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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Olusegun Obasanjo quer pacto de estabilidade na Guiné-Bissau.

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Olusegun Obasanjo, antigo presidente da Nigéria e mediador da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental
Olusegun Obasanjo, antigo presidente da Nigéria e mediador da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental
Getty Images

Ao felicitar-se com o epílogo da crise alcançado ontem com a nomeação de Carlos Correia como Primeiro-Ministro, o mediador da CEDEAO, Olusegun Obasanjo, propôs que os actores políticos do país adoptem um pacto de estabilidade de modo a evitar que a Guiné-Bissau torne a conhecer a instabilidade.

Enviado especial da CEDEAO para ajudar os guineenses na resolução do impasse político, Olusegun Obasanjo declarou-se feliz com o desfecho da crise, mas sobretudo pelo facto de a solução ter sido encontrada pelos próprios guineenses. Contudo, o ex-presidente da Nigéria, deixou um aviso: para que situações como aquela que o país vivenciou nas últimas semanas não voltem a acontecer, os líderes da Guiné-Bissau, partidos políticos e sociedade civil, deveriam assinar um pacto de estabilidade baseado nos princípios da cooperação, concertação e colaboração.
A nível dos partidos, o PAIGC e o PRS, as duas principais forças políticas do país, admitiram a pertinência desse pacto, esta proposta surgindo alguns dias depois dos líderes da CEDEAO terem proposto, no mesmo sentido, que se dê prioridade à adopção de uma revisão constitucional para evitar novos contenciosos.
Lembramos ainda que 35 dias depois de ter sido demitido o governo de Domingos Simões Pereira, a Guiné-Bissau voltou a ter um novo chefe do executivo, Carlos Correia, que foi empossado ontem pelo Presidente José Mário Vaz que considerou "existirem condições para trabalharem juntos". Também positiva foi a reacção da sociedade civil que se mostrou satisfeita com a resolução da crise na Guiné-Bissau.
#RFI

Burkina Faso: Novo líder diz que o presidente deposto está 'são e salvo'.

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Brigadeiro-General Gilbert Diendere
Brigadeiro-General Gilbert Diendere

O Presidente interino deposto, Michel Kafando, e o primeiro-ministro, estão 'sãos e salvos, disse hoje o líder do novo conselho que governa o Burkina Faso, Brigadeiro-General Gilbert Diendere.
“Em breve serão soltos,” prometeu Diendere.
Antes, o Coronel Mamadou Bamba havia confirmado, na televisão pública, na capital Ouagadougou,  golpe de estado. O derrube do governo de transição foi dirigido por militares da guarda presidencial.
Diendere disse que os militares fizeram o golpe porque a situação política do país estava comprometida. Ele prometeu iniciar um diálogo político inclusivo, que culminará com a realização de eleições em data a determinar.
As eleições presidências no Burkina Faso estavam marcadas para 11 de Outubro, um ano após o derrube do Presidente Blaise Blaise Compoaré.
Campaore foi afastado pelo povo, na sequência da sua tentativa de mudar a constituição para se manter na presidência depois de 27 anos no cargo.
No início deste ano, as autoridades de transição aprovaram novas regras eleitorais que impedem a candidatura de apoiantes de Compaoré. O anterior partido no poder condenou a medida alegando que as eleições não seriam livres e justas.
Diendere, que dirige o chamado Conselho Nacional para a Democracia, é um aliado de longos anos de Compaoré.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas pediu a libertação do Presidente interino e do primeiro-ministro, e condenou a detenção dos dois.
O Secretário-geral das Nações Unidas, Ban ki-Moon, disse que o acto era uma “flagrante violação” da constituição de Burkina Faso.
A Embaixada dos Estados Unidos pediu também a libertação do presidente e disse que os Estados Unidos “condenam fortemente qualquer tentativa de tomar o poder por vias não constitucionais”.
#VOA

Aplauso multipartidário a novo PM da Guiné-Bissau.

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A nomeação de Carlos Correia como novo primeiro-ministro foi bem recebida pela classe política guineense. Os cinco partidos com assento no Parlamento classificam o veterano do PAIGC como "uma figura respeitada".


