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sexta-feira, 12 de abril de 2019

ANGOLA: MO IBRAHIM RENDEU-SE.

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O empresário e filantropo Mo Ibrahim afirmou, em entrevista à agência Lusa, estar “muito surpreendido” com as mudanças políticas em Angola. Bastou ao jacaré dizer que é vegetariano e ele (como muitos outros) acreditou. Ninguém cuida em verificar se, no remanso do seu esconderijo, ele não continua a ser carnívoro. É assim que se “elegem” os ditadores.

Por Orlando Castro
“Fiquei muito surpreendido pelas mudanças em Angola porque todos assumimos que o novo Presidente de Angola [João Lourenço], que era um aliado do anterior Presidente e fiel à anterior liderança, seria alguém que iria proteger essa liderança”, disse Mo Ibrahim.
Para Mo Ibrahim, quando chegou ao poder, João Lourenço provou ser independente, dando como exemplo a forma como lidou com os filhos do anterior chefe de Estado, José Eduardo dos Santos. Terá essa estratégia sido apenas uma operação de marketing? Terá sido apenas fogo-fátuo para agradar a uma população sedenta de ajustar contas com quem esteve no Poder 38 anos sem ter sido, como também foi o caso de João Lourenço, nominalmente eleito? Nada disso interessa… por enquanto. Para passar de bestial a besta basta altera duas letras…
“Não tenho a pretensão de entender em detalhe o que se passa no país, mas adoraria encontrar-me com o Presidente de Angola para tentar perceber como é que ele pensa e o que está a acontecer. É um país africano importante e espero que comecem a prestar atenção à importância da boa governação”, considerou Mo Ibrahim.
O fundador e presidente da Fundação Mo Ibrahim acha, a fazer fé nestas declarações, que ter supostamente tirado o tapete aos filhos de José Eduardo dos Santos faz de João Lourenço o messias de que Angola tanto precisa. Esquece-se que mudar as moscas sem limpar a porcaria manterá vivo e intacto o putrefacto habitat no qual o MPLA se move como peixe na água. Esquece-se que se João Lourenço quisesse mesmo acabar com a corrupção isso resultaria na extinção do seu partido, o MPLA.
Onde anda, hoje, o Mo Ibrahim que nos habituou a separar o trigo do joio, a distinguir o que são promessas do que são obras, a ver a diferença entre a obra-prima do Mestre e a prima do mestre de obras?
Onde anda, hoje, o Mo Ibrahim que responsabilizava as “falhas monumentais dos líderes africanos após a independência”, explicando sem meias palavras (coisa cada vez mais rara) que, “quando nasceram os primeiros Estados africanos independentes, nos anos 50, África estava melhor em termos económicos do que está hoje”?
Onde anda, hoje, o Mo Ibrahim que dizia que que os interesses da Europa apenas podem ser duravelmente garantidos pela democracia e não pelo apoio aos ditadores? No caso de Angola, Mo Ibrahim sabe que João Lourenço foi “eleito” como cabeça-de-lista do MPLA (não nominalmente, repita-se) num acto fraudulento e a transbordar batota por todos os poros. Recorde-se que ainda não havia resultados oficiais e já o Presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, corria a felicitar João Lourenço pela vitória.
“Se a Europa quer garantir a longo prazo os seus interesses, ela tem todo interesse em se aproximar dos povos africanos. Pensar que a conivência com os ditadores seria benéfica é um grande erro”, indicou Mo Ibrahim. É verdade. Mas, ao que parece, até ele está agora rendido ao facto de haver ditadores bons e ditadores maus.
Onde anda, hoje, o Mo Ibrahim que qualificava de “vergonhoso e um golpe à dignidade” a contínua dependência de África em relação ao ocidente, tendo em conta os “recursos impressionantes” que abundam no continente?
Onde anda, hoje, o Mo Ibrahim que dizia: “Não se justificam a fome, a ignorância e a doença que assolam África”, referindo que a solução terá de passar obrigatoriamente por “bons líderes, boas instituições e boa governação”, sem os quais “não haverá Estado de Direito, não haverá desenvolvimento”?
Em relação às posições da Europa, recordo-me que Margaret Thatcher, que em Maio de 1979 se tornou a primeira mulher a dirigir um governo britânico, proibiu nesse ano o seu enviado especial à então Rodésia de se encontrar com Robert Mugabe.
E fê-lo para defender a democracia? Para lutar contra as ditaduras?
Não. O argumento, repare-se, era o de que “não se discute com terroristas antes de serem primeiros-ministros”.
“Não. Por favor, não se reúna com os dirigentes da ‘Frente Patriótica’. Nunca falei com terroristas antes deles se tornarem primeiros-ministros”, escreveu – e sublinhou várias vezes – numa carta do Foreign Office de 25 de Maio de 1979 em que o então ministro dos Negócios Estrangeiros, Lord Peter Carrington, sugeria um tal encontro.


