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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Em evidente sucesso, o Senegal é declarado livre de Ebola.

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GENEBRA - A Organização Mundial da Saúde declarou nesta sexta-feira, que a nação da África Ocidental, o Senegal, está livre de Ebola, um raro sucesso em lidar com um vírus mortal que assolou descontroladamente os países vizinhos e despertou alarme em todo o mundo.

A realização do Senegal foi confirmada pela organização de saúde que relatou ter internamente reconhecido a sua própria incapacidade gritante para atacar meses atrás a proliferação da doença . O documento interno teria ido muito além da auto-crítica que os funcionários da organização têm expressado publicamente sobre a sua resposta.

A O.M.S. anunciou que o Senegal concluiu oficialmente um período de acompanhamento de 42 dias, o dobro do período máximo de incubação do vírus, em que não foram encontradas novas infecções. O último caso registrado no país foi de um jovem que estava vindo pela estrada da Guiné; ele se recuperou e voltou para a Guiné, na semana passada, anunciou a organização.

No que seria um sucesso notável, Nigéria, país mais populoso da África, apareceu na sexta-feira última para declarar-se livre de Ebola também. O país iria atingir a marca de 42 dias na segunda-feira, após um surto que infectou 20 pessoas e resultou em oito mortes.

O Senegal muito próximo da Guiné, Libéria e Serra Leoa, os três países que estão no centro da epidemia, "faz com que o país ainda seja vulnerável ​​a casos adicionais importados", disse a organização.

Mais de 4.500 pessoas morreram de Ebola e mais de 9.200 foram infectadas ccom surto atual, de acordo com a mais recente pesquisa revelada pela OMS e que foi postada na sexta-feira em seu site. O número de casos está dobrando a cada mês.

Ainda assim, o sucesso do Senegal em isolar a infecção é um exemplo de boas práticas a um momento em que a organização está a tentar reforçar o prontidão de 15 outros países da África para lidar com os viajantes que chegam que estão infectadas com a doença.

A OMS, uma agência especializada das Nações Unidas com sede em Genebra, é responsável pela coordenação das respostas internacionais por doenças contagiosas.

Dr. Margaret Chan, diretora-geral da agência, e seus principais assessores disseram que todas as agências e os governos lidam com o surto de Ebola - incluindo o seu próprio - subestimou a sua gravidade. Mas um projeto de documento interno, revelado nesta sexta-feira pela Associated Press, usa uma linguagem significativamente mais forte pela falha no desempenho da organização, citando funcionários incompetentes e pouca informação.

"Quase todos os envolvidos na resposta ao surto não conseguiram ver alguma escrita bastante simples na parede", a agência de notícias citou o documento como exemplo.

O porta-voz da O.M.S em Genebra, Tarik Jasarevic, se recusou a comentar sobre o relatório da agência e disse que não tinha visto o documento. "Vamos ter um tempo para analisar a forma como a resposta tem sido tratada e vamos certamente fazer isso, mas, por enquanto, queremos nos concentrar em ajudar os países a fazer a sua resposta de maneira mais eficiente possível", disse ele.

Na Serra Leoa, onde efeitos em cascata do Ebola levaram à escassez de alimentos e a fome, o Programa Mundial de Alimentos e seus parceiros começaram o que chamaram de - a única e maior operação de distribuição de alimentos até à data.

# nytimes.com

Campanha presidencial no Brasil baixa de nível.

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Tribunal Superior Eleitoral proíbe ataques pessoas nos tempos de antena.

