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domingo, 24 de agosto de 2014

Guiné-Conacri: A Alfândega senegalesa põe a mão nas divisas do Presidente da Guiné: 4 bilhões de Condé interceptado em Dakar.

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As Autoridades senegalesas interceptaram no aeroporto de Dakar, um carregamento de moeda estrangeira, o equivalente a 4.000 milhões de francos CFA. Os funcionários aduaneiros que queriam confiscar dinheiro foram forçados a recuar quando Conakry explicou que os valores estão sendo enviados para Dubai, por ordem de Alpha Conde. 

Além de o vírus Ebola, Senegal deixou de investigar outras causas de atrito com seu maior vizinho ao sul, Guiné Conakry. Basicamente, uma transferência de fundos bastante controversa. Na verdade, a Alfândega senegalesa interceptou há cerca de 10 dias, o equivalente a 4 bilhões de francos CFA, dólares e euros. Este montante foi transportado de Conakry, num pequeno avião que pousou no aeroporto Léopold Sédar Senghor. 

Disseram que essa remessa foi planejada para embarcar a bordo de um avoão de linha regular da companhia Emirados Árabe em Dubai, que liga a capital senegalesa com destino a Oriente Médio. O problema é que essas moedas não foram declaradas na entrada, e, forçosamentemente, não poderia deixar o país. E esse transporte não cumpriu com as normas internacionais para a transferência de divisas. Assim, os funcionários aduaneiros senegaleses decidiram confiscar os valores da aeronave que foi usado para transportá-los. E avisaram a sua chefiia. 

E com a consciência adquirida, as autoridades senegalesas pediram para que os seus homólogos da Guiné fossem informados  sobre a viagem da aeronave e o conteúdo de sua bagagem. A Grande surpresa foi saber que não só as autoridades guineenses foram informados do movimento da aeronave, mas o melhor, e que tinha-no fretado. E a ordem foi mesmo ao mais alto nível, já que é a presidência da República. 

Foi assim que a Alfândega senegalesa evitou que, a morte na alma, participasse de embarque de 4.000 milhões de francos CFA em moeda estrangeira para Dubai. E, sem qualquer prejuízo para as operadoras. Nestes tempos conturbados, onde um pouco do Ebola torna os canais de comunicação difíceis, os líderes do Senegal, na sua maioria se recusaram a dar qualquer razão para os Guineenses com ressentimento em relação a eles. 

Por que tanto dinheiro seria canalizado através de Dakar, em vez de uma única transferência inter-bancária, como é comumente feito por importantes transferências de fundos de estado para estado? Os Guineenses explicram que foi por causa da suspensão da escala do voo Emirates em Conakry devido ao Ebola (sempre!), Eles têm que enviar dinheiro para este país através de Dakar, de onde eles podem ter a conexão para os Emirados Árabes Unidos. E o auto-explicativo, oficial ou não,para entender que o dinheiro transferido não foi através dos canais oficiais, mas foi destinado através dos líderes com necessidades pessoais em Conakry. O que pode, logicamente, ser interpretado como uma troca de tráfego. Mas essa é uma história que Dakar não se atreveu a aceitar.

# seneweb.com

OMS prevê 500 leitos adicionais na Libéria para combater o Ebola.

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De acordo com a OMS, 1.082 casos de Ebola foram registrados na Libéria, 624 deles fatais.
Monróvia - A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou neste sábado que Monróvia terá 500 leitos adicionais para lutar contra a epidemia de Ebola na Libéria, país mais afetado da África ocidental.


"A OMS se compromete a intensificar o trabalho com os sócios para construir centros médicos adicionais em toda a Monróvia e aumentar o número de leitos para o Ebola em mais 500 nas próximas seis semanas", declarou o diretor adjunto da OMS para a segurança sanitária, Feiji Fukuda.

De acordo com o balanço de 20 de agosto da OMS, 1.082 casos de Ebola foram registrados na Libéria, 624 deles fatais. O país é o mais atingido pela epidemia, que também afeta Serra Leoa, Guiné e, em menor medida, Nigéria. No total morreram 1.427 pessoas.

# correiobraziliense.com.br

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Ebola assusta turistas brasileiros com viagem marcada para a África.

Preocupação atinge mesmo quem vai para longe do epicentro da doença.
Risco é mínimo, diz OMS; agências de turismo esclarecem clientes.

