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sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

RUSSIA: Segredos, mentiras e confusão USA no Norte da Síria.

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25.01.2018
 
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Segredos, mentiras e confusão USA no Norte da Síria
Os anúncios e desmentidos da Administração Trump sobre os movimentos militares no Norte da Síria revelam um segredo negro. Paradoxalmente, a Turquia acaba por vir em socorro dos Estados Unidos para corrigir «o erro» dos seus funcionários superiores.
Thierry Meyssan
O desmentido do Secretário de Estado, Rex Tillerson, a 17 de Janeiro, a propósito do Comandante-em-chefe do CentCom, General Joseph Votel, em 23 de Dezembro e do porta-voz da Coligação (Coalizão-br) Anti-Daesh, o Coronel Thomas Veale, em 13 de Janeiro, semeou a confusão.
Ele não satisfez a Turquia, a qual, após ter avisado o Encarregado de Negócios dos EUA, Philip Kosnett, a 10 de Janeiro, e preparado desde 13 de Janeiro uma operação militar em Afrin e Manbij, a lançou efectivamente no dia 20 de Janeiro.
Contrariamente às declarações de uns e de outros, a decisão dos EUA não era de criar um Estado soberano e independente no Norte da Síria -isso, é o projecto francês- mas, sim um Estado não-reconhecido, como o Puntland somali ou o Curdistão iraquiano. Esta última estrutura é absolutamente independente e, apesar da Constituição iraquiana, não responde às ordens do Iraque da qual faz, em princípio, parte. Além disso, ele dispõe das suas próprias embaixadas no estrangeiro.
A Força de Segurança da Fronteira (Syrian Border Security Force) devia oficialmente ser composta por 30. 000 homens, dos quais metade antigos membros das Forças Democráticas Sírias (Democratic Syrian Forces). Estes combatentes deviam ter sido treinados durante três semanas em técnicas de interrogatório e em detecção biométrica (scanning). Curso, esse, já frequentado por 230 cadetes.
Na prática, a outra metade devia ser composta por 15.000 antigos jiadistas do Daesh (E.I.), que teriam assim sido discretamente reciclados.
Na realidade, o Representante especial do Presidente Trump junto da Coligação, Brett McGurk, foi o advogado que participou, ao lado de John Negroponte e do Coronel James Stelle na criação do Emirado Islâmico no Iraque, em 2006. Ele foi encarregado, junto com o Coronel James Coffman, de prestar contas sobre esta operação secreta ao Presidente George Bush. Tratava-se de combater a Resistência iraquiana ao ocupante dividindo-a, para tal, em sunitas e xiitas e criando, assim, artificialmente uma guerra civil.
Após uma passagem por Harvard, Brett McGurk foi recolocado no Departamento de Estado junto de John Kerry. Ele participou na transformação do Emirado Islâmico no Iraque em Daesh (E.I.) e co-organizou em Amã a reunião preparatória para a invasão jiadista do Iraque, a 27 de Maio de 2014. Ele reorganizou o Iraque, e depois formou a Coligação Internacional encarregue de lutar... contra o Daesh.
Bom aluno, aceitou servir o Presidente Trump para pôr fim à organização jiadista que havia criado, e da qual tenta, hoje em dia, reciclar alguns combatentes.
O projecto da Força de Segurança da Fronteira diz muito sobre a seriedade dos milicianos do YPG, os quais professam o anarquismo suave de Murray Boochkin mas podem, sem qualquer escrúpulo, formar uma unidade conjunta com os assassinos do Daesh sob comando dos EUA.
Contrariamente às aparências, o ataque turco a Afrin, e provavelmente em breve a Mambij, foi aprovado, a 18 e 19 de Janeiro, pelo Estado-maior russo, que foi avisado pelo número 2 do regime, e chefe dos serviços secretos , o Director do MIT (Milli İstihbarat Teşkilatı), Hakan Fidan, vindo de propósito a Moscovo. Ele foi, aliás, facilitado pela retirada imediata das tropas russas da zona de combate.
Identicamente, a Turquia informou por escrito a Síria do seu ataque, mesmo se Damasco garante não ter recebido a carta.
O Presidente al-Assad, que não pode colocar o seu país em confronto com os Estados Unidos para parar a reciclagem de jiadistas, deixou a Turquia, membro da OTAN, encarregar-se disso.
O Presidente Trump não fora informado sobre o plano Votel-McGurk. O Secretário da Defesa, James Mattis, confirmou aos seus homens as instruções da Casa Branca contra os jiadistas. No entanto, Votel e McGurk ainda estão no terreno.
Tradução
Alva
Foto: A 18 de Agosto último, Brett McGurk recebia amigavelmente dirigentes do Daesh (EI). Oficialmente, os Estados Unidos preparavam-se para esmagar a organização jiadista.
Fonte : "Segredos, mentiras e confusão USA no Norte da Síria", Thierry Meyssan, Tradução Alva, Al-Watan (Síria) , Rede Voltaire, 23 de Janeiro de 2018, www.voltairenet.org/article199448.html

