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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Senegal: Objeção meu Comissário. < Uma facto narrado referindo-se aos acontecimentos no mandato do ex-Presidente Diouf.>

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Seguindo sua contribuição publicada na imprensa online, sobre a remoção da polícia pelo presidente Diouf, quero fazer alguns esclarecimentos, não argumentar, mas sim restaurar os fatos para que os mais jovens possam formar sua opinião. sobre o presidente Diouf objetivamente.

Situação do país

Tendo adotado uma economia muito ruim, o presidente Diouf estava fazendo o possível para estabilizar a economia do país antes de falar sobre a decolagem econômica. As medidas tomadas em 1985 não tiveram os efeitos desejados, o privado nacional respondeu ausente das iniciativas do presidente Diouf. A dívida do Senegal era de quase 800 bilhões, representando quase 70% do nosso PIB. Metade das nossas receitas orçamentais foram utilizadas para pagar o serviço da dívida. O estado não tinha dinheiro, havia uma tensão orçamentária no Senegal e alguns até se perguntavam se não deveria haver pagamento parcelado.
Tudo começou em 1987, quando os estudantes, que não haviam recebido sua bolsa de estudos, foram às ruas de Dakar para reivindicar sua bolsa de estudos. Assim, o Ministro do Interior, o Sr. Wone, decidiu trazer a polícia de volta ao campus da universidade. O recorde é pesado, com quase 30 feridos ao lado dos alunos. O presidente Diouf fechou a universidade enquanto o ministro da Educação Nacional, Iba Der Thiam, viajava durante os confrontos, a negociação com os sindicatos.

O sling policial

Os policiais foram condenados a dois anos de prisão por torturar um preso até a morte. Eles aproveitaram a oportunidade para demonstrar, descrever sua condição de trabalho e atrasos salariais. O meu comissário, com a situação económica do país, podemos compreender que os estudantes pedem a sua bolsa de estudos, mas não que a nossa polícia está a pôr o distúrbio no país. A manifestação policial ocorreu em várias regiões e os policiais e a polícia quase fizeram o irreparável, querendo lutar entre si.
Uma sanção pode ser muito severa para dissuadir. Assim, mais de 6.000 policiais serão eliminados e temporariamente substituídos por gendarmes. Na mesma semana, uma lei é aprovada para a reintegração dos policiais, depois de estudar os acontecimentos. É assim que Jean Collin substitui temporariamente o Ministro do Interior.
Dos 6028 casos, apenas 1246 foram recalibrados, não por causa de seu envolvimento na marcha, mas por outras acusações contra eles. Senhor Comissário, deve lembrar-se do escândalo relativo ao concurso para recrutamento do Comissário da Polícia no âmbito do antigo Secretário do Interior, Wone. Meu comissário e o detento torturado até a morte? O Presidente Diouf foi capaz de assumir a responsabilidade, enquanto que sob a Presidência de Wade nenhum julgamento ou condenação, enquanto que 12 Senegaleses foram desprezivelmente mortos. A impunidade continua, continua Meu Comissário.

Os fatos, nada além dos fatos

O Senegal estava em crise econômica e o Banco Mundial disse ao presidente Diouf que "o preço do arroz é muito baixo, o preço do açúcar é muito baixo, você subsidia, não é normal, precisamos estabelecer a verdade no preço" . "Eu tinha que fazer isso, senão não tinha os créditos que precisava para administrar meu estado, para financiar meus projetos", justificou o ex-chefe de Estado.

O Presidente Diouf estava de mãos atadas, porque tinha que respeitar as recomendações do Banco Mundial e, ao mesmo tempo, evitar a revolta de um povo faminto com muito pouco poder aquisitivo. Foi assim que o Banco Mundial lhe disse: "Estávamos errados, você foi longe demais em nossas recomendações, agora você deve reduzir o preço do arroz, reduzir o preço do petróleo, reduzir o preço do açúcar", isso foi feito.

A desvalorização era inevitável e o presidente Diouf, que herdou uma economia em terra, foi capaz de legar ao presidente Wade uma economia em que todos os sinais de plantão eram verdes. O crescimento havia aumentado de 2,2% em 1993 para 5,1% em 2000 e a inflação havia diminuído de 32,1% para 0,8% durante o mandato de dez anos do presidente Diouf. Deve-se notar que o Senegal estava sob o controle do Banco Mundial e do FMI e durante o final do reinado de Senghor com um plano de reajustamento estrutural.

Costuma-se dizer que "infelizmente, há momentos em que a violência é a única maneira de garantir a justiça social".


Meus respeitos, Meu comissário.

Mouhamed DIA

Senegal: Abolição do cargo de PM - Macky Sall encontra seus aliados e "seus" deputados.

