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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Realiza-se esta quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023, em Yamoussoukr...

domingo, 20 de julho de 2014

Guiné-Bissau: PM Domingos Simões Pereira aos microfones da RFI - Respondeu as perguntas com segurança e teve o cuidado de não precisar a data de retorno do ex-Presidente e do ex-Primeiro Ministro da Guiné-Bissau ainda refugiados no exterior..

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Para você que não teve a oportunidade de ouvir essa entrevista, acesse o link abaixo e escuta o quão inteligente é o novo Primeiro Ministro que não se enrola quando das respostas precisas.
Domingos Simões Pereira, Primeiro-Ministro da Guiné-Bissau
Domingos Simões Pereira, Primeiro-Ministro da Guiné-Bissau
Liliana Henriques.


Aos Microfones da RFI. PM Domingos Simões Pereira

Fonte: www.rfi.fr

ÁFRICA DO SUL: Menino de 9 anos se casa com mulher de 62 pela segunda vez: "eu a amo".

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meninocasavelha

Um caso curioso em Ximhungwe, na África do Sul, chamou a atenção da imprensa internacional. Saneie Masilela, um garoto de apenas 9 anos, se casou pela segunda vez com Helen Shabangu, uma mulher de 62 anos e que já é mãe de cinco filhos. A notícia foi publicada pelo jornal britânico 'Mirror'.
Saneie e Helen já tinha assumido compromisso no ano passado, mas decidiram repetir os votos novamente com o objetivo de torná-los oficiais. À publicação, o marido de Helen, Alfred Shabangu, de 66 anos, confessou que ele e seus filhos não veem problema na união da esposa com o menino.
Ela, que trabalha com reciclagem, afirmou que o casamento só foi feito para agradar os ancestrais mortos: "Sanele vai crescer normalmente e, um dia, terá sua própria família e se casar. Toda essa cerimônia é para deixar os antepassados felizes".
Em entrevista ao jornal, o garoto explicou o motivo de ter escolhido Helen para ser sua 'esposa': "Eu a amo. Apesar de nós não vivermos juntos o tempo todo, nós nos encontramos no lixão onde minha mãe trabalha. Quando eu crescer, casarei com uma mulher da minha idade".
Fonte: iBahia

Empresários italianos a caminho de Angola.

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Fotografia: Rogério Tuti

O primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, chega hoje a Luanda para uma visita oficial de 24 horas, destinada ao relançamento e aprofundamento das relações entre os dois países e da cooperação bilateral, informa o Ministério das Relações Exteriores em comunicado.
Matteo Renzi encabeça uma delegação com forte pendor empresarial e é recebido amanhã pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos.
No mesmo dia, a anteceder o encontro com o Presidente da República, o governante italiano visita o Memorial do primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, onde vai depositar uma coroa de flores no sarcófago.

Importância da visita

O embaixador da Itália em Angola, Giorgio Pietrogiacomo, considerou de “grande importância\" a visita que o primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, efectua a Angola a partir de hoje. 
O diplomata italiano, que sexta-feira fez a entrega ao Presidente José Eduardo dos Santos das suas cartas credenciais, justificou a importância desta visita pelo facto de acontecer 40 anos depois do início das relações políticas e diplomáticas entre Angola e a Itália.
A Itália tem dado particular importância ao relacionamento com os países de África e prevê discutir novas parcerias com vantagens recíprocas.
A visita do primeiro-ministro italiano tem como objectivo reforçar ainda mais os laços antigos existentes entre os dois países. “Itália e Angola têm uma excelente relação de cooperação\", sustentou o diplomata, que afirmou que o seu país já confirmou o apoio à candidatura de Angola ao Conselho de Segurança das Nações Unidas.
A delegação italiana integra importantes empresários que vão manter contactos com colegas angolanos. O diplomata italiano frisou que entre as principais metas da sua missão em Angola está a reafirmação do apoio do seu país à política estrangeira de paz dos angolanos, na qual o Presidente José Eduardo dos Santos tem desempenhado um importante papel, em particular na Região dos Grandes Lagos.
# jornaldeangola.sapo.ao

Gâmbia: O Diplomata diz que a Correia do Norte quer cooperar com a Gâmbia na agricultura, e em outras áreas.

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O embaixador norte-coreano recém-acreditado junto da República da Gâmbia revelou que seu país tem a intenção de cooperar com o seu aliado Oeste Africano nas áreas de agricultura, educação, pescas, saúde pública e construção. 

Hong Son Phy falava na quinta-feira na Presidência em Banjul, no final de sua reunião a portas fechadas com o presidente da República, Sua Excelência Sheikh Professor Dr. Yahya Jammeh Alhaji. 

O Diplomata Nortecorreano deu início as suas atividades na terça-feira e apresentou suas credenciais através do vice-presidente e ministro de Assuntos da Mulher. Ele disse aos jornalistas que esperavam sua discussão com o presidente Jammeh focado principalmente sobre a situação política e econômica dos dois países. 

"Eu tive a oportunidade de discutir com Sua Excelência, o presidente Yahya Jammeh várias questões de cooperação, que seriam reforçadas ao mais alto nível no sentido de reforçar as relações entre a Coreia do Norte e a Gâmbia", ressaltou. 

Suécia 
O embaixador sueco também se reuniu com o presidente Jammeh a portas fechadas, horas depois de apresentar suas cartas credenciais ao vice-presidente. 

