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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

DSP admite que PAIGC tem soluções que não passem por ele.

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Antigo primeiro-ministro guineense aponta a única solução para a crise: PR tem de recuar e voltar a convidar o PAIGC a indicar um novo Chefe de Governo.

Domingos Simões Pereira

O antigo primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, diz que apenas o recuo do Presidente de República pode resolver de forma rápida e eficaz a crise política actual.
Em entrevista à VOA, nesta segunda-feira, 24, Simões Pereira revelou que o PAIGC tem soluções para ultrapassar esta crise, mas para isso José Mário Vaz terá de "anular o decreto que nomeou o novo primeiro-ministro e pedir ao partido maioritário que indique um novo candidato a chefe de Governo".
No seu entender, embora a posição do Presidente da República "não seja a que se configura com o nosso sistema e totalmente inconstitucional, se o problema é o relacionamento entre o Presidente de Domingos Simões Pereira, o PAICG, ouvido as suas estruturas, tem outras soluções".
Entretanto, o antigo primeiro-ministro lamenta que José Mário Vaz continue a não dar voz ao povo que se tem manifestado contra a sua decisão.
"Espero que não só ouça a pressão internacional, mas também a voz do povo expressa nas urnas", reiterou Simões Pereira que culpa Vaz pela situação actual, "no momento em que todos os indicadores dizem que os níveis alcançados por este Governo são comparáveis aos melhores de sempre da Guiné-Bissau".
O antigo primeiro-ministro continua a acreditar que o Presidente da República irá recuar porque não há outra alternativa, frente à instabilidade criada por ele próprio.
"O que está em causa é o o futuro do país", conclui Domingos Simões Pereira que lembra haver outras soluções, mas que por agora espera "pelo bom senso do sr. Presidente da República para recuar e devolver a palavra ao povo, que manifestou o seu desejo através do voto".
#VOA

Deputados da Guiné-Bissau discutem recuo na nomeação de Baciro Djá.

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Parlamento da Guiné-Bissau está a discutir um projeto de resolução proposto pelo PAIGC que prevê um recuo na nomeação do novo primeiro-ministro e a escolha de outro nome, em conjunto com o Presidente da República.
Guinea-Bissau Ministerpräsident Baciro Dja

O documento prevê que o Parlamento venha a "discordar" do Decreto Presidencial que nomeia o novo primeiro-ministro Baciro Djá.

A sessão extraordinária do Parlamento guineense vem na sequência de uma decisão da Comissão Permanente daquele órgão que esteve reunida na passada sexta-feira (21.08), onde foram analisadas as implicações jurídicas e políticas da nomeação do novo primeiro-ministro.
Esta segunda-feira (24.08) o novo chefe do executivo, Baciro Djá, reuniu-se com os responsáveis dos bancos comerciais da Guiné-Bissau, para lhes solicitar apoios no sentido de cobrir um défice que existe nas finanças públicas para o pagamento dos salários do corrente mês de agosto.
Pagamento dos salários em perigo?
Edifício do Parlamento (ANP) da Guiné-Bissau
Baciro Djá disse aos jornalistas que “sobre a situação financeira do país, conseguimos saber que existe um défice para o pagamento dos salários”.

O novo primeiro-ministro guineense, prometeu pagar os salários aos funcionários públicos "todos os dias 25 de cada mês".

Lembramos que o Presidente guineense, José Mário Vaz, ficou conhecido no país por "Homem do 25" uma alusão ao facto de, enquanto foi ministro das Finanças, pagar os ordenados nesse dia.
Recorde-se que Geraldo Martins, ministro da Ecomina e Finanças demitido, já tinha anunciado que o salário do mês de agosto não estaria em causa .
Devido às sucessivas crises e instabilidade no país, o pagamento de salários aos servidores do Estado é tido sempre como uma preocupação pelas novas autoridades, porque nos últimos anos, os governos não conseguiram honrar este compromisso.
Guiné-Bissau na agenda do Conselho de Segurança da ONU
Cipriano Cassamá, Presidente da ANP da Guiné-Bissau (dir) com Miguel Trovoada, representante da ONU na Guiné-Bissau
Entretanto, esta segunda-feira dois atos marcaram o dia do novo primeiro-ministro.

