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domingo, 18 de janeiro de 2015

OPINIÃO: ESPERANÇA ACTIVA E CONSEQUENTE.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Filomeno Pina

O destino da República da Guiné-Bissau está para além de obstáculos, barreiras, cogitações negativas e juízos de causa/efeito dum passado, dos tempos idos que o Povo reconhece de olhos fechados, suportando sua dor, o atraso provocado por homens e mulheres implicados na infeliz curvatura da espinha dorsal do desenvolvimento do País (é verdade). Mas, hoje, nada conseguirá, neste momento, travar ou impedir o avanço da Guiné-Bissau, em todas as frentes do desenvolvimento sustentado.
A meta de hoje é vista como positiva, estando ao alcance do País do futuro, devemos caminhar de cabeça levantada e não empinada, olhando só sobre o passado menos bom, porque existe neste momento o que chamo de - Esperança Activa e consequente!
Há que viver para além das desgraças reconhecidas dum passado recente, e encarar o “Sol” brilhante que emerge das novas ideias de mudança, uma luz que começa a iluminar tudo e todos, com amplitude global capaz de aquecer todo o território nacional a curto e médio prazo. Por isso mesmo, é bom evitarmos qualquer desvio de atenção política e social, para centralizarmos energias e capacidades na especificidade dos trabalhos repartidos pelos vários Ministérios no País. Trabalhar em unidade de acções convergentes rumo ao sucesso e à prosperidade do País, criar/inventar a “prótese” necessária para corrigir, recuperar daqui para a frente o que for de aproveitar e inovar ou fazer tudo de novo, sem poupar esforços.
O passado serviu e servirá como objecto de estudo a ter em conta, sempre. Terá a importância adequada à sua medida e dimensão causal (do ponto de vista politico, económico, social e cultural) da coisa em si, analisada, mas – não deve ser ao mesmo tempo utilizado como forma de bloqueio – no curso do desenvolvimento do projecto de mudança, neste novo arranque do País!
Há que valorizar reflexões centradas também no passado, mas convém adiantar aqui, que o presente é sempre abstrato. Portanto, entre o passado e o futuro, penso que o – Futuro – será sempre mais importante, porque é objectivamente a preocupação maior que todos os lideres deverão ter mais em linha de conta, acredite Camarada!
Cada caso merece atenção especial quando há problemas a resolver, mas com cada coisa no seu devido lugar ou na Sede própria! Por vezes chego a imaginar que o “Galo” dentro da capoeira terá perdido algum valor moral, físico ou outro. Mas como símbolo, deve ser exemplo da casa com influência forte, sobre os restantes membros da família institucional, penso.
No entanto não convém esquecer ou fingir esquecer para provocar mau estar entre uns e outros, porque a figura ímpar dum símbolo estará sempre para além da beleza estética! Daí que a imagem simbólica do Galo, quando canta, ajuda o Povo a cedo acordar, e quem está comprometido com tarefas do ofício, agradece o conteúdo do canto como sinal de alerta.
Posto isto, admitamos que é um dos seus papéis como Chefe de Estado, cantar alto e em bom som, porque a hora é de Avante Camaradas, na capoeira ou fora dela!
Neste circulo fechado (Presidência, Governo e Parlamento) de trabalhos em defesa do território nacional, quanto mais não seja pelo DNA da Democracia, é muito bom o facto de estarmos juntos, o que permite as diferenças coabitarem com dignidade no mesmo espaço politico e social, evitando desequilíbrios por falta de qualidade criactiva intelectual na interacção intra/inter-institucional esperada.
Um facto não desejado por nós seria a existência de gêmeos iguais, como filhos da mesma família política, gente programada nos laboratórios das intenções da corrupção, como instrumentos do lobby, tanto no exterior como no País. Pronto para influenciar quem está no terreno, mas tudo dependerá dos nossos líderes, acredito que desta vez não vai ser fácil roubar, desviar ou branquear (...).
Só teremos a ganhar se partirmos as correntes da ligação com os antigos “padrinhos” e começarmos de novo, com o único propósito de servir o Povo, tomar o comando do nosso navio e lavar tudo a bom porto!