Embaixador Per Carlson também disse a jornalistas que ele discutiu com o presidente,questões políticas e econômicas relevantes para ambos os países. Ele revelou que particularmente foi discutido a necessidade de incentivar o comércio direto entre os dois países, bem como a necessidade de explorar as oportunidades de investimento na Gâmbia e aumentar o número de chegada de turistas suecos anualmente. 

Autor: Musa Ndow

# www.observer.gm

África: Presidente Hollande prepara lançamento da operação "Barkhane" em N´Djamena.

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Patrouille française au Mali.
Patrulha francesa no Mali. © AFP/Sébastien Rieussec

A operação "Barkhane", de nome da nova configuração estratégica do exército francês no Sahel deve mobilizar cerca de 3.000 soldados, será lançado oficialmente no dia 1 º de agosto, em N'Djamena. 
Por esta ocasião, o general Jean-Pierre Palasset assumi suas funções como comandante da operação. Homem experiente, ele comandou a força Licorrne, na Costa do Marfim, de 2010-2011. Ele também foi oficial no Afeganistão em 2011-2012. Ele se encontra agora no Chade, onde o presidente francês, François Hollande, fez uma visita oficial neste sábado, 19 de julho, com o ministro da Defesa, Jean-Yves Le Drian.

Lua de mel entre  Idriss Déby Itno e François Hollande
A hora é agora, a transferência do pessoal da operação "Serval" de Mali para N'Djamena começou, disse uma fonte militar. O efetivo de tropas francesas implantadas no Chade passará assim nos próximos dias de 950 para 1.250 homens.
O nascimento de Barkhane significa a morte das operações Serval (no Mali) e Falcão (no Chade), mas também essa de Licorne. Trata-se, de acordo com o Ministério da Defesa de uma reconfiguração da presença francesa em toda a África Ocidental, a fim de melhor responder às ameaças terroristas. Em outras palavras, manter quase o mesmo número de homens, mas podemos mudar a missão e manter apenas um único centro de comando.

Unicórnio e Falcão nasceram para estabelecer a paz na Costa do Marfim e no Chade. Serval para caçar os jihadistas no norte do Mali, Barkhane terá um único objetivo, comandado de Paris: a caça aos jihadistas em todo o Sahel - e talvez até mais além.

Quatro bases principais: N'Djamena, Niamey, Gao e Tessalit
O novo sistema inclui cinco países do Sahel - Chade, Níger, Mali, Burkina Faso e Mauritânia - e têm quatro bases principais. O Chad será o centro nevrálgico: é em N'Djamena que se encontrará o grosso das tropas do estado-maior. E é na capital chadiana que decolarão agora os aviões de combate para o Sahel (compostos entre três e seis, as Mirages e Rafale). Haverá também uma ou duas bases de reabastecimento, no norte, em Faya-Largeau e talvez em Zouar.

No Níger, onde cerca de 300 homens serão instalados, é considerado o "pólo de inteligência. A " Base Aérea de Niamey abrigará três drones não armados (dois Reaper e um Harfang), os aviões de reconhecimento que também, por vezes, aviões de caça. A França deverá dispôr também de uma base avançado na região de Madama, perto da fronteira com a Líbia.

No Mali, a França terá uma base em Gao e e será composto de mil homens. Ela também terá um base avançada em Tessalit, perto da fronteira com Argélia. Finalmente, mantém forças especiais que atuam em todos os momentos em Burkina Faso (Ouagadougou) e, em menor escala, na Mauritânia (Atar). A base de Port-Bouët, em Abidjan, não faz parte da operação Barkhane, mas ela servirá de base logística e de reserva de tropas em caso de necessidade.

Este novo sistema deverá permitir que o exército francês de ser "mais flexível e mais móvel" a fim de melhor lutar contra grupos terroristas que fizeram do sul da Líbia seu novo castelo permitindo-lhes a se espalhar por toda região. "" Nós seremos muitos, porém eficazes, como mais reativos, diz um oficial. Isso é o que precisamos no contexto do combate anti-terrorismo, sobretudo em uma zona desértica. "Isso significa dizer que, as tropas francesas poderão empreender operações em países concernentes, sem referir o avanço das autoridades? Sobre este ponto, os militares franceses são menos desertores.

A presença militar francesa ", que não deve durar"
A França também mantem as bases em Djibuti, Libreville e Dakar. Os dois primeiros devem ver os seus números diminuir nos próximos meses. O terceiro já sofreu um severo perca de peso há três anos.
Esta forte presença militar no Sahel foi negociado com os países interessados​​, diz a comitiva de Le Drian. "Tudo isso é feito em colaboração com o G5", que reúne cinco países abrangidos pelo Barkhane, que foi criado há alguns meses, por iniciativa da Mauritânia, diz um colaborador de François Hollande. "Não só os governos desses países estão de acordo, mas, além disso, eles são os solicitantes. Este não era o caso há dois anos."

Um exemplo: na época, Mahamadou Issoufou, o presidente do Níger, se opôs à uma presença militar francesa, ainda que pequena, no seu território. Hoje, ele se alegrou e alguns em sua comitiva, mesmo pedindo que drones que decolam de Niamey sejam armados.
Para Idriss Deby, presidente do Chade, esta reorganização é "essencial", mas não dura. "A França não pode continuar a estar sempre ao lado dos africanos para encontrar soluções para crises ou ameaças. Já é tempo dos africanos tomarem as suas próprias medidas de segurança."


Rémi Carayol, Enviado Especial para N'Djamena


# jeuneafrique.com

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