Postagem em destaque

CONCESSÃO DO PRÊMIO HOUPHOUET BOIGNY PELA BUSCA DA PAZ EM RCI: Os marfinenses poderão finalmente se olhar no espelho?

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Realiza-se esta quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023, em Yamoussoukr...

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Guiné-Bissau: Infraestrutura - Governo inicia trabalhos de reabilitação das vias públicas este mês.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Bissau 16 Nov 15 - (ANG) - O Ministério das Obras Públicas anunciou, ainda para este mes, o inicio  dos trabalhos de reabilitação das estradas dos principais bairros de Bissau e espera concluí-los em Dezembro próximo.

Em conferência  de imprensa realizada recentemente, o ministro das Obras Públicas explicou que as obras serão em terra batida e irão abranger todas as vias de circulação de transportes urbanos nomeadamente, Cuntum Madina, Quelelé, Bairro Militar, Ponto de Cibe, SOS, INDE e outros.

José António da Cruz Almeida acrescentou que, as avenidas e ruas serão alcatroadas e outras calçadas, destacando-se delas as da avenida Amílcar Cabral, 3 de Agosto, Pansau Na Isna, Domingos Ramos, entre outros.  

António da Cruz Almeida disse ainda que as ruas serão submetidas a pavimentação para eliminação de buracos, lancis em betão, revestimento e drenagem.

O ministro das Obras Públicas disse que a reabilitação enquadra-se no programa do Executivo e sob sustentabilidade financeira da economia interna do país.

A propósito disso, avisou que os concursos já foram lançados e destinam-se exclusivamente as empresas nacionais com o prazo para a entrega de propostas prevista para 16 do corrente mês. 
“ A nossa intenção é iniciar as Obras ainda em Novembro  e, possivelmente concluí-las no final do presente ano”, desejou o ministro das Obras Públicas.

Quanto aos trabalhos da empresa ARESKI em Bissau, o ministro das Obras Públicas explicou que a referida empresa nunca parou de operar, mas reduziu a intensidade das tarefas com a suspensão de todas as actividades concernentes a terraplenagem devido a época pluvial em que se encontrava o país.

ANG/ PFC/JAM

SENEGAL: Sra. Aissata Tall Sall rende visita ao Sr. Abdoulaye Wade!

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

content_image

A cidade de Versailles, tem sido a passagem obrigatória para os políticos senegaleses? Após a delegação de Khalifa Sall e agora de Malick Gackou, que é prefeito de Podor, de visita a Paris, ela também vai receber o ex-Presidente da República do Senegal. Nossas fontes indicam que a Sra. Aissata Tall Sall teve uma troca de conversa por várias horas com o presidente Abdoulaye Wade. Enviado por nosso correspondente em Paris, o prefeito de Podor não negou ter pago uma visita de cortesia ao Abdoulaye Wade. Quais foram os temas abordados durante 05:00h de relógio? Mesmo que ela guarda em silêncio a questão que nós imaginamos, é difícil não imaginar que a política com P maiúsculo não foi abordada. Relembremos que foi pela segunda vez que o ex-presidente do Senegal reencontra a Sra. Aissata Tall Sall que havia sofrido nas últimas eleições locais em Podor.

#seneweb.com

Terrorista é português.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Fotografia: Reuters

O jornal “New York Times” anunciou ontem que Ismael Omar Mostefai, o único suspeito identificado dos atentados em Paris na sexta-feira é descendente de portugueses.

As autoridades da França identificaram Ismael Omar Mostefai como um dos três terroristas que mataram pelo menos 89 pessoas na discoteca Bataclan na sexta-feira, na série de atentados em Paris, que causaram 129 mortos e 352 feridos.
Nascido na capital francesa há 29 anos, o terrorista foi identificado pela descoberta do pedaço de um dedo na sala de espectáculos.

A informação foi divulgada ontem pelo deputado e presidente da Câmara de Chartres, Jean-Pierre Gargantas, e confirmada pelo jornal “Le Monde”.
Na noite de sexta-feira, Ismael Omar Mostefai foi um dos três homens armados com metralhadoras e coletes explosivos, que dispararam contra as dezenas de pessoas que estavam no interior do Bataclan e suicidaram-se durante um espectáculo do grupo de rock norte-americano Eagles of Death Metal.

Segundo o jornal, Ismael Omar Mostefai viajou para a Síria entre 2013 e 2014. O pedaço de um dedo cortado pela explosão e achado pelos investigadores fez com que o terrorista fosse o único membro do grupo identificado até agora.