Basta lembrar o passado duma gestão antiga do território nacional, houve sempre “tomates” em saldo forçado, para haver compensações materiais e financeiras a distribuir entre poucos. Este efeito chantagem funcionou sobre alguns “lavradores” da nossa praça, pois não admira que alguns líderes ainda tenham o rabo preso, envoltos na nudez prolongada com preço certo ou, ainda não se tenham livrado na totalidade, dum estado de espírito do passado recente, porque ainda tremem com os “tomates” nas mãos, como cana verde!
Parece que algumas cabeças venderam a sua massa cinzenta a preço de “mioleira” do talho, é revoltante, mas, não vale a pena chorar sobre o leite derramado. A hora é de olharmos em frente, de cabeça levantada, fazer bem feito daqui para a frente, deve ser o lema!
Não perder tempo a lamber o sujo, misturado com migalhas que ainda temos na memória dum tempo perdido, infelizmente durante décadas.
Devo acrescentar que às más políticas com contrapartidas financeiras para o sistema corrupto, hoje se os líderes actuais quiserem, os maus desta fita juntos não têm força suficiente, para imporem desordem na Casa e a seguir beneficiarem-se disso para conduzir a exploração do Povo.
Os maus políticos têm telhados de vidro, todos eles, para além de permitirem que os seus mirones mantenham a espingarda apontada à cabeça (debaixo de olho): Na verdade os próprios são frágeis, fracos e aprendizes da coragem que nos faz falta nesta altura do campeonato, a presença forte com toda a dignidade pessoal e institucional, para defesa do património nacional.
Galo que é Galo, não galopa para fugir, não se confunde, porque enterra as unhas no terreno esgravatando o chão, separando a porcaria do resto que seja comestível e nunca confunde, misturando tudo para o bico ou no mesmo tacho.
Porque conhece bem a couve da sua horta, age por medida, sabe identificar cada um dos seus camaradas mais próximos. Pois então vamos acreditar no nosso Árbitro e na sua equipa montada para fiscalizar os vários desafios que o País tem pela frente, ok?
A Guiné-Bissau está para além das quezílias pessoais, de grupos ou outros fantasmas! O Povo perdeu muito dinheiro, alguma matéria-prima, etc. Por esquemas montados propositadamente para o efeito, um sistema que funcionou, infelizmente, muito tempo.
Mas agora podemos dizer – NÃO – e mudar as coisas, impor o nosso desejo, cumprir este mandato na íntegra, com a responsabilidade política e institucional dum Estado de Direito.
O tempo da Governação e do Mandato Presidencial têm limite acertado pela Constituição da República da Guiné-Bissau (sabemos), há que respeitar tudo!
Mas o tempo no geral nunca chega para tudo aquilo que queremos fazer, também não é um tempo de todos ou para todos ao mesmo tempo! Para uma gestão desta natureza temos Governo eleito, para GOVERNAR.
Há que estabelecer prioridades dentro do limite estabelecido para cada projecto em curso no tempo estipulado. Nunca misturar tudo no mesmo saco, os acordos são para se cumprir e a boa vizinhança da relação triangular Presidência/Governo/Parlamento, também e, será sempre a diplomacia necessária manter, custe o que custar, dentro de valores da Democracia politica, para levar a bom Porto este navio de grande porte à terra firme! 
Nisto, o exercício do executivo de cada uma das partes, deve ter o cuidado de não agitar águas partilhadas (interinstitucional) no plano público e de forma gratuita, “a roupa suja lava-se em casa”, entre os lideres responsabilizados, com discrição, fazendo o seu trabalho sem agitar gratuitamente, sons estridentes que podem não levar a nada, mas, são aproveitados para interpretações múltiplas, algumas em nada abonatórias para o executivo nesta fase que o País atravessa.
Devemos evitar a obsessão criactiva/recriactiva da figura do “Réu” abstracto!
Uma figura supostamente idealizada a partir de pré-conceitos ou suposições, devemos parar com isso de uma vez por todas. Há que lembrar que temos o Tribunal para quem de Direito, mostrar serviço público quando bem entender e em Sede própria.
Vamos respeitar a Constituição e evitar fazer pressão, talvez lesar quem não devíamos.
Agora nesta altura do campeonato, pesa o sentido de responsabilidade dos nossos líderes, nas tarefas que lhes dizem directamente respeito, e não será pouco, penso.
Aproveito mais uma vez para desejar bom trabalho a todos…


