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BAMAKO E IYAD ENGAJADOS NA MESMA LUTA CONTRA EIGS NO MALI: Cuidado com o efeito bumerangue!

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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Gâmbia: Investidores turcos querem explorar potencialidades em investimentos na Gâmbia.

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Uma delegação de alto-nível de investidores turco chegou nesta segunda-feira, em Banjul, para uma longa visita de dois dias, a convite do embaixador turco na Gâmbia, HE Ergin Soner, visando a busca de oportunidades e maneiras de investir na Gâmbia. 

Pode-se recordar que, durante a visita de Estado histórico a Turquia no início deste ano, Sua Excelência Sheikh Professor Alhaji Dr. Yahya AJJ Jammeh, Nasirul Deen Babili Mansa estendeu o convite aos membros da comunidade de negócios da nação trans-continental para explorar as vastas oportunidades na Gâmbia. Desde então, o número de investidores turcos que visitam Banjul tem aumentado significativamente. 

A visita à Gâmbia do proprietário e presidente do Conselho da Companhia de Construção Kuanta, Sr. Bulent Kilincarslan que está em consonância com esse quadro. Sua Empresa Kaunta faz muitos projetos de construção, mas a sua principal área de atuação é a construção do aeroporto. A Companhia também mexe com aviação, com jatos e ambulâncias aéreas. 

Devido ao reconhecimento internacional da empresa, ele foi premiado com muitos contratos para a construção de aeroportos em diferentes países. O último aeroporto construído pela empresa foi na Tanzânia, e agora uma outra construção de um aeroporto está em curso na Uganda. 

Durante os seus compromissos no país, o maior investidor HE foi acompanhado em reuniões por  Embaixador Soner, com Autoridades da Gâmbi: o secretário de Gabinete, Noah Touray; ministro dos Transportes, Obras e Infra-estrutura, Ousman Badjie; Ministro do Comércio, Integração Regional e Emprego, Abdou Jobe; o Secretário Permanente do Ministério das Finanças e Assuntos Económicos, Abdoulie Jallow; o diretor-geral da Aviação Civil (GCAA) da Gâmbia, Abdoulie Jammeh; e o diretor em exercício de gestão da International Airlines (GIA) of Gambia, Ebrima Sallah. 

Nos encontros, o embaixador turco deu a entender que com base nas instruções de Sua Excelência, o Presidente da República da Gâmbia, que ele precisava encontrar a pessoa certa e a companhia certa para a construção de um segundo aeroporto "moderno" na Gâmbia, e ele não podia encontrar alguém melhor do que o Sr. Bulent Kilincarslan e sua Construtora Kuanta. Neste sentido, ele expressou sua gratidão ao Kuanta por honrar o convite. 

O embaixador destacou o interesse de Kuanta na construção de um segundo aeroporto moderno para a Gâmbia, dando referência à visita do Sr. Kilincarslan à Gâmbia sendo sua segunda vez em apenas seis meses. Ele também observou que a empresa tem interesse em alguns dos projectos em curso do actual aeroporto; por exemplo, o projeto complexo para Carga. 

Tanto o diplomata e o investidor em visita disseram que Kuanta é uma empresa global poderosa que está pronto para fornecer financiamento para a construção do segundo aeroporto moderno. Sublinharam a necessidade relevantes das autoridades da Gâmbia para fornecer uma garantia estatal em um MOU de pelo menos uma ou duas páginas para o arranque do processo de construção. A empresa só está à espera de luz verde das autoridades da Gâmbia para iniciar estudos de viabilidade. 

H.E. Soner reiterou seu desejo de ter mais negócios e maior assistência técnica entre a Turquia e a Gâmbia. Em vista disso, ele expressou seu desejo de atrair investidores turcos para o país. Ele citou as negociações em curso das autoridades com a Turkish Airlines com voos diretos a partir de Istambul para Banjul, que segundo ele, iriam ajudar a estourar o fluxo de turistas ricos da Turquia para Gâmbia. Mas ele foi rápido em acrescentar que a formação de equipes para um aeroporto moderno, novos hotéis à beira-mar e boa infra-estrutura que leva estes turistas a hotéis seria muito útil para o desenvolvimento do setor de turismo no país. 

Sr. Kilincarslan também trocou idéias com as autoridades competentes da GCAA que diz respeito à possibilidade de criação de escola de aviação, escola de formação, a ligação do novo aeroporto moderno a ser construído com o antigo, cabides de manutenção de aeronaves, plano de seguro / contingência etc.

Enquanto Embaixador Soner e Sr. Kilincarslan espera um feedback rápido sobre aspectos técnicos envolvidos, ambos manifestaram o seu apreço e gratidão a todos aqueles que os receberam. De acordo com eles, eles não foram só recebidos calorosamente, mas também foram encorajados por aqueles que os receberam em seus escritórios. 


# Daily Observer

Seis militares perdoados por tentativa de golpe de Estado na Guiné-Bissau.

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Presidente da República guineense indultou seis militares detidos em 2012, depois do chamado "caso 21 de outubro", acusados de um ataque ao regime saído do golpe de Estado de 12 de abril do mesmo ano.


Seis militares, incluindo o Capitão do Exército Pansau Intchama, condenados a vários anos de prisão pelo Tribunal Militar Superior da Guiné-Bissau, por terem alegadamente atentado contra o regime saído do golpe militar de abril de 2012, viram nesta terça-feira (30.09) indultadas as suas penas pelo Presidente da República.
Através de um decreto presidencial, José Mário Vaz justifica a decisão, que classifica como “um gesto de encorajamento ao perdão”, com “o início do processo de reconciliação no seio da sociedade guineense em geral e, em particular, da classe castrense, em prol da edificação de uma força e segurança republicanas, ao serviço do Estado de Direito Democrático”.

De acordo com o diretor de gabinete do Chefe de Estado guineense, Octávio Lopes, “este primeiro indulto refere-se a esse caso, mas é intenção do Presidente da República, por ocasião das festividades de dezembro, proceder a um novo indulto, abrangendo civis”.
José Mário Vaz, Presidente da República da Guiné-Bissau
“É um resgate do ensino de Cabral, segundo o qual o Homem pode, a todo o momento, recuperar e tornar-se útil à sociedade”, acrescentou o diretor do gabinete do Presidente da República.

Perdão por um assalto falhado
A 21 de Outubro de 2012, um grupo de homens armados tentou tomar de assalto o Regimento de Para-Comandos em Bissau, durante a madrugada. O assalto terá falhado e os homens puseram-se em fuga, contabilizando-se seis mortos no local.

O ataque ao quartel e a detenção de Pansau Intchama elevaram a tensão no seio da classe castrense que conquistou o poder na Guiné-Bissau através de um golpe de Estado a 12 de abril.

