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segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Senegal: Presidential-2024: Aliou Sall recruta os...

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Estilhaçado no caso Petro-Tim pelo qual ele é acusado de corrupção e que ainda está muito longe de conhecer seu epílogo, Aliou Sall quer obter uma boa imagem com os senegaleses. Para fazer isso, informa Les Echos em seu lançamento nesta segunda-feira, o prefeito de Guédiawaye recrutou "influenciadores da Web" para preparar seu retorno ao cenário político, em vista ao Presidential-2024.

O irmão mais novo do presidente Macky Sall está sendo ajudado por altos funcionários da Aliança pela República (APA) em sua busca por "reabilitação". O ex-diretor geral da Caisse des Dépôts et Consignations (Cdc), que se prepara para retornar ao cenário político, quer concorrer ao cargo supremo. Uma fonte comunicou o jornal: "Ele me falou de sua ambição pelo Senegal e, por isso, tem o desejo de reunir todos os jovens líderes".


fonte: seneweb.com 

Senegal: Terceiro mandato polêmico - "Existe força de vontade para manter a imprecisão e a boa opinião".

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 O acadêmico Jean Charles Biagui acredita que o poder não aprendeu as lições de 23 de junho, à luz da nova controvérsia sobre a possibilidade de um terceiro mandato de Macky Sall. Para ele, "o poder deve tirar as lições de 23 de junho para evitar que as mesmas causas produzam os mesmos efeitos". Nas colunas de segunda-feira de Walf, o professor da faculdade de direito e analista político observa que o poder está deliberadamente mantendo essa situação.

"Existe uma força de vontade para manter a imprecisão, sondar e preparar a opinião pública para a possibilidade de um terceiro mandato", lamenta Biagui, segundo o qual esse mal está enraizado na sociedade senegalesa. Porque: "Em nossa sociedade, quando os indivíduos têm uma parcela de poder, costumam querer se apegar a ela como se fosse um bem privado.

Em nossas comunidades, nossos bairros, nossas igrejas, nossas mesquitas, nossas administrações, nossas universidades ..., os indivíduos que dirigem frequentemente carecem de uma cultura democrática. O problema é social ", analisa o cientista político. "Os senegaleses ainda lamentam Biagui, ainda não internalizaram suficientemente a idéia de que a renovação das elites é um imperativo em um sistema democrático. Em nossa sociedade como um todo, dificilmente aceitamos o pluralismo de idéias ".


fonte: seneweb.com

Senegal: O que você não sabia (talvez) sobre Sokhna Aïda Diallo

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Em um dossiê de duas páginas, o jornal L'Observateur revelou na segunda-feira, até agora, partes desconhecidas da trajetória da musa de Thiantacones, que é Sokhna Aida Diallo.

Sokhna Yarame Diallo, seu nome verdadeiro, nasceu em 21 de dezembro de 1979 em Dagana. Ela vem de uma família de quatro filhos. Seu pai, polígamo, se chama Idy Yaram Diallo e morreu em 1989. Sua mãe, Ndèye Fatou, ainda vive em Médinatoul Salam.

Confiada aos 3 anos de idade à tia-mãe que mora em Dakar, ela estudou na escola Mame Thierno Birahim Mbacké, em Fass. Depois de terminar a escola, a pequena Aida foi para a rodoviária, onde vendia rosquinhas e sorvete para a tia.

Ela jurou lealdade ao xeque Béthio Thioune em 1993, quando tinha apenas 14 anos de idade. Um Talibee simples, ela limpava a casa do Sheikh todos os domingos. Mas ela nunca foi a "boa" de seu falecido marido.



fonte: seneweb.com










Donald Trump confirma morte de líder terrorista

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O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou, ontem, a morte do líder do grupo extremista Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, numa operação militar norte-americana no noroeste da Síria.





















