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domingo, 2 de junho de 2013

OPINIÃO: DESTA VEZ, ALGUÉM PEDIU UM BIFE MAL PASSADO.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Depois da “última feijoada”, servida há um ano atrás, em plena campanha eleitoral para a Presidência da República da Guiné-Bissau, sabemos hoje que esta provocou uma congestão fulminante num dos candidatos, pelo facto de mastigar depressa e mal, não dando ouvidos aos conselhos do “Lúcifer”. Comeu e engoliu sofregamente, sem mastigar as ideias essenciais contidas nos assuntos sobre a real situação política do país, acabando por fazer explodir mais uma crise militar e politica a juntar a tantas outras, com décadas de existência, pela inexistência de um sistema político e de um projecto de desenvolvimento sustentável no País. Emergem conflitos de interesses pessoais, na partilha do poder, centrados na administração do Estado, rivalidades ou divergências, não de carácter politico ou ideológico, mas material, que progressivamente ganharam rosto durante esta campanha eleitoral de 2012, provocadas pelo resultados da má digestão, fazendo sentir no estômago um amargo de fel aos seus aliados, em vez de satisfação pelo bom tempero apurado na “feijoada”. Tudo por ganâncias instaladas entre os interessados pelo poder, pelos erros de análise e de reflexão cometidos na preparação desta candidatura, por exemplo, sendo mal aconselhados em matérias delicadas, perigosas, da actualidade politica e militar subjacentes (coisas nossas). Por simplesmente ignorarem as vozes da racionalidade, isentas, independentes, patrióticas, deu no que deu, não há dúvidas em relação aos erros que se cometeram e os caminhos que devemos evitar.
  
Hoje, um ano depois, a fome deste lugar desocupado continua activada pelo poder que detém esta atracção (a cadeira do presidente), também ela, reconhecida como “o lugar do morto”, pelos sucessivos golpes de Estado, desaparecimento físico por doença ou crime/assassinato do seu ocupante até então, no País.

Um lugar ainda sem dono legitimado por escolha democrática, que mantém acesa a chama atractiva, prometendo uma campanha eleitoral muito disputada para atingir a vitória, com candidatos para todos os gostos, na política nacional, só assim regressará, com certeza, a tão desejada Democracia, ao País.

No entanto, há candidato “especial”, sendo Ele o mesmo da anterior eleição para chefe de Estado, mudou apenas a sua escolha da ementa, em vez  da “última feijoada” do costume, pediu desta vez “um Bife mal passado”, fazendo crescer água na boca. A gulodice pelo bem-bom desta ambição politica que permanece inalterável, e aí tudo está como dantes, estando, desta vez, mais sensível para uma luta sem igual na próxima corrida à presidência de república, como nunca se viu no País, penso, i. é, se não desistir no último minuto e lançar a toalha ao chão (aliás o que seria aconselhável).

Dizem-no os anjos que passeiam pelas curvas e becos do território nacional, valendo a pena escutá-los e interpretar todos estes sinais do tempo “margôz” (amargo de boca), fazer jejum, privar o corpo de ter prazer de notícias cor-de-rosa, falsas, e preferir a real interpretação dos factos e factores humanos, políticos e militares desta conjuntura global, que perigosamente empurra o País através dos seus filhos (responsabilizados na sua administração) para o abismo, sendo neste ponto, mortal.
Os verdadeiros abutres, até aqui com a cara tapada, irão destapar os seus rostos, a cor da pele, os cabelos, e vamos ver a origem de cada um, até aqui desconhecida, os verdadeiros inimigos da Guiné-Bissau. É urgente esta emergência de lucidez em relação ao País – GUINEENSES UNI-VOS – levantar uma força viva de mãos dadas à volta da Pátria de Cabral, proteger o que é nosso, só.
Cultivarmos a alma a partir de uma leitura fiel da história politica do País actual, que no fundo vai sendo esculpida aos olhos de quem realmente vê (mukur-mukur), torna necessário travar o que é falso, não devemos deixar, há que agarrar a calma necessária e sossegar, pensar, parar simplesmente esta rivalidade cega entre Guineenses, esta matança entre Guineenses, esta leviandade entre Guineenses, esta cobardia entre Guineenses, esta vingança entre Guineenses, acabar com esta rivalidade entre irmãos, que acaba por entregar o nosso “ouro” ao bandido, confundidos da razão pura, na relação entre o bem e o mal.
Desta vez, podemos mudar de olhos abertos, muita coisa, acreditem, se não vamos ver fantasmas vindos de longe, para nos impor “ordem” a ferro e fogo, enquanto desfrutam da nossa Terra por desorganização e fragilidade patentes dentro do Estado.