Militares receavam que estivesse em curso uma “caça às bruxas” com contornos étnicos e políticos. Mais tarde, Pansau Intchama e os restantes militares foram julgados e condenados, apesar das várias vozes que clamavam que tudo não passava de uma invenção das chefias militares, autoras do golpe que destituiu do poder as autoridades eleitas.
O analista político Fafaly Kwdawo não entende porque é que o Presidente começou por este caso especifico, sublinhando que “a reconciliação nacional na Guiné-Bissau não se limita a um golpe de Estado”.

“Há muitos casos que foram protagonizados no país e que ainda requerem tratamento. Podemos colocar a questão: porquê começar justamente por este caso?”, questiona.
Uma "filosofia global" para a reconciliação

Na opinião de Kwdawo, é urgente que os órgãos de soberania do país tenham uma visão concertada da reconciliação nacional, o que ainda não existe. “É urgente que a sociedade civil seja levada em conta”, diz o analista, frisando que “esta iniciativa do Presidente não aparece enquadrada numa política global”.

A iniciativa, afirma ainda Fafaly Kwdawo, “aparece solta” e, por isso, “é preciso que o Presidente defina agora publicamente qual é a sua filosofia global da reconciliação nacional”.

Entre as pessoas indultadas pelo Presidente da República estão o Tenente Coronel na reserva Braima Djedjo, o 2º Sargento João Entchem Sambú, o Furriel Paulino Djata, o desmobilizado Gicol Biague e o civil Damiano Djata, todos condenados no âmbito do mesmo processo no Tribunal Militar Superior da Guiné-Bissau.

A captura de Pansau Intchama resultou em quatro mortes em Bolama. Os quatro civis foram forçados a indicar o esconderijo de Intchama.
# dw.de

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Governança melhora, mas lentamente em países da África, mostra pesquisa Ibrahim.

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Presidente da Fundação Mo Ibrahim, Sr. Mo Ibrahim, com o ex-presidente Moçambique Joaquim Chissano. FOTO | Mo Ibrahim FOUNDATION. 

LONDRES (Reuters) - A melhora na governança dos países africanos evolui a um ritmo mais lento e os avanços econômicos têm contribuído menos para esse progresso, mostrou o Índice Ibrahim de Governança Africana divulgado nesta segunda-feira.
A mais completa sondagem do tipo no continente, o Índice Ibrahim ranqueia 52 países africanos em relação a critérios como segurança, corrupção, estabilidade econômica, leis justas, eleições livres, direitos humanos, infraestrutura, pobreza, saúde e educação.
Ilhas Maurícias manteve na liderança, seguido por Cabo Verde, Botsuana, África do Sul e Seichelles, mas cada um desses países registrou uma deteriora em alguns aspectos, disse Mo Ibrahim, fundador da Fundação Ibrahim e um destacado executivo sudanês.
"Mesmo entre nossos melhores países, os cinco melhores colocados, enquanto continuam a melhorar no geral, escorregam-se em certas categorias", disse ele em uma entrevista à imprensa em Londres.
Tanto a África do Sul --a segunda maior economia do continente-- como Maurícias apresentaram uma piora na segurança e garantia da lei, enquanto Botsuana registrou uma queda nas oportunidades de desenvolvimento econômico.
No geral, o índice --publicado pela primeira vez em 2007 baseado em dados de mais de 30 instituições independentes africanas e globais-- mostrou um avanço de 0,9 por cento nos últimos cinco anos, após um crescimento de 1,2 por cento entre 2005 e 2009.
O relatório mostrou que o fator por trás dos ganhos desde 2009 foi a categoria Participação e Direitos Humanos, que inclui eleições livres e justas, igualdade de gênero e liberdade de expressão.
Nos cinco anos anteriores, o impulso era proveniente de oportunidades econômicas sustentáveis, incluindo uma política fiscal favorável, infraestrutura e ambiente de negócios.
A Somália ficou mais uma vez em último lugar na tabela, logo abaixo de República Centro-Africana, Eritreia, Chade e Guiné-Bissau.
Enquanto isso a Nigéria, maior economia africana, observou uma piora na garantia da lei desde 2009, assim como um recuo na segurança nacional e queda abrupta na segurança pessoal, ficando na 37º do ranking de 52 países.
(Reportagem de Karin Strohecker)

Discurso: Do Primeiro Ministro da Guiné-Bissau - Domingos Simões Pereira na ONU.

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Acompanhe: AQUI.


# Rádio ONU

Vídeo: Primeiro-ministro da Guiné-Bissau fala à Radio ONU.

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Acesse o LINK e assista o vídeo: Vídeo


# Rádio ONU

domingo, 28 de setembro de 2014

A Francofonia confrontada com caça da cabeça para sucessão de Abdou Diouf - ex-presidente do Senegal.

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Abdou Diouf, secrétaire général de la Francophonie, le 10 septembre 2014 à Paris.
Abdou Diouf, Secretário-Geral da Francofonia, em 10 de setembro de 2014, em Paris. © AFP

Depois de 12 anos sob a liderança do ex-presidente senegalês Abdou Diouf, a Organização Internacional da Francofonia (OIF) é confrontada com o enigma para sua sucessão no final de novembro em Dakar, para aqueles candidatos que podem ser contados nos dedos de uma mão. 
"Precisamos de alguém que seja ao mesmo tempo o secretário geral", diz uma fonte próxima da organização, que tem cerca de sessenta membros e 20 observadores para 220 milhões de locutores em todo o mundo. 
Às vezes criticado por sua falta de peso, a OIF está num ponto de viragem. "Depois de - Diouf é crucial acompanhar para onde vai OIF, ver o que dele vai vir", disse um diplomata, ressaltando o carisma de Sr. Diouf, que terminou confuso com a função. O perfil desejado é de um ex-chefe de Estado que seja"ouvido" por seus ex-colegas, mas os diplomatas e homens políticos têm apontado o objectivo para o declínio: nenhum candidato corresponde! 
A França, que ainda não tomou uma posição, esperava mesmo o surgimento de um candidato da sociedade civil. "Cantor, escritor, artista ... Por que não? Essa regra de um ex-chefe de Estado não está esculpida em uma pedra", disse uma fonte de Quai d'Orsay. 

Michaelle Jean, à frente 

A canadense Michaelle Jean parece ter uma vantagem sobre seus quatro rivais. Governador Geral do seu país em 2005-2010 e enviado especial da UNESCO para o Haiti, esta ex-jornalista de 57 anos conhece tão bem a casa, uma vez que foi a grande testemunha da Francofonia para Jogos Olímpicos de Londres em 2012 e do funcionamento das grandes organizações globais. 

Ela também tem a vantagem de ser do Sul com origem haitiana, enquanto é apoiada por um dos maiores provedores de OIF, o Canadá (mas também as suas províncias de Quebec e New Brunswick, como membros plenos ). 
Sra. Jean quer criar "uma estratégia económica para a Francofonia". "Nós não podemos pensar em desarmar a crise (...) se não pensamos também no desenvolvimento", diz ela, ressaltando a importância da educação, "arma de construção em massa." 
Outra vantagem, uma mulher poderia dar a OIF imagem mais dinâmica. No entanto, sua candidatura enfrenta um grande obstáculo: ela não é Africana. 

