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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Embaixadas do Brasil na África apontam medidas de precaução contra o ebola.

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O Ministério das Relações Exteriores (MRE) avisa, em nota da assessoria de imprensa, que mantém contato com os brasileiros residentes em países africanos afetados pelo ebola. Segundo a pasta, são aproximadamente 50 brasileiros residentes na Guiné e 12 na Libéria. Entre eles estão missionários evangélicos que trabalham no interior - áreas de maior risco.
"Todas as embaixadas brasileiras na região [da África, afetada pelo surto de ebola] foram instruídas a manter contato contínuo com a comunidade expatriada local, incluindo funcionários a serviço de empresas brasileiras e estrangeiras, com vistas a verificar a situação pessoal e prestar-lhes toda assistência consular cabível", diz a nota.
O Itamaraty informa que o Brasil tem acompanhado a evolução da situação sobre a ocorrência de casos de febre hemorrágica, por meio de relatos transmitidos pelas embaixadas do Brasil em Conacri (Guiné), Monróvia (Libéria), Freetown (Serra Leoa) e Abuja (Nigéria). Com base nos relatos, recomenda as medidas profiláticas básicas, que evitem  áreas mais afetadas e façam a higiene adequada.
O MRE diz que não houve nenhuma solicitação de auxílio adicional ao já prestado, e destaca que não há brasileiros infectados. Salienta ainda que está sempre preparado para lidar com "situações de contingência".
O ebola causa febre alta e, nos casos mais graves, hemorragias. É transmitida pelo contato com fluidos corporais, e as pessoas próximas aos pacientes são as que apresentam maior risco de contrair a doença. Desde o início do ano, a epidemia causou 932 mortes e mais de 1.700 pessoas estão infectadas em Serra Leoa, na Guiné, Libéria e Nigéria - na costa atlântica da África Ocidental.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) convocou uma sessão de emergência, que ocorre desde ontem (6), em Genebra, na Suíça, a portas fechadas, para decidir se declara situação de crise internacional. A decisão é esperada para amanhã (hoje 8/08/2014).

Ebola: países africanos decretam estado de emergência

Países da África Ocidental afetados pelo ebola estão decretando estado de emergência.  O vírus já causou quase mil mortes. A Europa recebeu o primeiro infectado para tratamento.
Na Libéria, onde os corpos dos mortos permanecem nas ruas, o presidente Ellen Johnson Sirleaf declarou estado de emergência nacional por pelo menos 90 dias, alegando que medidas extraordinárias são necessárias para garantir a “própria sobrevivência do país”.
No país, barreiras militares estão impedindo centenas de pessoas de deixar a província de Grand Cape Mount, que faz fronteira com Serra Leoa, e a capital Monróvia, devido ao surto. De acordo com a Agência Lusa, o governo da Libéria alega que a medida é para evitar de pessoas contaminadas passem para áreas não contaminadas.
Em Serra Leoa, 800 militares foram deslocados para hospitais e clínicas para ajudar no tratamento dos casos de ebola. O Parlamento deverá reunir-se para ratificar o estado de emergência declarado na semana passada.
Na Nigéria, a preocupação com a doença aumentou, depois da morte de uma freira em Lagos. Foi a segunda morte registrada pelo ebola no país. O país espera receber um medicamento norte-americano, ainda em fase de testes, para impedir a propagação do vírus, mas o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, considerou que ainda é cedo para enviar o remédio e apela para a construção de “uma infraestrutura pública forte”.
Desde o início do ano, a epidemia causou 932 mortes e mais de 1.700 pessoas estão infectadas na Guiné-Conacri, Libéria, em Serra Leoa e na Nigéria.
O ebola causa febre alta e, nos casos mais graves, hemorragias. É transmitida pelo contato com fluidos corporais e as pessoas que estão próximas aos pacientes são as que apresentam maior risco de contrair a doença.
Enquanto os países africanos tentam conter a disseminação da epidemia, a Espanha retirou de Monróvia um padre católico, Miguel Pajares, de 75 anos, que adoeceu quando prestava auxílio a doentes em um hospital na capital da Libéria. O missionário foi o primeiro paciente a ser transportado para a Europa para receber tratamento.
O avião militar, com equipamento especial, transportou o padre hoje de manhã para Madri, junto com uma freira espanhola, que trabalhou no mesmo hospital na Libéria, mas que não teve resultado positivo no teste da doença, anunciou o governo espanhol.
O padre encontrava-se estável e sem sinais de hemorragias, enquanto a freira aparenta estar bem e deverá voltar a ser submetida a testes.
Dois cidadãos norte-americanos que trabalhavam para instituições cristãs na Libéria, também infectados, foram levados para os Estados Unidos nos últimos dias e têm mostrado sinais de melhora, depois de terem tomado um medicamento experimental, conhecido como ZMapp, que é difícil de se produzir em larga escala.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) convocou uma sessão de emergência, que ocorre desde quarta-feira, em Genebra, a portas fechadas, para decidir se deverá ser declarada crise internacional. A decisão é esperada para esta sexta-feira.

# agenciabrasil

ÉBOLA: ONU DECLARA EPIDEMIA "EMERGÊNCIA MUNDIAL DE SAÚDE".

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou hoje a epidemia de Ébola, registada na África Ocidental, onde já matou perto de mil pessoas, "emergência de saúde pública de carácter mundial".
A comissão de emergência da OMS, que se reuniu quarta e quinta-feira em Genebra, foi "unânime ao considerar verificarem-se as condições de uma emergência de saúde pública de carácter mundial".
"Uma resposta internacional coordenada é essencial para travar e fazer recuar a propagação mundial" do vírus do Ébola, sublinhou a comissão.


Fonte: Lusa

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