Dilma Roussef e Aécio Neves
Dilma Roussef e Aécio Neves

A corrida presidencial no Brasil entra na recta final cada vez mais inflamada, marcada por trocas de acusações agressivas entre os dois candidatos, Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), que disputa a reeleição.
A 10 dias das eleições presidenciais, Aécio Neves, actual líder nas pesquisas (51%), e Dilma (49%) trocam constantemente acusações de corrupção, favorecimento de parentes em governos, falta de transparência e mentiras. As críticas atingem também o lado pessoal dos adversários políticos. Nos programas partidários, na rádio e TV, Aécio Neves acusa Dilma e o PT de estarem patrocinando uma campanha de rancor e ódio, voltada para a desconstrução do candidato. Por outro lado, a campanha da petista acusa o adversário de esconder sua história de vida e divulga propagandas políticas que sempre são encerradas com a frase: "Aécio, quem conhece não vota".
Os dois debates que ocorreram na TV entre os presidenciáveis esta semana, para muitos telespectadores, lembraram mais uma luta de boxe. Aécio Neves acusou Dilma, várias vezes, de fazer campanha de baixo nível. Os dois candidatos exploraram, o tempo todo, denúncias um contra o outro.
Aécio questionou Dilma sobre o escândalo envolvendo desvios de dinheiro da estatal Petrobras e a presidente que disputa a reeleição devolveu o ataque questionando o candidato sobre a construção de um aeroporto, com dinheiro público, na cidade onde a família dele tem propriedades. "Como é que o senhor explica ter construído um aeroporto que na época custa R$ 13,9 milhões e que esse aeroporto foi construído no terreno de sua família?"
Aécio respondeu duramente. "A senhora está sendo leviana, candidata. Foi uma obra feita em uma área desapropriada em desfavor de um tio meu, para beneficiar uma região próspera onde estão mais de 150 indústrias".
A candidata também acusou Aécio de favorecer parentes nas estruturas de governos. "Hoje, no Brasil é proibido o nepotismo, o emprego de familiares no governo. E o senhor tem uma irmã, um tio, três primas e três primos no Governo. Se o senhor olhar, no Governo federal, não vai encontrar nenhum parente meu".
E, em outro momento, Dilma tratou do tema da Lei Seca, que proíbe bebida ao volante, para lembrar que o candidato já foi barrado em uma blitz dirigindo embriagado e se recusou a fazer o teste do bafómetro. “Eu acho muito importante a lei seca para o Brasil e acho que o senhor está tentando diminuí-la. Acredito candidato, que ninguém pode sem sofrer as consequências dirigir nem drogado nem bêbado”.
 Apesar de admitir o facto, Aécio acusou Dilma de faltar com a verdade em vários momentos da campanha. “Candidata, a senhora está mentindo para o Brasil. A sua campanha é a campanha da mentira”. 
O clima é tão hostil na campanha política brasileira que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu ontem, 16, que as propagandas eleitorais gratuitas em cadeia nacional de rádio e TV no Brasil não podem servir para "atacar" candidato adversário, mas sim para debater propostas.   
A guerra de acusações tem deixado essas propostas totalmente de lado. Num dos debates na televisão, os dois candidatos juntos, gastaram apenas sete minutos, em 1 hora e 20 minutos, com programas de governos.     
O cientista político Pedro Fassoni concorda que os debates eleitorais deixam os brasileiros sem respostas. “Talvez o debate tenha chamado a atenção não pelo o que foi dito, mas pelo o que faltou a dizer: as grandes questões nacionais como a reforma política, a agrária, um plano nacional de mobilidade urbana, a política externa. Por exemplo, aquela pauta de reivindicação da população no ano passado não foi colocada nesse debate”, diz Fassoni.
#VOA

Equipa médica pronta para ajudar Guiné-Bissau a não ter ébola.

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Portugal está disponível para enviar equipas médicas para a Guiné-Bissau para manter o país livre do vírus ébola, disse o diretor-geral de Saúde, Francisco George, esta sexta-feira, à chegada a Bissau.

Cartaz de alerta à população sobre o ébola em Monrovia, Libéria






"Se o governo guineense assim o requisitar, naturalmente que a resposta é positiva. É verdade [já há equipa pronta], mas depende sobretudo daquilo que as autoridades guineenses solicitarem", referiu.


Resposta internacional ao ébola foi lenta por crise ter começado em África.




Os países ricos foram lentos em reagir à epidemia do vírus ébola, por esta ter começado em África, disse o antigo secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Kofi Annan.

"Estou profundamente desapontado pela resposta (...). Estou desapontado por a comunidade internacional não se mexer depressa", disse Annan a um programa de referência da BBC, o Newsnight.

# jn.pt

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