Ou seja, quando se chega a primeiro-ministro, ou presidente da República, deixa-se de ser automaticamente terrorista. Não está mal. É verdade que sempre assim foi e que sempre assim será, mas os africanos em geral e os angolanos em particular (nomeadamente os 20 milhões de pobres) mereciam, neste caso, mais respeito por parte de Mo Ibrahim.
fonte: folha8

Jornalistas moçambicanos dizem que são perseguidos pelas autoridades.

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Na celebração, esta quinta-feira, 11, do Dia do Jornalista moçambicano, alguns profissionais da comunicação social denunciaram situações de perseguição e ameaça, e disseram que a detenção de Amade Abubacar é um sinal de que o poder político não quer que os jornalistas exerçam livremente as suas actividades.
Ouvidos pela VOA a propósito desta data, os jornalistas disseram que Moçambique possui uma das leis de imprensa mais progressistas de África, e a detenção de Amade Abubacar não dignifica o país.

Abubacar encontra-se detido desde 05 de Janeiro findo, na província nortenha de Cabo Delgado.
"Preocupa-nos o facto de termos, neste momento, um jornalista detido, sem julgamento, em Cabo Delgado, uma província onde é difícil exercer a actividade jornalística", disse o sociólogo e jornalista Francisco Matsinhe.
O MISA-Moçambique, instituto de monitoria da liberdade de imprensa, diz que há mudanças, "mas, infelizmente, ainda há sectores da sociedade que não compreendem muito bem qual é o papel que os jornalistas têm que desempenhar, e às vezes sofrem pressões que em alguns casos culminam em detenções arbitrárias".
Para Fernando Mbanze, editor do Mediafax, com a detenção do jornalista Amade Abubacar, o poder político quer coartar a liberdade de imprensa em Moçambique.
Mbanze realçou que "relativamente ao jornalista Amade Abubucar, todos os advogados que foram abordados sobre este caso, foram unânimes em afirmar que a sua detenção revela um comportamento intransigente, que não se pode permitir de um Estado, porque foi uma detenção ilegal. A própria procuradoria reconheceu que a detenção foi ilegal, mas ele continua detido até hoje e ele foi detido em pleno exercício da profissão".
Entretanto, Francisco Matsinhe considera fascinante a profissão de jornalista, mas chama atenção para o facto de que esta é uma profissão de alto risco, lembrando que Carlos Cardoso foi morto por ser jornalista. "É uma profissão de alto risco mas aquilo que se paga a jornalistas em Moçambique é uma vergonha", disse.
Onze de Abril marca a data da criação, há 41 anos, da Organização Nacional dos Jornalistas-ONJ, hoje transformado no sindicato dos jornalistas moçambicanos.

fonte: VOA

    Sudão: Presidente Omar al-Bashir destituído e detido por militares.

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    Depois de 30 anos no poder, o Presidente do Sudão, Omar al-Bashir, foi destituído e detido pelas Forças Armadas, anunciou o ministro da Defesa na televisão pública. Militares fecharam as fronteiras e o espaço aéreo.
    fonte: DW África
    Sudan Omar al-Bashir (Reuters/M.N. Abdallah)
    "Anuncio, enquanto ministro da Defesa, a queda do regime e a detenção num lugar seguro do seu líder", disse esta quinta-feira (11.04) o ministro da Defesa, Awad Mohamed Ibn Ouf, numa declaração na televisão pública sudanesa.
    O ministro da Defesa, que surgiu em uniforme militar, anunciou ainda a realização de "eleições livres e justas" após um período de transição de dois anos, durante o qual o país será governado por um conselho de transição militar. 
    O estado de emergência foi decretado nos próximos três meses. Os militares também suspenderam a Constituição e fecharam as fronteiras e o espaço aéreo durante as próximas 24 horas.
    O Governo e a Presidência foram dissolvidos e imposto um recolher obrigatório. O Exército também decretou um cessar-fogo nas regiões de Cordofão (sul) e em Darfur (oeste), onde há conflitos de baixa intensidade. 
    "Nestes dois anos será preparada a transição pacífica", o que inclui o estabelecimento de partidos políticos e a organização de "eleições honestas", anunciou o chefe do Estado Maior do Sudão, o general Kamal Abdel Maaruf.
    A televisão do Sudão já tinha informado durante a madrugada que o Exército iria fazer uma "comunicação importante". O anúncio surgiu na sequência de um movimento de contestação popular iniciado em dezembro contra Omar al- Bashir, que chegou ao poder depois de um golpe de Estado em 1989.
    Sudan Proteste gegen Präsident Omar Al-Bashir in Khartoum
    Sudaneses festejam destituição do Presidente Omar al-Bashir em Cartum
    Presos políticos libertados
    Os serviços secretos do Sudão também anunciaram a libertação de todos os presos políticos no país, avançou a agência oficial de notícias Suna.
    Ativistas sudaneses que têm organizado os protestos dos últimos meses contra Omar al-Bashir já confirmaram que centenas de pessoas que tinham detidas durante as manifestações  já foram libertadas. Um dos ativistas postos hoje em liberdade foi Naji al-Assam, da Associação de Profissionais do Sudão.

