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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Senegal: Wade deu um banho de alegria em Kébémer

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Kebemer decolou ontem, o tapete vermelho foi lançado para o seu filho ilustre, Abdoulaye Wade, à cabeça da lista nacional da coalizão vencedora "Wattu Senegal."

Me Wade prend un bain de foule à Kébémer

A passagem do tempo não mudou nada: o Papa do Sopi permanece indiscutivelmente o próprio mestre. Prova revelada pela enorme multidão que se aglomerou ontem no início da tarde. Todos Kebemers saíram a rua para o saudar, ver e expressar a sua alegria com a criança prodígia. Gerou um engarrafamento monstruoso sobre a nacional 2. Abdoulaye Wade, sempre igual a si mesmo, era ele, em primeiro lugar, a oferecer um banho de "foule". De fortes emoções! Espetáculo estranho, onde as lágrimas são misturados com alegria. Em seguida, a procissão tomou conta do cemitério onde repousam seus pais. Sessão de oração e meditação no local. Em seguida, a cabeça da lista nacional da coalizão vencedora Wattu Senegal prestou uma visita de cortesia ao seu primo, Marie Yaye Mbengue no bairro Escale. Aqui, a atmosfera da campanha segue o seu curso. A multidão canta e dança. Wade certamente gostou, mas não vai voltar.

Justamente após a sua visita de cortesia, o Papa de Sopi e sua delegação tomou a estrada para chegar ao Guéoul respectivamente e a Ngourane. Em Guéoul Abdoulaye Wade também foi para o cemitério para visitar o túmulo de Cheikhna Mohamed Chérif  Aidara e sua irmã, Khady Wade. Uma recepção na casa da família sharifian dobraram sua jornada para Guéoul. Em Ngourane, Sr. Wade expressou suas condolências em seguida um pedido a Deus de Nah Serigne Seck. Lá, ele foi tratado com uma recepção calorosa.

Nenhuma afirmação
E, finalmente, vem a fase esperada: a de Louga. A procissão de Wade percorreu dezenas de minutos para chegar à cidade. Entretanto, a multidão era monstruosa. Rodeado pela juventude da União do Trabalhadores liberais  (l’Union des travaillistes libérales (Ujtl) - UJTL), a caravana percorreu algumas artérias de Louga. Em seu caminho, a mesma emoção e júbilo. Mesma atitude também na capital de Ndiambour: sem declaração. "Gostaríamos de ter ele a lançar algumas palavras, mas ele não o fez. Não importa. Certamente na próxima vez "fez saber o cabeça da lista da coligação vencedora" Wattu Senegal "Ass Diobé Sylla que frisou como a visita teve o mérito de autoridades locais e privilégio. "Estamos orgulhosos de ele ter vindo. É uma grande honra e é ao mesmo tempo encorajador e reconfortante ", diz Ass Diobé que promete uma larga vitória sobre o escrutínio agendado para o próximo 30 de Julho.

Abdoulaye DIALLO

fonte: lesoleil.sn

GUINÉ-BISSAU: ENCONTRO DO PRIMEIRO MINISTRO UMARO SISSOCO EMBALO, COM A COMUNIDADE GUINEENSE EM LISBOA..

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A comunidade teve oportunidade de ouvir do Chefe do Governo, explicações sobre a situação atual do país, o trabalho a ser desenvolvido pelo executivo e ver esclarecidas as suas preocupações.

Foto de Umaro El Mokthar Sissoco Embalo.
Falou sobre os motivos da suspensão da RTP e RDP África, do acordo de Conacri, esclarecimentos esses completados pelo Ministro dos Combatentes da Liberdade da Pátria e Reinserção Social, Aristides Ocante da Silva, que esteve presente em todos os momentos e foi um dos assinantes do acordo e falou ainda sobre as negociações dos acordos de pescas com União Europeia.

Pelos aplausos repetidos entende-se que a comunidade ficou satisfeita com os esclarecimentos prestados pelo chefe máximo do executivo guineense.


 Foto de Umaro El Mokthar Sissoco Embalo.
Foto de Umaro El Mokthar Sissoco Embalo.
 