A proibição da transmissão direta da sessão especial da Assembleia Nacional para análise da atual crise politica e a exoneração dos Diretores da Rádio Nacional e da Televisão Nacional. Califa Soares Cassamá, substitui Muniro Conté na Rádio Nacional, enquanto Eusébio Nunes, jornalista da Televisão Nacional substitui Paula Melo à frente do canal.
Enquanto isso, o representante da ONU para a Guiné-Bissau, Miguel Trovoada esteve reunido na manhã desta segunda-feira com o Presidente da ANP Cipriano Cassamá.
No próximo dia 28 de agosto, a Guiné-Bissau será um dos assuntos em análise na reunião do Conselho de Segurança da ONU, disse Miguel Trovoada. "Vamos analisar a situação do desempenho da missão da ONU aqui nos primeiros seis meses do mandato que foi renovado até fevereiro de 2016. Outra questão que vai ser debatida neste Conselho de Segurança é o regime das sanções decretadas através de uma resolução após o golpe de Estado de 2012”.
Sanções serão mantidas?
A comissão do Conselho de Segurança da ONU que administra as sanções aplicadas a 11 militares da Guiné-Bissau deverá mantê-las face a receios sobre instabilidade no país, anunciou no passado dia 14 de agosto uma organização que acompanha o trabalho das Nações Unidas.

"Os membros que defendiam a continuação das sanções e que se mostravam preocupados sobre a fragilidade da Guiné-Bissau, podem agora encontrar maior apoio para a sua perspetiva", refere o portal do 'Security Council Report', citado pela agência de notícias Lusa.
Em causa, estão "os recentes acontecimentos", com o Presidente, José Mário Vaz, a demitir o Governo de maioria parlamentar de Domingos Simões Pereira, apesar da pressão diplomática e dos apelos no país para não o fazer.

"No princípio da semana houve uma antevisão da avaliação feita pelo secretariado" e "prevalece a ideia de que seria prematuro pôr fim ao comité de sanções dado o historial de golpe de Estado na Guiné-Bissau levando a ciclos de instabilidade", diz a organização.

Tal acontece numa altura em que "alguns membros do Conselho de Segurança estavam inclinados a acabar com as sanções por considerarem que o principal objetivo - pressionar os autores do golpe de 2012 para restaurar a ordem constitucional - estava atingido há mais de um ano". No entanto, com a queda do Governo, o apoio às sanções deve agora manter-se.

As restrições impostas consistem numa medida única: proibição de viajar para quem esteve ligado ao comando militar que liderou o golpe de Estado de 2012 - sendo que a lista atualizada inclui 11 militares dos diferentes ramos das forças armadas, dos quais 10 oficiais e um inspetor-geral.
#dw.de

NIGÉRIA: Boko Haram contra Ban Ki-moon!.

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A pelota pela audácia terrorista, o Boko Haram acaba de grifar notícias internacionais, ao atacar a comitiva do chefe das Forças Armadas nigerianas, o General Tukur Buratai, em visita ao nordeste, em Faljari, em torno de Maiduguri, capital do Estado de Borno. Este ataque ocorreu apenas horas antes da chegada do secretário-geral da ONU Ban Ki-moon, confirma, se ainda for necessário, a resiliência dos jihadistas que demonstram assim, a sua capacidade de ataque, em qualquer lugar e sobre não importa quem!



Embora o porta-voz do Exército disse que "os terroristas sofreram um poder de fogo esmagador dos soldados, em que dez deles foram mortos. Nossas tropas capturaram cinco terroristas "; deve-se reconhecer que esta provocação dos terroristas foi bom  ' de nervozismo' e bem calculada. Sua mensagem é clara: "o Boko Haram proveio do Grupo do Estado islâmico na África Ocidental e sempre bem viva", e mantém no estado toda a sua capacidade de incômodo.

