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terça-feira, 21 de maio de 2013

Angola: Gambiano detido no aeroporto com mais de dois milhões de dólares.

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Um cidadão gambiano foi detido domingo, em Luanda, quando transportava mais de dois milhões de dólares norte-americanos, por volta das 08h30, na altura em que se fazia o embarque do voo da Taag, com destino à cidade de Joanesburgo, África do Sul, revelou o director do Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, engenheiro Costa Lima.

Falando à imprensa, a propósito do sucedido, o responsável deu a conhecer que o individuo foi detectado já no autocarro junto à aeronave onde subiam os passageiros, pois as suas características causaram suspeita às forças do sistema de segurança aeroportuária que encontraram na sua mochila o referido montante. 

Entretanto, neste momento, o cidadão gambiano encontra-se detido pela polícia judiciária do aeroporto, que está a instruir o processo criminal, enquanto o valor financeiro encontra-se sob custódia das entidades alfandegárias, que depois de efectuados os tramites legais fará chegar o dinheiro ao Banco Nacional de Angola (BNA).

Segundo Costa Lima, “o sistema de segurança aeroportuária deteve o indivíduo devido às características que apresentava, assim como a forma em que se movimentava junto à aeronave, o que criou algumas suspeitas dos órgãos de segurança do aeroporto”, sublinhou.

Para o director, com as novas medidas do Banco Nacional de Angola (BNA), que dificulta certos estrangeiros de saírem do país com avultadas somas em dólar, “muitos deles têm tentado usar o aeroporto e outras vias para levarem o dinheiro, mas, infelizmente, o nosso sistema de segurança aeroportuária funciona, daí que os que tentam são detidos”.

Entretanto, o responsável admite haver alguns trabalhadores da comunidade aeroportuária envolvidos no caso que serão apresentados assim que o órgão da polícia judiciária local terminar o seu trabalho de investigação para apresentar outros dados e pessoas envolvidas.

De acordo com informações chegadas ao director do aeroporto, quatro cidadãos nacionais estão já detidos por suspeita de envolvimento no caso, enquanto dois outros, de áreas que evitou revelar, estão a ser localizados pelos órgãos policiais. 

Ainda assim, disse, “o nível de segurança que o aeroporto tem está a funcionar daí que os cidadãos nacionais ou estrangeiros que tentarem violar as leis serão detectados pelo sistema de segurança aeroportuária, advertiu o engenheiro, que aconselhou igualmente aos trabalhadores do aeroporto a evitarem tais práticas, pois impedem o desenvolvimento de Angola”, realçou. 

Outros dados sobre o assunto serão apresentados nos próximos dias após a conclusão do trabalho da polícia de investigação criminal.

Ao cidadão nacional adulto é autorizado a levar para fora do país até 15 mil dólares norte-americano, enquanto ao estrangeiro é exigida prova de residência e declaração do montante à Alfandega e/ou polícia fiscal.

fonte: angonotícias.com

Macky SALL no forum de DOHA : « A África oferece novas oportunidades para investimentos »