Foto de Umaro El Mokthar Sissoco Embalo.
Foto de Umaro El Mokthar Sissoco Embalo.
Foto de Umaro El Mokthar Sissoco Embalo.
Foto de Umaro El Mokthar Sissoco Embalo.
Foto de Umaro El Mokthar Sissoco Embalo.
Foto de Umaro El Mokthar Sissoco Embalo.
Foto de Umaro El Mokthar Sissoco Embalo.
Foto de Umaro El Mokthar Sissoco Embalo.
Foto de Umaro El Mokthar Sissoco Embalo.
Foto de Umaro El Mokthar Sissoco Embalo.
Foto de Umaro El Mokthar Sissoco Embalo.
 
Fonte: Umaro El Mokthar Sissoco Embalo, via facebook

ANGOLA: MANDELA E DOS SANTOS, O GIGANTE E O… PIGMEU.

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mandela-eduardo-dos-santos-obama

O antigo Presidente da República sul-africano, Nelson Mandela, que nasceu a 18 de Julho de 1918, exortou vezes sem conta a Humanidade a criar um mundo melhor, com mais justiça e liberdade para todos. Pois. Seria bom. Seria sim senhor… José Eduardo dos Santos.

Oex-presidente e Nobel da Paz, que passou 27 anos nas cadeias sul-africanas por ousar resistir ao regime de minoria branca, afirmou também por inúmeras vezes que “está nas nossas mãos criar um mundo melhor para todos os que nele vivem”.
Recordam-se que José Eduardo dos Santos enfrentou, isto é como quem diz, críticas por não ter decretado um dia de luto e não ter ido às exéquias de Nelson Mandela? Tudo sem razão. Afinal quem era, é e será sempre, Madiba para que o Presidente angolano (paladino das liberdades e da reconciliação) se sentisse na obrigação de estar presente?
Sim, num continente onde Eduardo dos Santos é o maior, não fazia sentido a sua presença. Reconheça-se também que mandar o Vice-Presidente foi um acto magnânimo que os sul-africanos nunca esquecerão…
A ausência de Eduardo dos Santos, em boa verdade, não espantou. O seu espírito de reconciliação sempre foi bem visível. A partir do momento em que Nelson Mandela recebeu esse temível terrorista, e inimigo público mundial, que dava pelo nome de Jonas Malheiro Savimbi, foi riscado da lista dos grandes estadistas, que é – obviamente – liderada pelo próprio José Eduardo dos Santos.
Diz-se, sem razão porque ele pertence a uma classe divina que não pode ser julgada pelos simples mortais, que o Presidente José Eduardo dos Santos foi criticado até no seio do seu próprio partido. Nada mais injusto. O MPLA deve-lhe tudo que é e o que será. Deveria, inclusive, reconhecer e louvar o facto de o seu Presidente não se misturar com a escumalha mundial. Excluindo o Presidente e líder supremo da Coreia do Norte, Kim Jong-un, e talvez Teodoro Obiang, não se vislumbra quem chegue aos calcanhares de Dos Santos.
O mundo sabe, e por inerência também o MPLA, que Nelson Mandela não foi o ícone da luta contra o “apartheid” na África do Sul, nem o paradigma das liberdades e da reconciliação. Esse é um atributo, entre muitos outros, exclusivo de Eduardo dos Santos.