“Abu Bakr al-Baghdadi está morto”, disse Trump numa comunicação ao país, na Casa Branca. O Presidente norte-americano disse que o líder do grupo ‘jihadista’ se tinha escondido num túnel durante a operação militar e detonou um colecte de explosivos, o que lhe provocou a morte, bem como a três dos seus filhos.
“Morreu como um cão, morreu como um cobarde, a fugir e a chorar”, disse Trump.
Segundo o Presidente norte-americano, um “grande número” de combatentes do Estado Islâmico morreu na operação. No sábado à noite, Donald Trump tinha anunciado no Twitter que “algo muito importante acabou de acontecer!”, sem dizer do que se tratava.
Nas declarações feitas , ontem, Trump agradeceu à Rússia, Turquia, Síria, Iraque e aos curdos. A morte de al-Baghdadi foi anunciada a vários ‘media’ norte-americanos, no sábado, à noite, por fonte oficial norte-americana que pediu anonimato.
Segundo a fonte, o líder do grupo extremista morreu na província de Idlib, no noroeste da Síria.
A Organização Não-Governamental Observatório Sírio dos Direitos Humanos disse ter detectado, no sábado à noite, um ataque militar, perpetrado por um esquadrão de oito helicópteros e um avião de guerra da coligação internacional, contra posições de um grupo com ligações à al-Qaeda, o Hurras al-Deen, na zona de Barisha, no norte da cidade de Idlib, capital da província com o mesmo nome.
Segundo o Observatório, os helicópteros dispararam intensamente contra alvos do Estado Islâmico durante cerca de 120 minutos e foram visados por disparos dos “jihadistas”.
A ONG documentou nove mortes durante o ataque, sem confirmação de que al-Baghdadi tivesse sido um deles.
A morte de al-Baghdadi representa um êxito importante de política externa de Trump, numa altura em que o Presidente norte-americano enfrenta fortes críticas pela decisão de retirar as tropas norte-americanas do nordeste da Síria.
A retirada, argumentam muitos críticos, pode permitir ao grupo ‘jihadista’ reagrupar-se e recuperar o território que tinha perdido.

fonte: jornaldeangola






Guiné-Bissau: Primeiro-ministro fala em "ameaças sérias" à estabilização do país

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O primeiro-ministro guineense aponta a realização de manifestações não autorizadas como uma das "ameaças" à estabilização do país, após a morte de um cidadão em protesto. Comité de sanções da ONU vai avaliar situação.
fonte: DW Africa
Aristides Gomes, primeiro-ministro da Guiné-Bissau
Aristides Gomes, primeiro-ministro da Guiné-Bissau
Na Guiné-Bissau, o primeiro-ministro Aristides Gomes disse este domingo (27.10) que há "ameaças sérias" para a estabilização do país e criticou a posição do Presidente da República, José Mário Vaz, que acusa o Governo de não servir os interesses do país.
"Estamos face a ameaças muito sérias para a estabilização do nosso país. Temos dois fatores que concorrem para o objetivo que seria parar o processo conducente à realização das eleições" presidenciais, marcadas para 24 de novembro, afirmou Gomes, que falava em conferência de imprensa na sua residência oficial, em Bissau.
O chefe do Governo guineense apontou como primeira "ameaça" o alegado áudio do candidato às presidenciais Umaro Sissoco Embaló, que o levou a denunciar uma tentativa de golpe de Estado.
Neste áudio, segundo Aristides Gomes, há palavras chaves, nomeadamente "golpe de Estado" e "prisão do primeiro-ministro e membros do Governo".
Manifestações não autorizadas
O segundo fator, de acordo com o primeiro-ministro, é a tentativa de realizar manifestações não autorizadas para que o vandalismo tenha lugar. No último sábado (26.10), um protesto não autorizado pelo Ministério do Interior e disperso pelas forças de segurança resultou em dois feridos e um morto.
No entanto, o Governo afirma que o manifestante não morreu no local, nem devido a confrontos físicos com as forças de segurança.
Proteste in Guinea Bissau Protesto de sábado (26.10) foi marcado pela repressão policial
"O objetivo é criar uma situação sombria para o país para justificar a interrupção do processo para a realização de eleições", salientou. "Por isso, é que o Presidente, como alguém que está implicado diretamente neste processo, nesta ação sombria, tem um discurso, uma narrativa, que precipita a criação dessa situação sombria", frisou Aristides Gomes.
"Governo não está a servir os interesses do país"
Ainda no sábado, o Presidente José Mário Vaz disse que a repressão do protesto agrava a discórdia e as desconfianças sobre o processo eleitoral e que o Governo não está a servir os interesses do país.
Entretanto, Aristides Gomes disse que o Presidente "não permite ao Governo explicar-se, não permite ao Governo fazer inquérito, nem sequer pede que um inquérito seja realizado, e decide imediatamente que tudo é da responsabilidade do Governo".
 Aristides Gomes und José Mário Vaz Guinea-Bissau Primeiro-ministro ao lado do Presdiente José Mário Vaz (dir.)
"Horas depois de ter feito uma reunião com os atores que quiseram fazer uma manifestação sem autorização, que estavam a violar a lei, o Presidente faz uma reunião com eles e logo a seguir faz uma declaração a culpar o Governo sem que um inquérito tenha tido lugar", acrescentou.
Para Aristides Gomes, há uma "estratégia previamente concebida e há um julgamento sumário em que o Governo deveria ser executado" sem ser ouvido. "Estas circunstâncias são gravíssimas e nunca as vimos na história da democracia do país", salientou.
O primeiro-ministro garantiu que o Governo está vigilante em "relação à estratégia de demolição, à estratégia de criar uma zona sombria para o país, às ações para organizar uma destruição pensada das coisas".
Inquérito
Os organizadores do protesto de sábado pediram à Procuradoria-Geral da República (PGR) e às Nações Unidas a abertura de um inquérito para investigar a morte do manifestante.
O presidente do comité de sanções para a Guiné-Bissau do Conselho de Segurança das Nações Unidas chegou este domnigo (27.10) a Bissau para avaliar a situação política no país.
Em comunicado enviado à imprensa, a Missão Integrada da ONU para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS) refere que o embaixador Anatólio Ndong Mba vai permanecer no país até quarta-feira.

