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sexta-feira, 24 de agosto de 2018

PARA ANGOLA - JÁ E EM FORÇA!

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Em Berlim, na abertura do 7.º Fórum Económico Angola/Alemanha, João Lourenço disse que “da nossa parte temos estado a tomar todas as medidas legais, cambiais, migratórias e outras, para melhorar o ambiente de negócios e tornar mais atractivas as condições para o investimento estrangeiro”.

“Por outro lado, o Governo está a implementar, com o apoio técnico do Fundo Monetário Internacional, um Programa de Estabilização Macroeconómica, que tem permitido reduzir a taxa de inflação e a diferença entre a taxa de câmbio oficial e a taxa informal, bem como estabilizar as taxas de juro dos títulos de tesouro e das reservas internacionais”, disse João Lourenço.
Isto porque, afirmou o Presidente de Angola (também Titular do Poder Executivo e, brevemente, presidente do único partido que governou o país desde a independência, o MPLA) “tem levado ao aumento da confiança dos agentes económicos e das empresas que operam em Angola”.
João Lourenço explicou que “vários instrumentos jurídicos já foram assinados entre os nossos países, para o reforço da cooperação entre Angola e a Alemanha, como o Acordo de Promoção e Protecção Recíproca de Investimentos, a Declaração Comum de Intenções, a constituição da Comissão Bilateral Angola/Alemanha, o Regulamento Interno do Grupo de Consulta Angolano/Alemão sobre temas de economia e, ainda em discussão, a Convenção para a prevenção da Dupla Tributação e da Evasão Fiscal”.
“Ainda em discussão se encontram, também, acordos e memorandos nas áreas da saúde, das finanças, dos transportes aéreos, da supressão de vistos em passaportes diplomáticos e de serviço, da agricultura e florestas”, salientou o Presidente.
Segundo João Lourenço, “verificamos um interesse crescente de empresas alemãs em participar, também, nas áreas da construção, da energia e águas, da fiscalização de obras e de fornecimento de equipamentos”. Sendo que “esse interesse já está patente na participação bem-sucedida de empresas alemãs em projectos de produção de energia em Angola, como, por exemplo, com o fornecimento de equipamento electromecânico à Barragem de Cambambe e à fiscalização da Barragem de Laúca”.
Além disso, “manifestamos o interesse de Angola no financiamento e fornecimento de tecnologia alemã, para os aproveitamentos hidroeléctricos de Caculo-Cabaça e Zenzo e da construção e modernização das subestações e redes de distribuição de energia eléctrica na província do Namibe” desde logo porque “existe um enorme potencial a ser desenvolvido em todos os domínios, seja no plano da cooperação económica e do desenvolvimento, da tecnologia, das finanças, da saúde, da formação profissional e técnica, da ciência e investigação, da energia e águas e muitos outros”.
Reconhecendo que “de momento, Angola exporta para a Alemanha, essencialmente, petróleo bruto e seus derivados e gás natural, importando maquinaria, veículos automóveis, equipamentos”, João Lourenço diz que “é evidente que existem novas e inúmeras oportunidades de cooperação bilateral por explorar e desenvolver, justificando-se já a criação, entre nós, de uma Câmara de Comércio, para apoio aos empresários que pretendam investir no mercado angolano e para o fomento de pequenas empresas mistas”.