"Derrota Diplomática Africana"? 
Uma regra não escrita quer que o Secretário-Geral seja uma pessoa sulista --Alguns ainda acreditam que ele deve permanecer a cargo de um Africano - enquanto que muitos cargos de chefia são ocupados por nortistas. 

Sra. Jean está consciente e não hesita em mencionar suas raízes haitianas e a escravidão: ". ela é recebida como uma irmã, como filha de África" Uma fonte diplomática do continente negro, enfatiza: "A secretária-geral não-Africana poderia ser vista como uma derrota diplomática Africana. Além disso seria uma perturbação geopolítica da instituição."


O Gabonês Jean Ping, ex-presidente da Comissão da União Africana e diplomata reconhecido, que apresenta um perfil perfeito, mas acredita-se que ele tem ambições presidenciais no seu país e ele recusou essas abordagens. 


Mediador Africano estima que em África, o ex-presidente do Burundi, Pierre Buyoya (1987-1993, 1996-2003) deve ser barrado, exceto uma surpresa, porque no passado deu um golpe de Estado no seu país, isso parece condenar a sua candidatura e levá-lo ao fracasso. 


Entretanto, o ex-primeiro-ministro de Maurícias Jean-Claude De Lestrac, Secretário-Geral da Comissão do Oceano Índico, poderia ter sucesso no jogo. Países africanos concordaram em traçar um tratado sob Buyoya, mas não em uma candidatura africana. "De Lestrac está à cabeça da lista", confidenciou uma fonte Africana. 


O escritor congolês Henri Lopes, já candidato ao posto no passado, joga no mesmo registo, mas sua idade, 77 anos, e seus postos ministeriais sob presidência de Sassou Nguesso. Ele é atualmente o embaixador do Congo em Paris. 


O quinto e último candidato, a da Guiné Equatorial, Agustin Nze Nfumu parece não ter nenhuma chance. Mas a Guiné, em grande parte de língua espanhola pode ser o meio a pesar de seus petrodólares pesarem enquanto OIF enfrenta déficit financeiro. 
Na cimeira de Dakar no final de novembro, os chefes de Estado vão decidir na câmera. Atrás de portas fechadas, as regras não escritas poderão ser adaptadas. Ou não.

(AFP) 


Combate ao ébola tem mais dinheiro.

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Fotografia: AFP

O Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou sexta-feira uma entrega adicional de 130 milhões de dólares para a Guiné Conacri, Libéria e Serra Leoa, os três países mais afectados pelo vírus ébola.


O financiamento, solicitado pelos governos dos três países, vai ser imediatamente disponibilizado: 41 milhões para a Guiné Conacri, 49 milhões para a Libéria e 40 milhões para a Serra Leoa.
Esta é a pior epidemia de ébola de que se tem notícia e desde Dezembro de 2013 deixou quase três mil mortos na África Ocidental.
“O surto de ébola nesses países já custou um grande número de vidas\", disse a directora-geral do FMI, Christine Lagarde, citada num comunicado.
“O FMI está a trabalhar com força com as autoridades dos países afectados e os seus parceiros para garantir que este surto esteja rapidamente sob controlo e para ajudar os esforços subsequentes para reconstruir a economia\", sublinha o texto.
Com a epidemia fora de controlo, as projecções preliminares do FMI apontam uma queda do crescimento entre três e 3,5 por cento na Libéria e na Serra Leoa, e de cerca de 1,5 por cento na Guiné Conacri.
O Banco Mundial elevou quinta-feira a sua ajuda de emergência de 170 para 400 milhões de dólares para combater o ébola. A instituição diz que o seu esforço dirige-se ao aumento do número de trabalhadores do sector da saúde em campo e para comprar medicamentos para os pacientes nos países mais atingidos.

Dados recentes


A Organização Mundial da Saúde informou sexta-feira que já são 3.083 os mortos pelo vírus ébola na Guiné Conacri, Libéria e Serra Leoa, que enfrentam uma epidemia da doença. Nos três países, situados na África Ocidental, 6.553 pessoas foram infectadas. A Libéria concentra o maior número de mortes, 1.830.
A Nigéria e o Senegal tiveram casos importados da Libéria, da Guiné Conacri e da Serra Leoa. Na Nigéria, foram registados 20 casos e oito mortes. O Senegal teve um registo do ébola.
Na República Democrática do Congo, onde os casos da doença não têm relação com os de outros países, houve 70 registos da doença, com 42 mortes.
Não existe uma vacina ou tratamento específico homologado contra o ébola. Porém, em Janeiro, uma vacina experimental contra a doença é testada. Além disso, a OMS autorizou este mês que os países afectados usem terapias experimentais.
# jornaldeangola.com

sábado, 27 de setembro de 2014

Na Guiné-Bissau prevenção contra o ébola é a palavra de ordem.

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Está a decorrer desde a última segunda feira (22.09), uma campanha de comunicação e prevenção do ébola, cujos dinamizadores são associações de base nas zonas da intervenção da ong Ação para o Desenvolvimento(AD).

Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, numa ação de limpeza no âmbito da campanha contra o ébola.

A estratégia baseada na ação participativa, visa consciencializar as populações sobre as medidas preventivas adequadas contra o virus do ébola, tendo em conta as ações da Ação para o Desenvolvimento (AD), na melhoria das condições de vida das comunidades, sobretudo das zonas rurais.
Neste sentido o coordenador da referida campanha, José Filipe Fonseca, disse que a ong AD não podia ficar indiferente perante uma situação de urgência nacional: "Vimos as condições em que o ébola se propaga, pensamos que nos devemos preparar para uma eventualidade."
E por isso Fonseca diz que "a AD, que já tem experiência com o surto, uma tradição de intervenção e trabalha com grupos de base, tudo isso leva-nos a pensar que nos encontramos numa boa posição para dar um contributo valioso."
Buruntuma, fronteira com a Guiné Conacri, um dos países mais afetados pelo ébola
Difundir formas de prevenção
Para que a campanha de prevenção do Ébola tenha efeitos multiplicadores, José Filipe Fonseca descreveu quatro componentes da estratégia de comunicação. "Com as 32 rádios e quatro televisões comunitárias, o teatro, a cooperativa cultural "Os Fidalgos", músicos, os meios eletrónicos, temos o nosso site, temos o Facebook, e temos os boletins escritos, e há formação para os jornalistas."
E não é tudo, Fonseca faz saber por outro lado que "depois há a segunda componente que é a formação de grupos. São 127 agrupamentos com os quais trabalhamos, também com 25 escolas de verificação ambiental, com cinco centros de saúde e 15 unidades de saúde básica. Trabalhamos ainda com três jardins-escola e dois centros de formação profissional."
O coordenador da AD acredita que com "toda essa gente bem formada possamos entrar numa situação de comunicação inter-pessoal e criar efeitos multiplicadores, para que a maior parte das pessoas nas áreas em que atua saiba do que se trata e como previnir o virus do ébola."
Residentes de Bissau também estiveram envolvidos na limpeza da sua cidade
População de mangas arregaçadas
A DW África ouviu a opinião de dois moradores do bairro de Quelélé, um dos mais populosos da cidade de Bissau e onde a AD intervém desde 1991.
Uma mulher destaca o papel da comunidade nesta ação: "Penso que a intervenção é uma tarefa de todos nós, porque o Governo, por si só, não pode fazer face a este flagelo. Todos devemos meter mãos à obra para combater o ébola através nomeadamente da limpeza, porque no bairro de Quelélé a maior parte da população não tem acesso à água potável e tem de recorrer aos poços tradicionais."
E outra das entrevistadas diz que só está à espera de material para pôr mãos à obra: "Nós é que seremos as principais vítimas de qualquer doença e por isso penso que é bom por exemplo utilizar a lixivia para desinfetar a água, os legumes, limpar as nossas ruas e casas. Só assim haverá higiéne e desta forma menos riscos para contrairmos doenças do tipo ébola."
A campanha de comunicação e prevenção contra o ébola termina em agosto de 2015.
# dw.de