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O chefe de Estado recebe, na amanhã de terça-feira, os deputados da maioria presidencial para recolher as suas opiniões sobre a abolição do cargo de primeiro-ministro.

Objetivo? De acordo com o AS, Macky Sall quer informar os parlamentares e prepará-los antes da votação do projeto de lei para abolir a posição do primeiro-ministro.

Na sequência, o chefe de Estado se reunirá na quarta-feira, dia do Conselho de Ministros, seus aliados da coalizão Benno Bokk Yakaar pela mesma razão.


fonte: seneweb.com

Brasil: Mais uma vitória para o Bolsa Família.

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Ex-crítico, Bolsonaro anunciou expansão do programa, com criação de 13º. Em meio a debate de que haveria tom eleitoreiro na medida, decisão é simbólica para um projeto que, ao logo dos anos, se tornou quase intocável.
Transferleistungsprogramm der brasilianischen Regierung Bolsa Familia (Vanderlei Almeida/AFP/Getty Images)
Ao confirmar, na quinta-feira (11/04), a concessão de uma 13ª parcela para o Bolsa Família, o presidente Jair Bolsonaro conseguiu algo raro neste conturbado início de mandato: elogios da oposição. A medida terá impacto positivo na renda da população mais pobre diante de um cenário econômico incerto, ilustrado por mais de 12 milhões de desempregados.
Há um debate sobre a real natureza da decisão – se é eleitoreira ou se tem o objetivo de melhorar a aprovação do presidente. Mas o fato é que a ampliação do programa, feita por um ex-crítico contumaz, é mais um de vários pontos a favor do Bolsa Família.
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O Bolsa Família é uma criação do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Pouco depois de assumir o Planalto, em 2003, ele unificou diversos programas desenvolvidos separadamente na gestão de seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso.
Parte daqueles programas havia sido inspirada nas experiências de José Roberto Magalhães Teixeira (PSDB), ex-prefeito de Campinas (SP), e Cristovam Buarque (então no PT), ex-governador do Distrito Federal. No fim da gestão FHC, os programas ganharam corpo, em parte graças ao Fundo de Combate à Pobreza, idealizado pelo senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA, hoje DEM), um apoiador da ditadura cuja carreira adentrou o período democrático.
No governo Lula, a unificação e a ampliação dos programas criou uma política pública eficaz tanto para combater a pobreza quanto para melhorar a economia. O Bolsa Família, entretanto, sempre esteve envolto na disputa eleitoral.
"É um programa com muitos méritos, tanto no curto quanto no longo prazo, que chega no pobre e faz a economia girar, mas que tem nessa conexão política um problema", afirma Marcelo Neri, diretor do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas, o FGV Social.
A controvérsia se dá porque diversas pesquisas acadêmicas mostram que, de fato, o Bolsa Família tem um impacto eleitoral: municípios em que há porcentagens mais altas de beneficiários do programa tendem a dar mais votos para o candidato do governo.
A depender da metodologia da pesquisa, essa influência é mais ou menos acentuada. Um símbolo desse impacto foi a eleição de 2006. Acossado pelo escândalo do mensalão, Lula contou com o voto em peso do Nordeste para se reeleger, em alguns estados, com mais de 80% dos votos.
Outras políticas públicas que tiveram repercussão positiva na região, como o programa de cisternas e o Luz para Todos, fizeram do Nordeste um firme bastião petista. Foi essa a única região em que Fernando Haddad (PT) venceu Bolsonaro em 2018.
De críticos a apoiadores
O efeito do Bolsa Família fez o PSDB dar uma guinada na forma como via o programa. Apesar de os benefícios precursores terem sido criados no governo de FHC, muitos tucanos fizeram duras críticas ao Bolsa Família. Um editorial publicado no site do partido em setembro de 2004 chamava o programa de "Bolsa Esmola".
Em 2010, porém, o discurso já era outro. O então presidenciável do PSDB, José Serra, prometeu um 13º salário para o Bolsa Família. Em 2014, Aécio Neves fez campanha lembrando que, no ano anterior, propôs colocar o programa na Constituição.
Com Bolsonaro não é diferente. Durante sua carreira como deputado federal, ele chamou o programa de "Bolsa Farelo", comparou ao "voto de cabresto", disse que atrapalhava a contratação de empregados domésticos e, fazendo referência ao benefício pago, afirmou que "meninas" no Nordeste celebravam uma gravidez por que o filho "vai ser uma geladeira". Agora, Bolsonaro anunciou a ampliação do programa.
Neri, da FGV, vê o anúncio do governo como positivo. Apesar de entender que, para Bolsonaro, é politicamente estratégico aprovar uma medida que beneficia o Nordeste, onde ele perdeu a eleição, o especialista diz que o 13º é muito relevante para os beneficiários.
"Existe um ciclo eleitoral muito claro nas séries econômicas brasileiras, de rendas oriundas de programas sociais aumentando em ano eleitoral, e a pobreza caindo. E no ano pós-eleitoral isso costuma se inverter", afirma o pesquisador. Segundo seus cálculos, a concessão do 13º neste ano pós-eleitoral equivale a um reajuste nominal de 8,33%, ou 3,58% se levada em conta a inflação.
Esse reajuste é significativo pois, antes do aumento de 5,67% feito em 2018, no governo de Michel Temer, o Bolsa Família ficou congelado entre 2015 e 2017, nas gestões de Dilma Rousseff (PT) e Temer, afetadas pela crise fiscal. Nesse período, a extrema pobreza subiu anualmente 23% e 17%, respectivamente. O congelamento não produziu, no entanto, nenhum impacto fiscal positivo, salienta o pesquisador.
"Houve descuido em relação aos mais pobres", afirma Neri. Para ele, a expansão do Bolsa Família agora com Bolsonaro indica que há uma percepção maior da eficiência do programa. "O Bolsa Família gera efeitos grandes a um custo fiscal baixo. É tudo o que você precisa e talvez esteja havendo um certo reconhecimento dessas características", diz.
Contra os mais pobres?
A oposição afirma que a medida, ainda que positiva no que concerne especificamente o Bolsa Família, tem um caráter demagógico.
"O Bolsa Família se tornou uma referência no mundo porque não é isolado, mas vinculado a diversas outras políticas públicas de assistência social", afirma o deputado federal Patrus Ananias (PT-MG), que foi ministro do Desenvolvimento Social de Lula entre 2003 e 2010. "Mas, no atual governo, o que estamos vendo é um desmonte de tudo o que diz respeito aos direitos sociais e aos pobres."
Ananias destaca que o anúncio de Bolsonaro para o Bolsa Família também entra em contradição com declarações de integrantes de seu governo. Dois dias antes do anúncio oficial sobre a 13º parcela no programa, o novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, deu entrevista na qual defendia uma punição coletiva a famílias cujos filhos agridam professores: a exclusão dos pais do Bolsa Família.
"Isso manifesta claramente duas características do governo. A primeiro é o autoritarismo", afirma o deputado. "A segunda é total insensibilidade social, porque, quando você cogita a retirada do Bolsa Família, está apontando diretamente para as crianças e adolescentes mais pobres entre os mais pobres, que são os beneficiários do programa", diz.
fonte: DW África

