Postagem em destaque

BAMAKO E IYAD ENGAJADOS NA MESMA LUTA CONTRA EIGS NO MALI: Cuidado com o efeito bumerangue!

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Há poucos dias, foi em Menaka que foi visto ao lado de notáveis ​​tu...

terça-feira, 19 de abril de 2016

ANGOLA: AS CRÓNICAS ATRASADAS.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

joão-m

Perdemos o rasto do João quando o Presidente Obama decidiu apoiar os revoltosos na Líbia. Pensámos que tivesse aderido a uma daquelas organizações de voluntários, que organizam os bancos alimentares ou constroem habitações, com dignidade, para os pobres e negligenciados, na América Latina, em África, nos subúrbios das cidades dos países da ex-União Soviética, que se tornaram independentes, ou em Luanda. Não.

Por Domingos Kambunji
OJoão estava nos Estados Unidos da América a escutar os comentadores da CNN, e da Fox News, para depois plagiar as opiniões e ir para Angola escrever esses pensamentos, cinco anos mais tarde, como se eles fossem originais. Queremos aqui relembrar que nos EUA as pessoas não são presas, acusadas e condenadas como pertencentes a uma Organização de Malfeitores por lerem livros ou as crónicas do João. O voluntariado e mecenato são bastante valorizados em termos sociais.
Não sabemos por onde andava o João quando o MPLA decidiu iniciar a guerra civil em Angola, em 1975, com apoio de militares portugueses, extremistas, e depois, sob a custódia de russos e cubanos, o que contribuiu para que muitas centenas de milhar de vidas humanas fossem ceifadas. Nós estávamos em Angola. Também ignoramos o paradeiro do João durante o 27 de Maio de 1977, o que levou ao fuzilamento de muitas dezenas de milhar de angolanos, sob a batuta macabra do MPLA. Nós estávamos em Angola.
Nessas ocasiões em que não conseguimos localizar o João, ele andava a recolher elementos para posteriormente desenvolver as teorias que fundamentam as suas teses na defesa do e na militância no Socialismo Sanzaleiro, que, abusivamente, ele designa por democrático.
Já nos apercebemos que as teorias e as teses do João variam muito, com o estado do tempo e com os ventos que sopram nas modas em Moscovo, Astana, BáCu, Bishkek, Duchambé, Luanda ou Pyongyang (que também dizem ser a capital de um país democrático, a República Democrática Popular da Coreia do Norte).
O filósofo, ideólogo e porta-voz do MPLA, o Gene Bento Kangamba, também diz, à boca cheia, que Angola é uma Reipública “Dimucrática”, o que afirma que as epidemias ocorrem em Angola, devido ao sanzaleirismo do socialismo e cabritismo do MPLA, no sistema nacional de saúde, acontecem porque “Angola istá a chuverê”.
O João, cinco anos após os ataques americanos na Líbia, conclui que essa intervenção foi desastrada. O primeiro a reconhecer tal facto foi o Presidente Obama, há já bastante tempo. Mais uma vez o João chega atrasado porque essa notícia já passou, há muitas semanas, nos órgãos de comunicação dos EUA e de outros países democráticos. Este tipo de informação parece estar a chegar muito atrasada a Angola, país em que os órgãos de informação da propaganda do Reigime de Socialismo Sanzaleiro parecem demorar muito tempo para compreenderem as notícias civilizadas. Todavia, o mundo inteiro sabe que, na Líbia, foi deposto um ditador com uma cultura e práticas bastante semelhantes às do Presidente da Reipública de Angola.
O João leu a notícia de que a Líbia necessita de um Plano Marshall. Nós lemos isso, há já muitas semanas, mas também lemos as notícias de que, em Angola, as desigualdades sociais são vergonhosas, a mortalidade infantil é muito elevada, as epidemias alastram, o Kwanza não pára de desvalorizar, Angola necessita de um Resgate do FMI… (Atenção porque os Arautos do Reigime, os Louvalozédus de Carvalho, já afirmaram de que o Resgate do FMI não é um Resgate. Não é um Resgate porque é um Resgate. É assim como que um Resgate…). O Reigime Angolano define Resgate como Diversificação Económica. Ou será Ecómica?
Barack Obama assumiu a responsabilidade do mau planeamento na intervenção militar na Líbia, há cinco anos. José Eduardo dos Santos já assumiu a responsabilidade da intervenção militar do MPLA, em Angola, durante quatro décadas, que causou e está a causar muitíssimo mais vítimas mortais do que as que aconteceram na Líbia?
Para nós cada vida humana é importante e também sabemos que, quase sempre, os vencedores das guerras são os que conseguem matar mais e depois assumem-se como os únicos donos da verdade e da razão. Também é assim em Angola. É por isso que o João é um dos megafones do MPLA, para poder lucrar com a situação!
Há uma diferença muito grande entre Obama e Dos Santos. Barack Obama fez a sua formação nas universidades de Columbia e Harvard. José Eduardo dos Santos é engenheiro de Bá Cu. Quanto ao João, nem sequer conseguiu concluir a licenciatura que iniciou em Portugal. Teve necessidade de emigrar para outros paradeiros com o objectivo de obter o título de Doutor.
Agora até é professor, em Angola, e escreve crónicas sobre a Líbia, plagiando as opiniões de políticos e comentadores dos órgãos de comunicação dos EUA e de outros países civilizados, tentando apresentá-las como originais, com muitas semanas, meses e anos de atraso!
#http://jornalf8.net/