Disputa da fronteira marítima (Gana e Costa do Marfim): Abidjan solicita de sua parte uma arbitragem internacional

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Bruno Koné, porte-parole du gouvernement ivoirien, le 11 août 2014 à Abidjan.
Bruno Kone, porta-voz do governo da Costa do Marfim, 11 de agosto de 2014 em Abidjan. © AFP

A Costa do Marfim decidiu "por sua vez" queixar-se a um tribunal internacional, após a "decisão unilateral" de Gana, perante esta mesma juridição para o regulamento de uma disputa marítima entre os dois países produtores de petróleo, informações a partir de fontes oficiais em Abidjan. 
"A Costa do Marfim observou que as mais altas autoridades dos dois países teriam, até a decisão unilateral de Gana, feito a escolha de resolver a questão da delimitação da fronteira marítima através da promoção do diálogo e da cooperação", sublinhou um comunicado do governo da Costa do Marfim, enviado à AFP. 

"A Costa do Marfim", por sua vez, decidiu hoje reclamar e recorrer aos tribunais internacionais competentes sobre o assunto", disse o comunicado, desejando "uma solução definitiva para esta importante questão." 
Na quinta-feira em Accra ela anunciou que está entrando nos tribunais internacionais para uma disputa sobre a fronteira marítima que atravessa uma offshore de petróleo que ambos os países querem explorar, mas sua localização exata está sendo questionada. 

A denúncia do Gana 
Depois de meses de negociações infrutíferas, Gana decidiu apresentar queixa contra o seu vizinho no âmbito da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, disse o Procurador Geral Marietta Brew Appiah-Oppong, que, no entanto, não especificou em qual o tribunal da ONU.

Vizinhos e "gêmeos" por geografia, do urbanismo e agricultura (são os maiores produtores mundiais de cacau), Gana e Costa do Marfim são também produtores de petróleo. A Costa do Marfim produz atualmente 40 mil barris por dia. Pequeno produtor, o país incentiva empresas petrolíferas para explorar em suas águas, na esperança de que elas vão encontrar essas reservas nas proximidades do país vizinho, o maior encontrado na costa de Gana. 
Gana, vizinho oriental da Costa do Marfim, lançou-se desde 2010 na produção de petróleo em larga escala a partir de campos offshore, considerados uma das mais importantes descobertas na África Ocidental ao longo de dez anos e realizado pela gigante russa Lukoil e sua parceira americana Vanco. 

(AFP) 


Suécia oferece $ 1.65 milhões para impulsionar a guerra anti-enxerto na África Oriental.

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Embaixador sueco para o Quênia Johan Borgstam (à esquerda) com o presidente da Associação das Autoridades Leste Africana de Combate à Corrupção, Mumo Matemu à (direita) e o secretário-geral da EAAACA,  Rukia Nambozo na Embaixada da Suécia em 26 de setembro de 2014, em Nairobi. A luta contra a corrupção na região recebeu um impulso depois que o Governo sueco doou 1.650 milhões dólares. JEFF ANGOTE | GRUPO Nation Media

A luta contra a corrupção na África Oriental recebeu um impulso depois que o Governo sueco doou 1,65 milhões dólares. 

Os recursos, que serão distribuídos ao longo de um período de três anos, serão orientados para a melhoria da capacidade de comissões anti-corrupção no Quênia, Tanzânia, Uganda, Ruanda, Sudão do Sul, Etiópia, Burundi e Djibuti. 

O dinheiro, sob os cuidados da Associação das Autoridades da Africa Oriental contra à Corrupção  (EAAACA), também será usada para facilitar a investigação, a harmonização de leis e políticas anti-corrupção na região, e melhorar a capacidade do EAAACA cujo secretariado está localizado em Kampala. 

O embaixador sueco para o Quénia, o Sr. Johan Borgstam, foi recebido pelo Sr. Mumo Matemu, o presidente da EAAACA e pela Sra. Rukia Nambozo, a secretária-geral da Embaixada da Suécia, nesta sexta-feira, em Nairobi, para a assinatura do acordo de cooperação. 

"Tomamos conhecimento dos efeitos da corrupção sobre as economias da região. Por isso, estamos otimistas de que este apoio vai dar o impulso necessário para permitir que a organização continue o seu mandato de combate à corrupção na região ", disse Borgstam. 

Assistência técnica 

Em 2013 o índice de Suborno na Africa Oriental, constatado em cinco estados da Comunidade Leste Africana, classificou Ruanda como o país menos corrupto, com Uganda assumir a liderança. 

Além disso, as autoridades locais e a polícia de Ruanda, Quênia, Uganda, Tanzânia e o Judiciário no Burundi foram classificados em receber a maior quota de subornos. 

"A corrupção é uma ameaça à vida e segurança. Nossa principal estratégia é trabalhar com os cidadãos da região para pressionar por tolerância zero contra a corrupção. Trabalharemos também com os jovens de perto para sensibilizá-los de que acabar com a corrupção é responsabilidade de todos ", disse Matemu, que também salientou que a Ética e Anti-Corrupção são da Autoridade do presidente do Quênia. 

EAAACA, que foi fundado em 2007, vai passar a realizar uma assembleia geral anual em Nairobi a partir de novembro de 17-20. 


O corpo anti-enxerto regional, fornece uma plataforma para as autoridades nacionais para o combate à corrupção para compartilhar informações, melhores práticas, oferecer um ao outro assistência jurídica e técnica mútua entre outros, na prevenção e no combate à corrupção.

# africareview.com

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

ARTIGO DE OPINIÃO: TRÊS SINAIS DE ALERTA-AMARELO, NA TRANSPARÊNCIA.