    "Golpe do regime para se manter no poder"
    A Aliança para a Mudança e a Libertação do Sudão, grupo que engloba partidos e coligações da oposição, considera que o "regime" organizou um "golpe militar" para se manter no poder após a queda do Presidente.
     
    Ouvir o áudio03:36

    Sudão: Presidente Omar al-Bashir destituído e detido

    Organizadores dos protestos das últimas semanas também já avisaram que não vão apoiar um "golpe militar". Uma posição que é partilhada pela Associação de Profissionais do Sudão. A porta-voz Sarah Abdel-Jaleel disse à Associated Press (AP) que pode até existir um conselho militar, mas para apoiar um governo de transição civil.
    Nas redes sociais, vários ativistas e manifestantes dizem "não ao governo militar" e prometem que "a revolução vai continuar" nas ruas. A oposição pediu à população para que continue a protestar em frente ao quartel-general das Forças Armadas e "em todas as regiões e nas ruas das cidades sudanesas" até que o poder seja entregue a "um governo transitório civil que represente a força revolucionária".
    Acusado de crimes de guerra
    Omar al-Bashir é alvo de acusações de instâncias jurídicas internacionais por responsabilidades em crimes de guerra na região de Darfur. Está sujeito a vários mandados de prisão pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), por presumivelmente ser responsável por execuções no Darfur.
    Alemanha, França, Reino Unido, Bélgica, Polónia e Estados Unidos da América (EUA) solicitaram já uma reunião do Conselho de Segurança da ONU. A sessão à porta fechada está prevista para sexta-feira (12.04) e foi convocada pelos cinco membros da União Europeia (UE) presentes no Conselho de Segurança, presidido pela Alemanha.
    A Comissão Europeia está a acompanhar no terreno a situação do Sudão e pediu uma "transição política pacífica" sem recorrer "a qualquer forma de violência". "Estamos em contacto com os membros do Governo e com os partidos para acompanhar a situação. A nossa delegação [da UE] no terreno vai continuar a fazer o seu trabalho", adiantou a porta-voz da Comissão Europeia para a política externa, Maja Kocijancic. A ministra da Defesa da Alemanha, Ursula von der Leyen, também saudou a destituição do Presidente sudanês.
    Sudan, Demonstration
    ​​Militares sudaneses suspenderam a Constituição
    A Rússia anunciou que está a "observar de perto" a situação. "Esperamos que não aconteça uma escalada da tensão que possa levar à morte de mais cidadãos sudaneses", declarou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, citado pela agência oficial russa TASS. "Esperamos que a situação volte o mais rápido possível ao caminho constitucional", acrescentou o porta-voz, enfatizando que se trata de um "assunto interno dos sudaneses".
    O Egito também expressou o seu apoio "à escolha e vontade do povo sudanês." Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros egípcio pediu à comunidade internacional para ajudar o vizinho Sudão a ter uma transição pacífica. Durante o regime de Omar al-Bashir, as relações entre os dois países viveram um período tenso, depois de o Sudão ter apoiado a Etiópia na construção de uma grande barragem no rio Nilo, pondo em risco o abastecimento de água ao Egito.
    Manifestações na capital
    Na capital, Cartum, os militares posicionaram-se em vários pontos da cidade durante a madrugada, nomeadamente junto dos edifícios da televisão e da rádio públicas. De acordo com a AP, vários veículos militares foram enviados para junto das principais pontes sobre o Nilo, em Cartum, enquanto milhares de populares mantinham as concentrações de protesto em vários pontos da capital, sobretudo junto ao quartel-general do Exército.
    Os protestos no país, que começaram em dezembro de 2018, foram provocados pelo aumento do preço do pão, mas rapidamente se transformaram num movimento de contestação ao regime e intensificaram-se nos últimos dias, com a população a pressionar os militares a forçar a demissão do Presidente.
    O Comité Central de Médicos do Sudão, uma organização sindical da oposição, afirma que aumentou para 22 o número de mortos, desde sábado (05.04), entre os quais cinco militares que defendiam os manifestantes dos elementos do corpo da polícia. 
    A mesma organização refere que 153 pessoas ficaram feridas, sendo que um número "significativo" de feridos se encontra em estado grave pelo que admite que o número de mortos pode aumentar nos próximos dias. 