Espantaram-se os observadores que José Eduardo dos Santos nada tivesse dito sobre o legado deixado por Madiba. Santa ignorância. A ter de falar de legado falaria do seu, ou não fosse ele o líder histórico que, para além de um ambicioso programa de reconstrução nacional”, sendo que (citemos o Jornal de Angola) a “sua acção ter conduzido à destruição do regime de “apartheid”, teve “um papel de primeiro plano na SADC e na CDEAO”, e “a sua influência na região do Golfo da Guiné permitiu equilíbrios políticos, tal como permitiu avanços significativos na crise de Madagáscar”.
Na verdade, sejamos francos, Eduardo dos Santos nada tinha ou tem a aprender com Mandela. O contrário é que teria feito sentido. A reconciliação encetada por Madiba é algo de arcaico que nunca fez sentido. Modernamente, reconciliar significa prender, torturar e assassinar. Significa estar no poder dezenas de anos sem nunca ter sido eleito (ainda hoje não o foi nominalmente), significa ter pelo menos duas espécies de cidadãos, os de primeira (afectos ao regime) e os outros, escravos ao serviço de sua majestade.
Para Eduardo dos Santos existem valores muito mais relevantes. Comparar Nelson Mandela a Eduardo dos Santos é o mesmo que dizer que os rios nascem no mar. Todos, ou quase, sabemos que não é assim. Mas se, um dia, o “escolhido de Deus” assim quiser, um dia isso vai acontecer.
Ao contrário de Mandela, como dirão as páginas da biografia do Presidente, “José Eduardo dos Santos não governa há trinta e tal anos. Ele é o líder de um povo que teve de enfrentar de armas na mão a invasão de exércitos estrangeiros e os seus aliados internos”.
“José Eduardo dos Santos foi o líder militar que derrubou o regime de “apartheid”, o mesmo que tinha Nelson Mandela aprisionado. José Eduardo dos Santos só aceitou depor as armas quando a Namíbia e a África do Sul foram livres e os seus líderes puderam construir regimes livres e democráticos”, recorda também o Pravda.
Não foi graças a Mandela que Portugal adoptou a democracia, que a escravatura foi abolida, que D. Afonso Henriques escorraçou os mouros, que Barack Obama foi eleito e que os rios passaram a correr para o mar. Foi, isso sim, graças a José Eduardo dos Santos.
Nelson Rolihlahla Mandela (nascido a 18 de Julho de 1918 e falecido a 5 de Dezembro de 2013) foi um activista revolucionário sul-africano contra o apartheid, e um político que foi Presidente da África do Sul entre 1994 e 1999. Mandela foi o primeiro negro sul-africano a desempenhar essa função, e o primeiro eleito numa eleição multirracial e totalmente representativa.
O seu governo concentrou-se em desmantelar o legado do “apartheid”, combatendo o racismo institucionalizado, a pobreza e a desigualdade, e promovendo a reconciliação racial. Ao longo de 67 anos, Nelson Mandela dedicou a sua vida ao serviço da humanidade – enquanto advogado de direitos humanos, prisioneiro de consciência, mediador internacional para a paz, e como primeiro presidente eleito democraticamente numa África do Sul livre.
Nascido em Xhosa na família real Thembu, Mandela frequentou a Universidade de Fort Hare e a Universidade de Witwatersrand, onde estudou direito.