Carlos Correia, novo primeiro-ministro guineense


Carlos Correia é uma figura que reúne consensos, a começar pelo do Presidente José Mário Vaz. O chefe de Estado guineense aceitou a proposta do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) para o cargo de primeiro-ministro.
"É uma figura de reconhecido mérito, cuja experiência acumulada confere garantia de bom desempenho para as funções em que acaba de ser investido", afirmou o Presidente guineense após atomada de posse de Carlos Correia, esta quinta-feira (17.09).
"Estou persuadido de que as ações do seu Governo serão norteadas de rigor e transparência e de que cada franco CFA a ser gasto será rigorosamente aplicado na satisfação das necessidades básicas e urgentes das nossas populações."
Veterano
Esta é a quarta vez que Carlos Correia, 81 anos, vai liderar um Governo da Guiné-Bissau. Veterano da luta armada pela independência do país e engenheiro agrónomo, formado na antiga Alemanha de Leste, Correia é conhecido nos meandros da política guineense como um homem sério e um político íntegro.
No discurso de tomada de posse, o novo primeiro-ministro disse que tudo fará para que haja um bom relacionamento com os principais titulares dos órgãos de soberania: "Pautarei a minha ação pelo respeito à Constituição e às leis do país. Tudo farei para que haja um relacionamento institucional são e profícuo, que contribuirá decisivamente para um clima de paz e estabilidade, tão necessárias ao desenvolvimento do país."
"Pessoa nobre"
Carlos Correia deu "sempre mostras de ser uma pessoa nobre, uma pessoa capaz de desempenhar essas funções, estamos gratos com o nome", comenta o líder do Partido da Convergência Democrática, Vicente Fernandes.
O novo chefe do Executivo "representa, para nós, um símbolo da unidade nacional. É também alguém que já deu provas, nas várias funções que desempenhou, nomeadamente como primeiro-ministro, de ser uma pessoa que pode aglutinar, em seu redor, todo um conjunto de sensibilidades."
Florentino Pereira, secretário-geral da segunda maior força parlamentar, o Partido da Renovação Social (PRS), refere que desconhece, até aqui, "qualquer comportamento que possa pôr em causa a capacidade e a idoneidade" de Carlos Correia como figura política.

Agnelo Regalla, líder da União para Mudança
Crise foi "forjada"
O líder da União para Mudança, Agnelo Regalla, também aplaude a nomeação do novo primeiro-ministro. Sublinha, no entanto, que não havia motivos para a Presidência da República desencadear uma crise que paralisou o país por mais de um mês.
"Esta crise foi forjada por interesses inconfessáveis que não serviram a Guiné-Bissau", adianta o político. "Não havia razões para o país passar 40 dias sem Governo."
O Presidente José Mário Vaz demitiu o primeiro-ministro Domingos Simões Pereira a 12 de agosto, sob alegações de incompatibilidade.
#dw.de

Carlos Correia empossado como novo primeiro-ministro da Guiné-Bissau.

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O Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, nomeou esta quinta-feira (17.09), por decreto, Carlos Correia como primeiro-ministro do país.
Guinea-Bissau Carlos Correia PAIGC

O decreto presidencial que anuncia a nomeação salienta que o chefe de Estado guineense cumpriu com as formalidades previstas na Constituição.

Carlos Correia, natural de Bissau, 81 anos, já foi empossado numa cerimónia realizada às 16:00 locais pelo Presidente José Mário Vaz, no Palácio Presidencial em Bissau.
É a quarta vez que Carlos Correia, veterano da luta pela independência, assume a chefia do Governo na Guiné-Bissau. Carlos Correia ocupou o cargo de 1991 a 1994, de 1997 a 1998 e em 2008.

Engenheiro agrónomo formado na extinta RDA, o novo primeiro-ministro guineense, Carlos Correia, é tido como um homem "sério e rigoroso", depois de ter assumido por três ocasiões a chefia do Governo, sempre para ultrapassar crises políticas.

Aguarda-se agora os nomes que irão constar do futuro elenco governamental.
A escolha de Carlos Correia ficou decidida quarta-feira (16.09) em Bissau na sequência de uma reunião da direção do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), em que o novo primeiro-ministro, recolheu 68 dos 69 votos do "Bureau" político.