Nascido em 1985 nos subúrbios de Paris, este “jovem pai de raízes argelinas” tinha dois irmãos e duas irmãs, segundo o “Le Monde”.

O terrorista foi condenado várias vezes por delitos comuns entre 2004 e 2010, segundo o jornal. No sábado, o promotor de paris, François Molins, informou que um delinquente comum francês foi um dos terroristas autores do assalto no Bataclan. 

A polícia deteve sete suspeitos que estão a ser interrogados, informaram ontem fontes da investigação. Estas sete pessoas, entre as quais estão o pai e o irmão de Ismael Omar Mostefai, encontram-se nas instalações da Sub-Direcção Antiterrorista (SDAT), nos arredores de Paris.

Os investigadores querem saber se os suspeitos estavam a par dos planos de Ismael Omar Mostefai, o único dos sete jihadistas mortos que foi formalmente identificado graças às marcas de um dedo encontrado no local onde accionou um colete de explosivos na casa de espectáculos Bataclan, em Paris.


#jornaldeangola.sapo.ao 

ANGOLA: FARSA JÁ EM EXIBIÇÃO.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

luaty-julgamento
Foto: EPA/ PAULO JULIÃO

Tal como lhe competia perante tão perigosos terroristas e seus apoiantes, a polícia do regime de Eduardo dos Santos carregou hoje sob alguns manifestantes que se concentraram à porta do tribunal de Benfica, nos arredores de Luanda, defendendo a libertação dos activistas que hoje começaram a ser meros figurantes nesta farsa.


Por Orlando Castro
Luaty Beirão definiu com extrema precisão o que se passa ao dizer: “Vai acontecer o que José Eduardo decidir. Tudo aqui é um teatro, a gente conhece e sabe bem como funciona. Por mais argumentos que se esgrimam aqui e por mais que fique difícil de provar esta fantochada, se assim se decidir seremos condenados. E nós estamos mentalizados para a condenação”.
O incidente com a Polícia Nacional do regime deu-se cerca das 10 horas, à porta do tribunal, quando os manifestantes gritavam e empunhavam cartazes com apelos de “liberdade, já” para os activistas acusados de actos preparatórios para uma rebelião e um atentado contra o Presidente angolano, no poder há 36 anos se nunca ter sido nominalmente eleito.
Um dos manifestantes foi ferido na intervenção da Polícia a cavalo e teve de ser retirado do local, para ser assistido.
Em simultâneo, realizava-se no local uma outra manifestação, com os integrantes do regime a gritarem palavras de ordem como “justiça sim, sem pressão” e “Portugal tira o pé de Angola”, retomando as críticas das autoridades do regime à alegada “ingerência externa” neste caso.
Não foi, contudo, detectado nenhum cartaz a citar o embaixador itinerante do regime, Luvualu de Carvalho, do tipo “NATO tira o pé do reino de Eduardo dos Santos”. Ou “Angola não é a Tunísia”.
Este processo teatral, mascarado de julgamento, é visto internacionalmente – mas também pela sociedade angolana que pensa pela própria cabeça – como um teste à separação de poderes e ao exercício de direitos como a liberdade de expressão e reunião em Angola.
Separação de poderes? Está-se mesmo a ver, não está? É vidente que ela existe. Não nos custa reconhecer. No MPLA manda o seu Presidente (José Eduardo dos Santos), no Governo manda o Titular do Poder Executivo (José Eduardo dos Santos), e no país manda o Presidente da República (José Eduardo dos Santos). Querem melhor separação de poderes?
A farsa da separação de poderes foi, aliás, o argumento utilizado na primeira intervenção no julgamento pelos advogados de defesa, depois de lida a acusação do Ministério Público do regime, e o despacho de pronúncia.
Os 17 activistas – dos quais 15 estão em prisão preventiva – estão todos acusados, entre outros crimes menores, da co-autoria material de um crime de actos preparatórios para uma rebelião e de um atentado contra o Presidente de Angola, no âmbito de um curso de formação semanal que decorria desde Maio.
Na altura das detenções, estes jovens activistas realizavam já a sexta sessão desta formação, em que analisavam um livro sobre a forma de derrotar, pacificamente, uma ditadura. Não se sabe se essas sessões eram acompanhadas por agentes secretos da NATO. Mas tudo indica que sim. É só perguntar a Luvualu de Carvalho.
A comunidade internacional e várias organizações de defesa dos direitos humanos têm apelado à libertação dos 15 jovens que se encontram em prisão preventiva, com o Governo a rejeitar o que diz ser “uma pressão” e “ingerência estrangeira” nos assuntos internos.
De facto o regime tem de se impor. As “pressões” e “ingerências externas” seriam toleráveis se partissem de países com autoridade democrática, moral e ética para o fazer. São disso exemplos a Coreia do Norte, o Zimbabué e a Guiné-Equatorial. Não é o caso.
O caso ganhou proporções internacionais depois de Luaty Beirão ter realizado uma greve de fome, que se prolongou por 36 dias, obrigando à sua transferência da cadeia para uma clínica privada de Luanda, denunciando o excesso de prisão preventiva, exigindo aguardar julgamento em liberdade.
A pretensão acabou por não ser atendida, apesar dos sistemáticos apelos da comunidade internacional, nomeadamente com vigílias em várias cidades do mundo, sobretudo em Portugal, o mesmo acontecendo com os recursos apresentados pela defesa (um indeferido e alvo de recurso para o Tribunal Constitucional, outro que será decidido quando o regime quiser).
Os 17 arguidos são estudantes, professores, engenheiros, jornalistas e até um militar da Força Aérea angolana, e têm idades entre os 18 e os 33 anos.
Os próximos episódios da peça decorrem todos os dias até sexta-feira. Dado o êxito da primeira sessão, é provável que a peça seja reposta.
#http://jornalf8.net/