Brasil: Pedido de impechment será lido hoje no plenário do Senado.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Pedido de afastamento de Dilma chega ao Senado e será lido hoje em plenário.

Cunha esteve com Renan para levar o processo de impeachment aprovado na Câmara: por causa do feriado de quinta-feira, comissão especial será instalada na semana que vem

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), mais uma vez com o argumento de isenção no exercício do cargo, colocou limitações ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff que podem atrasar a tramitação do caso. Além de não garantir que a comissão que analisa o processo seja instalada ainda nesta semana, Renan freou o acordo entre PMDB e oposição, que haviam fechado consenso para indicação da presidência e relatoria da comissão. A posição do senador diverge da conduta de celeridade adotada pelo presidente da Câmara e colega de partido de Renan, Eduardo Cunha (RJ).

Ontem, Renan também se reuniu com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, para discutir como será o andamento do processo de impeachment caso o Senado aprove a admissibilidade do pedido votado na Câmara na noite de domingo. Ficou acertado que técnicos dos gabinetes das presidências do Senado e do STF vão se reunir para estabelecer qual será o roteiro exato do impeachment de Dilma. O “passo a passo” do processo valerá a partir de um eventual afastamento temporário de Dilma por 180 dias, caso ela perca a primeira votação no plenário do Senado. Não há prazo para o roteiro ser definido, que deverá ser aprovado em sessão administrativa do STF. “Como presidente do Senado, eu queria repetir: nós vamos observar todos os prazos, garantir direito de defesa, processo legal e eu vou como presidente do Senado, em todos os momentos, manter a isenção e a neutralidade, que são fundamentais para que nós possamos chegar a bom termo”, disse.
Renan também confirmou que a leitura da notificação de chegada da autorização do processo de impeachment pela Câmara será feita no plenário do Senado nesta terça-feira. Seguindo a lei, ele também informou que vai aguardar 48 horas até instalar a comissão, o que coincidiria com o feriado de Tiradentes, na quinta-feira. Desta forma, o presidente afastou a possibilidade de instalar a comissão nesta semana, já que não há sessão ordinária do Senado às sextas-feiras. Na prática, a votação da instauração do processo pode ser adiada em uma semana com esta decisão.

O posicionamento não agradou à bancada de oposição, que gostaria de ver a comissão instalada o mais brevemente possível. Eles vão trabalhar por novo entendimento e pressionar Renan. A posição também contrasta com a opinião de Cunha, que foi pessoalmente entregar a autorização de impeachment de Dilma ao Senado.

Cunha moderou a fala e disse que não cabia a ele opinar sobre a condução do impeachment no Senado, mas não deixou de pedir rapidez na tramitação. “A demora é muito prejudicial para o país, porque você está com um governo que ficou meio governo”, afirmou. “Ou ele vira de novo governo, ou deixará de ser governo. Essa decisão, o Senado vai proferir. Agora, a demora não é boa para o país e nem para o próprio governo”, continuou o deputado, após o encontro com Renan.

