (9) .
Os franceses não tinham uma solução estratrégica para o problema. Os comunistas apresentaram a solução dialética. Giap e seus camaradas sabiam que não precisavam vencer os franceses em muitas batalhas, só precisavam levá-los a desistirem. A solução para o conflito não era militar, mas política.
Seguindo o pensamento de Clausewitz, o Comitê Central do Partido Comunista decidiu atacar vários pontos frágeis do inimigo, obrigando-o a dispersar suas forças, fustigando seus flancos visando destruir suas forças vivas. Tratou-se de uma decisão pela ofensiva dinâmica. De acordo com Ho Chi Minh, ao final daquele encontro, "na arte militar é preciso ser muito flexível...até o infinito" (10) .
Dien Bien Phu é uma região situada no Noroeste do Vietnã, próximo à China e ao Laos. Era uma fortificação francesa que visava controlar o acesso do Vietminh ao Laos (como zona de reserva e fuga: santuário) e aos arrozais da região. Era abastecida inteiramente por aviação (100 km de Hanói). Segundo Giap:
"Nós estávamos tão longe das nossas bases, a 500 quilmetros, 600 quilómetros. Eles estavam persuadidos, fundados na experiência de batalhas anteriores, que não podíamos abastecer de víveres e munições um exército num campo de batalha para além de 100 quilóômetros e somente durante 20 dias. Porém, nós abrimos pistas, mobilizámos 260.000 carregadores - os nossos pés são de ferro, diziam eles - milhares utilizando bicicletas fabricadas em Saint-Étienne que nós transformamos para poder transportar cargas de 250 kg. Para o estado-maior francês era impossível que pudéssemos içar a artilharia para as elevações que dominam a bacia de Diên Biên Phu e atirar à vista. Ora, nós desmontamos os canhões para os transportar peça por peça para esconderijos cavados no flanco da montanha e sem que o inimigo soubesse".
Pensamento Militar
Entre as fontes do pensamento de Giap podemos destacar: Resistência vietnamita aos chineses ao longo da história. Estudo de batalhas de resistência (a exemplo de Mao); Estudo das batalhas de Napoleão e de T.E. Lawrence; Estudo crítico de Sun Tzu e de Mao (adotou os princípios da guerrilha e da defensiva estratégica ou defesa ativa; Aprendizado político de Ho Chi Minh: unidade política antes de qualquer guerra (Perseverança); Lênin: o objetivo pelo qual se luta é mais importante que os meios; Clausewitz: política e luta armada constituem um processo contínuo.
Notas
1 - Gregory, Joseph. "General Vo Nguyen Giap expulsou França e EUA do Vietnã". Folha de São Paulo, 4 de outubro de 2013.
2 -Folha de São Paulo, 4 de outubro de 2013.
3 -Currey, C. Vitória a qualquer custo. Rio de Janeiro: Bibliex, 2002, p.248
4 -Marchese, S. A Revolução Vietnamita, São Paulo, Ed. Três, 1974, p. 650.
5 -Id. Ibid.
6 -Id. Ibid.
7 -Id. Ibid.
8 -Currey, C. Op. cit.
9 -Taber, R. Teoria e prática da guerrilha. A Guerra da Pulga. Lisboa: Iniciativas Editoriais, 1976, p. 109.
10 - Giap, V. N. Mémoires, T. III, Paris: Anako, 201, p. 28.
*Lincoln Secco é professor de História Contemporânea na USP
# pravda.ru

Fim da visita a DUBAI: Macky Sall saúda o interesse dos industriais dos Emirados Árabes Unidos para com o Senegal.

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Dubai - O Chefe de Estado, Macky Sall, congratulou-se nesta terça-feira em Dubai, com interesse dos empresários dos Emirados Árabes Unidos para com o Senegal, antes de pedir a seus compatriotas que vivem neste país para " acompanhar " as suas boas intenções "em relação ao nosso país. "

O Chefe de Estado, que se reuniu com a comunidade senegalesa em Dubai, depois de uma visita oficial de três dias, aproveitou a oportunidade para explicar aos seus companheiros sobre os grandes projetos que ele tem para o desenvolvimento do Senegal, nomeadamente as relativas aos novos centros urbanos organizados que exigem pesados ​​investimentos e parcerias.
A este respeito, o presidente Sall disse que a ele compete acompanhar os privados e líderes de projeto da diáspora senegalesa, a fim de permitir-lhes " expandir e crescer " suas atividades.
O presidente também disse que espera impulsionar o crescimento do Senegal por desenvolver as vias de comunicação através de novas estradas e a interligação marítima em todo o país. Ao mesmo tempo, assegura o Chefe de Estado, o quadro jurídico que será reforçado para dar mais segurança aos investidores, à luz da conclusão do projeto Senegal emergente. No início da manhã de terça-feira, ele se reuniu com as autoridades da Câmara de Comércio de Dubai, em que ele pediu para aumentar o volume de trocas comerciais com Senegal.