Quênia: Funcionários corruptos poderão enfrentar a proibição de viajar para Ocidente.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


A partir da esquerda: O embaixador sueco Johan Borgstam, chefe da EACC Halakhe Waqo, o embaixador dos EUA, Robert Godec, Alto Comissariado do Reino Unido Christian Turner, e o Embaixador da Finlândia Tarja Fernandez numa conferência de imprensa na sede da ACC em Nairobi em 12 de novembro de 2015. FOTO | NATION MEDIA GROUP

Diplomatas de 11 países liderados pelos Estados Unidos e Grã-Bretanha ameaçaram impor proibições de viagens sobre os quenianos implicados em corrupção em meio a relatos de enxerto de alto nível no país.

Os enviados, incluindo os de Canadá, Japão e sete países europeus, emitiram o aviso nesta quinta-feira após uma reunião sobre Ética e pela Comissão Anti-Corrupção do Quénia (EACC).

Relatórios com alegação de roubo de dinheiro e compra de bens e serviços dos contribuintes por funcionários públicos a preços inflacionados, levantaram pressão sobre o presidente Uhuru Kenyatta, que prometeu combater a corrupção desenfreada em seu governo.

LER: Os principais doadores atenderam EACC na quinta-feira em meio a relatos de enxerto

Vários países, incluindo o Reino Unido e os EUA, no passado emitiram proibições de viagens para altos funcionários do governo, como o ex-ministro dos Transportes Chris Murungaru em 2005.

"Estamos preparados para tomar medidas adicionais para apoiar as autoridades quenianas, notadamente, quando permitido por lei, o retorno dos bens roubados para o povo queniano, ou de impor restrições de viagem aos responsáveis pela corrupção", Robert Godec, o embaixador dos EUA, disse em um comunicado em nome dos enviados.

Transacções suspeitas

Os doadores e vários outros indivíduos proeminentes manifestaram a sua preocupação sobre a corrupção no Quênia nos últimos dias.

"Temos solicitado há muito tempo uma política onde os implicados no enxerto não serão autorizados a viajar. Há uma lista de pessoas que há muito tempo entrou em vigor, mas que permanece no mesmo lugar ", disse o Alto Comissário Reino Unido Christian Turner.

As advertências vêm na sequência dos relatórios relativos à aquisição de bens e serviços a preços inflacionados no ministério e roubo de fundos públicos.

O Ministério do Interior também foi questionado sobre transacções suspeitas no valor de Sh3.8 bilhão ($ 37 milhões).

Também houve preocupação com o ritmo da investigação e repressão de 176 indivíduos que Presidente Kenyatta disse no parlamento que seriam investigados e processados por enxerto. Quatro ministros foram suspensos como resultado.

Os enviados instaram o governo a fortalecer os órgãos encarregados da luta contra desvios.

#africareview.com

Total de visualizações de página