    RUSSIA: Afinal, por quem Lula foi julgado?

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    Afinal, por quem Lula foi julgado?

    Fonte de informações: 

    Pravda.ru

     
    Afinal, por quem Lula foi julgado?. 28106.jpeg

    Afinal, por quem Lula foi julgado?

    "Na verdade Lula foi julgado pelos interesses de velhas oligarquias familiares incrustados no Estado, no poder político e no judiciário há várias gerações. O desembargador Victor Luiz dos Santos Laus, o último a votar ontem, é bisneto do desembargador Domingos Pacheco d'Ávila, diplomado pela Faculdade de Direito de Recife ainda sob o Império e cofundador do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, em 1891. "Este Victor lembra muito meu sogro (D'Ávila)", afirmava o avô materno.

    Os sobrenomes imigrantes dos desembargadores do TRF45 não escondem suas preferências, mentalidades e visões de mundo arcaicas e conservadoras transmitidas genealogicamente por casamentos com famílias tradicionais estabelecidas desde o Império. Já investigamos a genealogia política de Gebran Neto na Lapa, Paraná, em outros escritos.
    A família de Gebran Neto é aparentada com Ney Braga por casamentos na família Cunha, família dos Capitães-Mores do período colonial, tradicional tronco latifundiário e escravista daquela localidade. Estes velhos "habitus de classe", muitas vezes autoritários e elitistas, estavam sentados e presentes no julgamento político de Lula. O poder judiciário e o sistema judicial no Brasil só podem ser entendidos pelas suas continuidades oligárquico-familiares, pelo forte corporativismo, pela hereditariedade, característica fundamental de toda a classe dominante tradicional brasileira".

    Professor Ricardo Costa Oliveira, (Ciências Sociais, UFPR)

    Brasil: PT oficializa Lula à presidência.

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    Lula da Silva, ex-presidente do BrasilNELSON ALMEIDA / AFP
    O PT formalizou esta quinta-feira a candidatura de Lula da Silva à presidência do Brasil. Uma decisão que surge um dia depois de o ex-presidente ter sido condenado a 12 anos de prisão, por corrupção e branqueamento de capitais.



    "Estamos lançando a pré-candidatura de Lula à presidência da República", as palavras são de Gleisi Hoffmann, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores. A força política que apoia o antigo presidente brasileiro confirmou, assim, a decisão de formalizar a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à presidência do Brasil.
    O anúncio do PT surge um dia depois de Lula da Silva ter sido condenado por corrupção passiva.
    Esta quarta-feira, a justiça, em segunda instância, ratificou a condenação por corrupção passiva do ex-presidente brasileiro. Uma decisão adoptada por unanimidade pelos três juízes desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Cabe agora à justiça eleitoral decidir se Lula da Silva pode ou não entrar na corrida às presidenciais previstas para Outubro.
    Oo ex-presidente brasileiro foi condenado a uma pena de prisão de doze anos e um mês por corrupção e branqueamento de capitais. Para recorrer da sentença a defesa do ex-inquilino do Palácio do Planalto terá de passar ao Superior e depois ao Supremo.
    Já ontem depois do anúncio da sentença, Lula da Silva anunciava a sua vontade se ser candidato às eleições presidenciais.
    Lula da Silva, ex-Presidente do Brasil

    fonte: RFI

    GUINÉ-BISSAU: Contagem decrescente para Congresso do PAIGC.

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    Sede do PAIGC em Bissau com tela representando o fundador, Amílcar Cabral.Foto : AFP)
    Na Guiné-Bissau o bureau político e o comité central do PAIGC, partido mais votado nas últimas eleições, estiveram reunidos hoje na capital. Uma força política que tem congresso agendado para o final do mês.