Aumenta número de mortes na Líbia, diz ONU.

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Segundo a OMS, pelo menos 121 pessoas foram mortas na luta pelo controle da capital, Trípoli. Com a escalada da violência, crescem também os receios de que o país afunde numa verdadeira guerra civil.
fonte: DW África
Libyen Wadi Rabie Kämpfe bei Tripolis (Getty Images/AFP/M. Turkia)
Combates os arredores de Trípoli
Este domingo (14.04), as Nações Unidas alertaram as facções beligerantes na Líbia contra o ataque a áreas civis, mais de uma semana depois do início de uma grande ofensiva liderada pelo Exército Nacional Líbio (ANL, na sigla em francês), controlado pelo marechal Khalifa Haftar no leste do país, para capturar a capital Trípoli, atualmente controlada pelo Governo de união nacional instalado pela ONU e dirigido por Fayez al-Sarraj.
A advertência da Missão de Apoio das Nações Unidas na Líbia (UNSMIL, na sigla em inglês) vem horas depois que a Organização Mundial de Saúde (OMS) relatou que 121 pessoas tinham sido mortas e 561 outras feridas nos combates.
"A UNSMIL adverte que o bombardeio de escolas, hospitais, ambulâncias e áreas civis é estritamente proibido pelo Direito Internacional Humanitário," publicou a missão no Twitter.
A missão disse ainda que iria reportar as violações ao Conselho de Segurança da ONU e ao Tribunal Penal Internacional.
Russland Moskau General Khalifa Haftar aus Libyen (picture-alliance/dpa/M. Shipenkov)
Khalifa Haftar
No sábado (13.04), a OMS também relatou oito diferentes ataques a trabalhadores médicos e seus veículos, desde 4 de abril, quando Khalifa Haftar ordenou que suas forças ocupassem Trípoli.
A agência de saúde da ONU relatou anteriormente que um motorista de ambulância e dois os médicos tinham sido mortos na violência.
Para além dos combates no terreno, os dois lados lançaram ataques aéreos diários e acusam-se mutuamente de terem como alvo os civis.
O escritório das Nações Unidas para assuntos humanitários disse que mais de 13.500 pessoas foram deslocadas pelos confrontos, enquanto mais de 900 moradores vivem em abrigos.
ANL apoiado do Egito
O presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi reuniu-se este domingo com o general Khalifa Haftar, segundo a mídia estatal.
Eles "estão a discutir os últimos acontecimentos na Líbia", declarou o porta-voz presidencial egípcio Bassam Radi.
Egito, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita são considerados os principais aliados de Haftar.
A investida de Haftar levantou receios globais de um agravamento do conflito na Líbia, rica em petróleo.
O general de 75 anos rejeitou vários apelos para parar a ofensiva em Trípoli.