“Gostaríamos de ver o investimento alemão na exploração do minério de ferro e na produção do aço”, afirmou o Presidente, acrescentando que “Angola está interessada, no domínio da agricultura e pecuária, em desenvolver a cooperação bilateral na formação de quadros, na produção e mecanização agrícola, na exploração florestal e na investigação agro-pecuária”, constatando-se que “no domínio dos transportes, para além da implementação do que já foi acordado ao nível dos transportes aéreos, temos, também, interesse em negociar um acordo no domínio marítimo”.
Em matéria do que é desejo do Governo angolano, João Lourenço disse que “gostaríamos de ver realizadas parcerias público-privadas com empresas alemães, na construção de auto-estradas com ligação aos países vizinhos, nomeadamente com a Namíbia, a Zâmbia e a RDC, para facilitar e dinamizar o comércio regional, de igual modo, também, na produção e distribuição de energia de todas as fontes, hídrica, solar ou a partir dos resíduos sólidos das grandes cidades, assim como na ampliação e exploração da actual rede ferroviária do País”.
“A concessão da exploração dos Caminhos-de-Ferro de Benguela é algo que está em estudo, mas a acontecer nos termos em que vier a ser definido, gostaríamos de interessar os investidores alemães a concorrer no devido momento”, referiu, juntando que “temos, ainda, interesse em assinar um acordo de formação profissional e de capacitação técnico-profissional de qualidade para o mercado de trabalho”.
Falando das dificuldades internas, João Lourenço disse que, “em razão da conjuntura internacional, as condições financeiras do Estado angolano deterioraram-se de modo significativo a partir de 2014, facto que gerou a dificuldade de liquidação de operações em moeda estrangeira e o consequente aumento de dívidas para com as empresas nacionais e estrangeiras, entre as quais algumas alemãs”, sendo que “para fazer face a essa situação, o Governo angolano iniciou um processo de certificação e validação de dívidas e as empresas alemãs que a ele aderiram têm visto os seus atrasados a ser regularizados de forma gradual, enquanto outras negoceiam os moldes de pagamento da dívida, com perspectivas de que esta seja saldada ainda no decorrer do presente ano”.
João Lourenço considera que, “apesar desses entraves e limitações, creio que estão agora criadas, com a nova legislação sobre o investimento privado e a política cambial, a lei da concorrência, a facilidade de circulação de pessoas, a garantia do repatriamento de capitais e da transferência para o exterior de dividendos e lucros, as condições para uma economia mais aberta e competitiva. Para além dessas acções concretas, o Executivo angolano está, também, a realizar importantes reformas no sistema judicial e de investigação criminal, para combater, de modo mais efectivo, a corrupção e a impunidade, defender a transparência nos negócios, assegurando, assim, a defesa dos direitos e garantias de todos os cidadãos e dos agentes económicos”.