    GUINÉ-BISSAU: POVO REVOLTADO, POVO FALA....

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    ARROZ DO POVO CONTINUA A DAR QUE FALAR....

    GUINÉ-bISSAU: Arroz chinês não era para venda.

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    Na Guiné-Bissau o inspector da polícia judiciária que investiga o desvio de arroz chinês foi hoje ouvido pelo Ministério público, facto contestado pelos seus advogados. Por outro lado este mesmo inspector, Fernando Barreto, ouviu esta manhã no Ministério da agricultura para ouvir o detentor da pasta, Nicolau dos Santos. Este também já deu a sua versão ao embaixador chinês.




    Jin Hong Jun, embaixador da China na Guiné-Bissau confirmou à agência Lusa que se tratou de um donativo da China de arroz que não se destinava a fins lucrativos.
    Tratou-se de uma inciativa alvo de um acordo entre os dois países aquando da visita em Setembro de 2018 à China do presidente guineense José Mário Vaz.
    Este arroz não era para venda, tratava-se de um donativo destinado às populações carenciadas.
    O volume total era de 2638 toneladas de arroz, num valor de 30 milhões rnb, em moeda chinesa, em dólares cerca de 3 milhões de dólares americanos, especificou o representante da chancelaria.
    O diplomata chinês que confirmou ter-se avistado com o ministro da agricultura. Nicolau dos Santos que é uma das personalidades investigadas por terem sido encontrados sacos de arroz numa propriedade sua.
    Jin Hong Jun apela a que se aguarde pacientemente pelo fim da investigação, confirmando acompanhar com atenção o desenrolar do caso.
    Jin Hong Jun, embaixador da China na Guiné-Bissau, registo da agência Lusa11/04/2019
    fonte: RFI

    Golpe de Estado palaciano ou novo Sudão?

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    Golpe de Estado palaciano ou novo Sudão?

    Após quatro meses de manifestações no Sudão, o Presidente Omar al-Bashir foi destituído e detido pelas Forças Armadas. O anuncio foi feito pelo ministro da Defesa sudanês, Awad Ahmed Benawf, que avançou um período de transição de dois anos conduzido por militares. O padre comboniano José Vieira, que viveu no Sudão, fala de um golpe de Estado palaciano que não será bem recebido pelos sudaneses que querem uma transição democrática.

    fonte: RFI

    CAN 2019: Guiné-Bissau e Angola no pote 4.

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    Baciro Candé, seleccionador da Guiné-Bissau.GABRIEL BOUYS / AFP
    A 24h do sorteio da fase final do Campeonato Africano das Nações que vai decorrer no Egipto, a Confederação Africano de futebol divulgou os quatro potes em que estão inseridos todos os países. Angola e Guiné-Bissau integram o pote 4.




    Djurtus e Palancas Negras não se vão defrontar no Campeonato Africano das Nações na fase de grupos. As Seleções guineense e angolana estão inseridas no pote 4, o das equipas com o ranking mais baixo.
    Para criar os quatro potes, a CAF, tomou em conta o ranking mundial da FIFA. Classificação na qual a Guiné-Bissau ocupa o 118° lugar com 1158 pontos, enquanto Angola está na 122ª posição com 1142 pontos.
    Uma ‘má’ notícia para as Nações lusófonas que não vão evitar os Tubarões do futebol africano.
    Eis todos os potes:
    Pote 1: Egipto, Camarões, Senegal, Tunísia, Nigéria e Marrocos.
    Pote 2: República Democrática do Congo, Gana, Mali, Costa do Marfim, Guiné e Argélia.
    Pote 3: África do Sul, Uganda, Benim, Mauritânia, Madagáscar e Quénia.
    Pote 4: Zimbabué, Namíbia, Guiné-Bissau, Angola, Tanzânia e Burundi.
    O sorteio realza-se nesta sexta-feira em território egípcio.
    fonte: RFI

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