    Segundo as nossas fontes que estão a presenciar a reunião do Comité Central, principal órgão de decisão entre os congressos do PAIGC, o pedido de Carlos Gomes Júnior para tomar parte como delegado no próximo congresso do partido, não será debatido.
    Esta é a última reunião do Comité Central antes do congresso que deve arrancar no próximo dia 30 para decorrer até 04 de fevereiro. Ou seja, tudo aponta para que Carlos Gomes Júnior, que liderou o PAIGC durante 12 anos, fique de fora no congresso pelo menos enquanto delegado.
    Carlos Gomes Júnior teria mesmo seguido viagem esta quinta-feira de regresso a Lisboa, devendo retornar a Bissau antes do congresso.
    Num outro registo, de assinalar que o embaixador dos Estados Unidos de América, Tulinanbo Musinghi, exortou os líderes políticos guineenses a chegarem a um entendimento para acabar com o impasse no país.
    Segundo disse, esse entendimento passa pela nomeação de uma figura de consenso para primeiro-ministro de um governo a ser integrado por todos.
    Os Estados Unidos apoiariam qualquer figura que for nomeada, desde que mereça o consenso de todas as partes.
    fonte: RFI
    Na Guiné-Bissau, a expectativa é enorme com todos a questionarem quando é que o Presidente José Mario Vaz publicará o decreto que vai anunciar o nome do novo primeiro-ministro.
    Confira aqui a crónica de Mussá Baldé em Bissau.
    Correspondência de Bissau

    GUINÉ-BISSAU: PROFESSORA AMERICANA APRESENTA EM BISSAU LIVRO SOBRE PERCURSO DO ARROZ DE ÁFRICA PARA AS AMÉRICAS

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    A professora norte-americana Judith Carney, da Universidade da Carolina, apresenta hoje em Bissau o seu livro "Arroz Negro", que conta a história do percurso e as origens africanas do cultivo do arroz nas Américas.

    Antecipando a apresentação do livro, a realizar no Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas (IBAP), Judith Carney, membro da Academia de Ciências dos Estados Unidos, defende que contrariamente ao que a história ensina o arroz só chegou às Américas levado pelos africanos e europeus.
    Sintetizando a sua tese, baseada em vários anos de estudos e um doutoramento a partir do cultivo do arroz na Gambia, a professora Carney sustenta que a "história do arroz nas Américas tem origens africanas".
    Segundo afirma, o arroz foi levado para as Américas por escravos que já conheciam técnicas de cultivo de há muitos anos antes da chegada dos europeus.
    "Através do livro ficamos a saber que o arroz já era cultivado na África Ocidental há 3000 anos, isto é, mais de 25 séculos antes do desembarque dos europeus", refere uma nota distribuída aos jornalistas pelo IBAP.

    O texto, que cita a professora Judith Carney, refere que quando os asiáticos chegaram ao continente negro, já havia cultivo daquele cereal nomeadamente nas regiões da atual Guiné-Bissau, Senegal, Guiné-Conacri, Serra Leoa, Mali e Libéria.
    Terá sido a partir dessas zonas que se deu o que Judith Carney chama de "domesticação do arroz", que depois seria difundido para outros países da África e mais tarde também para fora do continente, ressalva.
    "Todos os estudos diziam que o arroz chegou à Africa pelos portugueses nos séculos desde séculos XVI, XVII e XVIII. O que não é verdade", indica a professora Carney.
    Na nota do IBAP, pode-se ler que o livro da professora norte-americana apresenta "provas irrefutáveis" nas áreas da genética, botânica, etnobotânica, antropologia, agronomia, história e cultura sobre o percurso do arroz no mundo.
    Segundo o livro de Judith Carney, seriam os escravos da África Ocidental levados para as Américas que ensinaram a população de países como Estados Unidos, México, Brasil, Guiana, Suriname, Cuba e outros da margem ocidental do oceano Atlântico como cultivar, descascar e cozinhar o arroz.
    Muito do arroz cultivado nesses países das Américas seria vendido para o continente europeu, devido às suas características diferenciadas, defende a professora Carney.
    MB // EL

    GUINÉ-BISSAU: CANADA - MILIONÁRIO MATA 49 MULHERES E VENDE CORPOS COMO CARNE PICADA. "VALE A PENA CONFERIR O QUANTO O SER HUMANO É IGNÓBIL"

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    E AGRICULTOR DIZ QUE ESTÁ ARREPENDIDO DE "NÃO TER CONSEGUIDO MATAR MAIS UMA"

    O caso chocou o Canadá e o Mundo: um agricultor multimilionário, Robert Pickton, de 68 anos, matou 49 mulheres, a maioria prostitutas, e transformou os corpos em carne picada, que misturou com a dos porcos que criava, para vender ao público, incluindo aos próprios polícias que o estavam a investigar. 