Para cumprir a cerimônia de entrega do processo, Cunha fez visita pouco usual ao Senado. Mas entrou pela porta dos fundos e não cruzou o Salão Azul. O presidente da Câmara chegou acompanhado de outros deputados pró-impeachment, enquanto funcionários do Congresso trouxeram em um carrinho os 34 volumes, mas de 12 mil páginas, que descrevem o processo de impeachment na Câmara, e entregaram o material à Mesa Diretora do Senado.

Frustrando os planos da oposição, assim como os da ala do PMDB aliada ao vice-presidente Michel Temer, Renan afirmou que tanto o presidente quanto o relator da comissão que vai analisar o processo terão de ser eleitos, e não apenas indicados. “Há um detalhe, já observado na Câmara dos Deputados, é que o relator, diferentemente do que acontece nas comissões, precisa ser eleito, a exemplo do presidente da comissão”, afirmou o presidente do Senado, afastando as possibilidades de que os nomes apenas fossem indicados.

Considerando o critério do tamanho das bancadas e excluindo PT e PMDB da disputa, por considerá-los parte interessada no afastamento ou manutenção de Dilma no cargo, a oposição já contava com o nome do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) para a presidência, enquanto a senadora Ana Amélia (PP-RS) assumiria a relatoria.

A decisão havia sido referendada pelo presidente nacional do PMDB, Romero Jucá (RR), que inicialmente queria que o próprio partido relatasse a matéria e indicou o nome do líder do partido, Eunício Oliveira (CE). Após Eunício recuar da decisão, Jucá passou a defender que caberia a ele indicar outro nome. Nos bastidores, a indicada seria Ana Amélia.

Conversas
Desanimados após a derrota expressiva na Câmara, quando os votos contrários ao impeachment ficaram muito abaixo dos 172 necessários para barrar o processo, o governo começa agora a pensar na batalha do Senado. Pela manhã, a bancada do PT no Senado se reuniu para fazer uma avaliação do cenário e reconheceu que o quadro é difícil. “Mas a presidente é como o Botafogo. Deixa escapar vitórias fáceis e cresce em partidas consideradas impossíveis”, disse um interlocutor do governo.

Como o colegiado do Senado é menor, a estratégia será conversar de maneira seletiva. Dilma deve procurar o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) e a ex-governadora Roseana Sarney, que, por ter uma relação histórica com o PMDB, ficou constrangida de se posicionar contra Michel Temer. Mas pesou, sobretudo, a proximidade de Dilma com o atual governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). Dino chegou à Brasília na quinta-feira e articulou até o último momento na esperança de virar votos desfavoráveis ao Planalto.

#correiobraziliense.com.br




Presidente Jammeh da Gâmbia brilha contra os EUA e a ONU: "Nós não vamos deixar a nossa segurança para cães".

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

content_image

Yaya Jammeh não recua um milímetro. O coro de condenação que se seguiu à sangrenta repressão de manifestações pacíficas da semana passada não parecem preocupá-lo. O Presidente gambiano, que falou ao jornal governamental The Daily Observer no seu regresso da cimeira de Oci na Turquia, indicando que toda essa "agitação é mantida por forças subversivas", reportou a As, que querem destruir a Gâmbia. E apelou aos: "gambianos para não serem enganados por ações das forças que sempre foram os inimigos de África. As pessoas que se proclamam democratas, entetanto não deram à Gâmbia em duas décadas mais de € 50 0 ".
Muito remontado, o Presidente gambiano denunciou a atitude dos Estados Unidos e condenou publicamente a reação severa do governo contra as manifestações pacíficas na Gâmbia. "Há alguns países que pretendem profetizar democracias, mas que o façam depois que eles deixaram de intimidar os negros em seus países. Eles falam da democracia, mas eles permitem o uso de armas para matar pessoas que acusam de serem terroristas a 20.000 km de nossos países. Em nome da segurança nacional, eles matam pessoas que nem sequer têm documentos de identidade no deserto. Vocês pensam que nós deixamos nossa segurança aos "cães" proclamou ele. E apelou a comunidade internacional a respeitar a soberania da Gâmbia.

#notícias da Seneweb

Total de visualizações de página