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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Assassinato de policiais gera comoção e raiva em NY Agentes teriam sido mortos para vingar dois jovens negros.

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Flores depositadas na porta da delegacia onde os policiais trabalhavam Michael Graae  / Michael Graae/Getty Images/AFP
Flores depositadas na porta da delegacia onde os policiais trabalhavam Michael Graae
Michael Graae Getty Images / AFP

O assombro e a raiva tomaram conta de Nova York neste domingo (21), no dia seguinte ao assassinato de dois policiais por um indivíduo que, aparentemente, queria vingar a morte de dois homens negros, cujas mortes provocaram vários protestos nas últimas semanas nos Estados Unidos.

Os dois policiais, Wnjian Liu, de 32 anos, recém-casado, e Rafael Ramos, de 40 anos, pai de um adolescente de 13, foram mortos a sangue frio com tiros na cabeça, enquanto estavam dentro de sua patrulha estacionada em frente a um conjunto residencial no Brooklyn, na tarde de sábado.

O assassino, um homem negro de 28 anos, supostamente pertencente ao grupo "Black Guerilla Family" e com antecedentes criminais, cometeu suicídio após o crime em uma plataforma do metrô.

Nenhum dos policiais teve tempo de sacar suas armas e talvez nem mesmo tenha podido ver o criminoso, explicou o chefe da polícia de Nova York, Bill Bratton, à imprensa.

O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, e Bratton, assistiram juntos a uma missa, neste domingo, na catedral de Saint Patrick, celebrada pelo cardeal Tim Dolan. Pessoas se aproximaram do local da tragédia para depositar flores e velas em memória dos policiais mortos.

O assassino, identificado como Ismaaiyl Brinsley, tinha vindo de Baltimore, 300 km ao sul de Nova York, e anunciou suas intenções na rede social Instagram.

Ao lado da foto de uma arma, ele escreveu a mensagem: "Hoje dou asas aos porcos. Eles levam um de nós... Vamos levar 2 deles".

"#ShootThePolice #RIPErivGardner #RIPMikeBrown", continuou, em alusão a Eric Garner, um homem negro que morreu em uma detenção violenta, em julho, em Nova York, e ao adolescente Mike Brown, morto pelas mãos de um policial em Ferguson, no Missouri, em agosto.

A ira da opinião pública cresceu quando os dois policiais envolvidos nestas mortes foram isentados da responsabilidade com apenas alguns dias de diferença.

"Uma retórica incendiária"

O duplo assassinato acontece no pior momento para o prefeito democrata. Suas relações já são tensas com a sua polícia, que o acusa de não apoiá-la suficientemente e de ser tolerante demais com os manifestantes, que foram várias vezes às ruas de Nova York nas últimas semanas para denunciar as mortes de Garner e Brown.

"Prefeito De Blasio, o senhor tem claramente as mãos sujas de sangue destes dois policiais", acusou Edward Mullins, presidente da Sergeants Benevolent Association (SBA), uma organização que reúne 11.000 policiais da ativa ou aposentados de Nova York.

Em meados de dezembro, circulou pela internet uma petição na qual os policiais pediram ao prefeito que não fosse aos seus funerais, caso algum de seus membros morresse no exercício de suas funções.

O ex-governador republicano de Nova York, George Pataki, também denunciou "os atos de barbárie", segundo ele, "resultado previsível da retórica antipolicial de #ericholder e #mairedeblasio". Holder é o secretário de Justiça dos Estados Unidos.

De Blasio lamentou neste domingo "uma retórica incendiária que divide e enfurece". Várias outras vozes se levantaram para pedir calma e unidade, depois que o presidente, Barack Obama, condenou "incondicionalmente", na noite de sábado, o duplo assassinato e pediu aos americanos para "rejeitar a violência e as palavras que ferem".

As famílias Garner e Brown também repudiaram "toda forma de violência contra a polícia", que consideraram "inaceitável".

"Temos que trabalhar juntos para alcançar a paz em nossas comunidades", escreveram em um comunicado.

# http://noticias.band.uol.com.br/mundo/

Burkina Faso: Vassouras sobre o túmulo de Sankara para exigir "justiça" à sua morte.

