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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Cabo Verde e Brasil disponíveis para ajudar Guiné-Bissau a ultrapassar crise política.

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Cabo Verde e Brasil estão empenhados em mobilizar esforços para ajudar a Guiné-Bissau a ultrapassar a actual crise política, avançou hoje Jorge Tolentino, acrescentando que uma missão da CPLP irá deslocar-se ao país “o mais rápido possível”.

O ministro das Relações Exteriores de Cabo Verde fez essa afirmação na manhã de hoje, na Cidade da Praia, após um encontro de trabalho com o seu homologo brasileiro, Mauro Iecker Vieira, que se encontra no arquipélago para uma visita de 24 horas.

Jorge Tolentino adiantou que a reunião, que tinha como foco central a análise de cooperação bilateral entre os dois países, serviu também para analisar e debater a actual situação política vivida na Guiné Bissau, indicando que há uma necessidade de “um forte apoio”, de modo que a normalidade institucional volte a Guiné Bissau.

O governante afirmou que uma missão da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa, (CPLP), liderada pelo presidente do Conselho de Ministros, que é o ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor Leste, irá deslocar-se “o mais rápido possível” a Bissau para exprimir no terreno os entendimentos da comunidade relativamente a esse período de instabilidade institucional.

Por seu turno, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Iecker Vieira, garantiu que o seu país vai unir esforços para que a normalidade política volte a Guiné-Bissau, uma vez que os dois países têm relações “históricas, estreitas e tradicionais”.

“Estamos empenhados em contribuir para a criação de condições que leve a estabilidade do governo guineense, ao diálogo, entendimento, ao crescimento da economia e a promoção do bem-estar da população”, assegurou, garantindo que o seu país vai continuar a manter todos os seus programas de cooperação não só com a Guiné Bissau, mas também com todos os países membros da CPLP.

O primeiro-ministro da Guiné Bissau, Domingos Simões Pereira, foi demitido a 13 de Agosto pelo Presidente da República num decreto em que este justifica-se com “quebra mútua de confiança, dificuldades de relacionamento com o chefe do Governo e sinais de obstrução à Justiça”.

Apesar de todas as forças políticas e várias entidades, dentro e fora da Guiné-Bissau, terem feito apelos públicos dirigidos ao Presidente da Republica, no sentido do diálogo e estabilidade, José Mário Vaz decidiu derrubar o Governo e nomear um novo primeiro-ministro, Baciro Djá, ex-ministro da Defesa e terceiro vice-presidente do PAIGC.

O responsável já tomou posse, mas o PAIGC não aceita esta nomeação.
Inforpress



Afegão de 110 anos anda mais de 4.800 Km para pedir asilo na Alemanha.

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O refugiado Abdul Quader Azizi e sua esposa
O refugiado Abdul Quader Azizi e sua esposa(VEJA.com/Divulgação)

Um idoso que declarou ter 110 anos entrou com um pedido de asilo na Alemanha após uma extraordinária jornada de oito meses da sua terra natal, Afeganistão, até a Europa. Acredita-se que Abdul Qadir Azizi seja o refugiado mais velho a entrar na Alemanha desde que o país abriu suas fronteiras para dezenas de milhares de imigrantes. O idoso, que está surdo e cego, atravessou dois continentes (Ásia e Europa), da cidade de Baghlan, nordeste do Afeganistão, até Passau, no Estado alemão da Bavária, para fugir da violência do Talibã. Azizi teve de percorrer aproximadamente 4.820 quilômetros, com a ajuda de uma bengala e sendo carregado por boa parte do caminho pelos homens de sua família, contou sua filha à rádio alemã Bayerische Rundfunk
O homem chegou à Alemanha sem documentos e os funcionários alemães que o atenderam não puderam comprovar a veracidade de sua idade. "Mas mesmo se ele tiver 90 anos. sua viagem é uma conquista impressionante", disse um policial federal alemão.
(Da redação)
#veja.com.br

Moçambique: Relatos díspares alimentam dúvidas sobre incidente com a RENAMO.

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Ainda há várias questões por responder sobre o que aconteceu na sexta-feira (25.09) – o dia do incidente com a comitiva em que seguia Afonso Dhlakama. Número de mortos apontado por Governo, polícia e moradores difere.


Agentes da polícia moçambicana (Foto de arquivo: 2013)

Afinal, quem começou os confrontos entre as autoridades de segurança moçambicanas e a comitiva do líder da RENAMO, Afonso Dhlakama? A polícia diz que a culpa é do maior partido da oposição em Moçambique. No entanto, testemunhas do tiroteio garantem que esta foi uma emboscada protagonizada por elementos das Forças de Defesa e Segurança.

Outra questão em aberto diz respeito ao número de vítimas mortais. Têm sido avançados dados diferentes. As testemunhas dizem que morreram mais pessoas do que as anunciadas até agora.

No povoado de Maforga, perto do local do incidente, muitas casas continuam vazias. Apesar dos apelos para retornarem às zonas de origem, no distrito de Gondola, no centro de Moçambique, os habitantes têm medo de regressar.

Quem iniciou os confrontos?

Soldados da RENAMO na Beira
A polícia afirma que homens armados da RENAMO atacaram um autocarro e que, por isso, os agentes dirigiram-se ao local para repor a ordem. Depois, acabaram por envolver-se em confrontos com os militantes do partido da oposição.