Com este enquadramento político e económico, João Lourenço disse que Angola conta “com os vossos investimentos e com a vasta experiência e competências dos empresários alemães, para transformar este nosso desejo numa realidade concreta, com vantagens recíprocas, na certeza de que a vossa presença em Angola poderá colher, também, benefícios da existência de um enorme mercado da Comunidade dos Estados da África Austral, em vias da sua integração económica”.
fonte: folha8

OPINIÃO: FALSO “ACTIVISMO POLÍTICO” - É COMPARÁVEL A PELOTÃO DE FUZILAMENTO, VERBAL !!!

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


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                                          Filomeno Pina - "Sempre com contribuições de patriotismo sem par!"

Terrorismo verbal nas redes sociais é um acto básico, e frequente entre Guineenses. Acto esse francamente primário, também considerado crime de ofensa moral pública com danos materiais e psicológicos, que hoje AINDA seus autores gozam de impunidade no País e nas redes sociais, mas até quando?
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Normalmente este agressor ofende a sua vítima escondido num perfil falso ou até não, mas, tudo continua na mesma, é um comportamento péssimo. Infelizmente usado até por certos políticos ou líderes. Pior ainda, por gente com o destino do País nas mãos. Dizem ou pensam; “nhá boca kásta-lá”, justificando o lavar das mãos do problema, com tudo fica por resolver, pensam talvez; não somos nós visados, mas, na verdade está mal visto, muito mau e de raiz.
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Temos “Activistas" maior parte só de nome, kkkkkk, todos falam de impunidade e corrupção à boca cheia, mas, seus próprios actos são em certos momentos duma ofensa moral e material, que justificam tratamento criminal em Sede própria.
No entanto os próprios “activistas” beneficiam desta impunidade, portanto queixam de impunidade como “activistas” que lutam por justiça social, mas eles próprios insultam e ficam impunes perante a lei (sabendo que é crime), como assim - ISTO NÃO FAZ SENTIDO!
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Alguns activistas SÓ de nome, seus comportamentos são péssimos nas redes sociais, cometem abusos e violações dos Direitos do cidadão - COMPARÁVEL A PELOTÃO DE FUZILAMENTO POLÍTICO NAS REDES SOCIAIS – contudo praticam crime publico, gozando de impunidade, enquanto sacrificam na praça pública as suas vítimas, é triste e igualmente um crime. Perguntamos, como defendem a moral e o Direito do cidadão comum, se fazem muitas vezes ainda pior, substituindo instituições públicas pelos "juízos" pessoais ditos boca fora nas redes sociais, tenham dó, vamos com calma, ok?
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Portanto, alguns cometem crimes de ofensa moral, material, nas redes sociais, fazem ofensas com requinte de malvadez, sem sensibilidade humana digna de registo positivo.
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Vemos todos os dias casos considerados muito graves a merecerem tratamento surreal, movidos por impulso pouco claros, e com falso tratamento/"diagnóstico" ou amadorismo gritante próprio de leigos na matéria. No entanto sem um mínimo de humildade no tratamento destes assuntos de alto melindre e complexidade profissional, analisado por pessoas sem qualificação profissional nenhuma para tal, é triste, já parecemos um País boçal, mas não! Temos esperança em ver este Carnaval terminado, mais dia menos dia, sDq.
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Pior ainda, notamos muitas vezes, agindo por ódio pessoal, inveja maldoso, frustração pessoal e ou porque, vendendo sua utilidade pessoal a outros, prestam serviços a quem paga para “matar” nas redes sociais um politico ou figura pública com palavras difamatórias, usando a mentira e calúnia como balas, bó fyga kanhóta, krédy (…)
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Não me vou alargar mais por hoje, mas - deixo aviso à navegação social e política - refiro aos Srs. que pagam, manipulam e cometem actos ou tentativas de assassinato político selectivo de irmãos Guineenses! Pois saibam no entanto, que isto é resultado ou sintoma duma fase avançada com a gravidade do ponto de vista social, refiro, temos este perigo social no limite, sem consciência dos factos para maior parte da sociedade. Caminhamos, para ausência de valores e do trato com respeito, no entanto já tarde demais, descobrimos certos monstros espalhados por tudo quanto é canto no nosso País e fora dele (mordendo uns aos outros), sabendo menos quem é quem, mas os há, que só sabem usar a calúnia e a mentira sem hesitar, pelos vistos com ganhos secundários, e dificultam o avanço normal das coisas (política e desenvolvimento) no País. Vamos com calma, cada um deve fazer o que de melhor, sabe fazer!
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Falo do estado social, da irresponsabilidade generalizada deste perfil de ofensa verbal entre líderes ao mais alto nível na praça publica e, ficam impunes tal e qual aqui nas redes sociais, pois, isto é, foto-cópia das redes sociais. Hoje já só colhemos frutos com cada vez mais veneno do mesmo espalhado entre nós Guineenses (…)
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Importa estancar este derrame!!! Hoje é a pessoa “A ou B” e amanhã, será o seu pai, sua mãe, mulher, filhos ou valores e memórias espirituais sagrados (…)
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BASTA, NÃO SOMOS ANIMAIS SELVAGENS - "FIDJO DI GUINÉ BALI PENA" (parafraseando o Guineense, Doutor Huco Monteiro).
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Haja consciência e mínimo de bom senso entre Guineenses. VALE A PENA MUDARMOS ESTE COMPORTAMENTO PÉSSIMO !!!

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Djarama. Filomeno Pina.



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