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Primeiro – Na verdade chegaram ao cair da noite e partiram pela madrugada, ao que parece os elefantes de que falamos ultimamente só estiveram de passagem no sonho, ou talvez não, porque alguns sentinelas acordados e atentos, garantem que viram alguns sinais, tomando nota dessas pistas com o olfacto apurado e bom ouvido. Pé-ante-pé seguiram elefantes por terras dos nossos antepassados no território nacional, desta vez cautelosos atrás destes guias foram identificando todos os sítios do abate de árvores que estão ainda frescos, tendo os elefantes e a população como testemunhas.
Constataram coisas tristes que falaram alto no fundo do mato para além fronteira, uma realidade vital impossível de silenciar nas gentes daquela região, tratando-se de estados de espirito de aldeões mais velhos, chefes na comunidade cultural e religiosa. Estão revoltados e indignados com o que sofreram diante de suas famílias inteiras, impotentes perante ameaças foram brutalizados e afastados das suas terras por homens estranhos, pagos para executar crimes contra a floresta, cortando troncos de madeira sem o consentimento da comunidade ou aprovação da autoridade local, que simplesmente sem ouvir ninguém, foram devastando o que puderam e enquanto quiseram, uma verdade!
Falamos de mais um crime talvez para “morrer” solteiro num sítio onde parece que ninguém é de ninguém! Mas será que o crime compensa na Guiné-Bissau? Quero dizer mata-se e “esfola-se” à vista de todos, roubam o património do Estado, e simplesmente não há Justiça ou simplesmente “perdoa-se”!?
Penso que não podemos e nem devemos facilitar a criação de uma cultura de - “geração espontânea” - de criminosos sem o rosto visível no banco dos réus!
Mais ainda, porque são “perdoados” por obra da santa caridade, que seja por isso, mas é perigoso! Seria duma negligência excecional sem precedente na relação jurídica e, com influência negativa no futuro, se pensamos em igualdade de direito e deveres entre os cidadãos. Penso que as leis territoriais são para se cumprirem com isenção, com determinação e autonomia dos Tribunais, só.
Nesta falta de tranquilidade e paz de alma nas tabamkas, constatamos dois estados de alma difíceis de reconciliar na floresta devastada ou em devastação ao desmando e sem regras. Onde árvores centenárias e não só, são simplesmente decapitadas pela base, guardadas em silêncio estranho na floresta, à vista de todos e ninguém disse ainda quem são os “tolos” ou de que lado está a razão. São vendidos os troncos na lei da selva pela calada da noite sem ninguém gritar por socorro, será?
Negócios escuros fazem desaparecer toneladas de madeira em contentores carregados por camiões TIR, desaparecem pelas fronteiras terrestres ou ficam no território nacional à espera de seguir viagem de barco, para destinos de quem dá mais dinheiro aos bolsos de alguns “iluminados” corruptos, com esquemas mafiosos dentro e fora do País.
Estamos a falar de valores elevados em qualquer parte do mundo (a madeira exótica), cobiçada nos mercados de qualidade comercial, mas aqui na Guiné-Bissau está a ser vendida em negócio escuro e nada transparente. Uma situação comprometedora para um Estado Democrático que deve cuidar do concidadão e do território nacional. Só que neste negócio de corte de árvores e venda de madeira, não se sabe ainda quem são os compradores e ou vendedores. E ainda, se praticam um preço justo no mercado de exportação internacional! São factos que também ninguém sabe até este momento. Estamos perante irregularidades gritantes e parece que ninguém percebe ou persegue o bandido, prestando ajuda às vítimas de roubos à luz do dia (dy-dya huamdám).
Há que lembrar que quem “rouba” para vender, normalmente vende mais barato no negócio escuro, procura despachar rapidamente todo o material fruto do roubo, tentando fugir ao controlo do Estado através das instituições como o Ministério das Finanças, da Justiça e Alfandega!?
O Povo deve ser informado acerca de determinados assuntos, deve saber pelo menos se as autoridades estão ou não a fazer alguma coisa para travarem esta situação, demonstrando que têm sobre controle todo este processo (o corte indiscriminado de madeira para venda), que já causou danos e muita polémica dentro e fora do Pais!
Há que tornar pública esta matéria dos factos neste processo, i. é, mas sem “ferir” o segredo de Justiça e a deontologia profissional do Ministério Publico, dizendo apenas o suficiente para dispersar manobras associadas à ilegalidade cometidas até aqui, o Povo agradece.
O que seria bom ponto de partida para a materialização de Justiça-Cega (igual para todos) com base na transparência e democratização de medidas justas de combate ao crime. Uma posição que agradará ao Povo, neste novo arranque de mudança de rumo no País. Mais vale tarde do que nunca, estamos perante uma situação exemplar e propícia, para a demonstração de força por parte do Estado, aplicando medidas de Direito e Deveres, para o cidadão nacional e estrangeiro em matéria de crime público no nosso País!
Mas os elefantes desta vez seguiram tristemente outro caminho porque a floresta está perdendo a sua identidade centenária, dando lugar a “gestão” de oportunistas, mafiosos, que nunca herdaram florestas ou propriedade florestal registadas no País, mas hoje dizem-se “donos” de árvores que não plantaram, que nem os tetra-avós o fizeram, mas como assim!?
Que saibamos todos , são árvores da Mãe-natureza, uma dádiva ao Povo Guineense (sublinho), para beneficiarmos da sua sombra, da sua beleza natural e herança cultural neste País-Lindo que nos viu nascer, debaixo da natureza sóbria e “cobiçada” pelo mundo inteiro. Natureza que sempre serviu de refúgio para o Povo recarregar suas energias, absorver sua função terapêutica e o magnetismo vivo deste ambiente de folhas coloridas e fundo verde em sinal de esperança, para o Guineense e os amigos da Guiné-Bissau. Há que preservar e proteger em vez de estragar por ganância selvagem!
Os piratas da madeira - “pica-paus” - cercaram a floresta, eles não resistem às árvores de pé, chegaram trazidos pelo diabo como os bichos-da-madeira infiltrados nas nossas matas. Madrugaram nas tabamkas ameaçando as populações, a seguir avançam para o abate sem receio. Ouvimos o choro das árvores derrubadas e o ranger dos motores de camiões de TIR, carregando madeira. Estes criminosos colados às lâminas das serras são perigosos, são dum sujo do pior que há, não interessam nem ao Menino Jesus! Uma nódoa difícil de limpar no nosso País (a nódoa de lixívia no pano preto), infelizmente é isto na terra, por isso abram os olhos Guineenses, porque a Terra é nossa, daí que somos todos “Sentinelas” (como diria o amigo Didinho)!
Nestas bandas das aldeias a vida sempre começa cedo, mas mais cedo ainda quando acordados na madrugada pelo som estridente de ferramentas do corte de árvores, este barulho é já reconhecido à distância, nos tímpanos de famílias inteiras que se veem impotentes perante semelhante abuso de puder, cometidos sobre o que lhes pertence por direito.
Eis o motivo das nossas lágrimas e porque choram a morte da madeira pau-sangue, byssylôm e outros valores culturais associados às nossas florestas. O Povo pediu socorro sempre que as máquinas se ouviram, somos testemunhas deste abate criminoso, mas ninguém se mexeu a tempo de evitarmos o pior. Até parece não haver quem queira apurar responsabilidades nisto e  punir os perversos deste “negócio-verde”, um autêntico roubo ao património do Estado da Guiné-Bissau e aos agricultores. Mas, creio que haverá Justiça não tarda!
Todo este acto criminoso perturbou a paz de quem passa pela beata-do-sono nas horas de abate, acordaram sempre com medo de sair da cama, preferem ficar mais tempo a sonhar acordados dentro de casa, para evitar o confronto com homens armados de motosserra em punho. É muito triste ver famílias inteiras passarem pelas brasas sem ninguém deitar água na fervura enquanto queima. Hoje já não há desculpas para o Estado, queremos que a Justiça imponha o Direito por linhas tortas, “abata” os crimes cometidos a céu aberto no território nacional.
Os velhos não podem e, viram muito bem as suas madeiras a serem levadas em contentores, os seus direitos negados ou considerados sequer uma hipótese justa e verdadeira. Indignados assistiram a tudo, observaram com nojo inerente estes gananciosos, selvagens do corte de madeira, que atropelavam regras básicas da civilização na relação humana, económica, comercial ou cultural, e até quando?
Esta situação real do presente faz lembrar o antigamente quando escravos foram vendidos e viajaram nos porões dos navios negreiros, arrancados à força das suas terras para seguirem viagem sem volta, para o resto do mundo. Vendidos à força para rentabilizar o fundo dos bolsos dos senhores criminosos da actualidade.
Camaradas, há quem tenha uma fixação perversa e corrupta por madeira exótica da Guiné-Bissau. Antigamente estas árvores eram apreciadas como “torres” de pé, oferecendo suas sombras e toda a beleza natural ao Povo apreciador natural do seu belo País. Hoje alguns “iluminados do crime” mas pobrezinhos de inteligência, preferem ver as nossas florestas decapitadas na sua beleza, sem regras ou normas controladas pelo Estado.
Eles cortam e vendem tudo embalado em contentores, preferem a impotência radical provocada pelo corte de árvores, à beleza exótica da nossa riqueza florestal, mas perguntamos numa só voz, porquê nós ou sempre os mesmos, alguém sabe?
São eles (pica-paus) os perigosos impotentes à solta que, nesta fase da vida, são mandantes dos que estão com motosserra nas mãos. Para eles o dinheiro no bolso é tudo. Já não se excitam com a beleza exótica da natureza florestal da Guiné-Bissau, vendem tudo o que podem, mas temos pena que assim seja, vão ter de parar e mudar de comportamento, acredito, porque se não vamos cortar pela raiz as pernas deste crime nas nossas florestas!