Djarama. Filomeno Pina.

BURKINA FASO: Inquérito sobre os tiros do exército contra os manifestantes.

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Em um relatório divulgado na quinta-feira, 15 de janeiro, de Amnistia Internacional que apela as autoridades de transição do Burkina Faso para investigar o uso excessivo de força e letal no outono passado pelos militares, incluindo a guarda presidencial, contra os manifestantes, que em sua maioria protestava contra o governo de forma pacífica. Estes eventos causaram 10 mortes e centenas de feridos.



O relatório, intitulado "O que eles tinham na cabeça para atirar nas pessoas?" A repressão das manifestações contra o governo em Burkina Faso, * é o resultado de uma investigação completa sobre o uso excessivo e às vezes letal da força por parte da Guarda Presidencial - chamada de Regimento de Segurança Presidencial (RSP) - a polícia e as forças militares durante os protestos que eclodiram em Ouagadougou e em outras cidades do país entre 30 de Outubro e 2 de novembro de 2014.

Os elementos presentes alegaram que as forças militares deram pouco ou nenhum aviso antes de abrir fogo contra os manifestantes. Alguns deles tinham erguido as mãos no ar e assim mesmo muitos levaram  tiros nas costas enquanto tentavam fugir. Nos termos da lei Burkinabé, os militares não têm sequer o direito de serem mobilizados para estas circunstâncias.

'' Abrir fogo sem aviso prévio contra manifestantes pacíficos que, de toda evidência não ameaçam ninguém, o que não devia constituir uma ameaça escandalosa e inaceitável de uso da força excessiva, o que fez muitos mortos e centenas de feridos, '' disse Gaëtan Mootoo, pesquisador da Amnistia Internacional para a África Ocidental.

'' Esta última tentativa de esmagar o protesto legítimo e apoiar o regime do ex-presidente Blaise Compaoré gerou a repressão militar mais violenta que o Burkina Faso tem visto em décadas. Pelo menos 10 pessoas foram mortas durante os protestos e centenas ficaram feridas. Devemos julgar os soldados e seus comandantes supostamente envolvidos nessas ações causando mortes e feridos a pessoas fora do alcance da lei. "

Além de tiros de balas reais, os autores utilizaram paus e cordas para bater e bater nos manifestantes e transeuntes, incluindo crianças. Pelo menos um jornalista foi espancado por soldados.

Durante sua última missão de investigação, a delegação da Amnistia Internacional visitou um dos principais hospitais em Ouagadougou, onde obteve uma prova médica confirmando a lista de mortes, indicando a natureza da lesão. Este documento menciona ferimentos de bala no peito e nos braços.

De acordo com o relatório, a prova credível para mostrar que os soldados, em sua maioria membros da RSP tinham em 30 de outubro e 2 de novembro, usado força excessiva para prender os manifestantes nas ruas que levam à residência do presidente e do seu irmão.

Os manifestantes marchavam pacificamente e muitos ergueram suas mãos no ar para mostrar que eles estavam desarmados quando eles foram surpreendidos com fogo das forças armadas, da polícia civil e da RSP.

Os dados recolhidos pela Anistia Internacional indicam claramente que os atiradores não agiram em legítima defesa. Nenhum aviso foi dado e eles não procuraram negociar com os manifestantes para dispersar multidões ou por outros meios. Uma testemunha, na verdade, disse à Amnistia Internacional: "Se as forças de segurança tivessem disparado tiros de advertência, os manifestantes teriam ido embora."

Outra testemunha contou como Kabre Tibo, um homem de 46 anos, que estava de pé ao lado dele, foi morto a tiros quando aproximavam soldados na rua que leva ao palácio de Kosyam.

"Nós levantamos nossas mãos para mostrar que não estavamos armados, começamos a cantar o hino nacional, alguns gritavam "Blaisé fora! ". De repente, os soldados estavam atirando em nós, foi a
debandada, estávamos correndo em todas as direções, as pessoas caíram diante de mim.
Os ferimentos graves, Tibo Kabré, foi levado para o hospital Yalgado, e morreu pouco tempo depois. "

Além disso, as informações obtidas pela Amnistia Internacional indicam que em 30 de outubro, os guardas prisionais atiraram e mataram três detentos da prisão central de Ouagadougou. Dois outros morreram por asfixia e desidratação depois de passarem três dias trancados em suas celas.

O governo de transição criou uma comissão ad hoc para desenhar o estoque das violações dos direitos humanos cometidos seguindo a "" insurreição popular ", mas a comissão não foi acusado das investigações em andamento. A Amnistia Internacional apela à criação de uma comissão para investigar a fundo e de forma imparcial os fatos e as violações cometidas.