#dw.de
No final da reunião, Domingos Simões Pereira, presidente do PAIGC e ex-primeiro-ministro guineense, exonerado a 12 de agosto por José Mário Vaz, afirmou ter abdicado do seu "direito natural" à luz dos estatutos do partido que estipulam que, em caso de vitória eleitoral, é o líder partidário quem assume a chefia do Governo.
O presidente do PAIGC acrescentou que a decisão de "abdicar" tem o aval do partido e segue os estatutos da formação política.
A 20 de agosto, oito dias após a exoneração de Simões Pereira, o Presidente guineense nomeou como chefe do Governo Baciro Dja, que chegou a formar um Governo.

Porém, o novo Executivo foi declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal de Justiça guineense, pelo que o país está, oficialmente, sem Governo desde 12 de agosto.

Protestos de rua mortais provocados pelo golpe em Burkina Faso.

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A oposição pediu para a população resistir ao golpe. FOTO | BBC

A oposição em Burkina Faso tem chamado a população a resistir ao golpe de Estado levado a cabo pela Guarda Presidencial de elite em meio a relatos de 10 mortes na capital Ouagadouhou.

Um aliado próximo do presidente deposto Blaise Compaoré, foi nomeado o novo líder do país com os EUA, a França e a União Africana (UA) a condenaram o golpe na ex-colônia francesa.

Os mortos foram mortos a tiros por forças da guarda presidencial na capital, disse um grupo da sociedade civil.

As reivindicações do grupo influente Balai Citoyen não puderam ser atendidas de forma independente.

Uma fonte médica no hospital principal da cidade, disse que três pessoas haviam sido mortas.

Um número desconhecido de manifestantes fora detido.

Os líderes do golpe impuseram um toque de recolher noturno em todo o Estado, e ordenaram o fechamento de fronteiras terrestres e aéreas, relata a agência de notícias AFP.

A sede do Partido Congresso para a Democracia e Progresso (CDP) do Sr. Compaoré  foi saqueada em Ouagadougou com a notícia da propagação golpe.

A UA e organismo regional CEDEAO, a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, pediu a libertação imediata dos "reféns", referindo-se ao presidente interino Michel Kafando e o primeiro-ministro Isaac Zida, que foram detidos a quando de uma reunião de gabinete no palácio presidente na quarta-feira .

As autoridades de transição assumiram o poder nas mãos até a nomeação do novo governo após as eleições em 11 de outubro.

Abusos generalizados

Sr. Compaoré foi deposto em um levante popular, em parte, organizado pela Balai Citoyen, em 2014, após 27 anos no poder, e está atualmente no exílio.

Ele foi acusado de cometer abusos generalizados, e tentar mudar a Constituição para estender seu mandato.

Alguns de seus principais aliados tinham sido impedido de contestar a eleição.

Um comunicado emitido pelos líderes do golpe disseram que o país seria liderada pelo General Gilbert Diendere, ex-chefe do governo de Sr. Compaoré.

Em entrevistas à imprensa, ele disse que não tem nenhum contato com o Sr. Compaoré e faria de tudo para "evitar a violência que poderia mergulhar o país no caos".

Um anúncio anterior na televisão estatal disse que as negociações amplas seriam realizadas para formar um novo governo interino que iria organizar as "eleições pacíficas e inclusivas".

O Presidente do Parlamento de transição Cheriff Sy apelou a população a "levantar-se imediatamente" contra o golpe.

"Estamos em uma situação de resistência contra a adversidade", acrescentou o Sr. Sy.

O Departamento de Estado dos EUA disse que está profundamente preocupado com o desenrolar dos acontecimentos no Burkina Faso.

O presidente francês, François Hollande, condenou firmemente o golpe de Estado alegando " que o processo eleitoral estava em andamento".

No entanto, a França não iria intervir militarmente, disse ele.

Os EUA disseram que estavam profundamente preocupados com os eventos em Burkina Faso, e condenaram a tomada do poder por meios inconstitucionais.

O Burkina Faso é um aliado-chave dos EUA e da França na campanha contra militantes islâmicos na região.

#africareview.com

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