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quinta-feira, 24 de maio de 2012

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

ZULMIRA DE SOUZA BORGES DE 26 ANOS NATURAL DE LUANDA MORREU A TIROS DIA 22/05/12 EM BAR NA RUA JOAQUIM NABUCO ESQUINA COM RUA CAVALHEIRO NO BRÁS(BAIRRO DE SÃO PAULO) AS 20 Hs.
Uma discussão seguida de tiros contra um grupo de angolanos em um bar na Rua Joaquim Nabuco esquina com a Rua Cavalheiro, no Brás, região central de São Paulo, resultou na morte de uma estudante de engenharia. Ficaram feridos uma grávida e dois rapazes. O caso aconteceu por volta de 20h de terça-feira (22). De acordo com informações do 8º DP, tudo começou com uma discussão envolvendo angolanos e brasileiros.

Os brasileiros teriam saído do local em um Golf Prata e retornaram com uma arma e atiraram contra o grupo de angolanos.

Zulmira de Souza Borges, de 26 anos, estudante de engenharia natural de Luanda, morreu no local. Os feridos foram levados para o PS João XXIII e Vergueiro. Um deles já foi liberado.

O autor dos disparos fugiu e ainda não foi identificado, segundo o 8º DP. O caso agora será investigado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

fonte: Pravda News 

Milícias pró-Dos Santos atacam jovens críticos ao regime.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


vitimas-do-regime1.jpgLuanda - Desde o inicio das revoltas ou da primavera arabe em 07 de Março de 2011, os jovens angolanos do interior, são cada vez mais terrorizados pelos grupos de impostores e delinquentos formados pelo José Eduardo dos Santos, com a vocação de desestabilizar e criar um clime de medo no seio das populações angolanas.  

Tudo mostra que, no interior como no exterior, ninguém quer ver mais o macaco velho no caderão do destino de Angola e dos angolanos. A prova é do grande insaio espectacular que o nosso pais e o exterior viveu no dia 19 de Maio de 2012, pela qual o Movimento do galo negro mostrou-se pronto e disposta para um grande desafio capaz de pressionar a retirada urgente e incondicional de José Eduardo dos Santos.
Em Luanda com nas provincias de Angola, grupos afectos as milicias ao serviço do MPLA, têm praticado actos criminosos e de violação dos direitos do homem. Um grupo de cerca de 15 indivíduos afectos às milícias pró-governamentais, armados com pistolas, catanas e varas de ferro, atacou esta noite o núcleo de jovens que tem liderado a organização de manifestações anti-Dos Santos, desde Março de 2011.
Atacantes identificados como oficiais da polícia
Pouco depois das 22h00, os atacantes irromperam, de surpresa, a residência do rapper Casimiro Carbono, no Bairro Nelito Soares, em Luanda, onde se encontravam reunidos 10 jovens.
De pistolas em punho, os atacantes espancaram violentamente Gaspar Luamba, Américo Vaz, Mbanza Hamza, Tukayano Rosalino, Alexandre Dias dos Santos, Jang Nómada, Massilon Chindombe, Mabiala Kianda, e Explosivo Mental. O anfitriao, Casimiro Carbono, escapou aos ataques por ter saído pouco antes para atender a um telefonema.
Afonso Mayanda “Mbanza Hamza”, 26 anos, explicou como os agressores, mal abriram a porta, executaram, de forma profissional e rápida, os ataques. “Bateram-me com uma vara de ferro na cabeça e em todo o corpo, e apontavam as pistolas para não reagirmos à pancadaria”, disse Mbanza Hamza. O jovem sofreu fracturas na cabeça, que levou 12 pontos, e no braço direito.
Gaspar Luamba também foi severamente atingido na cabeça com vara de ferro, tendo levado oito pontos, e ficou com os membros inferiores fracturados com a pancadaria. Um dos delinquentes pró-regime também assestou uma barra de ferro na cabeça de Jang Nómada, causando-lhe grande ferimento, para além da pancadaria que recebeu por todo o corpo.
Por sua vez, o rapper Jeremias Manuel Augusto “Explosivo Mental”, 25 anos, ofereceu resistência aos ataques na cabeça e acabou com os braços inflamados, um dedo da mão direita fracturado, e hematomas por todo o corpo.
Massilon Chindombe, que procurou refúgio no quarto, contou como um dos assaltantes lhe apontou a pistola quando tentava fechar a porta. “Gritámos que estávamos a chamar a polícia e ele riu e respondeu ‘qual polícia’?” O activista conta que, após o ataque levaram as vítimas ao Hospital Américo Boavida. “O Luamba e o Mbanza Hamza perderam muito sangue e estavam semi-conscientes. No hospital um dos enfermeiros começou a suturar o Luamba sem anestesia ou cuidados básicos de higiene. Tivemos de ir para uma clínica privada”, explicou.
Esta é a segunda vez que a milícias invadem a residência de Carbono Casimiro. A primeira aconteceu a 9 de Março passado, tendo os agressores atacado, com barras de ferro, o anfitrião, os activistas Liberdade Sampaio, Catumbila Faz-Tudo “Caveira”, Nelito Ramalhete e António Roque dos Santos. Estes planificavam um protesto anti-Dos Santos para o dia seguinte. A 10 de Março, os atacantes dispersaram violentamente uma concentração de cerca de 30 manifestantes, no Tanque do Cazenga, em Luanda, tendo causado sérios ferimentos, entre outros, ao rapper Luaty Beirão “Ikonoklasta”, ao secretário-geral do Bloco Democrático, Filomeno Vieira Lopes, que teve de ser operado na Alemanha. A Televisão Pública de Angola (TPA) deu amplo espaço, a 12 de Março, a um suposto “Grupo de Cidadãos Angolanos pela Paz, Segurança e Democracia na República de Angola” que reivindicou os ataques e prometeu mais actos de violência contra todos aqueles que se manifestem contra o regime.
A censura e o controlo da informação na TPA são monitorados de forma minuciosa pelo Executivo do Presidente José Eduardo dos Santos e a leitura de um comunicado, em que um grupo desconhecido, se vangloriava de ter cometido um crime, em circunstância alguma teria passado sem o aval das autoridades. Os extremistas pró-governamentais inspiraram-se no modelo de comunicados de organizações fundamentalistas árabes para transmitir a sua imagem de terror.
Ao retirarem-se do local do crime, as milícias, segundo várias testemunhas oculares, efectuaram três disparos para afugentar a vizinhança que se começava a reunir na rua, e o fizeram em viaturas Land-Cruiser alegadamente atribuídas a oficiais da Polícia Nacional. Em várias manifestações, reprimidas pela Polícia Nacional, o grupo de agressores realizava sempre os seus actos de violência com protecção policial. Alguns dos seus membros são identificados como oficiais desta corporação.
Desde a passada segunda-feira, os organizadores das manifestações contam com um programa radiofónico bi-semanal na Rádio Despertar, onde pretendem promover a liberdade de expressão e falar de protestos. Segundo Carbono Casimiro, a reunião, que sofreu o ataque, “visava traçar novas estratégias para o nosso programa de rádio, e estávamos também a discutir outros problemas de organização interna e projectos”. A Rádio Despertar emite, desde 2006, como parte dos Acordos de Paz que permitiram, à UNITA, a transformação da sua então estação emissora Voz do Galo Negro (Vorgan) em rádio comercial. Esta emite em Luanda apenas, em Frequência Modelada (FM), e tem vindo a aumentar a sua audiência pela sua linha editorial marcadamente anti-regime.
fonte: MPDA

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