A praga do terrorismo
O ataque soa como um histórico porque há quatro anos, o Boko Haram atingiu a Organização das Nações Unidas em Abuja , em26 de agosto de 2011, em um ataque suicida que fez 21 mortos e feridos. Enquanto Ban Ki-moon acabava de chegar à Nigéria para participar da cerimônia que marca a morte trágica de vários de seus funcionários, o Boko Haram, sem pestanejar, celebra à sua própria maneira, este ataque horrível do grupo islâmico, na tentativa de matar violentamente o General Tukur Buratai das Forças nigerianas. Como uma maneira para desestabilizar ainda mais o presidente do país Muhammudu Buhari que, apesar das promessas de erradicar a praga 'terrorista' ele está tropeçando em uma realidade mais dura que seus estrategistas tinham pensado.

O programa de estadia do primeiro diplomata da ONU em uma cerimônia comemorativa será submetido a rigores de protocolo e segurança mais rígida para evitar o pior. Seu reencontro com o presidente Buhari vai, no centro de sua preocupação, o último ataque kamikaze, que ele irá analisar em profundidade, sem esquecer a questão do rapto de 276 meninas de Chibok, desaparecidas desde 14 de abril de 2014. uma vez que, apesar da grande campanha internacional para "Trazerem de volta as meninas" ("Dê-nos de volta nossas filhas"), além de 57 meninas do ensino médio que conseguiram escapar, 219 ainda estão desaparecidas.

Onde estão os estudantes de Chibok
Foram elas realmente vendidas? -elas Tornaram-se escravas sexuais? Elas se casaram voluntariamente ou à força? Como é hoje a situação exata?
Tantas perguntas a fazer, porque é surpreendente que, apesar dos drones dos EUA e poderosa inteligência da NSA, nada ainda foi retribuído aos pais e ao público, os menores fragmentos de informação fiável, alguns vislumbram-se de esperança ... Além da comemoração das vítimas de há quatro anos, seu encontro com o presidente Buhari, as ONGs humanitárias e industriais nigerianos; 48 horas de Ban na Nigéria deve ajudar a dissipar as nuvens de desconfiança que rodeiam todas estas perguntas, e as Nações Unidas a participar mais fortemente na luta contra os terroristas.

De Maria BABIA para GCI
2015-GuineeConakry.Info

Guiné - Bissau: Parlamento reúne-se para discutir situação política do país.

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ARTÉRIA DA CIDADE 

Bissau - A Assembleia Nacional Popular (ANP) da Guiné-Bissau reúne-se hoje, segunda-feira, numa sessão extraordinária para discutir a situação política do país, segundo a Lusa que cita fonte parlamentar.


O parlamento guineense já se encontrava de férias, mas o presidente do órgão, Cipriano Cassamá, convocou a sessão após uma reunião da Comissão Permanente da ANP.
A discussão acerca da situação política do país é o único ponto da ordem de trabalhos.
O Presidente da República, José Mário Vaz, demitiu no dia 12 o Governo de Domingos Simões Pereira (presidente do PAIGC) e escolheu na quinta-feira Baciro Djá como primeiro-ministro.
Apesar de não ter sido indicado pelo partido que venceu as últimas eleições, o PAIGC, Vaz justificou a nomeação com o facto de Baciro Djá ser vice-presidente daquela força política e ter sido director da campanha eleitoral em 2014, o que considera fazer dele um profundo conhecedor das promessas eleitorais.
Baciro Djá também acompanhou a campanha de José Mário Vaz, chefe de Estado eleito igualmente pelo PAIGC nas eleições presidenciais gerais (legislativas e presidenciais) de 2014.
O PAIGC e diversas organizações da sociedade civil consideram as decisões de José Mário Vaz inconstitucionais e pretendem avançar com acções judiciais para destituir o Presidente da República.
A bancada do PAIGC tem maioria no parlamento, com 57 dos 102 deputados.
#portalangop.co.ao

A Delegação da Costa do Marfim satisfeita em participar no final da 1ª Conferência Mundial da Ciência em Israel.