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Em seu discurso no 13o Fórum Internacional em Doha, antes de Sua Alteza Sheikh Hamad Bin Khalifa Al Thani, o chefe de Estado agradeceu primeiramente a Sua Alteza pelo amável convite e pela generosa hospitalidade por ele reservado, e a delegação senegalesa. Segundo ele, o mundo árabe tem sido sempre um intercâmbio de encontros amigáveis.
"Estou muito contente de participar neste fórum em Doha durante a minha visita oficial ao Qatar", disse Macky Sall. Ele acrescentou que, no Senegal, o mundo árabe tem sido sempre um lugar de intercâmbio e encontros amigáveis, com base em nossos valores comuns da cultura e da civilização.
"Em apenas 12 anos de existência, o Fórum de Doha ganhou aclamação. Com a notícia de seus temas, da qualidade e das suas deliberações, o Fórum tornou-se um observatório privilegiado das grandes mudanças que continuam a agitar o curso da história moderna ", disse o presidente Sall. De acordo com o chefe de Estado, em muitos países, a paz e a segurança têm sido comprometidas. Ele acredita que o teste da crise que o mundo enfrenta, uma vez que as economias prósperas vacilam. "Novos poderes estão surgindo e, com eles, a geopolítica internacional e a economia global têm mudança de paradigmas", insistiu o presidente.
Segundo ele, estas mudanças profundas afetam, em muitos aspectos, a relação entre os Estados e dentro deles. Ele continua: "A África não é uma exceção." Apesar do peso do passado e os desafios do presente, reconheceu o chefe de Estado, os nossos países e nosso continente se estabeleceram em uma dinâmica positiva e não querem ficar de fora da nova ordem mundial em formação.
"A democracia, a liberdade de empresa e espírito de inovação estão a ganhar terreno, e a taxa de crescimento em África permanece acima da média mundial regularmente", observou ele. Na sua qualidade de Presidente da NEPAD, ele disse que "nossos países oferecem novas oportunidades de investimento rentável em sectores-chave da agricultura, energia e infra-estrutura." Ele revelou que'' a União Africana (UA) identificou nas cinco regiões do continente, 51 projectos no âmbito do Programa de Desenvolvimento de Infra-estruturas em África, por um custo total de 68.000 milhões dólares.

Uma nova abordagem para aumento de capital

"Nós selecionamos oito projetos prioritários que eu apresentei em março passado na Cúpula Brics em Durban", disse o presidente Sall. "Esses são projetos cujos estudos de viabilidade estão suficientemente avançados para terem financiamentos", disse ele. "O que estamos propondo hoje é uma nova abordagem para levantar capital", sublinhou o Presidente Sall.
"Queremos ir além da assistência oficial ao desenvolvimento e de recurso para a parceria público-privada para fazer estradas, ferrovias, unidades de geração de energia e outros grandes projetos estruturantes", frisou. Como parte da Cimeira do G20, em setembro, em São Petersburgo, na Rússia, com o apoio do país anfitrião, ele propôs a uma mesa redonda sobre financiamento de projetos de infra-estrutura na África que deve ser organizado. Por fim, o presidente da Nepad convidou todas as partes interessadas, públicas e privadas na reunião de setembro de 2013.
Acompanhado por sua esposa, Faye Marieme Sall, alguns membros do governo e altos funcionários, incluindo o ministro do Exterior Macky Sall foram recebidos no domingo pelo primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores do Qatar. Ele será recebido esta manhã pelo Emir.
Depois de Doha, o presidente Sall participará do 50 º aniversário da União Africana na presença destes colegas Chefes de Estado e de Governo em Addis Abeba. Nesta ocasião, Macky Sall, na sua qualidade de presidente da Nova Parceria para o Desenvolvimento de África (Nepad), apresentará um relatório sobre a implementação da infra-estrutura de interconexão. De volta para Dakar, o Chefe de Estado terá vôo comercial em 1 de Junho de 2013, com destino a Yokohama, no Japão, onde vai participar do processo da 5ª Conferência de Tóquio sobre o Desenvolvimento Africano (TICAD V). A convite do primeiro-ministro japonês, ele fará um discurso sobre "Governação e capacitação institucional." Após a cúpula do Japão, o chefe de Estado irá terminar sua turnê em Paris com a apresentação na cerimônia de Houphouet Boigny, 5 de junho, o presidente François Hollande escolhido por um júri presidido pelo ex-presidente Joaquim Chissano de Moçambique. Isso acontecerá na presença do Chefe de Estado Alassane Ouattara e o ex-Presidente Abdou Diouf, Secretário-Geral da Organização Internacional da Francofonia (OIF).

Síntese de El Hadji Abdoulaye Thiam

fonte: lesoleil.sn




Africanos devem beneficiar da agricultura no continente.

