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segunda-feira, 9 de junho de 2014

ÁFRICA/GUINÉ - A Guiné é o novo ‘hub’ africano da cocaína destinada à Europa?

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

La Villa Elijah - Ile de Roume
Conakry – No ano passado, um ou dois aviões repletos de cocaína aterravam mensalmente na República da Guiné provenientes da América Latina. A carga de droga é enviada à Europa por organizações criminosas que penetraram no país da África ocidental.
É o que afirma um inquérito da Agência Reuters que propõe os dados publicados no Relatório do Departamento de Estado estadunidense sobre o tráfico internacional de cocaína que passa pela Guiné. A Guiné e a confinante Guiné-Bissau são o ponto final oriental da chamada “rodovia 10”, como é conhecida a rota aérea mais breve entre a América Latina e a África, que passa ao longo do décimo paralelo norte.
Segundo a Agência especializada da ONU para o combate ao crime e o tráfico de drogas, no ano passado, pelo menos 20 toneladas de cocaína, em grande parte provenientes da Colômbia e da Venezuela, transitaram na África ocidental em direção da Europa. Até o momento, a atenção dos esforços antidroga se concentrou na Guiné-Bissau, mas a prisão do ex-Chefe de Estado Maior, o almirante José Américo Bubo Na Tchuto, obrigou os traficantes a transferir parte de sua atividade para a Guiné Conakry.
Teme-se que o movimento de capitais criminosos acentue a chaga da corrupção neste país que está se esforçando em valorizar seus imensos recursos naturais para melhorar as condições de vida gerais da população.

news.va

44ª ASSEMBLEIA GERAL DA OEA EUA cada vez mais sozinhos na tentativa de isolar Cuba.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

A recente 44ª Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) celebrada em Assunção, capital paraguaia, demonstrou que os Estados Unidos estão cada vez más sozinhos na sua política de isolar Cuba do resto do mundo, algo que vêm tentando desde janeiro de 1959.
EUA cada vez mais sozinhos na tentativa de isolar Cuba


Embora o tema não estivesse incluído na agenda oficial, o debate acerca da participação da Ilha maior das Antilhas na próxima Cúpula das Américas — que terá lugar no Panamá, no próximo ano — foi discutido durante boa parte do evento, que se estendeu entre 3 e 5 de junho passado. Com sólidos argumentos, as nações da região reiteraram que não se pode aceitar um novo encontro sem a assistência cubana.

 A assistência de Cuba a estes eventos, que reúnem em cada três anos as Chefas e Chefes de Estado e de Governo do continente, é um reclame histórico da comunidade latino-americana e caribenha, desde que foi celebrada a primeira destas Cúpulas, em Miami, em 1994.

 Alguns dos foros onde se tornou patente esta reclamação têm sido: na 5ª Cúpula das Américas, realizada em 2009, em Porto Espanha, Trinidade e Tobago e na 6ª Cúpula, em Cartagena, Colômbia, em 2012. Ainda, no 8º Conselho Político da ALBA-TCP, em Caracas, em fevereiro de 2012; na 4ª reunião ministerial Caricom-Cuba, em setembro de 2013, efetuada em Saint George, Granada, e no Conselho de Ministras e Ministros das Relações Exteriores da Unasul, reunidos em maio de 2014 em Puerto Ayora, nas Ilhas Galápagos equatorianas. E a declaração adotada por unanimidade, na 2ª Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), em Janeiro de 2014, em Havana, a respeito daplena integração de Cuba à região e à comunidade internacional, a recusa do bloqueio e outras exclusões unilaterais.

 A Nicarágua iniciou a rodada de intervenções com uma chamada de atenção de seu representante, Dennis Moncada. O diplomata lembrou que era “impossível celebrar outra Cúpula das Américas sem a presença cubana”, como já se havia dito em Cartagena.
 Ao longo dos três dias da reunião, sucederam-se intervenções de cerca de vinte países apoiando Cuba. O embaixador permanente da Venezuela ante a OEA, Roy Chaderton, insistiu em dar cabo das “precondições e vetos” a Cuba.

 A delegação de São Vicente e as Granadinas ratificou a firme posição da Caricom, em cujo nome falou o chanceler de Santa Lucia, Alva Baptiste.

  A posição de recusa frontal à exclusão, unida à advertência de ausentar-se da 7ª Cúpula, caso nosso povo não for convidado, foi expressa, mais uma vez, pelo Equador, Nicarágua, Venezuela e a Bolívia. A este grupo aderiu a Argentina, cujo chanceler Héctor Timerman resumiu a situação da seguinte maneira: “Se Cuba for excluída, nós também nos consideraremos excluídos”.

  Por seu lado, o chanceler uruguaio, Luis Almagro, falou também em nome doutros dos países que já advertiram que não conviverão com uma nova ausência de Cuba na Cúpula do Panamá.

 Ora, quando aumentam também as vozes no interior dos EUA, apelando a uma mudança de política relativamente a seu visão, cabe perguntar se o Governo continuará sequestrado pelos setores minoritários e radicais, que defendem a continuidade das agressões e a subversão.
 Seria capaz o governo dos Estados Unidos de boicotar as Cúpulas que eles mesmos criaram, diante do medo de compartilhar o mesmo ar que um líder revolucionário?, é só uma das muitas perguntas que pairam no ar, já encerrada a 44ª Assembleia da OEA.

# granma.cu






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