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Angola prepara admissão de mais quadros na União Africana

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O Ministério das Relações Exteriores está a preparar uma estratégia para a inserção de mais quadros angolanos nas estruturas da União Africana (UA), com sede em Addis-Abeba, Etiópia.

  Francisco da Cruz tem feito contactos para a identificação de oportunidades para nacionais
Fotografia: Santos Pedro| Edições Novembro

Para o efeito, a Embaixada de Angola na Etiópia e a Representação Permanente junto da UA e Comissão Económica das Nações Unidas para África está a trabalhar junto da Comissão da União Africana para reverter a situação actual da “incipiente presença” de quadros nacionais nas estruturas da organização.
O assunto foi analisado, no sábado, em Addis Abeba, num encontro entre o embaixador de Angola na Etiópia e representante permanente junto da UA, Francisco da Cruz, e funcionários angolanos na organização continental.
De acordo com uma nota dos Serviços de Imprensa da Embaixada de Angola na União Africana, os participantes trocaram impressões sobre uma melhor estratégia de inserção de quadros nacionais alinhada ao estatuto de Angola como um dos seis maiores contribuintes para a organização continental e Fundo de Paz.
Nas contribuições estatutárias, Angola vem a seguir à Argélia, Egipto, Nigéria, África do Sul e Marrocos, entre os 55 Estados- membros da UA, posição que não se reflecte no preenchimento das 39 vagas a que tem direito, ocupando pouco mais de 10 por cento, o que preocupa as autoridades, nomeadamente o Ministério das Relações Exteriores.
Na reunião, que aconteceu seis meses depois de outra com o mesmo objectivo, Francisco da Cruz prestou uma informação sobre os contactos mantidos com responsáveis da UA para a identificação de oportunidades, visando a admissão de quadros angolanos.
O embaixador exprimiu esta inquietação por duas ocasiões ao vice-presidente da Comissão da União Africana, Kwesi Quartey, e, mais recentemente, a 21 de Outubro, ao comissário para a Paz e Segurança, Smail Chergui, na sequência de uma outra similar, ocorrida em Maio. Em todas as ocasiões, o diplomata solicitou a devida transparência no processo de recrutamento.
Para o orçamento de 2019, Angola contribuiu com 27,6 milhões de dólares, sendo 5,2 milhões para o Fundo de Paz.  


fonte: jornaldeangola

Moçambique: Filipe Nyusi reeleito Presidente com 73% dos votos, oposição alega fraude

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O Presidente moçambicano foi reeleito à primeira volta para um segundo mandato com 73% dos votos, anunciou hoje a Comissão Nacional de Eleições, ao revelar os resultados oficiais da votação de 15 de outubro.
fonte: DW Africa
Wahlen in Mosambik (Getty Images/AFP/G. Guercia)
O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi.