"A fim de virar a página da história do Burkina Faso, é necessário que as autoridades transitórias assegurem que estas graves alegações de violações dos direitos humanos são objecto de investigações independentes e imparciais. Todas as pessoas suspeitas de terem matado ou ferido manifestantes são responsáveis ", disse Gaëtan Mootoo.

"Devem ser tomadas medidas urgentes para todos vítimas e suas famílias conhecerem a verdade e serão concedidos a eles a justiça e reparação. "

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Mais informações

Este relatório é baseado em conclusões de uma missão de pesquisa no país realizada pela Anistia Internacional.

Os protestos foram desencadeados após Blaise Compaoré tentar, em outubro de 2014, alterar o artigo 37 da Constituição para permitir a ele concorrer novamente em 2015. Era a terceira vez desde o início de seu mandato que o Presidente Blaise Compaoré tentava mudar a constituição para favorecer sua candidatura à presidência.

De acordo com as conclusões da Amnistia Internacional a missão de investigação de novembro e dezembro de 2014 , constatou que 33 pessoas morreram durante os protestos no país entre 30 de Outubro e 02 de novembro de 2014.
Dessas vítimas, 10 foram mortas por tiros de militares e da guarda presidencial, o Regimento da Segurança Presidential (RSP).
Um relatório independente publicado em dezembro de 2014 por uma coalizão de organizações de direitos humanos burkinabé confirmou estes números.

Na lei de Burkina Faso, o exército nacional, a polícia civil e da RSP podem intervir no domínio da aplicação da lei, em certas condições muito específicas. De acordo com as provas reunidas pela Amnistia Internacional, essas condições não foram cumpridas na recente agitação. No entanto, a delegação foi incapaz de estabelecer claramente se as forças militares tinham sido requisitadas. Segundo as autoridades, não há qualquer vestígio de qualquer ordem de requisição.

De acordo com o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (PIDCP), a Organização das Nações Unidas, para o qual Burkina Faso é membro, o Estado tem a obrigação de proteger o direito à vida (artigo 6.1). O PIDCP também prevê o direito de manifestação pacífica.

* * Documento Público
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* Para mais informações, muito obrigado. Pode  entrar em contato com Sadibou Marong, da imprensa oficial e encarregado da África Ocidental: +221 77 658 62 27 ou 226 74 34 51 09

www.guineeconakry.info

Líbia: Milícias anunciam cessar-fogo.

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Uma importante coligação de milícias líbias, maioritariamente islâmicas, anunciou na sexta-feira um cessar-fogo em todas as frentes, enquanto ocorrem em Genebra negociações de paz sob os auspícios das Nações Unidas, informou a Fajr Libya.


Fotografia: AFP

As milícias acertaram um cessar-fogo em todas as frentes sob a condição de que as demais partes respeitem a trégua, revela a Fajr Libya, coligação que não participa nas negociações em Genebra.
A Fajr Libya cita as forças do general Khalifa Haftar, aliado do governo reconhecido pela comunidade internacional, que se deslocou para o leste do país após a conquista de Trípoli pela coligação de milícias islâmicas, em Agosto passado.
Em Genebra, os participantes na reunião organizada pela Missão das Nações Unidas para a Líbia (MISNUL) chegaram a um acordo sobre uma agenda visando formar um governo de unidade. Os participantes também pediram a todas as partes para porem fim às hostilidade e assim criarem um ambiente positivo para o diálogo, segundo nota difundida após dois dias de reunião. A Fajr Libya comprometeu-se a abrir corredores de segurança para a entrega de ajuda humanitária, especialmente em Benghazi, segunda cidade do país.
#jornaldeangola.sapo.ao


Cuba: Todos a favor da economia do país.

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A Central de Trabalhadores de Cuba convocou para um processo de assembleias onde se discutirá o Plano da Economia e o Orçamento de 2015
YOSEL E. MARTINEZ CASTELLANOS
A Central de Trabalhadores de Cuba (CTC) convoca para um processo de assembléias em todos os coletivos de trabalho, para que as administrações informem em cada um dos centros as cifras aprovadas no Plano da Economia e o Orçamento de 2015.
Em coletiva de imprensa, efetuada quarta-feira (14), o secretário-geral da CTC e membro do Comitê Central do Partido e do Conselho de Estado, Ulises Guilarte de Nacimiento, destacou que este chamamento tem um caráter eminentemente político, contribuinte e de mobilização.

#granma.cu

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