Mas, voltando à vaca fria, tratando-se de um freguês famoso de marés antigas, ousado e reconhecido na praça, está sendo visto actualmente com rótulo de “retornado” da política na Guiné-Bissau, um sinal na testa, esta sombra misteriosa pejorativa colocada silenciosamente na sua frente, para chamar a atenção pela negativa, barrar caminho como um dito maldito, a prevenir a pior sorte, no futuro próximo.

A ausência efectiva de um ano no País, parece que provocou, do dia para noite, esta amnésia terrível que afecta consciências dentro e fora do Partido em relação aos seus líderes, alastrando-se à sociedade inteira, até os “amigos blindados” no exterior, onde quase tudo tem vindo a mudar de ideia/apoios, quase todos desistem sem contar a ninguém os seus motivos. Sabemos que quando um barco começa a afundar, os primeiros a fugir são os ratos do porão, por isso percebemos agora pelo “focinho” os nomes de alguns deles e a sua identidade, ao chegarem à superfície.

Há novidade sim, não se nota intenção de apoiar o candidato “natural” dum passado ainda quente diante dos nossos olhos, não se vê apoio claro manifestado publicamente, em jeito de reavivar memória, para não cair no silêncio absoluto e no esquecimento.

Na verdade, é um facto esta ausência de acção, que parecendo que não, custa cada vez mais ao candidato “natural”, reencarnar esta alma de lutador neste sonho antigo de ser presidente. Este ilustre freguês e cliente número “um” do restaurante (klãm Especial), onde é preciso ter “senha” para o prato servido ao herói principal, mas que neste momento está interrogado, não se sabendo a quem dar o apoio final, para merecer aceitação e trazer vitória para os adeptos do costume.
Está tudo em segredo absoluto, sem hora marcada para anunciar qualquer notícia acerca da campanha eleitoral.

Não é menos verdade que se trata de um desejo antigo, que parece regressar às vísceras deste Camarada candidato a “chefe” de Estado, embora hoje enfraquecido psicologicamente na cena politica e social, colocam-se dúvidas para este novo combate que se advinha duro, se é o homem certo para esta luta, uma enorme dúvida que continua a crescer nas cabeças dos seus antigos apoiantes, ainda sem previsão do futuro, nada de nada, em relação ao futuro, nem mesmo premonição (murúz ku djambakussys na durmy).

Com evidencias de cansaço notório, Ele não está disposto a esperar mais, sem tempo definido, resiste ao “apuramento” desta receita em lume brando, está impaciente o homem e com fome, já se adiantou e pediu o tal “Bife mal passado”, porque nele o sangue à vista, na carne quase crua, estimula-lhe o apetite (disse), gabando-se dos dentes afiados e fortes para os “inimigos” da política, num banquete que se advinha recheado para todos os gostos, durante esta nova campanha eleitoral que se avizinha.

Temos, desta vez, muito antes do arranque da caravana política do costume se fazer à estrada, no País, um “líder” que não se permite demitido. Vem cedo demais “picar” o ponto, na memória dos Guineenses, lembrar que ainda está vivo (não se sabendo por quanto tempo mais), tentar de novo a sua sorte, quer ser Presidente, nem que seja por um dia, valerá a pena? (será este o pensamento). Isso, ninguém sabe.

Uma cobrança difícil teve início nesta altura do campeonato, está no ar, certas cabeças, que dantes estavam comprometidas no partido com este líder, hoje têm dúvidas, custa a efectuar alguma exigência aos militantes do partido, estão quase esquecidos, embora com “dívidas” por saldar, só que hoje o mesmo “filme” tem outros realizadores na mesma corrida a tentarem a sua sorte e com novos argumentos.
Por isso, nada os obriga a abrir mão (militantes) e a sacudir candidatos mais “novos” desta corrida, com outros nomes, outras vontades, estando dentro do mesmo Partido.