Adriano Mellenberg, gerente de uma operadora brasileira de turismo, na África do Sul: 'Não há motivo para alarmismo', afirma (Foto: Adriano Mellenberg/Arquivo pessoal)
Adriano Mellenberg, gerente de uma operadora brasileira de turismo, na África do Sul: 'Não há motivo para alarmismo', afirma (Foto: Adriano Mellenberg/Arquivo pessoal)

A epidemia de ebola que matou mais de mil pessoas em uma região da África Ocidental está preocupando turistas brasileiros que vão passar férias no continente – mesmo os que irão para destinos a milhares de quilômetros da área afetada. O vírus com alto grau de letalidade deixou mais de 1.300 mortos na Guiné, Serra Leoa e Libéria. Também houve cinco casos na Nigéria.
Mário Henrique e Lúcia Helena em sua viagem pela África do Sul (Foto: Mário Henrique Neves/Arquivo pessoal)Mário e Lúcia em viagem pela África do Sul: ele voltou
resfriado e sua mãe achou que estava com ebola
(Foto: Mário Henrique Neves/Arquivo pessoal)
Agentes de turismo relatam que têm recebido ligações de clientes com viagem marcada para países como África do Sul, Quênia e Tanzânia, que querem se informar sobre os riscos de viajar para lá neste momento.
“Tem bastante gente preocupada e pedindo informações. Mas mostramos o mapa com as distâncias, explicamos a dificuldade de o vírus chegar aos países com os quais a gente trabalha e eles acabam se tranquilizando”, diz Eliane Barzilay, consultora da Safari 365, que só trabalha com destinos africanos.
Segundo Eliane, houve apenas uma desistência entre seus clientes em razão do vírus: um casal de idosos que viajaria com parentes para África do Sul, Botswana e Zâmbia. “O resto da família vai, mas a senhora tem mais de 80 anos, a saúde debilitada, e entrou em pânico. O marido admitiu que não é um medo lógico, mas eles preferiram não ir”, conta ela.
Ela diz que houve também quem esperasse algumas semanas antes de fechar o pacote para acompanhar a evolução da epidemia.
A consultora, que trabalha com destinos africanos há 14 anos, lembra que os países infectados estão no Hemisfério Norte, enquanto os destinos turísticos procurados pelos brasileiros ficam no Hemisfério Sul. “Além de tudo não há voos diretos entre eles. Alguém que está no sul da Europa corre mais risco do que alguém que está na África do Sul. É como se no Brasil a gente estivesse preocupado com algo que acontece no Canadá”, compara.
Nesta quinta-feira (21), autoridades sul-africanas anunciaram o fechamento de suas fronteirasa pessoas procedentes de Guiné, Libéria e Serra Leoa.
‘Cuidado com o ebola’
Com viagem marcada para a África do Sul em setembro, Thais Fiuza, de 29 anos, diz que se tranquilizou quando buscou mais informações sobre a epidemia de ebola. Mas amigos e familiares não estão tão despreocupados. “A primeira coisa que me falam quando digo que vou para a África é: 'cuidado com o ebola'. As pessoas generalizam quando se fala em África”, diz.
Recém-chegado de uma viagem de dez dias à África do Sul, o aposentado Mário Henrique Neves, de 62 anos, afirma que não se sentiu em risco, mas teve que acalmar sua mãe, que achou que um resfriado que ele pegou no voo de volta poderia ser ebola. “Liguei para a minha mãe fungando um pouco na volta. Depois disso ela não conseguiu falar comigo por um problema nos meus telefones e entrou em parafuso. Ligou para a minha sogra, dizendo: ‘ele veio da África, está com ebola’”, conta ele, rindo.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o risco de infecção de viajantes pelo ebola é "muito baixo, já que a transmissão de pessoa a pessoa só se dá com o contato direto com os fluidos corporais ou secreções de um paciente infectado". A OMS não recomenda restrições de viagens nem para os países que apresentam transmissão do vírus.
"O ebola não se transmite pelo ar. A coisa está acontecendo, mas não é uma situação alarmante. A África é muito grande, são 54 países em um continente", afirma Adriano Mellenberg, gerente geral da operadora brasileira Taks Tour.
Ele conta que tem recebido ligações de clientes com viagem marcada até para o Ano Novo. “Temos uma infinidade de pacotes fechados para o réveillon. Mas o tom dos clientes é tranquilo, eles buscam mais o esclarecimento”, diz.
A empresa fez um comunicado com informações sobre a doença para os viajantes. Um dos tópicos afirma que os países afetados estão até menos distantes de algumas cidades brasileiras do que de muitos destinos turísticos na África – são 5.800 km para Joanesburgo e 3.500 km para o Recife, por exemplo.
Prejuízo para turismo e negócios
Segundo a agência “Reuters”, visitantes dos EUA, da Europa e principalmente da Ásia estão cancelando ou adiando viagens à África por causa do ebola, mesmo quando o destino está longe do epicentro da doença.
O medo do ebola também está prejudicando as viagens de negócios e eventos de investimento na África, ainda de acordo com a “Reuters”.
“Vimos um grande número de cancelamentos da Ásia, e os números de grupos que estão viajando são menores”, afirmou à agência Hannes Boshoff, diretor-gerente da ERM Tours, sediada em Johanesburgo, que organiza viagens para países no sul da África. “Muitos clientes veem a África como um único país”, completou.
# g1.globo.com

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