Vários membros dos empregadores senegaleses participaram da reunião e aproveitaram a oportunidade de aprender com os seus homólogos dos Emirados Árabes Unidos de comércio sobre as oportunidades de negócios. Por seu lado, as autoridades consulares de Dubai têm expressado ao Chefe de Estado para promover à sua disponibilidade em promover com o Senegal o relacionamento em negócios abraçando todas as áreas da vida econômica. Durante a mesma jornada de terça-feira, a última etapa da visita do Chefe de Estado, Macky Sall também teve uma audiência com o primeiro-ministro dos Emirados Árabes Unidos. Com uma parte da delegação que o acompanha o chefe de Estado deixou ontem, Abu Dhabi, para seguir para Davos, na Suíça, onde vai participar do 44º Fórum Mundial, do qual a primeira jornada é consagrada ao Renascimento Africano.

# ( PSA ) em colaboração com lesoleil.sn

Madagascar recebe o novo presidente; o predecessor quer ser Primeiro Ministro.

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O Presidente eleito Hery Rajaonarimampianina de Madagascar. Sua posse está prevista para o próximo sábado. RIVONALA RAZAFISON | GRUPO Nation Media

Como Madagascar se prepara para a cerimônia oficial de posse do presidente eleito Hery Rajaonarimampianina no sábado, o presidente cessante Andry Rajoelina está visivelmente inclinando para se tornar o próximo primeiro-ministro em uma semelhança do poder constituído na Rússia por Vladimir Putin e Dmitry Medvedev.

" Se Andry Rajoelina é necessário como [ primeiro-ministro ], eu o serei. Se Andry Rajoelina não é necessário, ele tem outras opções ", disse o líder aos repórteres na abertura de um novo hospital na capital Antananarivo na quarta-feira .

Em um comentário muito revelador, ele disse que não é ele que procura o cargo ", mas é o assento que ele precisa . "

Rajoelina havia apoiado o presidente eleito Rajaonarimampianina durante eleição presidencial de dezembro e presume-se que ele vai desfrutar de muita influência sobre seu sucessor.

A formação política constituída juntamente com Andry Rajoelina ' agora compreende mais de 80 dos 151 deputados na próxima Assembleia Nacional, de acordo com a sua estimativa.

Tal bloco parlamentar pode realmente comandar o direito de nomear o primeiro-ministro, se as coisas continuam as mesmas.

"Eu já não serei o presidente depois de sábado. No entanto, eu sempre estarei com vocês todos. Se Andry Rajoelina não procurar o cargo, mas é o assento que ele precisa ", disse ele.

"O futuro político de Rajoelina é óbvio. O povo malgaxe que votou os deputados da plataforma "Juntos com Andry Rajoelina ' tem confiança nele. Não enganar o povo ! ", Alertou.

Cerimônia de repasse de cargo 

Antes de sábado marcado para a posse do presidente eleito Rajaonarimampianina - pronunciado como RAH- DJAW - NAH -RI- MAM- PEE- AH- NEE- N - Rajoelina deve entregar o cargo a seu sucessor na sexta-feira de manhã, disse uma fonte oficial.

A entrega, que terá lugar no State House será exibido diretamente na TV e estações de rádio estatais.

A comemoração no Sábado será no estádio municipal de Mahamasina na capital Antananarivo.

A cerimônia será seguida por um mega comício de reconhecimento aos eleitores durante a tarde.

Líderes das ilhas vizinhas, incluindo Seychelles ' Presidente James Michel, líder da Maurícia Kailash Purryag e Comores do Grande Homem Ikililou Dhoinine, participarão dos dois eventos, disse o Serviço de Imprensa Presidencial.

O Líder Namibiano Hifikepunye Pohamba representará a Comunidade de Desenvolvimento dos Sul Africanos (SADC).

Parabenizando o Presidente de Madagascar eleito, Ban Ki-moon, Secretário-Geral da ONU pediu ao novo governo para estender a mão à oposição e para liderar o país no interesse de todos os seus cidadãos.

Entrevistado pela rádio francesa RFI, o presidente eleito Rajaonarimampianina disse que a restauração do Estado de Direito será sua prioridade.

" Isto constitui uma garantia de confiança entre a população e os seus comandados ", disse ele.

Ele no entanto se absteve de revelar que será o seu primeiro-ministro.

" Ele (o Premier ) será conhecido depois que o tribunal eleitoral publicar os resultados oficiais das eleições legislativas (que são esperados após 08 de fevereiro ) ", disse ele.

Questionado sobre o eventual retorno do líder exilado Marc Ravalomanana, ele disse: " A minha prioridade é o destino dos 22 milhões de malgaxes. "

O presidente eleito também está esperando o convite para participar da cúpula da União Africana, em Addis Abeba, na próxima semana. Madagáscar foi suspenso pelo corpo após a derrubada militar de Ravalomanana em 2009.

Madgascar também não foi convidado ainda para a cimeira de líderes EUA-África que o presidente Barack Obama será o anfitrião em Washington DC, em agosto.

Mas a União Africana diz o contrário, a ilha do Oceano Índico, em conjunto com o Egito, a República Centro- Africano e Guiné-Bissau, permanecem oficialmente suspensos da organização continental.

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