No entanto, as testemunhas do ataque têm uma versão diferente. Félix Luís é guarda numa empresa que acolheu muitos populares em fuga. “Eu estava aqui em casa e vi 15 carros a subir a montanha. Fui para lá, tentar ver, e um vizinho disse-me que havia uma confusão”, conta Félix Luís, que acrescenta, sem hesitar, que os veículos “eram da FRELIMO”.

“Estavam cheios de pessoas da FRELIMO, que não estavam fardados. Estavam à civil, traziam armas, e mal subiram a montanha começámos a ouvir os tiros”, diz.

Elias José João, morador de Maforga, posto administrativo de Zimpinga, acredita que a emboscada foi programada. Segundo este habitante, o povoado começou a ser frequentado por pessoas estranhas dias antes do ataque. “Chineses, pessoas que começaram a subir a montanha com vidros fumados”, descreve.

Vasco Matusse, porta-voz da Polícia da República de Moçambique em Manica, desmente a informação, afirmando que “tudo indica que se tratava de uma caravana acompanhando o líder da RENAMO”.

“Quando chegaram à zona de Amatongas, por aquilo que pudemos averiguar com base nos relatos de testemunhas locais, os homens armados da RENAMO abriram fogo contra uma viatura”, explica o porta-voz.


Diferenças no número de vítimas

Segundo a RENAMO, sete militantes morreram no ataque, registando-se dezenas de vítimas mortais entre os alegados atacantes.

Esta terça-feira (29.09), o Governo moçambicano anunciou que um civil e vinte e três militares da RENAMO morreram no incidente. No entanto, à DW África, a polícia em Manica apresentou outros números.

“Os últimos dados que recebemos davam conta de onze indivíduos que perderam a vida no local. Trajavam uma farda verde, pelo que supomos que sejam elementos ligados ao presidente do partido RENAMO”, diz Vasco Matusse. A polícia, acrescenta o porta-voz, encontrou ainda “onze corpos que não vestiam farda. Presume-se que sejam civis”.

Os moradores dizem, no entanto, que o número de vítimas mortais será bastante mais elevado do que foi, até agora, anunciado – incluindo civis.

“Muitas pessoas estão a sair da aldeia, com medo, porque muitos morreram aqui, outros ainda não foram vistos, outros estão escondidos no mato”, diz Félix Luís.
#dw.de

Burkina Faso: O General Diendéré entrincheirado em uma embaixada, as negociações ainda em curso.

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Soldados Burkinabés em 29 de Setembro, em Ouagadougou, próximo ao quartel do Regimento de Segurança Presidencial. © AFP / Sia Kambou

O governo burkinabé anunciou nesta quarta-feira que o general Gilbert Diendéré está atualmente em uma embaixada. As negociações estão em andamento para que ele seja entregue às autoridades.

"O General Gilbert Diendéré está entrincheirado em uma representação diplomática. As negociações estão em andamento para a sua entrega às autoridades da transição ", disse um comunicado do governo divulgado nesta quarta-feira, 30 de Setembro. As autoridades não especificaram qual embaixada que é, mas de acordo com a mídia Burkinabé, Diendéré refugiou-se na embaixada do Vaticano, é o anúncio apostólico. Na semana passada, o general havia dito estar "seguro" e garantiu que iria "pôr à disposição da justiça de seu país."

Pouco depois desta declaração, o exército assumiu o palácio presidencial de Kosyam e o acampamento denominado de Naaba Koom-II onde estavam entrincheirados os últimos elementos hostis do antigo Regimento da Segurança Presidencial (RSP), dissolvido na sexta-feira, 25 de setembro. O general-Diendéré parece que ele não estava presente no acampamento Koom-Nabaa II durante o assalto do exército. Pouco antes, ele tinha se recusado a aceitar a transferência, quando ele foi notificado pelo Estado-Maior general das forças armadas, no seio do Exército terrestre.

Na quarta-feira, os atiradores de longa distância foram posicionados, as armas foram apontadas para terrenos baldios, onde soldados do RSP poderiam estar refugiados depois de fugirem de seu acampamento no momento do assalto. "Nós ainda fazemos as buscas, talvez alguns ainda estejam escondidos", disse à AFP sob condição de anonimato, um oficial que visitou o acampamento na quarta-feira de manhã. "Eu não vi nenhum morto", acrescentou.

Operação de busca

A operação de busca e garantia de segurança no distrito Ouaga 2000, ao sul da capital, está sendo realizada apesar de um tráfego muito pesado de centenas de pequenas motocicletas, o mais popular meio de transporte, em Ouagadougou, que tinha retomado na eixo principal que conduz ao centro da cidade.

Ao longo da estrada, os trabalhadores estavam a tomar o seu pequeno-almoço nas crescentes tavernas, um sinal de normalidade em parte encontrada na capital.

A União Europeia (UE) saudou nesta quarta-feira os "confrontos finais" em Ouagadougou, elogiando "um passo importante para a normalização da situação." "Ela solicitou que o governo de transição lançe a consulta necessária para garantir o novo calendário eleitoral com base em um amplo consenso político", acrescentou a UE.

#jeuneafrique.com

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