Recenseamento de 14 milhões de eleitores arranca em Moçambique.

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O recenseamento eleitoral em Moçambique tem início esta segunda-feira (15.04), com o Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE) a prever o registo de 14 milhões de eleitores durante um período de 46 dias.
fonte: DW África
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Após a passagem do ciclone Idai pelo centro do país, o início do recenseamento eleitoral que estava previsto para o início deste mês foi reagendado para 15 de abril.
Com um orçamento de 4.000 milhões de meticais (55 milhões de euros), o STAE preparou mais de oito mil postos e cinco mil brigadas, que vão cobrir todo o país até final de maio.
"Estão todas as condições criadas para o arranque do recenseamento eleitoral, quer condições materiais e humanas", disse Cláudio Langa, porta-voz do STAE, em Maputo, em conferência de imprensa para anunciar o arranque do recenseamento eleitoral.
As autoridades eleitorais têm disponíveis cerca de 16 mil brigadistas, seis mil agentes de educação cívica e cinco mil agentes da polícia.
Estão ainda disponíveis mais de cinco mil computadores, kits de painéis solares e geradores.
As eleições gerais estão marcadas para 15 de outubro.
Pela primeira vez, além de escolherem o Parlamento e o Presidente da República, os moçambicanos vão eleger os governadores das 11 províncias, que deixam de ser nomeados pelo poder central.

Ivanka Trump na Cimeira Económica da Mulher em África.

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Ivanka Trump
Ivanka Trump
Ivanka Trump chegou a Addis Ababa, capital da Etiópia, neste domingo, 14, para uma reunião sobre a inclusão económica e empoderamento das mulheres africanas.
Além de participar do encontro, a filha do presidente dos Estados Unidos, que também é assessora do seu pai, se reunirá com mulheres trabalhadoras na indústria do café e visitará uma instalação têxtil administrada por mulheres.
O presidente Donald Trump assinou um Memorando Presidencial de Segurança Nacional em fevereiro, estabelecendo a Iniciativa de Desenvolvimento Global da Mulher e Prosperidade (W-GDP).
A W-GDP espera "atingir 50 milhões de mulheres até 2025, através do trabalho do governo dos Estados Unidos e seus parceiros".
Não ficou imediatamente claro se a controvérsia em torno do presidente dos EUA terá reflexo nesta viagem africana da filha. O presidente não foi gentil nas suas observações sobre a África e seus migrantes.
"Eu não acho que as pessoas vão se sentir bem", disse a jornalista etíope Sisay Woubshet, sobre a visita da filha do presidente ao continente.
No entanto, a activista Marakle Tesfaye acha que Ivanka "vai genuinamente empoderar as mulheres e a visita vai impulsionar a nossa agenda".
Ivanka Trump também tem na agenda a participação num encontro do Banco Mundial.

fonte: VOA


Presidente moçambicano quer população a denunciar grupos armados.

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media

Presidente moçambicano Filipe Nyusi pede colaboração da população contra grupos armadosYasuyoshi CHIBA / AFP
O presidente moçambicano, Filipe Nyusi, denunciou hoje a situação de insegurança em Cabo Delgado, onde há zonas que são atacadas por insurgentes. O chefe de Estado moçambicano, mostrou-se preocupado com a pouca denúncia por parte da população dos movimentos dos grupos armados naquela província de Moçambique.




Pouca denúncia dos movimentos dos grupos armados por parte da população está a preocupar de Filipe Nyusi, chefe de Estado e comandante em chefe das forças de defesa e segurança de Moçambique.
O presidente moçambicano assumiu esta posição no final de uma visita de monitoria dos trabalhos das forças de segurança estacionadas em algumas zonas que são alvo de ataques de insurgentes na sua maioria estrangeiros.
Para Filipe Nyusi, os ataques armados de que são alvos alguns distritos da província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, e cujas motivações são ainda desconhecidas envolvem cidadãos estrangeiros.
O Presidente apelou a uma maior vigilância e denúcia deses grupos armados pela população.
Na sua qualidade de comandante em chefe das forças armadas, Filipe Nyusi, apresentou à população um novo contingente militar que deverá travar a onda de ataques que desde 2017 resultaram em cerca de 200 mortos, saque de bens da população e destruição de infraestruturas públicas e privadas.
De Maputo, o nosso correspondente, Orfeu Lisboa.
fonte: RFI

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