Querem ver troncos de madeira exótica deitados  abaixo, cortados à medida dos contentores feito caixões a caminho da última morada. Vendidos por quem já não tem “dentes”, mantendo só a ilusão de mastigar só o dinheiro fácil num circuito corrupto e perverso, que chegou às florestas do nosso País, basta!
Esses impotentes corruptos do corte são como os tristes “tigres” que perderam as bolinhas a saltar o arrame farpado do circo (local de diversão onde faziam que trabalhavam). Hoje estão como expectadores na plateia, mas revoltados por perderem atracção de outrora.
Hoje só reagem ao cheiro da moeda estrangeira, o odor natural da floresta virgem já não os excita. Preferem o luxo artificial proporcionado pela cor do dinheiro nas suas mãos. Tudo porque já não têm “dentes” e, por isso,  preferem decapitar o que há de belo, em vez de o proteger para dar de comer os olhos dos netos, um futuro de esperança bem melhor do que hoje. Mas só pensam nos benefícios trazidos pelo dinheiro fácil, uma vida de luxo e etc.
Não podemos admitir que todos gostamos igualmente da mesma Mãe. Enfim, sei que somos todos filhos da mesma árvore sem dúvida, mas, alguns de nós entre “irmãos”, parecem mais os filhos da “outra”! Porque são capazes de vender a Mãe sem pestanejar - bó-figa-kanhóta, pica-páus dy Guiné, som pa Yrâms dy Polõm lamta hy kôbra bó-dybydas, bó-fyu mánha, par‘Deus…
Segundo - Falando de chuva torrencial, ela tem caído muito e o cheiro de terra molhada é o odor natural por excelência e inspiração de uma boa colheita para este ano e no futuro. Este perfume da natureza exalado à distância é inconfundível neste tempo de chuva. Quem sabe reconhece de olhos fechados que está na Guiné-Bissau, tomado pelo diagnóstico olfativo, só para quem traz dentro do coração esta memória, o perfume inconfundível da Mãe-terra molhada, faz a diferença, muito embora, alguns estejam já imunes a este cheiro, confundidos e apenas sensíveis ao cheiro de bolor das notas “falsas” da venda de madeira!
Pedimos então, nestas chuvas que o Guineense conheça bem sua força, que lave muito bem lavado os caminhos dum futuro melhor para o nosso País, lave bem: as mágoas; as tristezas; a saturação do Povo; o desemprego; as inquietudes das mães Guineenses; o abuso de poder; o abuso de direito; a desesperança; a corrupção; o roubo; a injustiça; a maldição; a inveja generalizada; a descriminação, o cinismo; a hipocrisia; a falsidade; a mentira; a pobreza; a doença; o analfabetismo; a apropriação indevida; a desonestidade; o clientelismo; as cunhas; a máfia organizada e os mafiosos; os venenos nas mortes criminosas; a desigualdade social; a descriminação sócio-cultural; a falta de respeito pelo próximo; a preguiça, a falta de criatividade e de empreendedorismo  e, por tudo isto, juntos pedimos a Deus que lance uma chuva abençoada a cair sobre a Guiné-Bissau agora e sempre…
Terceiro - O lixo ultimamente levantado melhora a auto-estima da comunidade social, devolve a cara lavada à cidade, sua moral fica enaltecida com este gesto de limpeza oferecido pelas populações a céu aberto nas ruas das cidades e freguesias, o País agradeceu este trabalho voluntário.
Um bom sinal que é preciso não deixar esmorecer o ânimo e continuar. Sobretudo criar empresas públicas e privadas para a recolha diária do lixo nas ruas, um trabalho que deve passar a ser uma constante. Os ganhos secundários são positivos na auto-estima do cidadão, ao reconhecer uma cidade limpa e com bom nível de higiene pública e saneamento. Acreditamos que todos juntos a torcer para o mesmo, vamos conseguir este nível em poucos anos para todo o Pais.
No fundo estamos a falar de um projecto de emprego importante que pode melhorar significativamente os objectivos de vida de muitos cidadãos Guineenses no País. Ter o lixo à porta de casa a “conviver” connosco diariamente diante dos olhos como se nada incomodasse, é motivo para relacionarmos este estado de espirito dos indivíduos nestas condições, com a depressão social ou a inoperância duma organização falhada em relação às regras do bem-estar, de direitos e deveres de cidadania, nas condutas a preservar na higiene pública e conservação do património cultural e físico dum País em desenvolvimento. Todos queremos ver este País limpo e bonito, como há décadas, quando fomos considerados na higiene pública e saneamento um dos melhores de África Ocidental!
Pois quem convive com o lixo à porta de casa sem se incomodar, vale a pena perguntar como vai a sua higiene mental ou estado de alma, neste espaço de vida? Pois o mal instala-se com o hábito que se cria de evitar a limpeza do lixo publico. Vendo amontoar progressivamente o lixo sem fazermos nada, para mudar a situação, até que deixamos de “ver”, vendo, o mesmo lixo acumulado!
Se me fiz entender, passamos a não nos importar com o lixo à porta de casa ou noutros lugares, não porque preferimos isso, mas, porque pensamos: não é minha tarefa tratar do lixo dos outros, vai-se  acumulando e uns pagam pelos outros, quando “todos” passam a ter de suportar o mesmo problema/lixo. Por isso mesmo devemos criar postos de trabalho nesta área e resolver com dignidade o problema de higiene pública no País, definitivamente!
A perspectiva duma - Guiné-Bissau um País limpo e saudável - é deveras convidativo à revolução/renovação da exigência de qualidade de vida nas populações. Quem cuida dos seus, ama o próximo, partilha o que pensa e o que tem, encara um projecto de vida num futuro próximo com unhas e dentes.
Quem suja deve limpar, quem utiliza deve pagar, nesta dicotomia o infrator deve ser penalizado se não cumprir ordem/lei. Devemos ver nesta medida de acção punitiva uma forma de fazer pressão para mudança de comportamento negativo em sociedade, para outro comportamento considerado positivo, rumo à sociedade livre e progressista que queremos ver na Guiné-Bissau!
Pobres e limpos depende de nós, se os nossos vizinhos fronteiriços que visitam o nosso País não sabem estar sem sujar, então faz a diferença mantermos o nosso País limpo, para naturalmente - obrigar os visitantes - a terem de o manter limpo durante a sua estadia, até ao seu regresso...
Temos alguns exemplos na capital de como alguns focos de lixeira a céu aberto tiveram um crescimento galopante ao longo de vários anos, contribuindo para denegrir a nossa imagem pública como cidade, agudizando os perigos de doença na saúde pública. Vamos limpar sempre e exigir que os outros não sujem, também criar condições/espaços próprios para acumulação e tratamento do lixo diariamente.
Se o País é “limpo”, quase certo que afasta a possibilidade do visitante contribuir para a acumulação de lixo na cidade, visto que repara num lugar limpo. Um espaço sujo “seduz” a acumulação do lixo por cima de lixo e mais lixo, pois não se nota a diferença!
É mais fácil notar quem suja num espaço limpo, do que o contrário (quem suja, por cima do sujo/lixo) i. é, quem acrescenta no sujo mais sujidade, pouco ou nada se nota!
Camaradas, a nova vaga de esperança aqueceu o coração Guineense neste momento de mudança e não só, toda esta motivação justifica o surgimento de projectos criactivos e empreendedores. Mas, há que não pôr o carro à frente dos bois, “nem tudo que vem à rede é bom peixe”. Haverá bons e maus projectos, como em todo o lado, sendo por isso de se prevenir, trazendo debaixo dos braços a recente - Sebenta de anotações dos erros do passado – e evitá-los como o diabo da cruz, uma preocupação como palavra de ordem nas Instituições do Estado.
Sobretudo os erros cometidos por má gestão do património do Estado e recursos humanos, erros por incompetência técnica, os erros na selecção e análise de projectos subsidiados do exterior para dentro do nosso País e outros.
Há que tomar em conta a avaliação do potencial de empregabilidade desses projectos, tendo em conta a carreira profissional, a sua duração e continuidade no terreno. Uma das prioridades deve ser optar por projectos com elevada criação de emprego de longa duração no Pais.
Evitar os “projectos” só de nome, que arrecadam muito dinheiro no exterior, fazendo muito pouco no terreno e, servindo mais os interesses de um grupo do que as necessidades realistas do Estado da Guiné-Bissau, pense nisto!
Qualquer projecto no terreno deve ser o “rosto” do País e servir as necessidades reais das populações a partir das nossas realidades, ajustadas a partir dum levantamento de campo e estudos prévios com objectividade. Tudo feito com a supervisão do Estado para apoiar projectos credíveis, associados à preocupação de carreira profissional dos funcionários contratados, garantindo a sua continuidade e carreira profissional protegida.
Deste modo evitar projectos feitos encima do joelho, só para recolher os fundos destinados à Guiné-Bissau, muitas vezes ainda no exterior do País. São alguns sem estudos acreditados no terreno ou com avaliação realista das nossas necessidades actualizadas.
Este controle e avaliação de projectos terá que ser uma constante, para evitar projectos que acabam por encher os bolsos dos seus “mentores”, longe da realidade concreta e objectiva das necessidades do nosso Povo!
Há que escolher e seleccionar muito bem tudo nesta “chuva” de projectos que aterram de “paraquedas” no País. Há que escolher apenas os que servem os interesses REAIS do País, tendo em conta o reconhecimento da sua identificação com a realidade nacional/territorial.
Estes três “alertas-amarelo” podem até significar chover no molhado, para os que estão no terreno, mas, nunca é demais sublinhar ou re-sublinhar, e tudo que seja opinião construtiva em jeito de participação/reflexão é um contributo a não menosprezar, só.