O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, foi reeleito à primeira volta para um segundo mandato, com 73% dos votos, anunciou neste domingo (27.10) a Comissão Nacional de Eleições (CNE), na divulgação dos resultados oficiais da votação de 15 de outubro.
Filipe Nyusi foi candidato da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), partido no poder desde a independência. Em segundo lugar ficou Ossufo Momade, candidato da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), principal partido da oposição, com 21,88%, e em terceiro Daviz Simango, líder da Movimento Democrático de Moçambique (MDM), com 4,38%.
Mário Albino, candidato pela Ação de Movimento Unido para Salvação Integral (AMUSI), obteve 0,73%. A abstenção foi de 49,26%, com o número de votantes a ascender a 6.679.008 de um total de 13.162.321 inscritos, anunciou a CNE.
Os resultados foram anunciados numa cerimónia pública em Maputo, em que Abdul Carimo, presidente da CNE, leu uma por uma as tabelas de resultados de cada círculo eleitoral relativas a cada eleição - presidenciais, legislativas e provinciais.
"Resultados de há cinco anos"
Armando Guebuza und Filipe Nyusi Treff des Zentralkomitees von FRELIMO (DW/Leonel Matias) Filipe Nyusi e Armando Guebuza há cinco anos
Com os resultados de hoje, Filipe Nyusi viu reforçado os resultados de há cinco anos. Na altura, quando que se candidatou para suceder a Armando Guebuza, Nyusi teve 57,03% dos votos e o seu principal opositor, Afonso Dhlakama, antigo líder da Renamo (falecido em maio de 2018), recolheu 36,61%, cabendo 6,36% dos votos a Daviz Simango, do MDM.
Nestas eleições, Nyusi e a FRELIMO venceram com maioria absoluta nas três eleições em todos os círculos eleitorais - 11 no país, mais dois no estrangeiro (África e Resto do Mundo).
No parlamento, a FRELIMO reforça a maioria e vai passar a ter mais de dois terços dos lugares, cabendo-lhe 184 dos 250 deputados, ou seja, 73,6% dos lugares, restando 60 (24%) para a Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO) e seis assentos (2,4%) para o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), anunciou a CNE.
A FRELIMO consegue mais 40 deputados que há cinco anos, a RENAMO perde 29 e o MDM perde 11.
A maioria de dois terços é requerida para aprovar alterações à Constituição, para matérias referentes ao estatuto da oposição, para a eleição do Provedor de Justiça e ainda para acionar ações penais contra o Presidente da República ou impedir vetos presidenciais a leis reexaminadas, lê-se na própria lei fundamental.
A FRELIMO conseguiu ainda vencer com maioria absoluta cada uma das eleições para as assembleias provinciais, onde, pela primeira vez, o governador é eleito em vez de ser nomeado pelo poder central. Em 2014, a RENAMO tinha conseguido conquistar a maioria dos lugares em três das 10 assembleias provinciais do país, na Zambézia, Tete e Sofala.
"Fraude generalizada"
Mosambik Quelimane Wahlergebnisse (DW/M. Mueia) Membro da CNE em Moçambique durante as eleições
Os resultados não foram aceites pelos partidos da oposição no Parlamento, RENAMO e MDM, alegando fraude generalizada. Ambas as forças políticas anunciaram através dos seus órgãos, já há vários dias, repúdio pela forma como decorreu o processo eleitoral e os seus representantes na CNE, bem como alguns membros da sociedade civil, votaram contra o apuramento final.
Os resultados foram aprovados com nove votos a favor e oito contra na reunião de sexta-feira da CNE. Os resultados deverão agora ser enviados para validação do Conselho Constitucional.
A marcação da data de investidura dos candidatos eleitos para deputados da Assembleia da República e membros das assembleias provinciais deve acontecer até 15 dias após a publicação em Boletim da República dos resultados do apuramento, lê-se no calendário oficial.
Até oito dias após a investidura do novo Parlamento, cabe ao Conselho Constitucional marcar a data exata da tomada de posse do Presidente da República.
A realização das eleições presidenciais, parlamentares e provinciais deveria servir para consolidar o acordo de paz assinado em agosto por Nyusi e Momade, o terceiro desde o final da guerra civil, que aconteceu entre 1977 e 1992 e deixou um milhão de mortos.
Há temor, no entanto, que o estado de conflito seja retomado, após a recusa da RENAMO de aceitar os resultados, os classificando como a "maior fraude jamais vista em Moçambique e no mundo".

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