Rei morto, rei posto. Não vá o diabo provocar amnésia nos militantes deste partido, que tudo indica, já não reconhecem esta figura do candidato “natural”, neste momento. Sendo que, sem o apoio do Partido (PAIGC) para candidatura a Presidente da República da Guiné-Bissau, se torna muito difícil qualquer um vencer as eleições.

Mas, pressinto que a vontade deste candidato “natural” é intensa e insuportável para agarrar a calma e a tranquilidade necessárias, enquanto pensa neste assunto. Não aguenta esta “dor”, misturada com um desejo antigo que quer ver realizado para si, neste momento (ser presidente). Perdeu toda a tolerância à frustração e não consegue travar a excitação crescente, parar e, talvez, não entrar nesta corrida actual, ficar de fora, longe da política por uns tempos, quem sabe se para sempre, talvez o melhor que faria para si próprio e para este Povo Guineense, que quer ver renovada a esperança da verdadeira Independência e Prosperidade para o País.
Sair, abandonar e escrever livros para contar aos netos, histórias que nunca ninguém imaginou (conteúdos especiais da sua história de vida) ou tratar de negócios, quem sabe.

Talvez um dia, e o futuro a Deus pertence, mude tudo o resto, esta história seja outra, numa Guiné-Bissau com Paz, sem rancor e espírito de vingança, a marcar uma nova era para todos nós, Guineenses e amigos da Guiné-Bissau.

É um facto que sem o apoio do Partido nas presidenciais, se torna impossível, para qualquer candidato, nadar contra a corrente ou atravessar o Geba a “pé” por exemplo, então há que pensar duas vezes, pelo menos.

Também neste momento passar a candidato “independente” não é para qualquer um, no País actual, seria simplesmente “ignorado” nas urnas, nunca atingiria a percentagem suficiente para avançar para uma segunda volta, caso fosse necessário. Com pouco tempo para se prepararem as eleições, torna-se mais difícil avançar estratégias neste caso, sabendo disto, resta o autodomínio perante toda a excitação típica para esta corrida e, talvez meu amigo, desistir.

Voltando novamente à vaca fria, temos novidades desta vez, escolheu na ementa um Bife mal passado, diz que gosta de vê-lo ainda com sangue, enquanto mergulha a ponta do metal, no pedaço de carne colado no prato, a seguir mastigar, mastigar, numa sensação de transfusão de sangue pelos “dentes”, tanto faz ser carne de vaca ou outra, estando mal passada, gosta sem dúvida e, por isso mesmo, já pediu – e vai ter um bife mal passado – ponto final, mas será.
Na verdade, alguém se prepara para “temperar” este Bife especial, desconfio, que irá com certeza bem servido na travessa e, o melhor para este freguês será arranjar outro cão para o “comer” na sua vez, só.

Sabendo que o apetite fala por si, é uma questão de gostos então, mas já na digestão, tudo irá depender do músculo abdominal deste cliente teimoso e neurótico, não se sabendo do seu real estado de saúde física e capacidade do estômago, mais ainda, da vesícula biliar, do fígado e sobretudo o diafragma, enfim, com bons abdominais numa luta de duros, para aguentar murros no estômago, será.
Mais, se permitir a mistura de vários “órgãos” entre si, no mesmo corpo (apoios), irá sofrer de prisão de ventre por reacção nervosa às ideias ocultas e, por reflexo deste ambiente de medo instalado junto, em que toda a calma do mundo irá parecer pouca, não fazendo sentido avançar, mas já muito tarde (o que provavelmente aconteceu na última candidatura, mas que agora, pode muito bem evitar).

Casos há, em que uma gravidez mental também aborta antes mesmo de saírem as primeiras palavras ou teses pela boca, como argumento.
Portanto, cuidado com a próxima digestão, Camarada. Se compararmos a digestão futura, com o estado mental do seu Partido hoje, estou certo que vai ter nova congestão de leituras ao inteirar-se dos estados de espírito e, como mudaram, na maioria dos seus apoiantes de outrora, isto há apenas um ano atrás, quanto mais tempo afastado pior ainda, porque não convém uma entrada apressada.