    Agricultor diz que está arrependido de "não ter conseguido matar mais uma"
    O homem, dono de uma quinta na Columbia Britânica, à qual chamava ‘ O Palácio dos Porquinhos’, foi detido em fevereiro de 2002 mas só agora foi revelado que o homicida em série confessou estar "muito arrependido por não ter conseguido matar mais uma mulher", uma vez que, segundo o criminosos, "queria chegar a um número redondo". O agricultor acabou condenado a prisão perpétua pelo homicídio de seis prostitutas em 2007, não tendo hipótese de liberdade condicional pelo menos durante 25 anos. 

    Mais tarde, o homem foi acusado de mais 20 mortes que não tinham sido julgadas e cujas provas diferiam das recolhidas nos seis casos anteriores. Sabe-se agora que para a condenação de Robert Pickton, foi essencial que um dos investigadores se fizesse passar por recluso e colega de cela do homicida, conseguindo ‘arrancar-lhe’ pormenores que se revelaram fulcrais para a resolução do caso. "Eu enterrei-me porque fui descuidado. Quem havia de dizer que era isso que me massacrava agora. Ia mesmo matar mais uma e chegar a um número redondo. Queria matar mais para chegar ao grande 50", diz o homicida ao polícia infiltrado, em imagens divulgadas agora pela CBS.
    Robert livrava-se dos corpos das vítimas no mesmo local onde tratava carne dos animais

    Foto Direitos Reservados
    "Eles agora apanharam-me, porque tem ADN", comenta Robert. O polícia pergunta-lhe porque não se livrou do corpo no mar e o criminoso reponde que fez "algo melhor do que isso", explicando que usava o esquartejadouro, onde a carne dos porcos da quinta que tinha era tratada, para colocar lá os corpos, que era depois feitos em carne picada. 

    Depois da primeira condenação, o Ministério Público canadiano não resolveu levar avante novo processo, mesmo com novas provas de ADN recolhido em mais 20 corpos. "A acusação teve que avaliar se era do interesse público proceder com nova acusação de mais 20 crimes e foi concluído que não", explicou na altura um porta-voz do tribunal. Uma vítima conseguiu fugir Robert Pickton terá começado a matar logo em 1997. 

    Nesse ano o homicida levou uma prostituta de Vancouver para a sua quinta e, quando chegaram, alegemou-a e esfaqueou-a. Segundo a mulher, os dois lutaram pela faca e a vítima acabou por conseguir fugir "ainda algemada, nua e a sangrar profusamente". O homem foi acusado de tentativa de homicídio mas o caso acabou por ser suspenso um ano depois. Nos quatro anos seguintes continuaram a desaparecer mulheres de bairros problemáticos de Vancouver, todas ligadas à prostituição.

    Esta vítima que escapou nunca foi ouvida no julgamento do processo, devido ao facto do juiz ter considerado que a tentativa de homicídio seria anterior aos crimes em julgamento e que deveria ser julgada num caso separado. Como o caso tinha sido suspenso, acabou por nunca chegar à barra dos tribunais. Festas com droga, prostitutas e porcos Pickton e o irmão, David, eram conhecidos por esbanjarem dinheiros em festas no ‘Palácio dos Porquinhos’. As noites incluíam sempre prostitutas, muito álcool e drogas. O irmão chegou a ser investigado como cúmplice dos crimes, mas nunca houve provas, pelo que nunca chegou a ser formalmente acusado. 

    O irmão do homicida ainda vive perto da quinta, a maior cena do crime da história do Canadá. Centenas de investigadores passaram o local a pente fino durante meses a fio. Nas instalações da quinta, nos terrenos, anexos e edifício, foram encontradas dezenas de vestígios de restos mortais de humanos.