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Agricultura moderna no continente africano


A África tem um enorme potencial agrícola, como provam os investimentos internacionais avultados neste sector.
Como se pode modernizar a agricultura africana, de modo a que ela beneficie também a população local e não prejudique o meio ambiente? Estas foram questões debatidas na Semana Empresarial Africana, que decorreu de 22 a 26.04 em Frankfurt, na Alemanha. Ministros e delegações de mais de 30 países africanos e europeus reuniram-se sob o lema "Doing business - Sharing sucess (fazer negócios - partilhar sucessos)
Quem quiser investir na agricultura em África deve também apoiar os pequenos agricultores africanos, para que possam aumentar a produção e os lucros. É o que exige Mpoko Bokanga da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO). Um benefício adicional seria impedir o êxodo para os centros urbanos, e explica:
“Podiam ser introduzidas tecnologias. O trabalho devia ser mecanizado. O que tornaria a agricultura mais atraente para os jovens. E aumentaria a produtividade, claro está. Todos acabariam por ganhar”.
Novas tecnologias não são solução universal
Mpoko Bokanga da ONUDI - agência da ONU para o Desenvolvimento IndustrialMpoko Bokanga da ONUDI - agência da ONU para o Desenvolvimento Industrial
Mas a técnica moderna só por si não é a panaceia universal, salienta Bokanga. Por isso, a UNIDO tem na mira toda a cadeia de produção: o cultivo da terra, a colheita, a transformação e a comercialização dos produtos agrários.
O empresário alemão, Carl Heinrich Bruhn, afirma que é isso precisamente o que faz a sua firma, a Amatheon. Esta empresa pretende criar na África unidades de produção agrárias de alta prestação, para garantir rendimentos elevados aos seus acionistas. Para um primeiro projecto, Bruhn arrendou 30 000 hectares na Zâmbia por um período de 99 anos. A Amatheon, explica Bruhn, desenvolveu um conceito em colaboração com os agricultores locais, pensado para beneficiar toda a gente. Por exemplo, até agora os agricultores naquela região remota não tinham acesso a adubos, sementes ou pesticidas. Segundo Bruhn,
“da nossa fazenda central distribuiremos todo este material com o qual os pequenos agricultores poderão iniciar o seu próprio ciclo de produção”.
Segue-se uma segunda etapa, já que “até à data também não havia acesso aos mercados para a venda dos próprios produtos. Nós propiciamos esse acesso, porque podemos adquirir a produção e transportar para a capital graças à nossa logística”, afirma o empresário.
Ceticismo da WWF sobre o crescente interesse pelas terras africanas
Titel: Birgit Wilhelm
Schlagworte: Birgit Wilhelm, WWF, nachhaltige Landwirtschaft
Wer hat das Bild gemacht?: Thomas Mösch
Wann wurde das Bild gemacht?: 24.4.2013
Wo wurde das Bild aufgenommen?: Frankfurt/Main
Bildbeschreibung: Bei welcher Gelegenheit / in welcher Situation wurde das Bild aufgenommen? Wer oder was ist auf dem Bild zu sehen?
Birgit Wilhelm, Expertin für nachhaltige Landwirtschaft und Ressourcenschutz beim WWF Deutschland.
Bildrechte: 
Der Fotograf / die Fotografin ist (freie) Mitarbeiter(in) der DW, so dass alle Rechte bereits geklärt sind.Birgit Wilhelm
A organização não-governamental de protecção do ambiente WWF observa com ceticismo o interesse crescente por chão africano. A WWF admite a necessidade de aumentar a produção de alimentos, diz Birgit Wilhelm, responsável pela agricultura sustentável na secção alemã da organização. Tanto mais que 60% da terra arável não cultivada no mundo se encontra em África, diz. Mas, acrescenta, há que ter em conta que o solo africano é pobre em nutrientes, como os investidores sabem:
“Diz-se que os solos são pobres, que precisam de nutrientes, e, portanto, o adubo tem que ser aplicado levando em conta os processos e o ecosistema local. O que custa dinheiro porque exige investimentos em estudos, e estes são investimentos de longo prazo. Há que contar com, pelo menos, dez anos”, diz o especialista da WWF.
O que se aplica sobretudo à produção de biocombustíveis, onde os investidores tendem a procurar olucro rápido, e depois de alguns anos abandonam o solo exausto, avisa Wilhelm. Em seguida procuram por novas terras. Este ciclo vicioso destrói a biodiversidade e prejudica para sempre a fertilidade dos solos.
fonte: DW.DE

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