Abraços e continuação de um bom trabalho a todos.

Djarama. Filomeno Pina.



Entrevista à Rádio ONU: impacto económico do ébola em África - na voz do nosso compatriota Carlos Lopes.

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Carlos Lopes - O secretário executivo da Comissão Económica das Nações Unidas para África.

Oiça a entrevista com ele: Clica no LINK e oiça Carlos Lopes


# Rádio ONU Online

Cuba vai enviar mais de 300 médicos para combater o Ebola na África Ocidental.

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Um profissional de saúde usando equipamentos de proteção em uma instalação de tratamento de casos de Ebola na África Ocidental. IMAGEM | GRUPO Nation Media

Cuba anunciou que vai enviar cerca de 300 médicos e enfermeiros para a África Ocidental para ajudar a combater a epidemia de Ebola. 

Isto irá aumentar para 461 o número de médicos cubanos que o país vai enviar para combater a doença. 

Os cubanos vão trabalhar na Serra Leoa, Guiné e Libéria, disse Regla Angulo, diretor da agência e de assistência médica cubana. 

Até agora, Cuba se comprometeu a enviar 165 médicos e enfermeiros para Serra Leoa. 


Os funcionários estão passando por treinamento intenso antes de sua deslocação, trabalhando em um hospital de campanha simulando o tipo que esperam encontrar em África.

#africareview.com

Nações Unidas convoca todos os países a conter o ebola imediatamente.