    GUINÉ-BISSAU: «FORÇAS ARMADAS» GENERAL NA N'TAN PROMETE QUE 2018 VAI SER ANO DE FORMAÇÃO E AUMENTO DE PRODUÇÃO DE ARROZ.

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    Bissau,25 Jan 18 (ANG) - O Chefe de Estado-maior General das Forças Armadas disse hoje que 2018 vai ser o ano de formação do pessoal, da reabilitação das infra-estruturas militares e do aumento da produção de arroz para ajudar o governo no seu programa de combate à fome.

    A promessa foi tornada pública por Biaguê Na N´tan durante o cumprimento de novo ano que recebeu dos oficiais militares dos três Ramos das Forças Armadas.

    No acto, recebeu vários prémios, entre os quais um certificado de mérito, pano tradicional de pente e um livro que relata as actividades realizadas durante os quatro anos do seu mandato.

    No quadro da formação, Biaguê Na N´tam revelou que o reino de Marrocos disponibilizou ao Estado-maior 200 bolsas para formação dos elementos das forças armadas.

    Por outro lado, realçou a união da força da defesa e segurança, postura e colaboração mostrada pelos Oficias militares durante a crise política no país.

    Por isso, para além de encorajá-los a manterem na mesma linha, exortou-os à analisarem todas as acções realizadas e delas tirarem ilações.

    “A estabilidade e o sucesso da Guiné-Bissau depende das forças armadas, por isso os oficiais militares e soldados devem recusar ‘convites baratos’ para destabilizar o país”, advertiu, lembrando que a classe castrense continua inabalável no cumprimento da Constituição da República e demais leis vigentes no país.

    Por fim, Biaguê Na N´tam elogiou a Batalhão de Engenharia militar pela qualidade de trabalho feito na reabilitação de algumas infra-estruturas e neste caso as do Estado-maior.

    Em nome dos Oficias dos três ramos das forças armadas, o Brigadeiro General Ibrahim Papa Câmara elogiou o general Biaguê pela sua forma de conduzir a classe castrense e pelos trabalhos de reabilitação das casernas.

    Conosaba/ANG/LPG/JAM/SG

    Juiz determina apreensão de passaporte de Lula.

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    Ex-presidente é proibido de deixar o país e cancela viagem que faria a Etiópia. Decisão judicial não tem relação direta com condenação pelo TRF-4. Defesa de petista diz que recebeu notícia com estarrecimento.
    fonte: DW África
    Ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva
    Lula é impedido de viajar ao exterior
    Um juiz da 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília proibiu nesta quinta-feira (25/01) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de deixar o país e determinou a apreensão de seu passaporte. A medida foi solicitada pelo Ministério Público Federal (MPF) devido à viagem que o petista pretendia fazer para a Etiópia na sexta-feira.
    A decisão do juiz Ricardo Leite não tem relação direta com a condenação de Lula pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). O MPF solicitou a medida no âmbito de uma ação penal que apura o suposto tráfico de influência do ex-presidente na aquisição, pela Força Aérea Brasileira (FAB), de aviões caça da Suécia. O petista foi convocado para depor no final de fevereiro.
    O processo sobre a compra dos caças investigou crimes que teriam sido cometidos entre 2013 e 2015. Segundo o MPF, o ex-presidente teria participado de um esquema para beneficiar empresas junto ao governo Dilma Rousseff. Em dezembro, Lula se tornou réu nesta ação. Os advogados do petista negam as acusações e afirmam que o ex-presidente não praticou nenhum ato ilícito e está sendo vítima de perseguição política.
    Após receber a ordem de apreensão, o diretor da Polícia Federal, Fernando Segovia, informou o ministro da Justiça, Torquato Jardim, sobre a decisão. Jardim orientou que a PF informasse Lula em sua casa para evitar constrangimentos, caso o ex-presidente chegasse ao aeroporto sem saber da proibição de viagem.
    A Polícia Federal afirmou que a defesa do ex-presidente se comprometeu a entregar o passaporte na sexta-feira. A assessoria de Lula confirmou o cancelamento da viagem. O petista participaria na Etiópia de um evento da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), que discutirá propostas para erradicar a fome na África. O compromisso havia sido anunciado antes do julgamento no TRF-4.
    "Com grande estarrecimento recebemos a notícia", afirmou Cristiano Zanin Martins, advogado de Lula, em nota. "O juiz fundamentou a decisão em processo que não está sob sua jurisdição – a apelação relativa ao chamado caso do tríplex", destacou.
    O advogado ressaltou que TRF-4 foi informado da viagem e não se opôs. "Lula tem assegurado pela Constituição Federal o direito de ir e vir (CF, art. 5º, XV), o qual somente pode ser restringido na hipótese de decisão condenatória transitada em julgado, da qual não caiba qualquer recurso", finalizou.
    Na quarta-feira, os três desembargadores que analisaram o recurso de Lula, no processo por corrupção e lavagem de dinheiro que envolve a propriedade de um tríplex no Guarujá (SP), decidiram de maneira unânime manter a condenação imposta ao ex-presidente pelo juiz Sérgio Moro. O petista ainda teve a pena aumentada de nove anos e seis meses para 12 anos e um mês prisão. Após o julgamento, Lula disse que a decisão foi baseada numa mentira e reiterou sua inocência.
    O juiz que mandou apreender o passaporte do ex-presidente é o mesmo que determinou, em maio do ano passado, a suspensão das atividades do Instituto do Lula.
    CN/abr/rtr/ots