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Presidente deposto Blaise Compaoré

Cerca de 300 pessoas depositaram neste domingo as vassouras  no túmulo de Thomas Sankara  pelo 65º aniversário de seu nascimento, um gesto simbólico em busca da "justiça" para o ex-presidente do Burkina Faso, morto em 1987 num golpe.
"A vassoura tem um valor simbólico para alguns grupos étnicos. Isto é para pedir a ele que morreu para designar os autores de sua morte. É um apelo para a reabertura do caso Sankara", disse o rapper Smockey, fundador da "Vassoura-cidadã", um movimento da sociedade civil.
Este movimento tornou-se muito ativo com a queda do presidente Blaise Compaoré, impulsionado em 31 de outubro pela avenida quando este queria rever a Constituição para permanecer no poder.
O Sr. Compaore chegou ao poder em 1987, em um golpe de Estado contra Thomas Sankara que foi morto durante esses eventos.
Com a queda do Sr. Compaoré, " conseguimos dar um primeiro passo para a vitória. Estamos no o segundo, o da justiça. O terceiro será aquele que se seguirá a partir da revalorização da imagem (Sankara, diz a nota ) assim como o ensinamento de suas idéias ", listou Smockey.
Atrás dele, as vassouras foram colocadas sobre o túmulo de Sankara, bem como os dos doze homens que caíram com ele durante o golpe de Estado de 15 de Outubro de 1987.
Thomas Sankara, o revolucionário e campeão do Pan-Africanismo, foi imposto como uma referência política pela maioria dos manifestantes que depuseram o presidente Compaoré.
A assembléia reunida no domingo em torno de seu túmulo, que compete aos homens políticos mas, sobretudo, os  militantes da “vassoura-cidadã”,  que “apelaram às autoridades para passar" das palavras aos actos. "
O novo presidente Michel Kafando, em até um ano, prometeu investigações para identificar os seus restos mortais, uma demanda de longa data da família Sankara. Há dúvidas de que o corpo dele está devidamente enterrado.
A sepultura Sankara "será totalmente reaberta e a justiça será feita", disse também o Sr. Kafando.

"Queremos saber o que aconteceu no dia 15 de outubro de 1987. Por que você parou a nossa esperança?", Lançou o músico Sams'K Jah, co-fundador da "vassourada-cidadã."

#jeuneafrique,com

Portugal diz que pode dar contributo à reforma da defesa na Guiné-Bissau.

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Embaixador português junto à ONU afirmou que há necessidade de reformulação das forças armadas do país africano; Álvaro Mendonça e Moura lembrou que esta é uma área em que Portugal "tem larga experiência".

Bandeira da Guiné-Bissau

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.*
O Governo de Portugal está a contemplar uma maior participação no processo de reforma das forças armadas da Guiné-Bissau.
O país africano, que emergiu de um golpe de Estado realizado em 2012, começou consultas para reformular o seu aparato estatal de segurança após dar posse a um governo democrático a meados deste ano.
Ordem
Em entrevista à Rádio ONU, o embaixador de Portugal, Álvaro Mendonça e Moura, contou que Portugal pode dar um grande contributo à formação de novos militares porque este é um domínio no qual a nação europeia tem "larga experiência."
"Há uma grande necessidade de restruturação das forças armadas na Guiné-Bissau, que infelizmente teem no passado tido um papel que tem, por vezes, colocado em causa, a ordem institucional estabelecida. É preciso restruturar essas forças armadas, e é preciso formar novos oficiais. E Portugal tem um larga experiência neste domínio. E estará disponível dentro das medidas de suas possibilidades para participar neste esforço de formação das futuras forças armadas da Guiné-Bissau."
Em novembro, o novo primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, autorizou o início de consultas com militares guineenses sobre possibilidades de reforma ou aposentadoria de parte dos quadros atuais.
Famílias
Em entrevista à Rádio ONU, Simões Pereira explicou que o processo devia ser transparente e claro nas suas ofertas e opções. Além disso, o chefe do governo guineense enfatizou que as famílias dos militares precisavam ser contempladas no pagamento dos benefícios caso os oficiais optassem pela reforma.
Além de Portugal, outros países como o Brasil também já demonstraram interesse na cooperação com o setor da segurança. Em entrevista à Rádio ONU, o embaixador do Brasil junto às Nações Unidas informou que a ministra da Defesa da Guiné-Bissau, Cadi Seidi, realiza visita ao Brasil este mês para discutir o tema com autoridades em Brasília.
*Apresentação: Denise Costa com colaboração de Edgard Júnior.

#Rádio ONU

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