Pior ainda é não poder “vomitar” uma congestão no sítio de costume, i. é, onde dantes havia tolerância à sua pessoa, mas hoje para não ferir susceptibilidades tinha de pedir muito, não o podendo fazer junto de pessoas que já não sabe se ainda o toleram ou não,  como camarada, amigo ou mesmo rival, na politica, na vida, etc., pense nisso.

A realidade mudou, hoje poucos suportam uma reaproximação sem fronteiras deste “candidato”, dentro ou fora do Parlamento, dentro ou fora do País. Portanto, há que repensar os passos, se para recuar ou avançar nesta candidatura, eis a questão, Camarada. Muita coisa mudou, há surdos, mudos, e também artistas do costume para “cantar”, que fingem não ver, não ouvir e até não falar, enfim, não se sabendo se reconhecem as velhas amizades, aquele ambiente da última feijoada de 2012 já morreu, acabou, pois a rapaziada tomou já um “tira-gosto” por cima, para facilitar a digestão, a seguir, foi um café para esquecer, antes duma partida de jogo de cartas, para “baralhar” melhor as ideias dos que teimam em recordar o passado deste candidato “natural” já mais do que frito nestas temperaturas altas da actualidade politica no País.

Os seus amigos estão de partida para apoiar outro, numa maratona que garante em cada quilómetro vencido, a marca do distanciamento progressivo ao longo deste percurso, até à meta, finalizar seria o esquecimento total do candidato “natural”.

Um sinal inequívoco de abandono total duma maioria de militantes ao seu Camarada “retornado” da política nacional, é o que guarda um segredo que já não está coberto de mistérios. Hoje vive-se uma catarse colectiva como terapia de grupo com objectivos distintos, com novas “chuvas” a caírem torrencialmente sobre tantas cabeças confusas, bem molhadas ou regadas com novas ideias, algumas chantagens, promessas e até fantasmas como ameaças, isto, só visto, uma festa que ainda vai intensificar a sua temperatura elevada ao rubro, aí, só não se derretem as consciências à prova de fogo, a ver vamos.

Aconselho a beberem água como refeição Camaradas, a desistir de comerem o tal “Bife” mal passado, na expectativa de que um tempo de reflexão irá melhorar para todos, uma nova visão de terreno que devem pisar no futuro próximo e contribuírem para a Paz no território nacional. Por agora, façam uma dieta alargada, usem outros alimentos, sobretudo, evitem carne mal passada, sejam vegetarianos por uns tempos, nesta politica e mudem de mentalidade se possível, no tempo e no espaço.

No seu caso (CN) durará mais tempo, se optar por uma digestão mais leve, aí sim, pode recuperar o seu estado de saúde, resistindo a tentação de comer por comer, controlar a gulodice, o apetite do poder pelo poder, seja ele material, económico ou financeiro e, olhar a sua vida, aí sim, será um Guineense mais feliz consigo próprio, fará mais feliz ainda, os outros igualmente cidadãos de peso e em esmagadora maioria no País.

Caso insista no “Bife”, convém não esquecer da “família” animal que circunda, com fome, igualmente carnívoros nas suas escolhas, todos eles atentos às cobranças difíceis guardadas para numa primeira oportunidade actuarem (uma espécie de ajuste de contas), olhos nos olhos, mas, com traição e outras formas invisíveis de luta pelo poder, não seria de ignorar. Afinal este perigo é para quem está habituado a ele, e este tiro ainda pode sair pela culatra, em jeito de ajuste de contas, sabemos que o sangue não se lava, custa a esquecer, por isso, poucos conseguem perdoar um crime cometido contra os seus.

Infelizmente estamos perante um grau cada vez mais complexo deste objecto problema – pensar Guiné-Bissau – onde temos observado uma tendência inconsciente de alguns lideres políticos partidários e da sociedade civil, onde nas suas análises e preferências, ressaltam as preocupações de favorecimento de partidos ou estando centrados (fixados) nos benefícios para determinados “grupos” económicos e comerciais, em vez de pensarem o Estado e o Povo, em primeiro lugar, vão arranjando a vidinha para um grupinho, em detrimento dum Povo que continua na escuridão e pobremente deixado de lado.

