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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Ratificada sólida amizade entre Cuba e a China.

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O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel, presidiu a cerimônia de comemoração do 65º aniversário da República Popular da China.


“AS relações entre China e Cuba são exemplo de cooperação entre países em desenvolvimento e seu aprofundamento é uma prioridade dapolítica exterior do gigante asiático”, assegurou na quarta-feira, 1º de outubro, o embaixador Zhang Tuo no ato de comemoração do 65º aniversário da fundação da República Popular da China.
 Na cerimônia, presidida pelo primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel, o diplomata chinês lembrou que Cuba foi a primeira nação da América em estabelecer relações diplomáticas com seu país, no ano 1960.
 Em seu discurso destacou que os laços entre ambos os povos, partidos e governos conseguiram resistir a prova do tempo.
 Acrescentou que Cuba e a China aprendem mutuamente de suas experiências na construção do socialismo com características próprias em cada país.
 Disse, ainda, que sob a condução do PCC, nosso país se encontra em plena implementação da atualização do seu modelo econômico e ressaltou os sucessos registrados até o momento.
 De sua parte, o vice-presidente do Conselho de Ministros, Ricardo Cabrisas expressou no discurso de encerramento que os vínculos entre as duas nações se encontram hoje em seu melhor momento histórico.
 Cabrisas acrescentou que a bem-sucedida visita realizada pelo presidente Xi Jinping, em julho passado, e os importantes acordos assinados, marcam uma nova etapa e contribuem a relançar as relações bilaterais.
 Na cerimônia, celebrada na Sala Universal das FARs, marcaram presença altos dirigentes do Governo, o Partido e as Forças Armadas de Cuba,  assim como diplomatas acreditados em Havana. Ainda, o espaço cultural do ato teve a participação da Camerata Romeu.
 
# granma.cu

GUINÉ-BISSAU: Nomeação de novo Procurador-Geral da República.

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Ministério da justiça em Bissau

Foi nomeado esta quinta-feira um novo Procurador-Geral da República na Guiné-Bissau em substituição do anterior titular do posto, Abdu Mané, que deixou o cargo no passado dia 9 de Junho, pouco depois da eleição do actual Presidente da República, José Mário Vaz.

Abdu Mané ( na foto ) que tinha sido nomeado pelo presidente de transição na sequência do golpe de Estado de 2012, tinha tentado impugnar a candidatura de José Mário Vaz à presidência da República por considerar que o actual chefe de Estado guineense tinha os seus direitos de circulação limitados no quadro de medidas de coação por estar sob investigação sob a acusação de peculato.
O Supremo Tribunal de Justiça acabou por não lhe dar razão e apesar de José Mário Vaz ter declarado publicamente que iria apoiar a recondução de Abdu Mané no cargo de PGR, este último acabou por apresentar a sua demissão alguns dias antes da tomada de posse do chefe de Estado.
Após três meses com o lugar de PGR vago, foi designado o seu novo titular, Hermenegildo Pereira, um jovem magistrado conhecedor da luta contra o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo, o novo PGR devendo tomar oficialmente posse esta sexta-feira de manhã.

# rfi.fr



Brasil: Dez razões para votar em Dilma - Próximo domingo a decisão na mão do povo brasileiro.

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Dez razões para votar em Dilma. 20951.jpeg

Por Eric Nepomuceno, no site Carta Maior:

A vida é feita de escolhas, que vão das mais simples - decidir se o café deve ser com açúcar, adoçante ou sem nada - às que trazem consequências e produzem efeitos concretos sobre o futuro de milhões de pessoas. 
Estamos às portas da hora de uma dessas escolhas que vão muito além de como (e se) adoçar o café: em quem votar para presidente.
E, sem vislumbre algum de dúvida, declaro meu voto em Dilma Rousseff. Tenho carradas de razões para ter feito essa escolha. Menciono aqui treze delas.
A primeira é simples: porque é necessário assegurar as transformações sociais que o país vive desde 2003, com a chegada de Lula da Silva à presidência, e que foram aprofundadas com Dilma Rousseff. Das três opções que me oferecem, uma - e apenas uma - significa essa garantia: as outras duas significam voltar ao passado.
O pedigree do candidato não permite dúvidas com relação a isso, e o da outra candidata é tão indefinido, tão incerto e errático, que me permite duvidar de tudo que ela diz. Impossível confiar em quem trai e desmerece a própria biografia.
A segunda é igualmente simples: porque, além de preservar o que foi conquistado, é preciso avançar muito, aprimorando os benefícios alcançados por dezenas de milhões de brasileiros e ampliando as perspectivas concretas de futuro. É preciso implementar reformas que assegurem não apenas emprego, mas possibilitem aos brasileiros acesso a educação, saúde, transporte e segurança públicas. E não vejo, nos outros dois postulantes, nem consistência, nem coerência, e muito menos compromisso com a busca incessante de justiça social e de futuro.
Terceira razão: porque Dilma Rousseff é a candidata mais bem preparada, a de trajetória mais sólida e coerente, a única de real e efetivo compromisso com o projeto de país que está sendo implantado e que precisa se consolidar e avançar de maneira incessante, contra os ventos e as marés daquela parcela da sociedade que sempre se negou a ouvir a voz dos deserdados e que, nesta eleição, encontrou nos outros dois candidatos seus porta-vozes ideais. Um, com legitimidade. A outra, graças à própria inconsistência e à sua olímpica incoerência.
Quarta: porque ainda há muito caminho a ser percorrido. Se os programas sociais levados adiante pelas três últimas presidências - duas de Lula, uma de Dilma - serviram para abrir as grandes alamedas da esperança, falta implementar reformas essenciais, a começar pela reforma política e o sistema de financiamento das campanhas eleitorais. Falta terminar de recuperar e redesenhar o papel do Estado na economia e em defesa dos interesses da sociedade. Esta é uma batalha árdua, e só será possível obter os resultados necessários com um governo efetivamente comprometido com a maioria dos brasileiros, e não com os setores que, por tradição, reservam a si os benefícios que deveriam estar ao alcance de todos.
Quinta razão: porque o Brasil vem consolidando seu espaço no cenário internacional, com uma política que tem sabido aliar pragmatismo com soberania e autoestima. No momento em que as forças do atraso buscam retomar seu poder em diversos países latino-americanos, e que a maioria dos países europeus padece as perversidades de um sistema que privilegia o capital, ceifando conquistas e transformando-se em estados de mal-estar social, é de importância primordial que o Brasil mantenha sua atual política externa.
Sexta: porque a renda do trabalhador brasileiro obteve ganhos reais. Existe um dado que mostra de maneira clara o trânsito experimentado pelos desfavorecidos: em oito anos, 42 milhões e 800 brasileiros abriram, pela primeira vez na vida, uma conta corrente em um banco. Ou seja: um contingente de brasileiros, que equivale a uma Argentina inteira, experimentou um câmbio efetivo em sua economia familiar.
Sétima: porque, pela primeira vez em meio século, o Brasil teve e tem um governo voltado para os brasileiros. Um governo que, apesar de certos equívocos, agiu sempre na direção do bem comum. E que, quando acertou - e acertou infinitas vezes mais do que errou -, beneficiou os que, até agora, integravam os imensos batalhões dos desvalidos de sempre.
Oitava razão: porque vejo em Dilma Rousseff a única possibilidade de corrigir rotas sem mudar ou perder o rumo. De retificar sem destruir.
Nona: porque é ela, dos três candidatos, a única que realmente sabe de onde veio o atual projeto de país, e portanto saberá leva-lo a bom porto. A única que sabe onde este projeto pretende chegar, e qual o país que pretende construir e legar às gerações que virão.
Décima razão: porque nunca na vida votei na direita.
# pravda.ru

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