    Moçambique: Conselho de Religiões preocupado com conflitos.

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    Desde que o país adotou o multipartidarismo, em 1994, os períodos pré-eleitorais são caracterizados por conflitos armados. O Conselho de Religiões de Moçambique quer uma solução para o problema.
    fonte: DW África
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    Filipe Nyusi, Presidente de Moçambique, e Afonso Dhlakama, líder da RENAMO
    Congregações religiosas moçambicanas unem-se para prevenir conflitos pré-eleitorais que têm estado a acontecer desde 1994, altura da implantação do multipartidarismo.
    Os religiosos são a favor da reconciliação nacional em vez de pronunciamentos e atos belicistas que muitas vezes são característicos dos períodos pré e pós-eleitorais.
    Há dias, Afonso Dhlakama, líder da  Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), o principal partido da oposição, reiterou que o acordo de descentralização será já em março. Mas avisou que, case não se concretize, "não gostaria de ser chamado belicista".
    Dhlakama fora das matas
    Por isso mesmo, a presidente do Conselho de Religiões de Moçambique, Artimiza Franco, defende a saída de Dhlakama das matas da Gorongosa, em Sofala, centro de Moçambique. "Ele precisa sair das matas para fazermos uma reconciliação e bem feita", afirma.
    Afonso Dhlakama encontra-se nas matas de Gorongosa desde 2015 e reclama vitória nas eleições gerais desse ano.
    Este ano, o país vai a votos em outubro para as municipais e em 2019 os moçambicanos vão escolher um novo Presidente da República e um novo Parlamento.
    A oposição moçambicana tem acusado o partido no poder, a  Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), de fraude, tanto antes como depois dos processos eleitorais, facto que provoca conflitos armados. "E se estes dois processos não forem bem geridos vamos outra vez cair em conflitos armados", avisa Artimisa Franco.
    Bandidos vs religiosos no norte 
    A província de Cabo Delgado, no norte do país, tem sido alvo de ataques de homens armados. Os atacantes dizem ser religiosos, mas aos olhos do reverendo Albino Mussei, secretário-geral do Conselho de Religiões de Moçambique, a realidade é outra. "Os tais bandidos dizem-se religiosos muçulmanos. Entram nas mesquitas com sapatos, inaceitável na fé islâmica, levam consigo sacolas que só eles é que sabem explicar, matam e perseguem chés, destroem mesquistas e matam as forças de defesa e segurança. Esses são bandidos e não religiosos", sublinha.
    Os religiosos querem uma paz efetiva. Para tal, Artimiza Franco, do Conselho de Religiões, anunciou a realização de uma cimeira no final deste mês na Beira, centro do país. Trata-se da cimeira de paz e reconciliação nacional que contará com a presença de peritos da União Africana (UA).
    Segundo Franco, "a UA vai mandar um especialista em assuntos políticos e eleitorais. Ele vai ser orador de um dos temas na cimeira porque o nosso país tem andado num ciclo de guerra por causa das eleições."

    Brasil: Lula é proibido de sair do Brasil por juiz.

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    Lula foi proibido de sair do país por juiz do Distrito Federal, que ainda ordenou apreensão do passaporte do ex-presidente

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