Como Presidente, estabeleceu uma nova Constituição e iniciou uma Comissão de Verdade e Reconciliação para investigar violações passadas de direitos humanos. Continuando a política económica liberal do anterior governo, a sua administração introduziu medidas para encorajar a reforma agrária, combater a pobreza e expandir os serviços de saúde.
fonte: http://jornalf8.net

NÃO GOZEM COM OS ANGOLANOS - SÓIS VÓS OS POLÍTICOS!!!

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vicente-zedu

O vice-Presidente de Angola, Manuel Vicente, exortou hoje, em Luanda, no lançamento da Bolsa de Solidariedade Social, ao apoio da sociedade angolana às populações mais carenciadas e em situação de vulnerabilidade. Nada melhor do que haver eleições para o regime se lembrar de quem precisa. Como no passado, depois da votação a memória volta a hibernar.

Esta bolsa resulta da iniciativa do Governo angolano, em parceria com as organizações da sociedade civil que se propõem acudir às camadas da população mais necessitadas, sobretudo em tempo de crise como o que o país vive.
Crise que o país vive? Então os 20 milhões de pobres que Angola tem são recentes. Pelos vistos antes da crise só seriam cerca 19.900.000…
Estimular, impulsionar e reforçar as acções de solidariedade, apoiar a criação de bancos de alimentos em todas as províncias, apoiar a criação de cozinhas voluntárias e promover um movimento de voluntariado em Angola são alguns dos objectivos da Bolsa de Solidariedade Social.
Também é verdade que, segundo o MPLA, os objectivos desde a independência, em 1975, eram transformar Angola numa democracia e num Estado de Direito. Mas, como quanto aos pobres, o regime ainda não teve tempo para isso.
Durante a sua intervenção, o vice-Presidente angolano saudou a iniciativa, da responsabilidade do Ministério da Assistência e Reinserção Social (MINARS), assinalando que o país ganha uma plataforma que “vem agilizar e distribuir melhor as ajudas a quem precisa”.
“Uma plataforma que tem nos doadores o seu centro nevrálgico, uma plataforma cujo objectivo primeiro é servir quem mais precisa de forma coordenada e transparente mostra bem que aos poucos vimos percorrendo um novo caminho e vimos igualmente vendo os seus frutos”, disse Manuel Vicente, reproduzindo ordens superiores que, no caso, não se sabe se partiram de José Eduardo dos Santos ou do general Kopelipa.
Manuel Vicente sublinhou que em Angola a solidariedade não é uma palavra vã, uma vez que muitos cidadãos assumem disponibilidade para apoiar. É verdade. Não é palavra vã por parte dos cidadãos. O problema é que os cidadãos estão maioritariamente de barriga vazia. É, contudo, palavra vã por parte dos altos dignitários do regime que vivem à grande e à… MPLA, estando-se nas tintas para todos os outros.
“Em 15 anos de paz muitas são as conquistas que nos aprazem registar. É para nós estimulante saber que podemos contar com uma sociedade civil forte e pujante, que se une para juntos caminharmos com o executivo, as pessoas singulares e colectivas, as igrejas, os empresários”, referiu Manuel Vicente.
Poderia igualmente falar que o país é um dos mais corruptos do mundo e que lidera a índice mundial da mortalidade infantil. Mas não. Ao regime só serve a verdade selectiva e, quando esta não funciona, o uso da razão da força.
De acordo com o vice-Presidente angolano, o combate à pobreza e a melhoria da qualidade de vida das populações está no centro das atenções do Governo, sublinhando que o Orçamento Geral do Estado (OGE) tem, ao longo dos anos, aumentado a verba destinada ao sector social. O que dirão a tamanha aldrabice os 20 milhões de pobres?
“Para este ano atribuiu 38,3% para este sector social o que quer dizer que esta é uma área cuja atenção e desenvolvimento tem tido particular destaque”, enfatizou Manuel Vicente, convicto de que falava para uma plateia de matumbos e de caninos sipaios.


A Bolsa de Solidariedade Social prevê criar um “Comité de Honra” composto por personalidades de “reconhecida idoneidade e autoridade moral”, para garantir a transparência das acções e assegurar o acompanhamento, monitorização e fiscalização das actividades. Entre aldrabices e anedotas, este regime merece certamente um prémio especial pela sua capacidade em julgar que só os seus dirigentes usam a cabeça para pensar. Esquecem-se que não é assim. Esquecem-se que esta estratégia pode levar muita gente a pensar que os dedos também servem para puxar um gatilho.
fonte: http://jornalf8.net

Detido presidente da Federação Espanhola de Futebol.

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media

Foram detidos esta manhã o Presidente da real federação espanhola de futebol Angel Maria Villar, o seu filho Gorka Villar e outros dirigentes, acusados de corrupção, desvio de fundos e falsificação de documentos.



O presidente da Real Federação Espanhola de Futebol, Ángel María Villar, foi detido esta manhã, em Madrid, no âmbito de uma operação policial contra a corrupção levada a cabo pela Guarda Civil espanhola.
O filho de Villar, Gorka, bem como outros dirigentes de organismos ligados à Federação, foram também detidos. Fontes relacionadas com a investigação dizem que o numero de detenções neste caso ainda poderá vir a aumentar.
Sobre o presidente da Federação e o filho recaem suspeitas de corrupção entre particulares, desvio de fundos e falsificação de documentos. As suspeitas estão relacionadas com a organização de jogos amigáveis disputados pela seleção espanhola, através dos quais Gorka, o filho de Villar, terá obtido lucros ilícitos.
Existem também suspeitas de que Villar poderá ter usado fundos da Federação para aliciar dirigentes locais a apoiarem a sua re-candidatura ao cargo, que ocupa há 29 anos consecutivos.
Durante o dia de hoje, foram realizadas buscas na sede da Federação Espanhola de Futebol e em sedes federativas locais, bem como em várias empresas e residências privadas pertencentes aos detidos.
Até ao momento, a Real Federação Espanhola de Futebol ainda não se pronunciou sobre o assunto e, segundo noticiam alguns meios espanhóis, os funcionários tiveram instruções dos agentes para não ocuparem os seus postos de trabalho como nos relata o nosso correspondente em Madrid Miguel Araújo.
Correspondência de Madrid