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''O mundo pode e deve deter o Ebola agora mesmo", disse Ban ao inaugurar uma reunião especial à margem da 69ª Assembléia Geral da ONU para discutir respostas à crise.

Nova York - O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu nesta quinta-feira (25/9) que todos os países contenham imediatamente a epidemia de Ebola, em uma reunião especial na qual o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, alertou que os esforços ainda são insuficientes. "Chegou o momento de um esforço poderoso e unificado para conter esta epidemia. O mundo pode e deve deter o Ebola agora mesmo", disse Ban ao inaugurar uma reunião especial à margem da 69ª Assembleia Geral da ONU para discutir respostas à crise.

A epidemia, afirmou Ban, "está se expandindo; mata mais de 200 pessoas por dia, dois terços delas, mulheres". Guiné, Libéria e Serra Leoa, acrescentou, enfrentam "a maior e mais letal epidemia de Ebola que o mundo já viu". A febre hemorrágica altamente contagiosa já matou 2.917 pessoas de 6.263 casos na África Ocidental, de acordo com o último balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS), de 21 de setembro.

O secretário-geral destacou que vários países e organismos internacionais já se mobilizaram para dar ajuda aos países afetados pela epidemia, mas destacou que a situação é tão grave que será necessário organizar a escala e a modalidade dessa intervenção. Alguns países, disse Ban, "têm tentado conter o vírus fechando suas fronteiras. Companhias aéreas interromperam seus serviços. Diminuiu drasticamente o número de barcos em seus portos. Mas esta abordagem só piora a situação, isolando países que precisam de ajuda".

Obama exige mais esforços

Em seu discurso antes da reunião, Obama reafirmou que seu país disponibilizará enormes recursos em ajuda material e técnica, mas advertiu que todo esforço mobilizado ainda não é suficiente. "Quero que sejamos claros: não estamos nos movimentando suficientemente rápido. Não estamos fazendo o suficiente", alertou Obama. Ele disse ainda que se a epidemia não for controlada, "poderá matar centenas de milhares de pessoas nos próximos meses".

A epidemia fez com que os sistemas de saúde pública nos países assolados entrassem em colapso e, se a crise não for controlada, vai se transformar em uma "catástrofe humanitária em toda a região", afirmou Obama. Entretanto, o presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim - um médico com experiência em epidemiologia -, destacou que "uma epidemia da magnitude e complexidade desta não se parece em nada com o que já foi visto até agora".

Jim relatou o caso da Nigéria, que recebeu uma pessoa doente vinda do exterior e conseguiu controlar a epidemia. "Mas este caso único exigiu milhares de pessoas, de trabalhadores de saúde, de entrevistas e de visitas a domicílios. Estamos diante de uma escala inédita. Podemos parar a epidemia, mas não basta querer ajudar. Será fundamental planejar a ajuda", explicou.

O presidente de Serra Leoa, Ernest Bai Koroma, participou da reunião especial por videoconferência, e fez um apelo dramático por uma cooperação internacional para conter a epidemia. Koroma disse que Serra Leoa é "o campo de batalha de um dos maiores desafios de vida ou morte que a comunidade global enfrenta (...) O Ebola não é apenas uma doença de Serra Leoa e seus vizinhos: é uma doença de todo o mundo".


Controlar a epidemia, disse Koroma, "é uma luta para todos nós. Devemos provar que a Humanidade está pronta para este novo desafio à nossa existência coletiva". Na reunião, o chanceler cubano, Bruno Rodríguez, alertou que falta ajuda "em recursos humanos e materiais". Um grupo de 165 médicos cubanos faz parte da linha de frente de combate ao Ebola em Serra Leoa.

Em 18 de setembro, o Conselho de Segurança da ONU classificou a epidemia de "ameaça para a paz e a segurança internacionais", algo inédito para uma emergência sanitária. A OMS advertiu na terça-feira que a epidemia seguia um crescimento "explosivo" e que 20 mil pessoas podiam ser contaminadas até novembro, a menos que haja um reforço espetacular nos meios para combatê-la.

# correiobraziliense.com.br

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

O Presidente da República da Guiné-Bissau de olho posto nos cidadãos guieneenses residentes no estrangeiro - e os sugere a fazer as malas para regressar ao país.

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Presidente da República José Mário Vaz


Primeiro de tudo que Deus lhe abençoe e lhe dê forças para continuar a frente dos desafios da Guiné-Bissau. Que lhe ajude a aprimorar cada vez mais sua capacidade e sua força interna visando unir os guineenses para fazer da Guiné-Bissau um país totalmente diferente daquele que vivemos a mais de 40 anos. Seu gesto simples, porém de proporções de tamanho do mundo, certamente vai jogar um papel fundamental na unificação dos guineenses, no alívio ao sofrimento, no resgate da cidadania, na moral patriótica, na contribuição que cada quadro guineense hoje residente no exterior deve dar ao país fazendo suas malas atendendo sua orientação. Muitas vezes somos obrigados a permanecer no país de acolhimento por inúmeras razões: perseguições políticas, falta de condições de trabalho, remuneração não adequado aos padrões, injustiça, falta de inovações, falta de liberdade, enfim, tudo isso e mais alguma coisa. Mas quando ouvimos do Sr. Presidente um apelo dessa magnitude - FAZER AS MALAS E REGRESSAR AO PAÍS, a emoção invade o coração e a decisão é quase certa de que a maioria vai aderir a esse apelo.  

Coincidência ou não, eu pelo menos fiz um ensaio prévio - arrastando minha malinha no Aeroporto Internacional de Guarrarapes/Pernambuco/Recife. Não contatei nenhum Pai de Santo para prever o que o Presidente podia dizer, mas de toda a sorte valeu o meu ensaio. Agora é preparar a mala grande para atravessar o oceano e mergulhar-se devez na querida e amada Pátria - Guiné-Bissau.

Você pode acessar o LINK e ouvir o Presidente José Mário Vaz: Presidente José Mário Vaz na RTP África.
Viver no estrangeiro só é bom para adquirir experiência profissional e aprimorar níveis de formação, o resto é uma mera ilusão. Eu graças a Deus passei por inúmeras empresas brasileiras; quer privada ou pública, mas nada melhor que você contribuir para o seu próprio país repassando sua experiência profissional. Porque, por um lado, você estará ao lado de sua família, seus parentes, seus amigos, sua terra natal, seus costumes, suas crenças e tudo isso você não encontra no estrangeiro. Graças à orientação de Alah, o Presidente José Mário Vaz chama os filhos da Guiné-Bissau residentes no estrangeiro para uma nova era - que é a era do desenvolvimento alicerçado no conhecimento.

Viva a Guiné-Bissau!

Viva o Presidente José Mário Vaz!

Que a paz eterna permaneça na Guiné para seus filhos e para todos àqueles que amam este cantinho do mundo que tem um clima fantástico, uma terra abençoada por Deus e lindo por natureza.

Deste que ama muito o seu país,

Samuel Vieira
vsamuel2003@gmail.com
(005581)96598337

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