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Fin

Iniciada em 15 de agosto na Universidade Hebraica de Jerusalém, a primeira Conferência Mundial de Ciência de Israel (WSCIi) fechou suas portas em 20 de agosto de 2015. À saída desse grande evento de troca de experiência, a delegação da Costa do Marfim agradeceu a oportunidade oferecida pelo governo de Israel, e pela Universidade Hebraica de Jerusalém para oferecer uma plataforma para a formação de 400 jovens de 70 países do mundo e os principais cientistas. Assim Misses Misses Bassolé Serena (Informática), Bamba Linda (Economia) e Ajavon Marie Joseph (Economia) saíram grandemente enriquecidas com essa experiência. Elas que tiveram a oportunidade de trocar experiências diretamente com Premio Nobels (nós notamos a presença de 15 vencedores), mas também de cientistas de renome em vários domínios. Integradas dentro de trabalho dirigido por outro jovens cientistas, as nossas representantes participaram em várias conferências, participaram em vários workshops e visitas a empresas israelenses para ganhar experiência. Para Mamadou Bakayoko chefe da delegação, Costa do Marfim, que aspira a emergência não poderia estar ausente em tal local de treinamento da elite para o futuro. Ele também buscou o apoio do governo para melhor preparar a participação dos marfinenses para vencimentos futuros.

Por Franck Danon enviado especial.

#abidjan.net

A mulher cubana em todas as frentes.

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Com o ânimo de reconhecer o desempenho inigualável daquelas que realizam ações a favor do progresso da mulher cubana na defesa da obra revolucionária, um grupo de companheiras e companheiros receberam a Distinção 23 de agosto.

Photo: Anabel Díaz

Com o ânimo de reconhecer o desempenho inigualável daquelas que realizam ações a favor do progresso da mulher cubana na defesa da obra revolucionária, na quarta-feira, 19 de agosto, no Salão de Protocolo El Laguito, um total de 37 pessoas destacadas recebeu a Distinção 23 de agosto.
Conferida pela Federação das Mulheres Cubanas (FMC), e por ocasião de celebrar seu 55º aniversario, outorgou-se a distinção a um grupo de companheiras e companheiros por sua trajetória de trabalho e social, seus valores éticos e revolucionários, sua atitude exemplar no âmbito político, jurídico, científico, produtivo, artístico, cultural e esportivo, e “por acumularem importantes méritos contribuindo a enaltecer o papel da mulher cubana”, referiu Arelys Santana Bello, segunda-secretária desta organização.
José Ramón Machado Ventura, segundo secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba (PCC) e vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, indicou que a mulher cubana “se destaca, tem que estar e está em todas as frentes de nosso país”.
“Ela pode hoje participar em todos os setores e tarefas de nossa sociedade e está à altura de qualquer dentro desses setores”, insistiu. “Contamos com ministérios que têm mais mulheres que homens e que, incluso, são dirigidos por mulheres. No sistema judicial, por exemplo, as mulheres promotoras são as que mais abundam”.
Machado sublinhou o caráter rejuvenescedor da organização, e enfatizou em que há de continuar oferecendo a atenção necessária, mudando os métodos acorde aos momentos que estamos vivendo, mas tudo com a certeza e consciência de que a base está e continuará “bem formada e enraizada”.
O ato foi presidido, ainda, por Teresa Amarelle Boué, membro do Comitê Central do Partido e secretária-geral da FMC.
Yunidis Castillo, milticampeã paralímpica e uma das federadas que recebeu a distinção, expressou seu orgulho por, desde seu papel como atleta, pôr no alto o nome da mulher cubana: “exemplo de empenho, vontade e de saber crescer-se perante as dificuldades”.
Olga Lidia Jones Morrinson, vice-presidenta do Supremo Tribunal Popular, acrescentou que tem o prazer de trabalhar em uma instituição na qual mais de 80% dos juízes são mulheres, o qual outorgou um matiz diferente ao trabalho da judicatura cubana, e que não teria a mesma envergadura sem as contribuições da FMC e o empoderamento que adquiriu a mulher cubana com a passagem do tempo.
#granma.cu

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