ANGOLA: Samakuva promete acabar com o "cabritismo e a gasosa".

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Isaías Samakuva em pré-campanha

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ESTADO DA GUINÉ-BISSAU É SUPORTADO COM RECEITAS PROVENIENTES DAS ALFÂNDEGAS E IMPOSTOS.

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O Estado da Guiné-Bissau tem funcionado com receitas geradas internamente e provenientes das alfândegas e dos impostos, disse hoje o ministro das Finanças guineense, João Fadiá.

"O que nos tem permitido funcionar são exclusivamente as receitas geradas internamente a nível das alfândegas e a nível dos impostos", afirmou o ministro à agência Lusa.

A Guiné-Bissau tem vivido uma situação de crise institucional desde as últimas eleições, com um afastamento entre o partido vencedor das legislativas, o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e o Presidente da República, José Mário Vaz.

O atual Governo não tem o apoio do partido que ganhou as eleições com maioria absoluta e o impasse político levou ao encerramento do parlamento, não permitindo a aprovação do programa do atual executivo e do Orçamento do Estado.

Segundo o ministro, o processo de cobrança de receitas também foi melhorado, tendo sido feitas alterações, nomeadamente "resgatar a função soberana do Tesouro".

"Ser ele (o Tesouro) a receber as suas receitas e canalizar para o banco central e a partir dai passar a ter mão sobre os nossos recursos e geri-los da melhor forma", disse o ministro, explicando que inicialmente foi feito um empréstimo que ainda está a ser amortizado.

O ministro salientou que o dinheiro serve para pagar salários e com o "pouco que resta" fazem-se "despesas de qualidade, que produzam eficácia junto da população".

Questionado pela Lusa em que áreas têm sido feitas as "despesas de qualidade", o ministro referiu a área da saúde, nomeadamente com melhoria no Hospital Nacional Simão Mendes, com a canalização de dinheiro que permita o funcionamento da cozinha hospital, para fornecer alimentação aos doentes internados, e compra de vacinas.

No setor da educação, com o pagamento da dívida aos professores, e no setor agrícola com a compra de sementes que estão a ser distribuídas pelos agricultores, explicou.

O ministro disse também que está a ser feita a reabilitação de algumas infraestruturas, incluindo vias rodoviárias.

"Conseguimos pagar toda a dívida externa em carteira. Algumas renegociámos e neste momento o país é elegível junto das instituições financeiras internacionais para obter créditos", sublinhou.

Em maio, o Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou a transferência de uma tranche de 3,7 milhões de euros do empréstimo em curso ao país, depois de uma visita técnica.

A proposta de transferência de mais esta tranche faz parte de um plano de financiamento aprovado em 2015, e que pode atingir os 21 milhões de euros, mas que esteve suspenso e que apenas foi retomado em dezembro de 2016, depois de as autoridades guineenses terem recuado na tomada de algumas medidas, das quais a organização financeira internacional discordava.

O FMI não concordou com a compra da carteira de créditos malparados do setor privado à banca comercial e ainda com o destino que se estava a pensar dar a toros de madeira cortada nas florestas do país e que foram confiscados pelo Estado.

A instituição mundial exigiu a anulação da operação da compra da dívida aos bancos e ainda instou as autoridades a venderem a totalidade da madeira confiscada com o dinheiro a reverter para o Tesouro Público.

O FMI prevê um crescimento económico de cinco por cento para este ano e para 2018 para a Guiné-Bissau.

Conosaba/Lusa

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