Há razão para pensarmos que uma maioria de dirigentes do País já reconhece, neste momento, um diagnóstico fulcral desta velha questão do impasse – a crise politica, social, económica e cultural do País – os motivos que estão na sua base e possíveis soluções, para travarmos este “veneno”, enfim, uma terapêutica necessária e urgente, já está ao alcance de analistas desta situação de crise patente.
Mas então, porquê a falta de “iniciativa”? Qual o primeiro passo para sairmos da crise!?
Vamos tomar em consideração alguns pontos a evitar, para reflexão em baixo:

1º - RABO-DE-PALHA ou telhados de vidro, em indivíduos associados ao poder que sofrem influência deste rótulo do “poder oculto”, instalado no aparelho de Estado, devem simplesmente ser afastados deste novo perfil de liderança para o futuro, que se pretende tecnocrata, livre e transparente.

2º - O MEDO instalado na relação institucional e humana, é um facto que reconhecemos bem, pela ausência generalizada do comportamento de denúncia nas irregularidades cometidas, pela falta de liberdade de expressão, pela marginalização consentida no domínio da competência cientifica e profissional, o facto da meritocracia não ser modelo selectivo na escolha de liderança e noutros valores, acabando sempre remetida para níveis abaixo de valores considerados positivos, prioritários, exemplos a seguir numa sociedade em vias de desenvolvimento. Devemos combater o Medo, tornando o poder da justiça social e da liberdade uma conquista do Povo, para todos, sem excepção.

3º - A AUSÊNCIA DE FRONTALIDADE INTER-INSTITUCIONAL. Cada instituição do Estado deveria centralizar-se só na sua área de acção específica, sem se imiscuir noutra, fora da sua fronteira de acção. Havendo portanto uma igualdade de condições na sua aproximação ao Estado, com total independência institucional, merecendo sempre o mesmo tratamento em igualdade de circunstâncias e de condições no País.

Posto isto, enumerados apenas alguns obstáculos ao ritmo do desenvolvimento, impõe-se uma procura de soluções. Há que permitir outra visão centralizada num perfil de liderança sem rabos-de-palha, sem medo, frontal e capaz de funcionar numa organização com transparência, fazendo uso constante do princípio do debate de ideias e de projectos, tornando público o que diz respeito a todos nós, sempre que necessário for.

Nunca fazer o culto de uma Instituição em particular, seja ela qual for, todas são importantes e, igualmente necessárias como ferramentas do Estado da Republica da Guiné-Bissau, CADA NO SEU CAMPO DE ACÇÃO, TODOS POR UM OU UM POR TODOS, deve ser a palavra de ordem daqui para o futuro, só.

Como aqui reconhecemos, há esta necessidade de novas oportunidades serem encaradas sem complexos, sendo lideradas por indivíduos sem estigmas ou rótulos de um passado menos bom, sem transparência na vida pública. Chegou o momento de luz total sobre quem se candidata a cargos públicos ou privados de liderança, o que é de todos nós, é sagrado – a Guiné-Bissau.

Daí a nossa preferência por – “Bife” – mas, muito bem passado, sem um pingo de sangue derramado no “prato”, basta de convivências com vampiros!
Queremos um verdadeiro bife do vazio (natural), com ovo a cavalo para quem gostar e arroz de s’kálada ou outro a acompanhar, queremo-lo já, agora e, para todos nós, sem excepção, para o Povo Guineense.

Queremos saborear as vitórias, juntos, num ambiente de paz, de harmonia, de solidariedade, de amor e de partilha. Afinal é uma das facetas da personalidade social deste Povo, do Guineense, o ser camarada, o ser humilde, o ser amigo, o ser honesto, o ser corajoso, o ser frontal, o ser tolerante, o ser… muito mais…

Em jeito de opinião, aqui vos deixo mais um artigo, o qual, mesmo que não citem o seu autor, sou o responsável destas “letras” pintadas de fresco, o meu testemunho e contributo, só.

Djarama. Filomeno Pina.


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